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  • Semba vai à Luta, O

    Semba vai à Luta, O

    Washington Nascimento

    18,50 

    O Semba vai à Luta: Liceu Vieira Dias, Ngola Ritmos e o Movimento pela Independência de Angola de Washington Nascimento.
    Elivulu Editora. Luanda, 2024, 344 págs. B.

    Conta a história de Liceu Vieira Dias e do Ngola Ritmos, um conjunto musical fundado em Luanda, no ano de 1947. Dos cinco membros iniciais, dois foram presos no campo de concentração do Tarrafal, e dois foram colocados em liberdade vigiada em Angola. Na perspectiva musical, esse grupo será um dos criadores do Semba. É também a história da cultura urbana de Luanda, sobretudo do teatro, literatura e cinema das décadas de 1950 a 1970. Bem como uma história das mulheres e suas atuações como cantoras, atrizes e locutoras de rádio. Este livro é sobre o uso da liberdade de expressão e artística, sem a qual não se é artista na plenitude.

  • Angola 1977

    Angola 1977

    Manuel Tiago

    15,00 

    Angola 1977 de Manuel Tiago.
    Elivulu Editora. Luanda, 2024, 224 págs. B

    «Angola 1977», coordenado por Manuel Tiago, é uma obra que reúne textos que reflectem o compromisso com a busca e esclarecimento da verdade, seja filosófica, literária, espiritual ou factual sobre os acontecimentos trágicos do 27 de Maio de 1977. Os autores, com as suas perspectivas e experiências únicas, guiam-nos por caminhos de reflexão e descoberta, incentivando-nos a questionar, a pensar criticamente e a ampliar os nossos horizontes. Ao folhearmos as páginas deste livro, somos convidados a embarcar numa jornada literária que confronta versões anteriores, revelando vozes críticas e experiências presentes na escrita de cada autor representado. Cada texto é uma porta de entrada para um mundo particular, carregado de significados, reflexões e emoções que ecoam para além das fronteiras do nosso país e conectam mentes.

     

  • A Revolução Francesa de A. Mandred

    Revolução Francesa, A

    A. Mandred

    5,00 

    A Revolução Francesa de A. Mandred
    Editora Arcádia. Lisboa, 1963, 379 págs. B.
    Biblioteca Arcádia de Bolso | 34

    A Revolução Francesa foi um período de intensa agitação política e social iniciado em 1789, marcado pela crise económica, desigualdades sociais e contestação ao poder absolutista. Derrubou o Antigo Regime e levou à abolição da monarquia, à implantação da República e a várias fases de instabilidade, incluindo o Terror. O processo terminou com a ascensão de Napoleão Bonaparte, deixando um impacto duradouro na Europa

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hitler e as Religiões da Suástica de Jean Angebert

    Hitler e as Religiões da Suástica

    Jean Angebert

    7,50 

    Hitler e as Religiões da Suástica de Jean Angebert
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 288 págs. E. Il.

    A influência que a religião cátara exerceu sobre Hitler, a escolha da cruz gamada como símbolo do nazismo e a procura obcecada pelo Graal são alguns dos temas aqui tratados pelo autor que questiona ainda : “Quereria Hitler torna-se para além de chefe temporal, no chefe espiritual deste mundo terrestre? »

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  • Bíblia Tenha Razão

    Bíblia Tenha Razão

    Werner Keller

    6,00 

    Bíblia Tenha Razão: a verdade histórica da bíblia demonstrada pela arqueologia de Werner Keller
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 428 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 10

    As escavações, os estudos arqueológicos e a erudição histórica foram, pouco a pouco, revelando e comprovando a veracidade dos textos bíblicos. Este livro excepcional, que em poucos dias deu a volta ao mundo com o maior aplauso de todos os credos, é a história viva e apaixonante do mais célebre recanto da Terra, através das páginas da Bíblia e das vicissitudes romanescas da confirmação delas pelas descobertas dos sábios.

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  • Ancien Regime de C. B. A. Behrens

    Ancien Regime

    C. B. A. Behrens

    6,00 

    Ancien Regime de C. B. A. Behrens
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 214 págs. E. Il.

    É arriscado apresentar este estudo como a primeira tentativa séria de análise ao carácter do Ancien Régime, desde o clássico de Tocqueville a 1856. O termo Ancien Régime foi usado a primeira vez por escritores dessa época para designar retrospectivamente a estrutura social e política da França, que viria a desaparecer com a Revolução. O presente livro demonstra que o termo pode bem ser aplicado a diferentes países e épocas por exemplo à Rússia de fins do século XIX. Está porém em causa a França de entre 1748 e 1789. E aqui se estuda uma sociedade complexa – economia, instituições, crenças e a sua erosão devida a alterações materiais e ideológicas.

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  • Treblinka de Jean-François Steiner

    Treblinka

    Jean-François Steiner

    6,00 

    Treblinka: a revolta de um campo de extermínio de Jean-François Steiner
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1973, 392 págs. E.

