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  • Maria a Pecadora: Vida de Santa Maria Madalena

    Maria a Pecadora: Vida de Santa Maria Madalena

    Nuno de Montemór

    10,00 

    Maria a Pecadora: Vida de Santa Maria Madalena de Nuno de Montemór.
    União Editora. Lisboa, 1930, 220 págs. E.

    «Maria Madalena foi uma grande santa porque amou muito e foi também muito amada por Cristo Nosso Senhor. Não ao jeito que certos ignaros gostam agora de romancear, em novelas de cordel que talvez sejam best-sellers comerciais, mas que nada têm de verídico, nem de verosímil. Desmente-os a modesta reverência que a boa mulher de Magdala sempre dispensa ao seu Mestre e Senhor, a quem trata com indiscutível amor, mas também com a devoção devida pela criatura ao Criador.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Prometida de Sarah Beirão

    Prometida

    Sarah Beirão

    6,00 

    Sarah de Vasconcelos Carvalho Beirão (Tábua, 30.7.1880 – Tábua, 21.5.1974), com o nome literário Sarah Beirão, foi escritora, publicista, ativista dos direitos das mulheres e da igualdade de género, militante republicana, filantropa, defensora dos animais e do combate ao analfabetismo.

  • Poesias III de José Gomes Ferreira

    Poesias III

    José Gomes Ferreira

    7,50 

    Para além da sua linguagem absolutamente pessoal, para além de uma temática abordada com incontroversa originalidade, José Gomes Ferreira continua a revelar-se-nos poeta com perfeita cons- ciência de si, mesmo quando se expande na fase mais aguda do conflito, um poeta que nada es- conde de si mesmo, nem escamoteia nenhum dos seus problemas. Daqui,…

  • Número dos Vivos de Hélia Correia

    Número dos Vivos

    Hélia Correia

    10,00 

    Número dos Vivos de Hélia Correia.
    Relógio d’Água. Lisboa, 1982, 135 págs. B.

    Em “O Número dos Vivos” um espelho abre um destino mágico e imprevisível a Maria Emília, filha de camponeses. O livro é a descrição do percurso que ela desenha com uma ambição, até mergulhar no “riso ácido dos loucos”. Ao longo dele, jorram personagens, imprecisos ou nítidos, mas sempre descritos com uma densidade que transforma este romance de Hélia Correia, num separar das águas da sua ficção. Numa obra onde surgem assimiladas as influências de escritores latino-americanos como Gabriel Garcia Marquez, Alex Carpentier e Juan Rulfo e da portuguesa Agustina Bessa Luís.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Índia é Nossa de Victor de Sousa Vasconcelos

    Índia é Nossa, A

    Victor de Sousa Vasconcelos

    30,00 

    A Índia é Nossa de Victor de Sousa Vasconcelos.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1955, 84 págs. B.

    Benditos os homens puros e generosos que nos comandam, os lúcidos intérpretes do sentir de todos os portugueses de fina raça, que têm sabido informar o mundo e conduzir este drama de forma a mostrar a verdade que ele no fundo apresenta: -uma aventura de salteadores e de homens esfomeados que se vendem.

    Compus este pequeno livro em homenagem aos heróis que tombaram e se bateram valentemente.

    [Acompanham o livro um Bilhete Postal e uma Missiva na qual o autor do livro informava que a venda do livro se destinava à “Campanha de Solidariedade” a favor dos nossos soldados que nessas paragens (Índia) nos representam)]

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem Que Fazia Milagres

    Homem Que Fazia Milagres

    Rui Neves

    5,00 

    Homem Que Fazia Milagres de Rui Neves.
    Editorial Apul. Lisboa, s.d., 209 págs. B.

    O estilo inconfundível de Rui Neves revela-se mais uma vez neste seu último livro: «O homem que fazia milagres». A profunda sensibilidade do autor, o amor pelo seu semelhante, a ironia transparente do diálogo e das situações, a análise dos comportamentos e das suas motivações, fazem deste romance mais uma mensagem de esperança, na sequência ideal de outra obra de Rui Neves: «História simples de um ladrão», já publicada nesta colecção.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tecido do Outono

    Tecido do Outono

    António Alçada Baptista

    6,00 

    Filipe casara ainda jovem com Matilde, mas nunca fora capaz de classificar a relação de ambos. Aos trinta anos encontra Bárbara, uma mulher que partilha com ele a procura incessante pela esfera do divino. Com ela vive uma forte paixão pautada, no entanto, pelo fatalismo. Só então, magoado, redescobre Matilde, também ela agora com algumas…

  • Sete Partidas do Mundo de Fernando Namora

    Sete Partidas do Mundo

    Fernando Namora

    6,00 

    «O namoro com Celeste começara sem grande entusiasmo ada parte de João Queirós. Depois do jantar, ele e os amigos costumavam reunir-se num dos bairros altaneiros e orgulhosos da cidade, onde vivia a rapariga.»

