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  • Encyclopedia of Archaeology

    Encyclopedia of Archaeology

    Gilbert Charles-Picard

    20,00 

    Archaeology-the study of man’s past by means of his material remains and traces -is an absorbing study that has captivated not only the professional and amateur, but also the general public. And yet this activity, which today employs the most exacting techniques, was once the province of the dilettante and the treasure seeker. This book describes the evolution of archaeology, examines the great discoveries which have revolutionised our concept of man’s development, and shows how seemingly insignificant fragments of the past can be made to yield their secrets.

  • Papas na Idade Média de Geoffrey Barraclough

    Papas na Idade Média

    Geoffrey Barraclough

    3,50 

    Com a política de Constantino Magno a Igreja inicou a sua estruturação e a hierarquia foi ganhando a par de uma clara definição teológica um ascendente de autoridade moral sobre os poderes do Estado. O mapa político do Velho Continente foi traçado com a bênção pontifícia durante a Idade Média. O que esse fénomeno implica…

  • Ilha da Páscoa de Cristina Sirigatti

    Ilha da Páscoa

    Cristina Sirigatti

    6,00 

    Ilha da Páscoa: Os Mistérios dos Gigantes de Pedra de Cristina Sirigatti.
    Público Comunicação Social. Porto, 2008, 185 págs. B.

    O Mistério

    O fascinio dos moai, as gigantescas estátuas de pedra da Ilha de Páscoa, com altura compreendida entre os 2 e os 10 metros e algumas toneladas de peso, desde sempre atraiu os viajantes que se deslocam a esta remota ilha. Desconhecida é, efectivamente, a sua função e inexplicável o facto de uma população desprovida de tecnologias avançadas ter podido erigir monumentos de uma tal imponència. Actualmente, muitos enigmas relativos à civilização e às origens do povo indigena carecem ainda de solução.

    Os Protagonistas

    Os primeiros contactos entre os europeus e a liha de Páscoa foram estabelecidos no decurso do século XVIII por navegadores provindos da Holanda, Espanha, Inglaterra ou França. A partir de então, a ilha tornou-se destino de todo o tipo de visitantes: do ecléctico Pierre Loti aos caçadores de escravos, dos missionários como Eugéne Eyraud aos tantos estudiosos, antropólogos, etnólogos e arqueólogos, como Alfred Métraux e Thor Heyerdahl.

    📘Plastificado de origem

  • O Trono e o Alter de Maurice Baring

    Trono e o Alter, O

    Maurice Baring

    3,00 

    Como e porquê a Inglaterra dos Tudors aceitou a Reforma? Eis o que detalhadamente nos explica Maurice Baring, cujo ponto de vista é o de um católico, que pensa que «o amor de Deus tem um equivalente no deus do Amor» neste extraordinário romance histórico que é O TRONO E O ALTAR. Diplomata, correspondente de…

  • Veneza Imperial (1380-1580)

    Veneza Imperial (1380-1580)

    D. S. Chambers

    3,50 

    Veneza Imperial (1380-1580) de D. S. Chambers.
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 215 págs. B.

    Em duzentos anos da história da Europa no período que vai de 1380 a 1580 Veneza desempenhou um papel de primordial relevância como nenhuma outra cidade independente tivera desde a Roma republicana. O seu império pode caracterizar-se como empresa comercial e os seus investimentos e interesses abarcavam uma enorme zona do mundo conhecido.

    O presente estudo foca a estrutura político-religiosa e a sociedade que animou este grande império marítimo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Época de Luís XIV, A

    Época de Luís XIV, A

    Ragnhild Hatton

    7,00 

    A Época de Luís XIV de Ragnhild Hatton.
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 294 págs. B.

