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  • Pedro II de Luís Chaves

    D. Pedro II

    Luís Chaves

    6,00 

    D. PEDRO II DE LUÍS CHAVES
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1969. 177 págs. B.
    🗂️  Colecção: História de Portugal | 5

    Biografia histórica de pendor didáctico sobre a vida e o reinado de El-Rei D. Pedro II (1648-1706), o Pacífico, da autoria do conceituado historiador, etnógrafo e arqueólogo Luís Chaves (1888-1975). Publicada na célebre colecção História de Portugal, a obra analisa com rigor o complexo processo de consolidação da independência nacional após a Restauração de 1640, a regência e posterior subida ao trono do monarca, e as profundas reformas económicas e administrativas que moldaram o Portugal da transição para o século XVIII. Um volume indispensável para os que se interessem pela dinastia de Bragança

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 180g
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  • António Galvão, o "Apóstolo das Molucas"

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas”

    Joaquim Costa

    7,50 

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas” de Joaquim Costa.
    Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1943, 96 págs. B.

    A História contraiu uma grande divida com António Galvão, notável governador das Ilhas de Maluco em 1536 e que é justo e urgente tirar do «rol dos esquecidos. Homem de caracter, probo e esforçado, honrou em todas as circunstâncias o nome de Portugal e servir com desinteresse, galhardia e lealdade, Deus, a Pátria e o Rei. Quando o Rev. Richard Hakluyt deliberou, em 1601, publicar a crónica das viagens e descobrimentos dos inglêses, seus compatriotas, fizeram-lhe notar que êsse trabalho seria incompleto se não desse a conhecer o que os portugueses tinham anteriormente feito em matéria de descobertas e navegação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerrilha do Che

    Guerrilha do Che

    Regis Debray

    5,00 

    A Guerrilha do Che de Regis Debray.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1975, 142 págs. B.

    E se fosse a mesma coisa no caso da revolução boliviana? E Se a Bolívia de 1950 pudesse ser alcunhada, como a Rússia de 1905, de «prenha de duas revoluções, incapaz de engendrar a primeira, a nacional-burguesa, sem desencadear a segunda, a socialista», não há razão nenhuma para ficarmos no meio da comparação e nos abstermos de sustentar que, como na Rússia de 1905, a questão da transformação de um começo de revolução nacional -burguesa em revolução socialista-proletária, depende do lugar que será dado respectivamente ao campesinato pobre e à pequena-burguesia urbana empobrecida em relação à hegemonia proletária.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerra de Tróia, A

    Guerra de Tróia, A

    Lindsay Clarke

    7,50 

    A Guerra de Tróia de Lindsay Clarke.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2004, 420 págs. B.

    A recuperação do mito e das lendas de Tróia através da escrita envolvente de Lindsay Clarke, vencedor do prémio ‘Whitbread’ para ficção (1989).

    Peleus e Tétis, Paris e Helena, Agamenon e Clitemnestre, Aquiles, Odisseu e Heitor – a todos Clark dá nova vida numa versão das suas histórias que se mantém fiel à forma mítica mas que envolve o leitor num surpreendente drama de paixões.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da Revolução de Agosto

    História da Revolução de Agosto

    Maria Isabel Pinto Ventura

    5,00 

    História da Revolução de Agosto de Maria Isabel Pinto Ventura.
    Edições Maria da Fonte. s.d., 1976, 170 págs. B.

    Agosto de 1945.
    Agosto de 1970.
    Vinte e cinco anos são passados.

    Durante este período histórico, o nosso povo, à custa de muitas dificuldades e sacrifícios, edificou uma obra gloriosa.

