Estudo de conjunto sobre a História de Portugal, apoiado por abundante apoio crítico e ilustrado com extratextos a cores e a preto e branco, com mapas e índices de grande utilidade. Trata-se da mais monumental e completa História de Portugal que já se escreveu entre nós, de um só autor.
Estudo de conjunto sobre a História de Portugal, apoiado por abundante apoio crítico e ilustrado com extratextos a cores e a preto e branco, com mapas e índices de grande utilidade. Trata-se da mais monumental e completa História de Portugal que já se escreveu entre nós, de um só autor.
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da condição de mulher, Margarida não renunciou ao protagonismo político. Defendeu com firmeza tanto a sua família como a monarquia hispânica….
D. Maria II nasceu no Rio de Janeiro, em 1819, e morreu em Lisboa, em 1853. Do seu casamento com D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha resultaram onze filhos, dos quais sete sobreviveram, tendo o parto do último ocasionado a morte da rainha. Subiu ao trono em Setembro de 1834, no final da guerra civil entre liberais…
Filipe de Habsburgo Áustria, conhecido como Filipe I de Portugal, nasceu em Valladolid em 1527 e morreu em São Lourenço do Escorial, perto de Madrid, em 1598. Era filho da princesa D. Isabel de Portugal, neta do rei D. Manuel, e de Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico. Durante a sua vida, Filipe I…
Pessoa sensível, com apreço pelas artes e letras, não conseguiu sucesso nos projetos políticos que o governo lhe apresentou. Respeitava as decisões dos conselhos e praticava uma religiosidade profunda. A sua fé cristã levava-o a aceitar tanto as vitórias como as derrotas como desígnios de Deus. Quem o descreveu falou dele como “praia de resignação…
Este livro procura narrar a vida de D. Fernando, rei de Portugal entre 1367 e 1383, explorando as ligações entre diferentes tempos históricos. Primeiramente, não se limita ao tempo curto das vivências pessoais de D. Fernando, desde o seu nascimento em 1345. Em vez disso, descreve como esse período individual se conectava aos tempos colectivos…
História dos Jerónimos de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Editorial Caminho. Lisboa, 1989, 30 págs. E.
Três pequenos textos ficcionais (sobre a construção, os monges e o monumento) ajudam os jovens leitores a apreciar e entender o Mosteiro dos Jerónimos. Cronologia pormenorizada da história do Mosteiro dos Jerónimos. Álbum cartonado e ilustrado a cores.
Quando um Crocodilo Come o Sol: Memórias do Zimbabué ou a Implosão de uma Nação de Peter Godwin. Editoral Bizâncio. Lisboa, 2008, 360 págs. B.
Conhecemos já todos, minimamente, a situação do Zimbabué com uma inflação de 7500%, sujeito ao regime ditatorial de Mugabe ferozmente repressivo, corrupto e arbitrário. O que o relato de Godwin nos traz de novo é o quotidiano numa economia à beira do colapso e perante uma repressão sem lógica ou sentido. Como sobreviver quando uma ida à padaria representa um gasto de 12 000 dólares (do Zimbabué), meio quilo de carne de porco custa 4000 dólares e um selo de correio 19 000? Como sobreviver quando não se sabe bem quando haverá gasolina e quanto tempo durará o fornecimento de electricidade? Debatendo-se para apoiar os pais que envelhecem acossados pela pobreza e a insegurança, constantemente sujeitos a assaltos e agressões sem sentido, este é o relato ímpar de um homem de origem inglesa que nasceu no Zimbabué, que considera ainda a sua terra Natal.
Obra publicada no âmbito do Programa de Evocação da Segunda Invasão Francesa a Portugal, para a qual contribuíram reputados académicos portugueses, espanhóis, franceses e ingleses.
Privilegiando a posição central que a cidade do Porto ocupou no encadeamento de fenómenos que caracterizaram a Europa dos séculos XVIII e XIX, a obra toma por escopo o enquadramento das Invasões Francesas nas Guerras Napoleónicas e na sua frente Peninsular.