    Durante o reinado de Luís XIV desenvolveu-se na Europa uma civilização cosmopolita. Neste livro se examinam as causas e os efeitos do aparecimento deste tipo de civilização; estudam-se as características do Primeiro Iluminismo, e assinala-se o nascimento de um tribunal europeu dando-se especial relevo à influência da França e de Luís XIV em todo este consolidar de uma consciência associativa que irá fazer carreira na Europa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Herança do Helenismo

    Herança do Helenismo

    John Fergusson

    7,00 

    Herança do Helenismo de John Fergusson.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1973, 216 págs. B.

    Em 334 a. C. Alexandre Magno inicia a conquista da Ásia e lança as bases de uma grande civilização comum – o Helenismo – de que Roma vírá a receber a melhor herança. O que «a herança do Helenismo» representa na história das civilizações modernas de construção de estruturas e de enriquecimento é assunto profundamente analisado no presente volume.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Traição e Pátria de José Barata

    Traição e Pátria

    José Barata

    7,50 

    Discurso proferido pelo Exmo. Sr. Dr. José Barata, na sessão solene de 14 de Março de 1936, no Liceu de Sá da Bandeira, em comemoração da tomada de Santarém aos Muçulmanos.

  • A Noite dos Facas-Longas de Max Gallo

    Noite dos Facas-Longas, A

    Max Gallo

    5,00 

    A Noite dos Facas-Longas: 30 de Junho de 1934 de Max Gallo.
    Livraria Bertrand. Amadora, s.d., 359 págs. E. Il.

    O episódio conhecido por “Noite das Facas Longas” consistiu na eliminação de milhares de pessoas que Hitler e as cúpulas do Partido Nazi acharam conveniente afastar, a pretexto de se poderem tornar obstáculos às ambições de controlo absoluto do aparelho político-militar, na ascensão de Hitler ao domínio total da Alemanha. Hitler, Heydrich, Göring, Himmler e Goebbels deram início ao massacre em Munique e Berlim, que se estenderia nos dias seguintes a 30 de Junho de 1934 a muitas cidades alemãs, não se sabendo quantos milhares de vidas terão sido ceifadas nesta operação arrepiante, que mudou, de facto, o curso da História da Alemanha e conduziu o mundo à catástrofe da Segunda Guerra Mundial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dossier Coimbra 1969

    Dossier Coimbra 1969

    António da Cruz Rodrigues

    20,00 

    Dossier Coimbra 1969 de António da Cruz Rodrigues [et al.].
    Livraria Sampedro Editora. Lisboa, 1970, 223 págs. B.

    Que, levou os autores a fazerem o presente inquérito aos acontecimentos académicos de Abril-Julho deste ano em Coimbra? Em primeiro lugar um sentimento de curiosidade e perplexidade e o desejo, mais, a necessidade de compreender. Precisamente, o que aconteceu? E como?

    Dizia-se que um “processo” contestativo tivera curso em Coimbra segundo os principias, método e as regras internacionalmente experimentados.

    Sabe-se como a ideia espalhada por toda a parte, relativamente aos movimentos estudantis estrangeiros dos últimos anos, é de que se trata de movimentos subversivos, de contestação geral da sociedade e não apenas académica aproveitando a nova classe dos estudantes como plataforma revolucioaria, esgotadas que estariam as possibilidades subversivas do proletariado. Seria assim em Coimbra?

    Soja como for, cremos que dos factos apurados sobressaem as regras de estratégia e da táctica reivindicativas aplicadas em Coimbra, allás com talento. Talvez não seja possivel de ora em diante ignorá-las, como spós outras crises.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tróia: Mito e Lenda

    Tróia: Mito e Lenda

    Maria Rosário Luberto

    6,00 

    Tróia: Mito e Lenda de Maria Rosário Luberto.
    Público Comunicação Social. Porto, 2009, 186 págs. B.

    O Mistério

    A celebérrima saga da guerra entre gregos e troianos, cantada por Homero e difundida ao longo dos séculos, parece ter encontrado confirmação na descoberta das ruínas da antiga ílio. Mas esta excepcional descoberta, em vez de ter dissipado as dúvidas, agudizou o mistério em torno dos acontecimentos celebrados pelo mito: muitas interrogações sobre a veracidade histórica da obra épica e sobre a sua exacta cronologia mantinham-se efectivamente sem resposta.