    «Porque se deixaram os judeus levar para o matadouro como carneiros?», perguntavam, indignados, os jovens «sabras» de Israel por ocasião do processo de Eichman. Na Europa, também muitos judeus da nova geração, não tendo conhecido o nazismo, fazem a mesma pergunta. O facto é que, no universo concentracionário, todos os povos têm tido o mesmo com- portamento: uma preparação cuidadosamente elaborada pelos SS assegurava a submissão dos condenados. Em 1947, em «Les jours de notre mort», Rousset escrevia: «O triunfo dos SS exige que a vítima torturada se deixe levar ao pelourinho sem protestar, que se desminta e se abandone até ao ponto de cessar de afirmar a sua identidade… Nada há de mais terrível do que estas procissões de seres humanos caminhando para a morte como manequins.»

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  • Inferno das Mulheres: Auschwitz

    Inferno das Mulheres: Auschwitz

    Christian Bernadac

    7,00 

    Inferno das Mulheres: Auschwitz de Christian Bernadac
    Editorial Inova. Porto, 1972, 401 págs. B.
    Colecção Ofício de Viver | 18

    Christian Bernadac é um escritor já bem conhecido do público português. O conjunto dos seus livros, que a Editorial Inova tem vindo a publicar- OS MÉDICOS MALDITOS; OS MÉDICOS DO IMPOSSÍVEL; OS FEITICEI-ROS DO CÉU; O COMBOIO DA MORTE -e que só em França já ultrapassou um milhão de exemplares, constitui um autêntico processo dos crimes cometidos pelo regime hitleriano. INFERNO DE MULHERES, o último, e que é dedicado às deportadas de Auschwitz que, apesar da sua frágil condição de mulheres, souberam, tão bem como os homens, resistir ao inferno dos campos nazis, abre um novo capítulo na sua obra.

    📝 Assinatura de posse.

  • Os Fenícios de Donald Harden

    Fenícios, Os

    Donald Harden

    7,00 

    Os Fenícios de Donald Harden.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1968, 331 págs. B. Il.
    Colecção: Historia Mundi | 9

    O Povo: suas origens e afinidades;
    Geografia;
    A História dos Fenícios na sua pátria;
    A Expansão Fenícia no Ultramar;
    Cartago: sua origem e história;
    Governo, constituição, estrutura social;
    Religião;
    Língua, Escrita, Textos;
    A Guerra;
    Cidades;
    Indústria;
    Comércio, Viagens e Explorações;
    Arte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eu Persegui Eichmann

    Eu Persegui Eichmann

    Simon Wiesenthal

    6,00 

    Eu Persegui Eichmann de Simon Wiesenthal.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 295 págs. E.

    Neste relato intenso e pessoal, Simon Wiesenthal — sobrevivente do Holocausto e célebre caçador de nazis — partilha a história real da sua obsessiva perseguição a Adolf Eichmann, um dos principais responsáveis pela Solução Final. Mais do que uma narrativa de espionagem ou vingança, o livro revela os bastidores da busca por justiça após o fim da Segunda Guerra Mundial, a frustração com a inércia das autoridades e a determinação solitária de Wiesenthal.

    A obra é escrita num tom direto e emotivo, e mergulha o leitor na tensão e nas dificuldades de localizar um dos criminosos mais procurados do século XX. Para quem se interessa por História, justiça internacional ou biografias marcantes, este é um testemunho essencial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final de Laurece Rees

    Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final

    Laurece Rees

    10,00 

    Auschwitz: Os Nazis e a Solução Final de Laurece Rees
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2005, 425 págs. E. Il.

    Neste livro, Laurence Rees conta a história da mais famosa instituição nazi. Descobrimos como Auschwitz evoluiu de campo de concentração para prisioneiros políticos polacos para o local do maior assassínio em massa da história: campo de morte e campo de concentração, onde cerca de um milhão de judeus foi assassinado.

    Um livro baseado material novo proveniente dos recentemente abertos arquivos russos que desafiará muitos argumentos antes aceites.

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  • Portugal e as Potências Europeias (1807-1847) de António Pedro Marques

    Portugal e as Potências Europeias (1807-1847)

    António Pedro Marques

    8,00 

    Portugal e as Potências Europeias (1807-1847) de António Pedro Marques
    Livros Horizonte. Lisboa, 1988, 147 págs. B.

    A primeira metade do século XIX, período crucial na história da nossa vida colectiva, foi marcada por constantes ingerências externas nos assuntos internos de Portugal, ingerências levadas a cabo, não só pela “velha aliada” Grã–Bretanha, mas também por outras potências então dominantes no cenário político europeu, designadamente a França, a Espanha e a Áustria.

     

    As interferências diplomáticas e as intervenções militares das potências europeias, que condicionaram a livre evolução da vida política portuguesa, foram originadas, fundamentalmente, pelos interesses económicos, pelas estratégias políticas, ou pelas rivalidades existentes entre essas potências, mas não deixaram de ser consentidas, ou mesmo, em alguns casos, solicitadas pelos governos e monarcas de Portugal.