Analisa à luz da historiografia moderna os factores subjacentes à criação da Legião Portuguesa e do movimento de libertação formado no Porto após a Primeira Invasão, o trajecto e consequências da investida francesa dirigida por Soult à cidade, aquando da Segunda Invasão, de que a Tragédia da Ponte das Barcas é expressivo, as peripécias da diplomacia portuguesa de então e o estudo das fontes e principais figuras da época, entre as quais destacamos Gomes Freire de Andrade.
Volume I
I – Antecedentes das Invasões Francesas – Professor Doutor Luís Oliveira Ramos;
II – A Segunda Invasão Francesa no quadro das Guerras Napoleónicas – José Manuel Sardica;
III – Portugal e a Diplomacia Europeia nas Vésperas das Invasões Francesas: «Entre o Martelo francês e a Bigorna Britânica» – Professora Doutora Fernanda Paula Maia;
IV – A Duquesa de Abrantes e Portugal. Algumas Observações – Professora Marie-Hélène Piwnik;
V – Milícias e Ordenanças no Norte de Portugal durante as Primeiras Invasões Francesas – Coronel Nuno Correia Barrento de Lemos Pires;
VI – A Chefias Militares Portuguesas durante a Primeira e a Segunda Invasão Francesas – Maria da Conceição Meireles Pereira;
VII – A Arte da Guerra no tempo de Napoleão – Coronel David Martelo;
VIII – Os mapas da Segunda Invasão Francesa – Professor Doutor João Carlos Garcia;
IX – A Defesa de Braga na Segunda Invasão Francesa: O Combate de Carvalho d’Este – Professor Doutor Manuel da Braga Cruz.
Volume II
X – A Invasão Espanhola da cidade do Porto durante a Invasão de 1807-1808 – Professor Doutor Jorge Manuel Martins Ribeiro;
XI – As Juntas do Norte na Restauração de Portugal de 1808 – José Viriato Capela, Henrique Matos e Rogério Borralheiro;
XII – A Cidade do Porto nos finais de Setecentos e as circunstâncias da Segunda Invasão Francesa – Professor Doutor Manuel Francisco Ribeiro da Silva;
XIII – Através da Guerra – O Impacto das Invasões francesas no estudo das populações – Professora Doutora Isilda Monteiro;
XIV – Rapina e Saques das «Águias Napoleónicas» em Portugal: Dados e Reflexões – Professor Doutor Pedro Vilas Boas Tavares.
XV – As repercussões, a reconstrução e a retoma no Porto a seguir às Invasões Francesas – Professor Doutor Francisco Ribeiro da Silva;
XVI – A participação do Batalhão Académico de Coimbra na derrota dos franceses no Porto – Professora Doutora Ana Cristina Araújo;
XVII – Proclamações, Decretos, Ordens, Editais, Instruções – Professor Doutor Eugénio dos Santos.
Volume III
XVIII – A Legião Portuguesa no Exército Napoleónico – Professor Doutor António Ventura;
XIX – A Leal Legião Lusitana, força de cobertura do Exército Aliado – 1808-1811 – Coronel Jorge Pereira de Carvalho.
XX – O Desastre da Ponte das Barcas – Professor Doutor Aníbal José Barreira.
XXI – A Batalha do Porto, de 12 de Maio de 1809 – Professor Charles Esdaile;
XXII – Os Injustiçados das Invasões – Professor Doutor Aurélio Araújo de Oliveira;
XXIII – A Resistência do Clero Nortenho às Invasões Francesas – Professor Doutor João Francisco Marques;
XXIV – A Lenda negra de Napoleão: Panfletos Antinapoleónicos em Portugal – Professor Doutor António Pedro Valente;
XXV – Entre a história e a ficção: Representações do Porto ao Tempo das Invasões francesas em narrativas portuguesas e Britânicas – Professora Doutora Gabriela Gândara;
XXVI – O General Bernardim Freire de Andrade: De Governador de Armas do Porto a vítima da Revolta das Populações – Professor Doutor António Pedro Vicente;
XXVII – Ei-lo! Breve resenha biográfica e Genealógica sobre o Conde de Amarante – Maria Adelaide Cardoso de Menezes Moraes.
