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  • Post Scriptum II de Jorge de Sena

    Post Scriptum II

    Jorge de Sena

    35,00 

    Post Scriptum II de Jorge de Sena.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 2 vols. B.

    A falta de melhor ponto de partida usámos o ano da publicação de Perseguição (1942) como charneira entre o que poderia chamar juvenilia e se publica aqui sob o título de Post-Scriptum II e a poesia de maturidade, que publicámos com o título de Visão Perpétua. (…) Praticamente todas as linhas poéticas que caracterizam Jorge de Sena estão representadas nos poemas destes primeiros anos: a morte, o cansaço de viver, a renúncia amorosa, as mãos, o erotismo, a problemática religiosa, o sarcasmo, até o panfletarismo e a D. Urraca. Afinal, e excluindo os dois primeiros anos que Jorge de Sena excluia, ao comemorar-se em Quarenta anos de servidão, fixava 1938 como o seu primeiro ano poético, e seriam esses, e para sempre, os seus anos de servidão. Raros poetas haverá que tenham sido tão eles mesmos e tão fiéis a eles mesmos, como este o foi.

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  • Naceo e Amperidónia de Luiz Fagundes Duarte

    Naceo e Amperidónia

    Luiz Fagundes Duarte

    10,00 

    A novela sentimental Naceo e Amperidónia ocupa os fólios 201 r a 221 r de um códice quinhentista, datado entre 1543 e 1546. Eugenio Asensio descobriu este códice, que contém 247 fólios, e a Biblioteca Nacional de Lisboa o adquiriu em 1983. Hoje, ele está catalogado com a cota 11.353.

  • Contos e Histórias de Proveito e Exemplo de Gonçalo Fernandes Trancoso

    Contos e Histórias de Proveito e Exemplo

    Gonçalo Fernandes Trancoso

    15,00 
  • O Brasileiro Soares de Luís de Magalhães

    Brasileiro Soares, O

    Luís de Magalhães

    6,00 

    O Brasileiro Soares de Luís de Magalhães.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda.. Lisboa, 1981, 176 págs. B.

    Romance de Luís de Magalhães que combina o uso dos processos analíticos naturalistas (“a realidade bem observada e a observação bem exprimida”, como refere Eça de Queirós, autor do prefácio) com certas marcas românticas, como sendo a apologia dos valores burgueses da honestidade e do trabalho ou o destino final do protagonista. Como salienta, no prefácio, o autor de Os Maias, a obra reabilita o tipo social do brasileiro (o emigrante que retorna rico do Brasil), ridicularizado nas novelas românticas, na figura do protagonista, Joaquim Soares, um homem honesto, trabalhador e generoso. Regressado à terra natal, depois de uma vida de trabalho no Brasil, Joaquim apaixona-se pela sobrinha Ermelinda, ambiciosa e calculista, que afeta ser uma esposa dedicada, mas o atraiçoa na sua própria casa. Descobertos o adultério e a fuga da mulher, ainda aí Joaquim hesita “entre a vingança e o perdão”, mas, descobrindo de forma cruel a “comédia de hipocrisia e mentira” que é o mundo, suicida-se.

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  • Alma Nova, A

    Alma Nova, A

    Guilherme D' Azevedo

    7,50 

    A Alma Nova de Guilherme D’ Azevedo.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 122 págs. B.

    Guilherme de Azevedo (1839-1882), jornalista e poeta de Santarém, destacou-se pela ligação à “geração de 70”, pelo combate polémico nas “Conferências do Casino” e pela colaboração em jornais e no Álbum das Glórias com Bordalo Pinheiro. A sua obra A Alma Nova (1874) marcou uma viragem modernista, aproximando-o de Cesário Verde e conquistando elogios de Antero e Camilo. Teófilo Braga chegou a vê-lo como o verdadeiro representante da poesia moderna.

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  • Diário 1997-1993 de Miguel Torga.

    Diário 1997-1993

    Miguel Torga.

    7,00 

    O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.

  • Poesia III de José Gomes Ferreira

    Poesia III

    José Gomes Ferreira

    7,50 

    Antologia Poética de José Gomes Ferreira.
    Incluí as obras:
    Eléctrico (1943-1944-1945);
    Tu piedade (1945);
    Província (1945);
    Ruas Desertas (1946-1947);
    Gomes Leal (1948);
    Cinzas (1948-1949-1950)

  • E o Oiro Perdeu o Brilho de Evaristo Franco

    E o Oiro Perdeu o Brilho

    Evaristo Franco

    6,00 

    E o Oiro Perdeu o Brilho de Evaristo Franco.
    União Gráfica. Lisboa, 1943, 229 págs. B.

