Vues de L’ Orient de António Conceição Júnior. Hung Heng. 1991 [?]. B.
Catálogo da Exposição realizada no Palácio de Belas Artes em Bruxelas de 19 de Setembro a 29 de Dezembro de 1991, integrada do âmbito da Europalia 91 (Grande festival cultural realizado na Bélgica, em 1991, com Portugal como país-tema) que dá a conhecer o Oriente através da pintura. Texto bilingue em francês e holandês.
Numa edição de cuidada execução gráfica são apresentadas reproduções a cores e em plena páginas de 43 pinturas que reproduzem paisagens orientais, o culto do chã e todas as suas envolventes, a produção da seda e os palácios. [canto inferior direito do livro com vincos na folhas]
O Romance do Nosso Meio Século vem relembrar, em páginas de inolvidável frescura, os grandes dramas e as frívolas loucuras de 50 anos de perturbante encanto. 6. volume: A abdicação de Eduardo VIII (1936) O mistério dos processos de Moscovo – A queda de Barcelona (26 de Janeiro de 1939) – O assassinato de Leão…
O Romance do Nosso Meio Século vem relembrar, em páginas de inolvidável frescura, os grandes dramas e as frívolas loucuras de 50 anos de perturbante encanto. 1º Volume: Terror em São Francisco – A Louca Aventura de J. Lebaudy – Nascimento do “Jazz”.
Primeiros contactos do Ocidente e Oriente. A grande revolução económica do século VIII a. C.; O despertar da Europa nas margens do Mediterrâneo; O Mediterrâneo, a grande via de expansão do moderno imperialismo; A partilha do Mediterrâneo; As novas forças do Mediterrâneo.
Este breve dicionário de grandes figuras da História de Portugal não pretende ser o arrolamento de todos quantos engrandeceram e nobilitaram a Pátria, ao longo de oito séculos e meio de existência nacional. Mencionam-se aqui apenas algumas dessas «grandes figuras – embora no conjunto enfileirem cerca de duzentos nomes bem conhecidas umas, quase esquecidas outras: são guerreiros e chefes militares, são navegadores e exploradores, são santos e missionários, são heróis célebres e outros que se recordam como símbolo de milhares de anónimos heróis.
Faltam, sem dúvida, muitas outras grandes figuras – as que se destacaram em várias ciências, na literatura, nas belas-artes, na música, na jurisprudência, da diplomacia, na administração. Mas a falta explica-se tendo em conta o critério seguido, que foi o de focar somente aqueles que até há um quarto de século defenderam e dilataram a terra portuguesa e que tornaram fisicamente universal a missão civilizadora das suas gentes. Serviu-nos de guia, afinal, a famosa lenda camoniana consagradora dos heróis que o foram a dilatar a Fé e o Império. Os nossos maiores heróis.
Sinais do Tempo do Mundo Antigo: Uma Cronologia Visual Desde as Origens da Vida Até 1500 de Chris Scarre. Público Comunicação Social. Porto, 1993, 256 págs. E.
Sinais do Tempo do Mundo Antigo apresenta uma panorâmica inigualável destes e de centenas de outros acontecimentos concomitantes que tiveram lugar em todo o mundo, desde as origens da vida na terra até 1500 da nossa era.
Príncipe sem Coroa de A. J. da Silva d’ Azevedo. Agência-Geral do Ultramar. Lisboa, 1963, 97 págs. B.
Editado no rescaldo das comemorações henriquinas dos anos 60, faz um panegírico fundamentado do Príncipe, o infante D. Henrique.
Da conclusão: “(…) Entrementes, para se tornar o modelo de todos, ele, que vivera a vida trabalhosa do estudante, do marinheiro, do cadete, do operário, mau grado a História brade que logrou a ‘mayor auantagem de rrealeza’, também a esta finamente renunciou, até ir deitar-se em seu jazigo de silêncio, no Mosteiro da Batalha, onde costumam ir dormir para sempre os +Soldados Desconhecidos’!. Este foi D. Henrique, o Príncipe Exemplar. Este foi o Príncipe sem Coroa!”.
Plano e índice: I – Um Vulto dentro do Nevoeiro; II – Sinopse do Procénio Quatrocentista; III – O Príncipe Sem Coroa 1º Príncipe na Grandeza; 2º Príncipe no Pensamento; 3º Príncipe na Acção; 4º Príncipe, Flor da Cavalaria; 5º Príncipe no Coração; 6º Príncipe na Cristandade; 7º Príncipe Exemplar; IV – Notas e Anotações.
História do Mundo: (Vol. I) – O Mundo Antigo, Idade Média de A. Z. Manfred. Edições Sociais. Lisboa, 1981, 297 págs. B.
Síntese acessível da evolução humana desde as sociedades tribais até hoje, esta História do Mundo responde a questões sobre progresso, forças motoras da História e ascensão e queda de civilizações. Baseada no materialismo histórico, organiza os principais factos para leitores não especialistas e serve de apoio útil a professores e alunos.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
É a estas perguntas que a His- tória do Mundo vem responder. Não exaustivamente, é claro, por- que para isso seriam necessários muitos volumes, mas analisando todos factos principais, de OS modo a que o leitor comum, o não especialista, possa ele também ter uma ideia das etapas sucessivas do desenvolvimento histórico.