  • Queima Roupa de Rui Araújo

    Queima Roupa

    Rui Araújo

    6,00 

    Queima Roupa de Rui Araújo.
    Terramar Editores. Lisboa, 2000, 189 págs. B.

    Há um irlandês casado e cansado com uma irlandesa que, há uns tempos, descansa seu cansaço em Portugal. Há uma portuguesa descasada e cansada mas que ajuda o irlandês, no descanso do seu cansaço, e que acaba por descansar em paz. Há a tal irlandesa casada com o irlandês cansado, cuja vida é uma canseira, lá para as bandas de Cork City, na Irlanda. Há um filho do irlandês e da irlandesa precocemente cansada pelo cansaço dos seus progenitores… E há também um detective da PJ cansado mas que não descansa enquanto se não cansa no cansaço do ofício.

    E, para descanso deste policial de cerrados dentes e serrados canos, há negros que se vêem gregos, um homossexual todo inteiro e um homossexual dividido, uma esposa distraída, um empreiteiro empreitado, um companheiro engraçado, uma velha bairr’altina, monos, pintas e geninhos, uma jovem operadora de sistemas, de pernas esguias e bronzeadas e a filha da morta mortinha por… gritar p’la mamã.

    Tudo isto à queima-roupa ou seja, à flor da pele, porque, caro leitor, tu – ó mistério dos mistérios! – és o último reduto da dignidade humana.

    📝 Assinatura de posse.

  • As Mãos de Abraãozacut de Luís de Sttau Monteiro

    Mãos de Abraãozacut

    Luís de Sttau Monteiro

    7,00 

    Uma das mais importantes produções dramáticas de Sttau Monteiro, esta estreada pela Companhia «Teatro-Estúdio de Lisboa» em 1969. Com interesse para a bibliografia de Abraão ben Samuel Zacuto, astrónomo de origem judaica que serviu na corte de D. João II, tendo sido expulso de Portugal por não ter aceitado a sua conversão ao catolicismo.

  • Antes do DilúvioImagem WhatsApp 2025 03 26 às 17.17.55 4d497872

    Antes do Dilúvio

    Mário Braga

    6,00 

    Antes do Dilúvio de Mário Braga.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 193 págs. Mole.

    Mário Braga, com este livro-que vem – recuperar o género picaresco, tão desprezado entre nós- confirmou, mais uma vez, a sua grande capacidade de renovação, não só quanto a temas e ambientes, como a-processos e estilo, característica esta, aliás. comum a toda a sua vasta obra, que abrange contos, novelas, romances, ensaio e teatro. De facto, nesta crónica romanceada das atribulações e das obras de Chiquinho Boavida, o omnipotente barbeiro do reino de Vila Baixa- é toda a sociedade portuguesa, afinal. o alvo da certeira e impiedosa sátira. A propósito dos contrariados amores do ilustre Fígaro, que também era jornalista, orador e magna autoridade local, desfila pelas páginas do livro o secular cortejo dos nossos vícios políticos e atrasos sociais, desde a bruxaria ao caciquismo, da cunha à baixa lisonja, da vaidade administrativa à eloquência balofa. Ao cabo de tantas peripécias e tácticas, de múltiplos sonhos e desenganos, conseguirá o Demóstenes das Beiras, mais a sua Dulcineia, a Laura das mãos-de-fada, ir ou não para Lisboa? Eis o aliciante mistério desta crónica picaresca, que o autor jocosamente ilustrou, onde assopram filarmónicas, desfilam meninos da escola, se deitam muitos foguetes, se descerram várias lápides. se fazem terríveis bruxedos, os padres manobram os fiéis, os deputados intrigam, os presidentes da Câmara ordenam e, antes de sermos encharcados por um dilúvio e agredidos por um discurso académico, sucedem-se muitas outras extravagâncias que irão decerto divertir quem ler Antes do Diluvio.

    📝 Assinatura de posse.
    ✒️ Sublinhados a tinta.
    📷 Ilustrado

  • Boas Intenções

    Boas Intenções

    Augusto Abelaira

    6,00 

    As Boas Intenções de Augusto Abelaira.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1978, 272 págs. B.

