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  • Viva a República Viva o Rei de Teresa Sabugosa

    Viva a República Viva! Viva o Rei!: Cartas Inéditas de Agostinho da Silva

    Teresa Sabugosa

    8,00 

    Viva a República Viva! Viva o Rei!: Casrtas Inéditas de Agostinho da Silva de Teresa Sabugosa
    Zéfiro. Corroios, 2006, 118 págs. B.

    Viva a República! Viva o Rei! é um título que espelha na perfeição o pensamento da autora e de Agostinho da Silva expresso nas cartas que o Filósofo lhe escreveu.

    Mas mais do que um título, Viva a República! Viva o Rei! é um grito que inelutavelmente Portugal dará, quando chegar a Hora de o ser.

    «Vai ter de se abrir a hora de Portugal se cumprir inteiro, de ser o duplo cavaleiro do místico e do real.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vida do Arcebispo de Frei Luiz de Sousa

    Vida do Arcebispo

    Frei Luiz de Sousa

    7,00 

    Vida do Arcebispo de Frei Luiz de Sousa
    Seara Nova. Lisboa, 1961, 96 págs. B.
    Colecção: Textos Literários

    A Vida de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires (frequentemente abreviada como Vida do Arcebispo) é uma das maiores obras-primas da prosa seiscentista portuguesa, escrita por Frei Luís de Sousa (nome religioso de Manuel de Sousa Coutinho). Publicada originalmente em 1619, a biografia relata a vida do arcebispo de Braga, D. Frei Bartolomeu dos Mártires, uma das figuras mais influentes da Igreja Católica e do Concílio de Trento

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  • Veronika Decide Morrer de Paulo Coelho

    Veronika Decide Morrer

    Paulo Coelho

    5,00 

    Veronika Decide Morrer de Paulo Coelho
    Pergaminho. Lisboa, 1999, 242 págs. B.

    «No dia 11 de novembro de 1997, Veronika decidiu que havia – afinal! – chegado o momento de se matar.» É assim que começa o romance de Paulo Coelho. Veronika é uma jovem eslovena que decide suicidar-se, cansada que está da vida que leva. Salva no último instante, dá entrada num hospital psiquiátrico. Aí conhece Zedka, internada por depressão, transformada à custa do tratamento numa «mulher louca» e feliz; Mari, advogada que integra o grupo A Fraternidade, organizador de palestras sobre a meditação sufi, e parte para a Bósnia em missão humanitária em busca de aventura; Eduard, um jovem belo e rico que se faz passar por esquizofrénico; e o Dr. Igor, o psiquiatra do hospital. O autor revelou ter estado internado num hospital psiquiátrico, experiência que lhe valeu para a escrita desta obra sobre a loucura. E também sobre o amor e a sabedoria, as relações com os outros, atravessada pelo esoterismo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Olhar de Miguel Sousa Tavares

    Último Olhar

    Miguel Sousa Tavares

    8,00 

    Último Olhar de Miguel Sousa Tavares
    Porto Editora. Porto, 2021, 307 págs. B.

    Pablo tem 93 anos, viveu a Guerra Civil Espanhola, viveu os campos de refugiados da guerra em França, viveu quatro anos no campo de extermínio nazi de Mauthausen. E depois viveu 75 anos tão feliz quanto possível, entre os campos de Landes, em França, e os da Andaluzia espanhola. Inez tem 37 anos, é médica e vive um casamento e uma carreira de sucesso com Martín, em Madrid, até ao dia em que conhece Paolo, um médico italiano que está mergulhado no olho do furacão do combate a uma doença provocada por um vírus novo e devastador, chegado da China: o SARS-CoV-2. Essa nova doença, transformada numa pandemia sem fim, vai mudar a vida de todos eles, aproximando-os ou afastando-os, e a cada um convocando para enfrentar dilemas éticos a que se julgavam imunes.

    Último Olhar marca o aguardado regresso de Miguel Sousa Tavares ao romance. Uma história sem tréguas nem contemplações, onde o passado cruza o presente e o presente interroga o futuro que queremos ter. Da primeira à última página, até decifrarmos o que se esconde atrás do título.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Trigo e o Joio de Fernando Namora

    Trigo e o Joio

    Fernando Namora

    6,00 

    O Trigo e o Joio de Fernando Namora
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1972, 332 págs. B.
    𓂃🖊Prefácio Jorge Amado

    “O Trigo e o Joio” é, por definição, um romance de “ambiência rural”, com toda uma problemática prementemente social, relacionada com o homem do campo, as suas dificuldades e problemas de sobrevivência, onde cria ou reinventa figuras humanas eminentemente populares, como Barbaças, Loas, Joana e Vieirinha, que se afirmam como um retrato angustiante e dramático de uma profunda dimensão humanística.

