Memórias e Explorações Arqueológicas II: Estações Pré-Romanas da Idade do Ferro nas Vizinhanças da Figueira de António dos Santos Rocha. Imprensa da Universidade. Coimbra, 1971, 185 págs. B.
ÉPOCA NEOLÍTICA
I – A questão da antropofagia nas estações neolíticas da Serra do Cabo Mondego
II – Pequenas achas de pedra das estações neolíticas do concelho da Figueira
III – A arte nas estacões neolíticas do concelho da Figueira
IV – O rito da inumação nos dólmenes da Serra do Cabo Mondego
V – Uma obra da arte primitiva
VI – Estudo sobre um machado de pedra proveniente do Algarve
VII – Estação neolítica do Forno da Cal na Vinha da Rainha
VIII – A clava de pedra existente no Museu da Figueira
IDADE DOS METAIS
ÉPOCA DO COBRE
I – Necrópole pré-histórica da Campina nas vizinhanças de Faro
II – Alguns vestígios da época do cobre coligidos no Museu Municipal da Figueira
ÉPOCA LUSO-FENÍCIA
A necrópole proto-histórica da Fonte Velha, em Bensafrim
ÉPOCAS LUSO-ROMANA E ÁRABE
I – Notícia de algumas estações romanas e árabes do Algarve
II – Antiguidades romanas das vizinhanças de Nelas
III – Vestígios romanos no Vale do Mondego e imediações
IV – Fornos luso-romanos da freguesia de Brenha
A chi non è capitato di immaginare sulla riva del mare che cosa si nascondesse dietro la linea dell’orizzonte? Allo stesso modo, era semplice curiosità, sete di conoscenza o disperato desiderio di ricerca, lo stimolo che spinse i Vichinghi di Erik il Rosso verso le coste americane? E quale motivazione spinse Magellano a circumnavigare il globo, Colombo ad avventurarsi verso le Indie e Barents a inoltrarsi sempre più nei ghiacci del Mar Glaciale Artico?
Quali che fossero le motivazioni, la storia delle grandi esplorazioni è, senza dubbio, affascinante. Questo libro, stupendamente illustrato con i più svariati documenti, dipinti, mappe nautiche e chiaramente narrato dall’autore, ricostruisce per l’appunto gli avventurosi viaggi che portarono alle scoperte geografiche dai tempi dei Fenici a Capitan Cook.
Le navi, i tesori, i condottieri, gli equipaggi, le avventurose spedizioni, le nuove terre e le nuove popolazioni: questi i temi trattati dal volume in maniera esauriente.
Uno splendido libro per conoscere e vivere quasi in prima persona le grandi esplorazioni che si succedettero nel corso dei secoli.
História da Grande Revolução Socialista de Outubro de P. N. Sóbolev. Editorial Progresso. U.R.S.S., 1977, 670 págs. E.
No livro relata-se como os operários, soldados e o campesinato trabalhador da Rússia realizaram em Outubro de 1917, sob a direcção do Partido Comunista, a mais grandiosa revolução no mundo, a marcha triunfante do Poder Soviético e as primeiras transformações revolucinárias no país. Mostra-se a multilateral actividade do guia da revolução V. I. Lénine, do Comité Central e das organizações locais do partido para a mobilização das forças revolucionárias, descreve-se o trabalho do Conselho dos Comissários do Povo e de outros órgãos soviéticos e a criação revolucionária das massas populares nos anos de 1917-1918.
Da Aurora da Civilização à actualidade, são 4.5 milhões de anos em mais de 3000 imagens. Grande Enciclopédia da História vai transformar a sua visão do Passado. Olha para o nosso desenvolvimento e progresso de todos os ângulos, explorando os acontecimentos-chave, as ideias cruciais, as forças políticas, os indivíduos e os progressos tecnológicos que moldaram a história humana. Grande Enciclopédia da História é o mais completo guia visual que nos diz como chegámos até onde nos encontramos.
Breve Notícia Histórica Ilha de Angediva de Mário Marques de Andrade. Goa, 1960, 14 págs.
Relatório do Comando Militar do Estado Português da Índia sobre uma “missão à Ilha de Angendiva quando no Estado Português da Ìndia fui Chefe de Estado Maior das Forças Armadas doa ali estacionado” segundo consta na dedicatória que a autor documento deixou na contracapa ao seu filho.
História Desconhedia dos Homens de Robert Charroux. Livraria Bertrand. Amadora, 1977, 444 págs. B.
O homem de hoje nada inventou: tudo já foi vivido e experimentado, por antepassados cuja ciência em muito o ultrapassou. Para esses homens, as naves siderais, as viagens no cosmos, as ondas hertzianas, os motores de reação, os ions solares, a energia atômica não constituiriam novidade. Simplesmente os antepassados superiores irradiaram o planeta e deterioraram a espécie humana. Apenas uma escassa minoria de “iniciados” está ao corrente da “verdade”, que quase se perdeu no tempo.