    Os Protagonistas

    0 nome de Tróia está indissoluvelmente ligado ao do seu descobridor, o arqueólogo de origem alemã Heinrich Schliemann. Animado de uma fé cega na saga homérica e coadjuvado pelo vice-cônsul inglês Frank Calvett, coroou o sonho de toda uma vida ao trazer à luz a antiga ílio e numerosos achados de inestimável valor. o chamado “tesouro de Príamo”

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  • Batalha da Resistência

    Batalha da Resistência

    Blake Ehrlich

    7,00 

    Batalha da Resistência (França 1940-1945)de Blake Ehrlich.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 276 págs. B. Il.

    Colecção Vida e Aventura, 11

    A Resistência em França, no decorrer da Segunda Guerra

    Mundial, é uma gesta em que se sucedem os actos de heroísmo

    patriótico e do mais extremado sacrifício individual. A defesa

    do solo sagrado da Pátria con tra o invasor alemão consumiu vidas, energias, vontades. Mas também deu lugar a que o nome de muitos homens, até então obscuros, ficasse inscrito entre os mais gloriosos do seu país. É essa epopeia que o jornalista Blake Ehrlich reconstitui com minúcia e agudo sentido dramático nesta obra excepcio nal. A abundância e riqueza do material em que se firma, o vasto número de testemunhas que interrogou -e que parti ciparam nesse drama – constituem a base a partir da qual Blake Ehrlich construiu esta visão retrospectiva do que foi a Resistência, centrando a sua descrição, sempre que possível, em casos individuais e circunstâncias concretas.

    📝 Assinatura de posse.

  • 25 de Abril de J. Aires Magalhães

    Vinte e Cinco: 25 de Abril

    J. Aires Magalhães

    3,00 

    Antes do mais, cumpre salientar que é ainda cedo para se fazer, com objectividade, rigor e imparcialidade, a História da Revolução do 25 de Abril de 1974. Ainda assim, tentaremos fazer um relato isento e indicar pistas para ulterior julgamento. Evitaremos, pois, os juízos de valor sobre os factos descritos e procuraremos limitar esse fenómeno…

  • La Guerra Aeronavalen el Atlántico y en el Ártico (Tomo IX) de Luís Carrero Blanco

    La Guerra Aeronavalen el Atlántico y en el Ártico (Tomo IX)

    Luís Carrero Blanco

    20,00 

    El aspecto naval de la segunda guerra mundial; La flota alemana en 1939, La flota británica en 1939, La flota francesa en 1939, El panteamiento del problema militar de la guerra en em mar en 1939, La acción de los corsarios de superficie; El asalto a Noruega; Actividad de las fuerzas de superficie alemanas después…

  • Homem e as Coisas

    Homem e as Coisas

    Francisco Mateus

    7,00 

    O Homem e as Coisas de Francisco Mateus.
    Direcção-Geral do Ensino Primário. Lisboa, s.d., 186 págs. B.

    Do índice: I – A Grande Jornada; II – As Invenções; III – As Lições do Acaso; IV – As Lições das Coisas; V – O que Houve; VI – O que Há; VII – O que Há-de Haver; VIII – A Grande Ideia; IX – A Pausa Necessária.

    📝 Assinatura de posse.

  • Colorário de Sagres

    Colorário de Sagres

    A. J. da Silva d' Azevedo

    8,00 

    Colorário de Sagres de A. J. da Silva d’ Azevedo.
    Agência-Geral do Ultramar. Lisboa, 1964, 117 págs. B.

    O autor, prof. da Universidade Pontifícia de São Paulo, num texto de síntese, no entanto, criterioso e bem documentado, analisa a vida, a obra e o legado do Infante D. Henrique na epopeia do Descobrimentos portugueses, que nas palavras do autor tiveram como corolário a “descoberta” das Américas

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.