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  • Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiroz

    Tragédia da Rua das Flores

    Eça de Queiroz

    3,50 
  • Os Simples de Guerra Junqueiro

    Simples, Os

    Guerra Junqueiro

    3,50 

    Livro de poesias de Guerra Junqueiro que assinala uma inversão na trajetória poética do autor, até então orientada para o lirismo revolucionário e anticlerical. Acertadamente, Moniz Barreto, crítico de finais do século XIX, considera Os Simples “uma idealização da vida rural feita com intuitos de moralista, que condena a complicação e dureza da vida civilizada,…

  • Monge de Cister de Alexandre Herculano

    Monge de Cister

    Alexandre Herculano

    3,50 

    Monge de Cister de Alexandre Herculano.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1986, 2 vols. E

    Romance histórico, de Alexandre Herculano, esboçado em 1840, mas publicado oito anos depois, que constitui o segundo volume do Monasticon, retomando, portanto, a problemática ético-religiosa do celibato que já inspirara Eurico, o Presbítero. A intriga, que decorre no reinado de D. João I, em pleno período de convulsões políticas, gira em torno de Frei Vasco, um cavaleiro que se fez monge, mas em quem o hábito não apagou os sentimentos de ódio e de vingança, movido por um duplo desiderato: castigar o seu rival, Lopo Mendes, que desposara a sua amada, Leonor, durante a sua ausência, e vingar a honra de seu pai e de sua irmã, Beatriz, ultrajados por um cavaleiro que se lhes apresentara sob uma falsa identidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Retrato de Ricardina de Camilo Castelo Branco

    Retrato de Ricardina, O

    Camilo Castelo Branco

    3,50 

    Obra típica da criação camiliana, cujo herói é o amor. Retrato de mulher; retrato de uma época.<
    A fidelidade recompensada, a dignidade da espera sem esperança-Chaves de um enevoado enredo camiliano.

  • Camões de Almeida Garrett

    Camões

    Almeida Garrett

    3,50 

    Camões de Almeida Garrett.
    Círculo de Leitores, 1984, 394 págs. E.

    A obra «Camões» de Almeida Garret é um poema lírico-narrativo, escrito provavelmente durante o primeiro exílio do escritor e é considerada a primeira obra romântica da história da literatura portuguesa. O tema desta obra é a vida de Luís de Camões, em particular, os momentos em que Camões escreveu «Os Lusíadas».

    Poema lírico-narrativo, datado do primeiro exílio de Garrett, em 1826, que aborda um episódio lendário da história nacional relacionado com a época evocada no título (D. Branca ou a conquista do Algarve): a história de amor infeliz entre a infanta D. Branca e o rei mouro Aben-Afan. Repudiando a mitologia greco-latina e druídica em favor do “maravilhoso” popular nacional, Garrett terá pretendido, como confirma numa nota à “Memória ao Conservatório Real”, de 1844, escrita a respeito do Frei Luís de Sousa, convidar os jovens escritores a “entrar por sua antiga história a descobrir campo, a colher pelas ruínas de seus tempos heroicos os tipos de uma poesia mais nacional e mais natural”. D. Branca, a par do poema Camões, publicado um ano antes, é considerada uma das obras fundadoras do gosto romântico na literatura portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gostas do Que Vês

    Gostas do Que Vês

    Rute Coelho

    6,00 

    Gostas do Que Vês de Rute Coelho.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2014, 174 págs. B.

    Natália e Cecília não se conhecem. São duas mulheres jovens muito diferentes, uma introvertida e amargurada, a outra confiante e determinada. Mas têm a irmaná-las o excesso de peso – e, apesar de cada uma lidar com ele à sua maneira, fugindo do espelho ou assumindo o corpo, a verdade é que nem sempre é fácil viver numa sociedade com os cânones de beleza instituídos e na qual se convive diariamente com o preconceito.

    Natália está convencida de que não merece ser feliz; Cecília, pelo contrário, numa atitude desafiante, defende a beleza das suas curvas e o seu direito à felicidade, independentemente da diferença e da discriminação social.

    Num mundo em que se mascara a felicidade com plásticas e dietas loucas, Rute Coelho construiu uma história realista e surpreendente sobre a forma como podemos e devemos assumir o nosso corpo, aprendendo a gostar dele através das mudanças necessárias.

    📝 Assinatura de posse.

  • Corte Real

    Corte Real

    Carlos Lopes

    6,00 

    Corte Real de Carlos Lopes.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1998, 192 págs. B.

    Sonhos, metáfora, conceitos e vicissitudes. Tudo se mistura nesta narração incompleta de uma complexa vivência social e cultural. A Guiné-Bissau vista através da lupa do sociólogo não pode ter contornos literários. Mas tem de certeza emoções e sofrimentos que devem ser contados com o estilo do lugar. Só assim se poderá ultrapassar a barreira, não do som mas do entendimento. Só assim se poderá oferecer uma pouca disfarçada comoção pela infelicidade que a história reservou a este pequeno triângulo tropical, no mapa controverso de um mundo em transformação. Carlos Lopes nasceu na Guiné-Bissau em 1960. É doutorado em Estudos Africanos pela Universidade de Paris I Pantheon-Sorbonne, mas tem igualmente graus académicos em Sociologia, História e Planificação Estratégica. Desde 1988 trabalha no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. É autor de numerosos livros e artigos em revistas especializadas. «Corte Geral» é a sua primeira obra de ficção.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viúvo, O

    Viúvo, O

    Fernando Dacosta

    6,00 

    O Viúvo de Fernando Dacosta.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1996, 213 págs. B.