    “O Trigo e o Joio” é, ao mesmo tempo, um romance das gentes do Alentejo, das suas vilas, dos seus campos e das suas vidas, duras e difíceis. O romance da terra portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Saga do Rei Menino de António Cândido Franco

    Saga do Rei Menino

    António Cândido Franco

    8,00 

    A Saga do Rei Menino de António Cândido Franco
    Ésquilo. Lisboa, 2007, 369 págs. B.

    A vida de D. Sebastião continua a alimentar as paixões quer dos historiadores quer dos leitores. Este livro é um romance histórico que retrata a vida do nosso Rei Menino de uma forma envolvente, que cruza a história, os factos e a lenda, para dar origem a um texto único que transporta o leitor para outro tempo. O tempo fatídico de Alcácer Quibir.

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  • Romanceiro de Garrett de A. do Prado Coelho

    Romanceiro de Garrett

    A. do Prado Coelho

    5,00 

    Romanceiro de Garrett de A. do Prado Coelho [Intro.]
    Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1943, 116 págs. B.

    Selecção do Romanceiro de Almeida Garrett, a recolha fundadora da tradição oral portuguesa, com introdução de Prado Coelho.

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  • Prosas Históricas de Gomes Eanes de Zuzara

    Prosas Históricas

    Gomes Eanes de Zuzara

    5,00 

    Prosas Históricas de Gomes Eanes de Zuzara
    Seara Nova. Lisboa, s.d., 57 págs. B.
    Colecção: Textos Literários
    𓂃🖊 Prefácio: Rodrigues Lapa

    Excertos das crónicas de Zurara, o cronista das descobertas henriquinas, com prefácio de Rodrigues Lapa.

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  • Poesias Selectas de Frei Agostinho da Cruz

    Poesias Selectas

    Frei Agostinho da Cruz

    7,00 

    Poesias Selectas de Frei Agostinho da Cruz
    Editorial Domingos Barreira. Porto, 1941, 187 págs. B.

    Frei Agostinho da Cruz foi um poeta-eremita de temperamento bucólico, com marcantes singularidades. Sobretudo nas suas Éclogas, afirma-se uma poesia pastoril em que as convenções do bucolismo de matriz italiana – tão populares na época –, sobretudo ao nível da estrutura e da terza rima, da descrição da Natureza e do diálogo entre diversos interlocutores, dos temas tratados e dos valores, são aqui enformadas pela temática religiosa e mesmo por motivos bíblicos. Numa versão singular da felicidade através da áurea mediania (aurea mediocritas) e do lugar ameno (locus amoenus), os lugares ermos ou desertos são espaços privilegiados para sentir a presença de Deus. Com a sua diversidade e riqueza de fenómenos, reflexo do poder e bondade do Criador, a mãe Natureza é o espaço aprazível propício à meditação espiritual e ao ascetismo contemplativo

    📝 Assinatura de posse.
    📖 Exemplar por abrir

  • Poesia Lírica Cultista e Conceptista de Hernâni Cidade

    Poesia Lírica Cultista e Conceptista

    Hernâni Cidade

    6,00 

    Poesia Lírica Cultista e Conceptista de Hernâni Cidade [Pref.]
    Seara Nova. Lisboa, 1958, 63 págs. B.

    Antologia de poesias do século XVII, maioritariamente retiradas de Fénix Renascida. Considerada a mais significativa do seu género à época, reúne, sem qualquer sistematização, poesias líricas, heroicas, satíricas e burlescas, religiosas e puramente narrativas.

    📝 Assinatura de posse.

  • Pecados da Rainha Santa Isabel de António Cândido Franco

    Pecados da Rainha Santa Isabel

    António Cândido Franco

    7,50 

    Os Pecados da Rainha Santa Isabel de António Cândido Franco
    Ésquilo. Lisboa, 2010, 410 págs. B.

    O livro Os Pecados da Rainha Santa Isabel é um romance em torno da vida de Isabel de Aragão, sexta rainha de Portugal, que dá voz a alguns aspectos relevantes da figura que até aqui têm ficado na sombra:

    – Era filha de Pedro III, excomungado pelo papa Martinho IV;
    – Era neta do gibelino Manfredo, morto em batalha campal contra a hoste do papa;
    – Esteve envolvida em Portugal em lutas acesas com o clero rico e instalado, em primeiro lugar o de Santa Cruz de Coimbra;
    – Teve relações estreitas com um herético como Arnaldo de Vilanova;
    – Fundou em Alenquer as festas do Espírito Santo (ainda hoje vivas nos Açores), de inspiração joaquimita e heterodoxa.

    Daí os pecados de Isabel de Aragão. Estes são hoje um estrato soterrado por muitos esquecimentos e apagamentos voluntários

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pão Partido em Pequeninos de Padre Manuel Bernardes

    Pão Partido em Pequeninos

    Padre Manuel Bernardes

    7,50 

    Pão Partido em Pequeninos de Padre Manuel Bernardes
    Editorial Domingos Barreira. Porto, 1940, 179 págs. B.