    Orgulhamo-nos do nosso Partido e do nosso presidente Ho Chi Minh, dirigente genial  e grande educador do nosso povo. Sob a sua direcção, a nossa classe operária e a nossa nação fizeram triunfar a Revolução de Agosto e restauraram o Vietname no mapa do mundo. A vitória da Revolução de Agosto, e as da resistência contra os colonialistas franceses antigamente e da resistência anti-americana do presente, glorificaram a nossa Pátria, elevaram o prestígio do nosso Partido e do nosso povo, assim como a posição do nosso país numa arena internacional.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Idos de Março e a Queda em Abril

    Idos de Março e a Queda em Abril

    Alberto Dines

    15,00 

    Os Idos de Março e a Queda em Abril de Alberto Dines.
    José Alvaro Editor. Brasil, 1964, 403 págs. B.

    O comício da sexta-feira 13, a insubordinação dos marinheiros, o improviso de Jango aos sargentos, a agitação de Brizola, a actividade dos comunistas, a euforia, paixão e desmoronamento das esquerdas, o início da revolução dentro do exército, os primeiros contactos, a proclamação de Magalhães Pinto e dos generais Mourão e Guedes, o entrincheiramento de Lacerda no Palácio Guanabara, as falas de Ademar, os diálogos Kruel-Jango, a debandada no Palácio das Laranjeiras, a fuga para o exílio, os pedidos de asilo, as prisões, a cassação dos direitos políticos, a eleição e posse de Castelo Branco. Todos os acontecimentos que revolucionaram a vida brasileira, de 13 de Março a 15 de Abril de 1964, observados, de ângulos diferentes por oito jornalistas, Alberto Dines, Antonio Callado, Araujo Netto, Carlos Castelo Branco, Claudio Mello e Souza, Eurilo Duarte, Pedro Gomes e Wilson Figueiredo e ilustrado por um apêndice de documentos e um caderno de fotografias.

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  • Arma da Vitória

    Arma da Vitória

    E. R. Stettinius Jr

    7,50 

    A Arma da Vitória de E. R. Stettinius Jr..
    Editorial O Século. Lisboa, s.d., 419. E.

    As Nações Unidas estavam, de novo em Marcha. A fortaleza da Europa começava a desmantelar-se. O meu pensamento voou para um certo dia, três anos antes. Quando não havíamos ainda compreendido que a defesa das nações que combatiam o Eixo era vital para a nossa própria defesa. Quando não éramos ainda as Nações Unidas. A Bélgica acabava de se render. Os ingleses encontravam-se encurralados na Flandres. A  França caía. Havia o perigo iminente dos Estados Unidos virem e e achar-se sós contra um mundo hostil

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  • Crimes da Monarquia

    Crimes da Monarquia

    Alexandre Cabral

    10,00 

    Os Crimes da Monarquia – Julgamento realizado em 1891 no Supremo Tribunal de “Justiça” («Jornal Académico Republicano» de Lisboa) de Alexandre Cabral.
    Seara Nova. Lisboa, 1973, 150 págs. B.

    As peças que constituem o Julgamento de “Os Crimes da Monarquia”, que decorreu no cenário fantasioso do Supremo Tribunal d’A Justiça (de facto, ao que presumimos, numa modesta sala de redacção do «jornal académico repúblicano» que tinha por título “A Justiça”), correspondem aos 14 artigos que sobre o extraordinário Julgamento a folha académica de Lisboa inseriu nas suas colunas de honra de 4 a 21 de Julho de 1891.

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  • Grande Crónica da Segunda Guerra MundialGrande Crónica da Segunda Guerra Mundial de William L. Shirer

    Grande Crónica da Segunda Guerra Mundial

    William L. Shirer

    20,00 

    Há mais de trinta anos a Humanidade recuperou a paz, depois de setenta meses de guerra – a guerra mais mortífera da História., mais encarniçada e abrangendo mais extensas regiões do Mundo. Cinquenta e cinco milhões de mortos – número cerca de sete vezes superior ao da população portuguesa do continente -, tal foi o…

  • No Paraguai no Tempo dos Jesuítas de Maxime HaubertNo Paraguai no Tempo dos Jesuítas de Maxime Haubert