    Durante aquela noite, apoderou-se do cérebro de Carlos Mendes pavorosa insónia. Volteava-se no leito, mas as pálpebras recusavam cerrar-se. Até ali a sua vida decorrera tranqüila, como superfície de lago profundo, mas, agora, ao bater nos dezasseis anos, sturgia a primeira dificuldade séria: – não po- der prosseguir no estudo. A avidez do saber e o amor dedicado a Maria Gabriela preenchiam, totalmente, a existência do moço. O espírito dominava a matéria, cujas imposições tirânicas se mantinham ainda laten- tes. Os seus olhos não tinham lobrigado, até então, as tintas carregadas do verdadeiro cariz do mundo. A ambição era para êle uma palavra vazia de senti- do. Se o acaso lhe punha nas mãos um periódico, e o noticiário descrevia as lutas que infernavam a huma- nidade, Carlos despercebia a razão dessas pugnas. As confidências paternas, feitas algumas horas antes, constituiam o erguer da ponta do véu com que se tapam as hipocrisias do camaleão humano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Diário V a VIII de Miguel Torga

    Diário V a VIII

    Miguel Torga

    7,00 
  • Os Últimos Amores de Napoleão de António de Campos Júnior

    Últimos Amores de Napoleão, Os

    António de Campos Júnior

    15,00 

    Os Últimos Amores de Napoleão de António de Campos Júnior.
    Romano Torres Editores. Lisboa, s.d., 731 págs. E.

    António Maria de Campos Júnior (Angra do Heroísmo, 13 de maio de 1850 — Marinha Grande, 8 de setembro de 1917) foi um militar do Exército Português que se destacou como escritor, dramaturgo e redactor de diversos periódicos.[

    📕 1ª Edição. Edição num único volume

  • Cómicos

    Cómicos

    Antero de Figueiredo

    10,00 

    Cómicos de Antero de Figueiredo.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 251 págs. Mole.B.

    Nesta nova edição, estive para mudar o título ao livro e pôr-lhe o de Êrro de Amor, porque o de Cómicos tem uma amplitude que o trabalho não comporta, visto a novela tratar sómente de um episódio de teatro (amores com uma actriz) e não de estudo de psicologia do actor e do seu meio, que é uma sociedade diferente, com almas diferentes— mundo àparte em extremo complexo e pitoresco, nas suas aparentes contradições(…)

    ✍🏻 Edição rubricada pelo autor.
    📝 Assinatura de posse.

  • Meu Campo Verde

    Meu Campo Verde

    Fernando Cardoso

    5,00 
  • Vento Assobrando nas Gruas, O

    Vento Assobrando nas Gruas, O

    Lídia Jorge

    10,00 

    O Vento Assobrando nas Gruas de Lídia Jorge. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 538 págs. B.

    O Vento Assobiando nas Gruas é um livro ancorado sobre dois mundos – um mundo contemporâneo, envolvido com a transformação acelerada da Terra, movido pelo instinto selvagem de futuro, e um outro mais antigo, onde a história de uma velha fábrica se cruza com a sorte de uma família numerosa, recém-chegada de África.

    Dois mundos, à primeira vista irreconciliáveis, e no entanto, a aproximá-los, por obra do acaso, caminha desde a primeira página a figura de Milene Leandro, a rapariga singular, para quem tudo nasce pela primeira vez, e que, na simplicidade do seu juízo, acabará por obrigar os outros à revelação de si mesmos.

    Figura central, é precisamente através das mãos de Milene que o leitor entra na primeira página, e é ainda com ela que encerra a última, depois de ter conhecido a suas expensas o caso de um amor, de um crime e de um silêncio para sempre selado.

    Por isso mesmo, o seu olhar desprevenido sobre a vida, o bem e o mal, assim como a avaliação que faz deste mundo, constituem a verdadeira matéria orgânica que constrói este livro.

    📕 1ª Edição.

  • Balada da Praia dos Cães de José Cardoso Pires

    Balada da Praia dos Cães

    José Cardoso Pires

    15,00 

    Balada da Praia dos Cães de José Cardoso Pires.
    Edições «O Jornal». Lisboa, 1982, 256 págs. B.

    O romance foi escrito no período pós-revolução de 25 de Abril de 1974. A acção situa-se no princípio dos anos 60, e retrata alguns aspectos da sociedade portuguesa em plena época da ditadura salazarista. Relata a investigação dum assassínio; e a história começa com o relatório da descoberta de um cadáver enterrado na Praia do Mastro em 3 de Abril de 1960. Mais tarde, a polícia descobre tratar-se do major Luís Dantas Castro, um militar preso por tentativa de rebelião contra o regime vigente e que escapara da prisão.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espaço Difuso de Artur de Magalhães Xavier

    Espaço Difuso

    Artur de Magalhães Xavier

    7,00 
  • Madame Renan de Caiel

    Madame Renan

    Caiel

    40,00 

    Madame Renan de Caiel.
    Imprensa Nacional. Lisboa, 1896, 696 págs. B.

    Alice Evelina Pestana Coelho foi uma escritora, jornalista, pedagoga, feminista e pacifista de grande cultura, dominando vários idiomas e escrevendo em inglês, francês, espanhol e português. Colaborou em diversas publicações sob pseudónimos como Célia Elevani e Caïel. Em 1888, viajou para a Europa em missão governamental para estudar o ensino secundário feminino, e em 1892 defendeu a educação das mulheres como essencial para uma sociedade democrática. Fundou a Liga Portuguesa da Paz em 1899 e representou-a na Conferência da Paz de Haia. Mudou-se para Madrid em 1901, onde lecionou e colaborou com grandes intelectuais da época.

    📕 1ª Edição.
    📖  Exemplar por abrir
    Caiel é o pseudónimo de Alice Evelina Pestana Coelho.