FORAM inúmeras as notícias, as reportagens, as análises, os artigos de opinião que se publicaram sobre a guerra do Iraque.
Os «media» fizeram uma cobertura como nunca se tinha visto, colocando repórteres dos dois lados da barricada, e durante três semanas a opinião pública mundial foi integralmente mobilizada.
Os campos dividiram-se como não se via há muito e milhões de pessoas contestaram na rua, em diferentes lugares do planeta, a intervenção americana
Mil quatrocentos e noventa e dois anos após nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo menos segundo o cálculo realizado no século vi d. C., que parece ter cinco ou seis anos de atraso em relação à realidade. São aproximadamente quinhen- tos anos; é uma data gravada na nossa me- mória histórica e na nossa imaginação. Às vezes, graceja-se um pouco sobre este tema: no ano 1492, o Velho Mundo estremeceu e uma boa nova percorreu toda a Europa desde Santiago de Compostela até ao Vís- tula e ao Bósforo: que sossego, que sossego, acabou a Idade Média!
Archaeology-the study of man’s past by means of his material remains and traces -is an absorbing study that has captivated not only the professional and amateur, but also the general public. And yet this activity, which today employs the most exacting techniques, was once the province of the dilettante and the treasure seeker. This book describes the evolution of archaeology, examines the great discoveries which have revolutionised our concept of man’s development, and shows how seemingly insignificant fragments of the past can be made to yield their secrets.
Com a política de Constantino Magno a Igreja inicou a sua estruturação e a hierarquia foi ganhando a par de uma clara definição teológica um ascendente de autoridade moral sobre os poderes do Estado. O mapa político do Velho Continente foi traçado com a bênção pontifícia durante a Idade Média. O que esse fénomeno implica…
Ilha da Páscoa: Os Mistérios dos Gigantes de Pedra de Cristina Sirigatti. Público Comunicação Social. Porto, 2008, 185 págs. B.
O Mistério
O fascinio dos moai, as gigantescas estátuas de pedra da Ilha de Páscoa, com altura compreendida entre os 2 e os 10 metros e algumas toneladas de peso, desde sempre atraiu os viajantes que se deslocam a esta remota ilha. Desconhecida é, efectivamente, a sua função e inexplicável o facto de uma população desprovida de tecnologias avançadas ter podido erigir monumentos de uma tal imponència. Actualmente, muitos enigmas relativos à civilização e às origens do povo indigena carecem ainda de solução.
Os Protagonistas
Os primeiros contactos entre os europeus e a liha de Páscoa foram estabelecidos no decurso do século XVIII por navegadores provindos da Holanda, Espanha, Inglaterra ou França. A partir de então, a ilha tornou-se destino de todo o tipo de visitantes: do ecléctico Pierre Loti aos caçadores de escravos, dos missionários como Eugéne Eyraud aos tantos estudiosos, antropólogos, etnólogos e arqueólogos, como Alfred Métraux e Thor Heyerdahl.
Como e porquê a Inglaterra dos Tudors aceitou a Reforma? Eis o que detalhadamente nos explica Maurice Baring, cujo ponto de vista é o de um católico, que pensa que «o amor de Deus tem um equivalente no deus do Amor» neste extraordinário romance histórico que é O TRONO E O ALTAR. Diplomata, correspondente de…
Veneza Imperial (1380-1580) de D. S. Chambers. Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 215 págs. B.
Em duzentos anos da história da Europa no período que vai de 1380 a 1580 Veneza desempenhou um papel de primordial relevância como nenhuma outra cidade independente tivera desde a Roma republicana. O seu império pode caracterizar-se como empresa comercial e os seus investimentos e interesses abarcavam uma enorme zona do mundo conhecido.
O presente estudo foca a estrutura político-religiosa e a sociedade que animou este grande império marítimo.
A Época de Luís XIV de Ragnhild Hatton. Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 294 págs. B.
Durante o reinado de Luís XIV desenvolveu-se na Europa uma civilização cosmopolita. Neste livro se examinam as causas e os efeitos do aparecimento deste tipo de civilização; estudam-se as características do Primeiro Iluminismo, e assinala-se o nascimento de um tribunal europeu dando-se especial relevo à influência da França e de Luís XIV em todo este consolidar de uma consciência associativa que irá fazer carreira na Europa.
Herança do Helenismo de John Fergusson. Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 216 págs. B.
Em 334 a. C. Alexandre Magno inicia a conquista da Ásia e lança as bases de uma grande civilização comum – o Helenismo – de que Roma vírá a receber a melhor herança. O que «a herança do Helenismo» representa na história das civilizações modernas de construção de estruturas e de enriquecimento é assunto profundamente analisado no presente volume.
Discurso proferido pelo Exmo. Sr. Dr. José Barata, na sessão solene de 14 de Março de 1936, no Liceu de Sá da Bandeira, em comemoração da tomada de Santarém aos Muçulmanos.
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