Violentar ou Recuperar Menores em Portugal

«Como conciliar, porém, a finalidade desejada com as estruturas existentes nos Serviços Tutelares de Menores? O amorfismo hipócrita de uma sociedade que se julga redimida quando ajoelha aos domingos e esbofeteia quem não controla aos dias úteis o penoso concentracio- narismo de repressão, ódio e revolta, que furam como furões, filam como filões (às mãos de figurões), NOS CENTROS DE RECUPERAÇÃO INFANTIL E JUVENIL, concorrem, em clímax, para a sua inutilidade.»

Num país onde as finanças naufragam, o desemprego grassa e as crises sociais atingem o ponto de rebuçado, são as crianças e os adolescentes aqueles que recebem a mais poderosa descarga de traumatização. Em VIOLENTAR OU RECUPERAR MENORES EM PORTUGAL e outros fragmentos chocantes, João Alves da Costa avança, desassombradamente, no seu alucinantinédito estilo de não-ficção, com os relatos portugueses da tenebrosa violentação psíquica, humana e sexual nas mais jovens sensibilidades, coberto de instituições oficiais,
a meras cúmplices da hipocrisia.

Os fragmentos chocantes incluem novíssimas experiências ocorridas em três continentes (Europa, América e Africa),
onde, por exemplo, mães vendem filhos e filhas para, a soldo de bom dinheiro, serem violados nas fitas e revistas porno
por artistas de face imprevisível, além de animais.

São os sectores da prostituição infantil de ambos os sexos, e da droga, em calafriantes peregrinações pela intimidade dos santuários do mal que montam cerco à juventude. Violentar menores é, enfim, um flagelo universal.

7,50 

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informação do livro

Violentar ou Recuperar Menores em Portugal e Outros Fragmentos Chocantes de João Alves da Costa. Livraria Bertrand. Amadora, 1978, 319 págs. Mole.

Sem apontamentos.

Num país onde as finanças naufragam, o desemprego grassa e as crises sociais atingem o ponto de rebuçado, são as crianças e os adolescentes aqueles que recebem a mais poderosa descarga de traumatização. Em VIOLENTAR OU RECUPERAR MENORES EM PORTUGAL e outros fragmentos chocantes, João Alves da Costa avança, desassombradamente, no seu alucinantinédito estilo de não-ficção, com os relatos portugueses da tenebrosa violentação psíquica, humana e sexual nas mais jovens sensibilidades, coberto de instituições oficiais,
a meras cúmplices da hipocrisia.

Os fragmentos chocantes incluem novíssimas experiências ocorridas em três continentes (Europa, América e Africa),
onde, por exemplo, mães vendem filhos e filhas para, a soldo de bom dinheiro, serem violados nas fitas e revistas porno
por artistas de face imprevisível, além de animais.

São os sectores da prostituição infantil de ambos os sexos, e da droga, em calafriantes peregrinações pela intimidade dos santuários do mal que montam cerco à juventude. Violentar menores é, enfim, um flagelo universal.

Peso 460 g

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