Volume IV
XXVIII – A acção do General Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda e a Junta de Bragança – Professor Doutor António Pedro Vicente;
XXIX – D. António de S. José de Castro: Dever e Fidelidade nas, e para além das, circunstâncias – Professor Doutor Pedro Vilas Boas Tavares;
XXX – Sir Arthur Wellesley, Duque de Wellington: Uma breve biografia – Professor Charles Esdaile;
XXXI – Lorde Beresford – Professor Malyn Newitt;
XXXII – Breve biografia de Junot – Professor Jean Tulard;
XXXIII – O Marechal Jean de Dieu Soult, Duque da Dalmácia (1769-1851) – Professora Nicole Gotteri;
XXXIV – Ecos da Invasão do Porto na Imprensa de Lisboa – Doutor Mário Matos e Lemos;
XXXV – A memória e a ficção da Segunda Invasão Francesa – Professora Doutora Maria de Fátima Marinho;
XXXVI – Os portugueses na Guerra Peninsular: do Porto ao termo do Império Napoleónico – Professor Doutor Luís Oliveira Ramos;
XXXVII – Las «Invasiones Francesas» en perspectiva española – Professora Elena Hernández Sandoica.
Vida Quotidiana em Portugal ao Tempo do Terramoto de Suzanne Chantal. Livros do Brasil. Lisboa, 2005, 301 págs. B.
No dia 1 de Novembro de 1755, por uma bela manhã de Sol, quando os sinos tocavam para a missa, Lisboa foi sacudida por um violento terramoto. A catástrofe emocionou o Mundo e despertou o País do sonho das suas grandezas: o comércio na mão dos ingleses, os ofícios abandonados, as terras em pousio. Neste panorama sombrio ergue-se a figura de Pombal. A vida organiza-se nas ruínas e o ministro de D. José decide dar-lhe novas bases: libertar Portugal da tutela do estrangeiro, de uma nobreza decadente e de um clero todo-poderoso. O quotidiano permanecia, porém, marcado pela sensualidade, pelas superstições e pelo culto do segredo, sendo uma fonte de admirações para os viajantes. Festas galantes alternavam com intrigas tenebrosas e processos cujas proporções trágicas chocavam as consciências. Contudo, a vida quotidiana seguia um ritmo amável e cerimonioso, despreocupado, contraditório: a maior frugalidade aliava-se a uma gulodice refinada, o fausto adaptava-se também ao desconforto, e a dignidade continuava viva, tanto no coração do nobre como no do plebeu. Quadro colorido e aliciante, esta obra vem descrever, com inteligência, sensibilidade e simpatia o dia-a-dia dos homens de todas as classes e condições, num dos períodos mais fecundos da história portuguesa.
Valorização da Mocidade Portuguesa de Mário Marques de Andrade. Gráfica de Coimbra. Coimbra, 1960, 236 págs. B. Il.
Preço: 10€
Portes: 1,25€
Obra com prefácio do Governador-Geral do Estado da Índia Brigadeiro Vassalo e Silva. Raro relatório das actividades, na Índia Portuguesa, da organização que enquadrava a juventude durante o Estado Novo. É fonte muito importante para o estudo dos últimos dias da presença de Portugal em Goa, Damão e Diu
Terceiro Centenário da Célebre Batalha de Montes Claros (1665-1965) de João Afonso Côrte-Real. Ed. Autor. 1965. 14 págs. B
A batalha dos Montes Claros, em 17 de junho de 1665, é a última de um conjunto de batalhas de grandes proporções, tidas como essenciais para garantir a independência de Portugal durante a guerra da restauração.
As minhas crónicas foram escritas com o olhar cheio de tantas contradições, de grandes e pequenas misérias – do angustioso quadro da vida “Subsídios para a história do teatro”, mal escondem o meu laboratório de ideias. Daí a sua publicação. Quero em demasia do produto do meu labor espiritual, mesmo diluído no vasto falatório do comentário a incidentes som brilho, para o ver a sangue-frio disperso nas folhas de um semanário.
Algumas das Mais Interessantes Relações de Amizade e Alianças Históricas entre Portugal e a Inglaterra de João Afonso Corte-Real.
Associação Portuguesa para o Progresso das Ciências. 1950.
Este pequeno estudo trata apenas de um tentame de ordenação cronológica e exame crítico das mais expressivas relações de amizade luso-britânicas, desde os primeiros tempos da nossa História, em perfeito estado de compreensão política e de assistência mútua, até ao momento actual.
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