Homem Que Não Tira o Palito da Boca

«Sempre que parassem a fim de repousar um pouco, ele aproveitava, por isso, para aproximar-se da mulher e dos filhos, com o propósito de verificar mais de perto como estavam eles a resistir e, sobre- tudo, de lhes incutir um pouco da sua força e da sua coragem de homem habituado a grandes batalhas.»

O autor usa uma linguagem magnificamente técnica, semiótica, de lógica formal e jurídica – obsessivamente perfeccionista, requintada, paranoicamente explicativa – para tratar de questiúnculas ou, pelo contrário, explicar formalmente, com uma lógica administrativa, a podridão familiar, política, económica, o quotidiano de miséria, prostituição, indecência, malfeitoria e sacanice (no Sambila e outros bairros) de pobres diabos e cidadãos abandonados pelos coevos.
Histórias de casais e traições (infidelidades) são uma das obsessões divertidas de Melo. E, depois, há o tema das raças, cores de pele, classes, mas também o do assassinato piedoso, entre tantos.

6,00 

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informação do livro

Homem Que Não Tira o Palito da Boca de João Melo. Editorial Caminho. Lisboa, 2009, 175 págs. Mole.

Alfarrabista

 

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O autor usa uma linguagem magnificamente técnica, semiótica, de lógica formal e jurídica – obsessivamente perfeccionista, requintada, paranoicamente explicativa – para tratar de questiúnculas ou, pelo contrário, explicar formalmente, com uma lógica administrativa, a podridão familiar, política, económica, o quotidiano de miséria, prostituição, indecência, malfeitoria e sacanice (no Sambila e outros bairros) de pobres diabos e cidadãos abandonados pelos coevos.
Histórias de casais e traições (infidelidades) são uma das obsessões divertidas de Melo. E, depois, há o tema das raças, cores de pele, classes, mas também o do assassinato piedoso, entre tantos.

Peso 220 g

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