    PARA OS PEQUENINOS DA CAZA DE DEOS. Breve tratado espiritual, em que se instrue hum fiel nos pontos principaes da fee, & bons costumes. Composto por hum padre da Congregação do Oratório de Lisboa.

    Cuidada reedição de uma das mais célebres obras do P. Manel Bernardes realizada a partir da edição de 1698. Esta obra virá a ser incluída nos “Vários Tratados” publicados em dois volumes. Contém prefácio de Augusto C. Pires de Lima, que é um excelente estudo sobre o autor, a reprodução das licenças da edição seiscentista, notas e índice. Depois da segunda parte o autor descreve o caso de uma serva de Deus que teve uma visão do inferno. Foi a Venerável Madre Ana de Santo Agostinho (Valladolid, 1555- Villanueva de la Jara, Cuenca, 1624), Carmelita descalça que fundou com Santa Teresa de Jesus o convento da sua ordem, onde veio a falecer. Padre Manuel Bernardes (Lisboa, 1644 ? 1710), religioso da Congregação do Oratório, é autor de numerosas obras sobre assuntos religiosos, sendo considerado um dos maiores prosadores portugueses.

    📝 Assinatura de posse.

  • Morreste me de José Luís Peixoto

    Morreste-me

    José Luís Peixoto

    7,50 

    Morreste-me de José Luís Peixoto
    Quetzal Editores. Lisboa, 2021, 67 págs. E.

    Morreste-me, texto que deu a conhecer o jovem escritor José Luís Peixoto, é uma obra intensa, avassaladora e comovente: é o relato da morte do pai mas, sobretudo, o relato do luto, e ao mesmo tempo uma homenagem, uma memória redentora.
    Toda o livro é um diálogo com o pai e a sua ausência, apelando tanto aos motivos da recordação como da necessidade de sobreviver à perda.

    Foi durante esse doloroso luto, mergulhado em sofrimento mas, também, transportado por uma melancolia salvadora, que José Luís Peixoto escreveu um livro que se tornou referência para leitores em todo o mundo que, partilhando ou não a sua experiência, se reconhecem numa obra intensa, poderosa, cheia de ternura e compaixão. Raramente a literatura portuguesa produziu um livro tão partilhado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos

    Jardim dos Animais com Alma

    José Rodrigues dos Santos

    8,00 

    Jardim dos Animais com Alma de José Rodrigues dos Santos
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2021, 501 págs. B.

    O cadáver de um etólogo aparece num tanque do Oceanário. Pistas comprometedoras são descobertas na posse da sua colaboradora Maria Flor. A Judiciária decide prendê-la. Só uma pessoa a pode ajudar: Tomás Noronha.

    Para ilibar a mulher, Tomás terá de encontrar o verdadeiro autor do crime. Isso implica compreender o trabalho secreto da vítima. E decifrar uma misteriosa pintura esotérica de Hieronymus Bosch. No fim do caminho está um dos mais maravilhosos segredos da natureza.

    A inteligência, a emoção e a consciência animal.

    Quem é o verdadeiro assassino? Porque foi morta a vítima? Qual a relação entre o homicídio e a pintura mística de Bosch? E, sobretudo, que ligação existe entre o crime e o genocídio que os seres humanos lançaram contra a vida no nosso planeta?

    Quem são as verdadeiras bestas? Nós ou os animais?

    Com O Jardim dos Animais com Alma, o escritor favorito dos portugueses está de volta com uma aventura que coloca o Homem diante da natureza e nos mostra quão bestas são os humanos e quão humanas são as bestas.

    Baseando-se na pesquisa científica mais avançada, José Rodrigues dos Santos revela-nos as grandes descobertas recentes sobre os animais e confronta-nos com a sua verdadeira natureza.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias Inesquecíveis para Crianças de Ilse Losa

    Histórias Inesquecíveis para Crianças

    Ilse Losa

    7,50 

    Histórias Inesquecíveis para Crianças de Ilse Losa [Sel.]
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 226 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Manuela Bacelar

    Selecção de Ilse Losa, ilustrações de Manuela Bacelar.
    Inclui os contos: As três fiandeiras (irmãos Grimm); A História do Pequeno Muck (Wilhelm Hauff); A Nuvem cor-de-rosa (George Sand); O rouxinol (Hans Christian Andersen); O rei do rio de ouro (John Ruskin); A História de Ivan, o Pateta (Leão tolstoi); Uma fábula (Mark Twain); Um morteiro fora do comum (Oscar Wilde); Casco de Prata (Pawel Bashow) e A Marcha Nupcial (Selma Lagerlöf).

    📝 Assinatura de posse.

  • Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa

    Historiadores Quinhentistas

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa
    Seara Nova. Lisboa, 1960, 115 págs. B.

    Antologia dos cronistas do século XVI organizada pelo filólogo Rodrigues Lapa.

    📝 Assinatura de posse