Escrita num estilo que todos entendem, esta História do Mundo, a primeira em língua portuguesa que faz uma interpretação da His- tória Universal baseada no materialismo histórico, será também ex- tremamente útil para professores e alunos dos ensinos secundário e complementar.
Necrópole Proto-Histórico do Casalão de Eduardo da Cunha Serrão. Junta Distrital de Setúbal. Lisboa, 1964, 49 págs. B. Il.
“O Casalão foi a primeira estação pós-paleolítica e ante-histórica bem definida que se revelou no concelho de Sesimbra, até então praticamente vazio de neolítico (os concheiros de Albufeira continuam a ser simples notas de Carlos Ribeiro), de eneolítico, ou calcolítico, como preferirem, de bronze pleno, ferro, mesmo de lusitano-romano ou de lusitano-visigótico.”
Os trinta e oito anos que decorreram desde o fim da II Guerra Mundial foram constantemente atravessados por toda a série de conflitos. A Guerra Civil Chinesa, a Coreia, o Vietname, a Guerra Indo-Paquistanesa, as Guerras Árabo-Israelitas, o conflito Irão-Iraque contam-se entre os mais significativos, mas os conflitos considerados menores não deixaram de assumir a sua importância histórica e militar. A Guerra no Mundo descreve em pormenor as causas e os resultados de todos os tipos de conflitos, assim como revela a constante evolução táctica e estratégica paralela aos mesmos. As guerras de tipo convencional partilharam com as arrastadas campanhas de guerrilha a atenção do mundo; amostragens de uma tecnologia omnipotente andaram lado a lado com as demonstrações em escala reduzida de terrorismo urbano.
O consultor principal desta obra é Sir Thompson, uma autoridade mundial em guerrilha e a introdução foi escrita por John Keegan, reputado historiador. Cada capítulo teve a contribuição de um especialista na matéria (o próprio Sir Robert escreveu três), muitos deles reconhecidas autoridades da Academia Real Militar de Sandhurst.
Cada um dos conflitos começa por ser delineado na generalidade. Em seguida, a sua natureza específica as partes envolvidas, o armamento e as tácticas- é analisada em profundidade. Dedicou-se igualmente uma atenção especial à política internacional do período em questão, pois que a maioria dos conflitos só pode ser entendida como inserida num contexto global.
As informações técnicas e o desenvolvimento dos conflitos são abrangidos por cerca de 85 diagramas e 125 mapas a cores, juntamente com mais de 500 fotografias. No seu conjunto, esta é uma extensa e profunda cobertura de guerras e guerrilhas existentes entre 1945 e 1983.
O século de todos os progressos… e o de todos os perigos, assinalado por duas guerras horrorosas e por múltiplos conflitos mortíferos. A era do risco atómico, dos povos vítimas da fome, das crises económicas e de um meio ambiente cada vez mais ameaçado. Mas também o tempo dos saberes infinitos, das doenças vencidas e…
Neste Livro de Ouro, comemorativo do seu décimo aniversário, a VISÃO oferece aos leitores algumas das melhores reportagens que publicou em mais de 500 edi- ções, entre 1993 e 2003. Trata-se da cobertura pelos seus repórteres dos acontecimentos e situações que fizeram bater os corações do nosso país e do Mundo – do crime de…
Volume I: – O Homem nas suas origens; – O Mundo pré-Clássico; – Antiguidade Clássica; – Idade Média. Volume II: – Renascimento; – Guerra da Secessão; – Imperialismo Moderno; – Guerras Mundiais; – As Décadas de 80 e 90.
História da Pintura Ocidental: Guia para Jovens de Juliet Heslewood. Editorial Caminho. Lisboa, 1994, 64 págs. Dura. Il.
Com a História da Pintura Ocidental, parte numa viagem das cavernas pré-históricas até às paredes decoradas e aos vasos da Grécia e Roma antigas, Salta no tempo e vê os refulgentes retábulos da Idade Média. Viaja até ao Renascimento e conhece os inventos extraordinários de Leonardo da Vinci. Anda mais um século e observa os artistas de corte da Europa fixarem em pintura as famílias reais do tempo. Dois séculos mais tarde, assiste às mudanças introduzidas pela Revolução Francesa. Sete décadas depois, acompanha a revolução na pintura dos impressionistas, que pintavam com as cores do Sol.
Quando regressares ao nosso século e vires o génio de Picasso mudar a pintura ocidental, terás completado a tua aventura.
FASCINANTE HISTÓRIA DE 800 ANOS DA PINTURA OCIDENTAL, DESDE O PERÍODO BIZANTINO, PASSANDO PELO RENASCIMENTO, PELO ROMANTISMO, PELO IMPRESSIONISMO E PELO MODERNISMO ATÉ AOS NOSSOS DIAS A IRMA WENDY BECKETT, personalidade destacada da área da divulgação das artes plásticas, partilha aqui a sua paixão pela pintura e os seus extraordinários conhecimentos com os amantes da…
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