    Procura-se, pois, apresentar uma análise geral das relações de Portugal com a Europa, tentando-se explicar factores que condicionaram as ingerências estrangeiras em cada uma das principais fases da nossa evolução política no período em causa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da Rússia

    História da Rússia

    Gregory L. Freeze

    20,00 

    História da Rússia de Gregory L. Freeze
    Edições 70. Lisboa, 2017, 663 págs. B.

    “História da Rússia” trespassa os mitos e mistérios que envolvem a Rússia desde os seus primórdios, com revelações de arquivos confidenciais cuja existência se desconhecia até há pouco tempo. Uma equipa distinta de historiadores removeu a propaganda e os preconceitos do passado para contar a história definitiva da Rússia, desde o seu início em Kiev e no Principado Moscovita até aos três últimos séculos de império, revolução, comunismo, crise pós-soviética e reconstrução.

    Esta edição atualizada abrange ainda os desenvolvimentos desde a era de Putin até à primeira década do século XXI, constituindo uma história por si mesma envolvente e essencial para todos aqueles que se interessam pela Rússia e pelo lugar que este país ocupa no mundo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Brasil Colonial de Miriam Halpern Pereira

    Brasil Colonial

    Miriam Halpern Pereira

    6,00 

    Brasil Colonial: Leituras e Representações de Miriam Halpern Pereira
    ISCTE. Lisboa, 2000, 224 págs. B.
    Revista Ler História, nº 39.

    APRESENTAÇÃO
    Maria Beatriz Nizza da Silva

    A VISÃO AFECTIVA DA PAISAGEM EM MINAS GERAIS NO SÉCULO XVIII
    Laura de Mello e Souza

    PARA UM MELHOR CONHECIMENTO DOS DOMÍNIOS COLONIAIS: A CONSTI-TUIÇÃO DE REDES DE INFORMAÇÃO NO IMPÉRIO PORTUGUÊS EM FINAIS DESETECENTOS
    Angela Domingues

    COMO UM FIO DE ARIADNE NO INTRINCADO LABIRINTO DO MUNDO: A IDEIA DO IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO EM PERNAMBUCO (1800-1822)
    Guilherme Pereira das Neves

    MULHERES NA COLÓNIA: UMA HISTÓRIA A SER ESCRITA
    Maria Beatriz Nizza da Silva

    FROTAS DE 1749: UM BALANÇO
    José Jobson de Andrade Arruda….

    NORMA E CONTRAVENÇÃO: OS BISPOS DE MARIANA E O QUOTIDIANO NO RECOLHIMENTO DAS MACAÚBAS – MINAS GERAIS (1716-1850)
    Leila Mezan Algranti

    IDENTIDADES NACIONAIS E TRÂNSITOS DOS AÇORES AOS CONFINS DO BRASIL. AS MOTIVAÇÕES DA COLONIZAÇÃO AÇORIANA DE SANTA CATARINA EM MEADOS DE SETECENTOS
    Avelino de Freitas de Meneses

    A IMAGEM DO BRASILEIRO NA OBRA LTIERÁRIA DE JÚLIO DINIS
    Nuno Valério

    EMIGRANTES: ESTRATÉGIAS, IDENTIDADES E REPRESENTAÇÕES
    Andrea Klimt.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Guerras Camponesas da Alemanha de Friedrich Engels

    Guerras Camponesas da Alemanha, As

    Friedrich Engels

    5,00 

    As Guerras Camponesas da Alemanha de Friedrich Engels
    Editorial Presença. Lisboa, 1975, 162 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Ciências Sociais | 47

    Nesta obra, concluída em 1850, Engels estuda um dos períodos mals conturbados da história do povo alemão: o período das guerras camponesas no primeiro quartel do século XVI. Aí encontramos as figuras de Lutero e Thomas Münzer, cuja caracterização tem sido frequentemente tratada de forma ambígua, Sobre o didatismo do texto, para além do valor metodológico que ele encerra, é o próprio Engels que assinala que a guerra dos camponeses não está longe das guerras actuais.

    Sendo esta observação dos finais do século XIX, não é difícil que ela preserve hoje o seu significado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Perda da Independência de Carlos Margaça Veiga

    Perda da Independência

    Carlos Margaça Veiga

    7,00 

    Perda da Independência: de Alcácer Quibir aos Açores de Carlos Margaça Veiga
    Quidnovi. Matosinhos, 2006, 110 págs. E.
    Colecção: Batalhas da História de Portugal | 8

    A colecção Batalhas de Portugal tem por objectivo lembrar de forma atraente mas erudita, a história dos feitos e o condicionalismo de um povo, que tanto na vitória como na derrota, acorreu com o seu esforço humano e sacrifício para construir a sua independência e garantir a sua identidade nacional. As obras são profusamente ilustradas e enriquecidas com infogramas e mapas tridimensionais. O texto com uma construção temática sistematizada, e exigindo uma investigação aturada, permite ao leitor uma compreensão acessível dos eventos. É dada especial atenção à qualidade científica e ao rigor histórico dos conteúdos.

    📘 Plastificado de origem