    Paraguai no Tempo dos Jesuítas

    Maxime Haubert

    6,00 
  • História Contemporânea do Povo Português - II de Flausino TorresHistória Contemporânea do Povo Português - II de Flausino Torres

    História Contemporânea do Povo Português – II

    Flausino Torres

    5,00 

    “Uma «História Contemporânea do Povo Português» é difícil de escrever. E por várias Razões: Primeiro, porque o contemporâneo se estende pelos nossos dias, como a própria palavra o indica. Tempo ainda enevoado, obscuro. Não na sua totalidade, mas para um dos lados. Quando uma manhã nos levantamos e olhamos em redor, acontece que, para uma banda, o céu está completamente limpo; mas para o outro há uma neblina que nos tapa a vista. (…) Is to não está bem dito. Nós sabemos, toda a gente sabe perfeitamente o que será o dia de amanhã. O que ignoramos é como vai desenvolver-se o processo que nos conduzirá ao futuro (…)”

  • Livros Proibidos de Domingos Monteiro

    Livros Proibidos

    Domingos Monteiro

    10,00 

    Passados mais de trinta anos, publico agora o primeiro volume de três livros meus, man dados apreender pela Censura e a então chamada Policia de Informação e Defesa do Estado. Deste livro constarão dois trabalhos intitulados respectivamente «A Crise de Idealismo na Arte e na Vida Social» e «Paisagem Social Portuguesa».

  • Alta Nobreza e Fundação do Estado Índia, AAN

    Alta Nobreza e Fundação do Estado Índia, A

    João Paulo Oliveira e Costa

    20,00 

    A Alta Nobreza e Fundação do Estado Índia de João Paulo Oliveira e Costa.
    Centro de História de Além-Mar. Lisboa, 2004, 261 págs. B.

    A pequena fidalguia e a baixa nobreza desempenharam nas águas do Índico, ao longo da centúria quinhentista, a liderança global do estabelecimento luso na região, assumindo simultaneamente o controlo do comércio, a condução da diplomacia, a administração da Justiça e das Finanças, a capitania das armadas e das fortalezas e, obviamente, o comando da guerra. Esta intervenção multi-facetada decorreu do impacto que a Expansão Ultramarina gerou na sociedade portuguesa, num processo que se iniciou com as campanhas em Marrocos e as viagens de exploração do Oceanao. Mau graúdo a forte dimensão comercial que o processo expansionista adquiriu rapidamente, a prossecução do trato régio, Aquém e Além-Mar, coube sempre a membros da nobreza, ao abrigo das leios monopolistas estabelecidas pelo infante D. Pedro, enquanto regente, e que foram mantidas e aumentadas pelos reis quatrocentistas.

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  • De Longe a China - Tomo I de Carlos Pinto Santos

    Longe a China – Tomo I

    Carlos Pinto Santos

    10,00 

    De Longe a China – Tomo I de Carlos Pinto Santos.
    Instituto Cultural de Macau. Macau, 1988, 378 págs. B.

    Intitula-se esta obra De Longe à China (Macau na Historiografia e na Literatura Portuguesas). O primeiro critério que lhe presidiu foi o de se levantarem e republicarem textos de natureza histórica e literária que dissessem respeito a Macau. Deste modo se excluíram, algumas vezes, os escritos que, embora referentes, episodicamente, à China e aos chineses não mencionavam Macau.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sistema Marcial AsiáticoSistema Marcial Asiático

    Sistema Marcial Asiático

    D. António José de Noronha

    15,00 

    O Sistema Marcial Asiático ficou, infelizmente inédito, relegado ao conhecimento de umas poucas pessoas, não pela falta de potencialidades ideológicas e literárias da obra, mas muito provavelmente porque, por um lado, o declínio de Marquês de Pombal desviou a atenção dos sucessores da obra do antigo protegido, e porque por outro, o vice-rei D. José…