    «O Viúvo é um romance diferente. Na sua narrativa, saturada de dor tranquila, caldeiam-se lances de realismo mágico, miúdas observações do quotidiano pobre, reflexões e lembranças de um tempo revoluto, a ditadura, a guerra colonial, as romarias, os carrocéis, os cantores ambulantes, a mudança que chega através da televisão. É um melancólico, lúcido, lento romance, de estrutura e escrita aventurosa, perpassado por um canto agónico, às vezes iluminado por um riso novo, por comentários provocatórios, de uma inocência ou de uma acuidade invulgares.»
    Urbano Tavares Rodrigues

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Frei Luíz de Sousa de Almeida Garrett

    Frei Luíz de Sousa

    Almeida Garrett

    7,50 

    Frei Luíz de Sousa de Almeida Garrett.
    Empresa Lusitânia Editora. Lisboa, s.d., 248 págs.

    Drama representado pela primeira vez em 1843, publicado em 1844, é considerado a obra-prima do teatro romântico e uma das obras-primas da literatura portuguesa.

    O enredo, inspirado na vida do escritor seiscentista Frei Luís de Sousa, de seu nome secular D. Manuel de Sousa Coutinho, tem como pano de fundo a resistência à dominação filipina.

    Na célebre memória “Ao Conservatório Real” que acompanha a peça, Garrett critica o modo como na sua época se pretende fazer o drama, com um excesso de violência e de imoralidade, e alega ter desejado “excitar fortemente o terror e a piedade”, usando de contenção e simplicidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cadeira de Braços

    Cadeira de Braços

    Madalena Caixeiro

    6,00 

    Cadeira de Braços de Madalena Caixeiro.
    Quarteto Editora. Coimbra, 2002, 222 págs. B.

    “A Maria do Amparo levanta-se, fecha a luz e volta para o quarto porque está com sono. Q Alberto dorme serenamente. Ela mete a mão com subtileza por baixo dos lençóis e apalpa. Mas está tudo bem. Respira fundo e deita-se. A respiração do Alberto embala-a e traz-lhe recordações. A Maria do Amparo sorri e puxa a roupa até ao queixo.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagem Incompleta

    Viagem Incompleta

    Mário Braga

    6,00 

    Viagem Incompleta de Mário Braga. Portugália. Lisboa, s.d., 172 págs. B.

    Viagem Incompleta é um livro excelente que, como os demais de Mário Braga, mergulha as raízes no quotidiano, obrigando-nos a acotovelar os Orlandos, Luísas, Adalbertos e D. Margaridas, entrechocando-se e chocando-se connosco nas páginas de um mundo real meditado”.- crítica de Santos Simões, no texto da badana.

    📝 Assinatura de posse.

  • Mistérios de Lisboa de Camilo Castelo Branco

    Mistérios de Lisboa

    Camilo Castelo Branco

    5,00 

    Com esta frase, que nos coloca em pleno mistério, inicia Camilo aquele que seria o seu segundo romance, editado em 1854 mas publicado original- mente em folhetins no diário portuense O Nacio- nal. Influenciado pelo romance-folhetim em voga na época, Mistérios de Lisboa mergulha-nos num turbilhão imparável de aventuras e desventuras, coincidências e revelações, sentimentos…

  • Última Vitória de um Conquistador de Camilo Castelo Branco

    Última Vitória de um Conquistador

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    A ÚLTIMA VITÓRIA DE UM CONQUISTADOR foi publicada no Ecco Popular, em oito folhetins, de 29 de Março a 12 de Abril de 1848, e parece ser a mais antiga novela camiliana. A segunda novela, O ESQUELETO, foi publicada, com assinatura, no Nacional, de 10, 13 e 14 de Julho de 1848. A terceira, LEIAM,…

  • Tempo de Mercês de Maria Judite de Carvalho

    Tempo de Mercês

    Maria Judite de Carvalho

    7,50 

    Primeira edição de um dos apreciados livros de contos da autora.

  • Solidão II de Irene Lisboa

    Solidão II

    Irene Lisboa

    10,00 

    “Estas notas não têm ordem . A ordem pôr-lha-ei, se um dia me pretender revelar, pela cronologia das sensações. Hoje publico-as ao acaso, sem compromisso, admitindo mesmo que elas entre si se anulem, isto é, que não mantenham ligação de antecedência nem de consequência, de sustentação recíproca.”

  • Sapho de António Manuel Esquível

    Sapho

    António Manuel Esquível

    10,00 

    «Porque fugia dos fantasmas não sabia, mas sabia que era deles que fugia. Levava nos olhos a frustação, levava nas entranhas, naquilo que ela chamava de alma, a imagem do filho já podre. Na corrida para o comboio, quase em andamento, levava o ódio do homem que a todo custo tentava deixar para trás. Levava…