    Encontramos de novo neste livro de Augusto Abelaira a agilidade dos conceitos, a graça fluente dos diálogos, a subtileza que avultavam já nas suas obras anteriores, e se nos deparam logo com o título -quem sabe se triste, se impertinente deste romance que decorre nas vésperas da implantação da República. Assistimos à aventura espiritual de três jovens e de outros, menos jovens – à procura do sentido da vida e da acção, quer através de uma verdade interior egoisticamente conseguida, quer através de uma alienação lúcida -talvez até demasiado lúcida a favor da comunidade. Estas páginas de invulgar sagacidade exploram, com um sorriso amargo, os pequenos mecanismos da História, os motivos, ambições e esperanças de cada um, o papel subterrâneo da vaidade, do egoísmo e das nossas ilusões, bem como o valor pragmático da intervenção do indivíduo na marcha do mundo. A esperança sempre duvidosa” num futuro melhor embater contra as inúmeras fraquezas humanas, e também contra o fracasso íntimo das personagens, expresso sem ênfase, mas com a tibieza e o desencanto característicos de vidas onde falharam todas as intenções) as boas e as outras.

    Romance de uma época de crise, esta obra onde por vezes se discute a utilidade da acção, misturada com o acaso para construir a História estrutura-se de um modo muito original e de grande sedução: nela aliam-se o passado, o presente e o futuro, em breves trechos que se respondem uns aos outros, num perpétuo fenómeno de eco que dá às tentativas dos heróis um sentido novo e ines perado de relatividade. Diz uma frase célebre que a som brado futuro se projecta no presente»: é o que parece demonstrar este romance de espelhos, em que se reflecte, de modo perturbante, uma realidade movediça numa perspectiva interior sempre flutuante. Um encanto profundo e estranho depreende-se desta obra perturbadora, terna e cruel, que nega e afirma ao mesmo tempo, mas cujo pessimismo, consequência de um certo presente histórico, não se fecha à esperança de um futuro mais fecundo.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vou Ali e Já Venho de Leonardo Ferraz de Carvalho

    Vou Ali e Já Venho

    Leonardo Ferraz de Carvalho

    3,00 

    “Vou Ali e Já Venho!, título deste livro, retoma o da crónica de 2 de Fevereiro de 1996, em que Leonardo Ferraz de Carvalho suspendeu, então voluntária e temporariamente, os seus artigos em O Independente (concluindo com o agradecimento que acima se lê). E reflecte, como nenhum outro, a nossa convicção de que as ideias…

  • Um Homem Não Chora de Luís de Sttau Monteiro

    Homem Não Chora, Um

    Luís de Sttau Monteiro

    4,00 

    Na obra “Um Homem não Chora”, Luís Sttau Monteiro dá a conhecer a sociedade do Estado Novo. Como lhe é habitual, a partir do conflito interior de um homem, não só em relação ao seu casamento, mas também em relação ao contexto político-social da época, remete-nos para a realidade social do seu tempo.
    Na novela “Pôr-do-Sol no Areeiro”, o mesmo autor enuncia a austeridade dos valores impostos e transmitidos pela sociedade, ao mesmo tempo que denuncia a transigência com que esses mesmos valores são aplicados no dia-a-dia. Ambas as histórias põem em evidência diferentes situações da realidade portuguesa, por um lado a austeridade de costumes e, por outro lado, uma certa libertinagem vivida no quotidiano.

  • Violentar ou Recuperar Menores em Portugal

    Violentar ou Recuperar Menores em Portugal

    João Alves da Costa

    7,50 

    Violentar ou Recuperar Menores em Portugal e Outros Fragmentos Chocantes de João Alves da Costa.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1978, 319 págs. B.

    Num país onde as finanças naufragam, o desemprego grassa e as crises sociais atingem o ponto de rebuçado, são as crianças e os adolescentes aqueles que recebem a mais poderosa descarga de traumatização. Em VIOLENTAR OU RECUPERAR MENORES EM PORTUGAL e outros fragmentos chocantes, João Alves da Costa avança, desassombradamente, no seu alucinantinédito estilo de não-ficção, com os relatos portugueses da tenebrosa violentação psíquica, humana e sexual nas mais jovens sensibilidades, coberto de instituições oficiais a meras cúmplices da hipocrisia.

    Os fragmentos chocantes incluem novíssimas experiências ocorridas em três continentes (Europa, América e Africa),

    onde, por exemplo, mães vendem filhos e filhas para, a soldo de bom dinheiro, serem violados nas fitas e revistas porn por artistas de face imprevisível, além de animais.

    São os sectores da prostituição infantil de ambos os sexos, e da droga, em calafriantes peregrinações pela intimidade dos santuários do mal que montam cerco à juventude. Violentar menores é, enfim, um flagelo universal.

    📝 Assinatura de posse.

  • A Terceira Rosa de Manuel Alegre

    Terceira Rosa, A

    Manuel Alegre

    7,50 

    «Sabia que aquela fraternidade não iria durar sem- pre, a comunhão entre todos iria em breve dar lugar às naturais divisões ideológicas e políticas, à festa sucederiam as tensões, os confrontos, talvez a inevitável frustração»