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  • China: Gigante Milenário de Caroline Blunden

    China: Gigante Milenário

    Caroline Blunden

    7,50 

    Gigante Milenário de Caroline Blunden.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1992, 230 págs. E. Il.

    Em termos de continuidade de cultura, a China é a mais antiga civilização viva do Mundo e é uma das grandes potências internacionais dos nossos dias. Para tirar algum sentido do seu complexo presente, é essencial uma precisa e bem focada compreensão do seu passado.

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  • História Social: Problemas, Fontes e Métodos de Vitornino Magalhães Godinho

    História Social: Problemas, Fontes e Métodos

    Vitorino Magalhães Godinho

    7,00 

    História Social: Problemas, Fontes e Métodos de Vitornino Magalhães Godinho.
    Edições Cosmos. Lisboa, 1967, 347 págs. B.

    No colóquio na Escola Normal Superior de Sanit-Cloud (15-16 de Maio de 1965), destaca-se a necessidade de fortalecer o espírito científico nas ciências humanas, superando mitologias e assimilando metodologias rigorosas. Defende-se que Portugal deve contribuir ativamente para o avanço científico, enfrentando a sua própria realidade com abordagens inovadoras e firmes, sem se limitar a importar resultados externos

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  • Escola e os Descobrimentos: Feiras

    Escola e os Descobrimentos: Feiras

    Maria Cândida Proença

    7,00 

    Escola e os Descobrimentos: Feiras de Maria Cândida Proença.
    Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa, 1999, 136 págs. B.

    As feiras são, ainda hoje, uma das actividades que maior número de populações mobilizam no nosso país. Instituídas desde os primórdios da nacionalidade como actividades mercantis, a sua importância no fomento de desenvolvimento económico e social ficou atestada, não só pela rápida expansão que alcançaram, ainda na época medieval, como pela sua permanência até aos nossos dias. Hoje a sua estrutura só parcialmente coincide com a que apresentava na Idade Média, pois embora continuem a servir para garantir actividades mercantis regionais, de que poderemos encontrar exemplo nas feiras de gado que ainda perduram, adquiriram um carácter antropológico de diversão que, não raro, tem sido fundamental na preservação de costumes e tradições populares.

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  • Colonização Portuguesa e a Emergência do Brasil

    Colonização Portuguesa e a Emergência do Brasil

    José Fernandes Fafe

    5,00 

    Colonização Portuguesa e a Emergência do Brasil de José Fernandes Fafe.
    Temas e Debates. Lisboa, 2010, 214 págs. B.

    O ponto de partida do ensaio de José Fernandes Fafe: as críticas fortes e nalguns casos, não há dúvida que pertinentes, de grandes historiadores e economistas norte-americanos à colonização portuguesa do Brasil. Existe mesmo quem ponha Portugal, com a Espanha, em último lugar no quadro da classificação das colonizações. Havia que levantar a luva? Isto é, sujeitar a uma análise crítica esses argumentos contra a colonização portuguesa. O que o autor fez, e fazendo-o deparou com outros polémicos temas: o da modernidade, o do desenvolvimento, o do protestantismo e do catolicismo, a história do Brasil e dos Estados Unidos… E por aí fora, até à presente emergência do Brasil. Se a colonização portuguesa foi assim tão má, como se explica a actual emergência do Brasil? Outros temas ainda, que o ensaio não pôde evitar. O que há de português no brasileiro emergente de hoje? Diante das outras colonizações, existe alguma razão para que a portuguesa se sinta envergonhada, ou envaidecida? Se vier a haver uma civilização brasileira (não é impensável), a mais importante das suas raízes não será portuguesa? Enfim, possivelmente, este livro ir-se-á tornar uma obra indispensável a portugueses e brasileiros da segunda década do século XXI.

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  • Linhas de Rumo da Idade Média de Léopold Génicot

    Linhas de Rumo da Idade Média

    Léopold Génicot

    7,50 

    Linhas de Rumo da Idade Média de Léopold Génicot. Livraria Apostolado da Imprensa. Porto, 1963, 397 págs. B.

    Este livro, apenas se ocupa, no meio dos acontecimentos da história medieval, dos factos positivos, ou seja dos que constituiram um progresso para a humanidade. Houve-os negativos, como nos outros períodos, mais talvez até que em outros. Falar deles, seria dispersar a atenção do leitor e desviá-la do tema próprio deste trabalho.

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  • Geografia e Economia da Revolução de 1820

    Geografia e Economia da Revolução de 1820

    Fernando Piteira Santos

    7,50 

    Geografia e Economia da Revolução de 1820 de Fernando Piteira Santos.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1975, 179 págs. B.

    «Conjugando o essencial do político com o trabalho do investigador histórico e com o talento nato do sociólogo e do psicólogo da história, Piteira Santos construiu um ensaio de lucidez extrema em que afloram as mais aliciantes directivas de interpretação do passado à luz das preocupações do presente.»

    Álvaro Salema, Diário de Lisboa, 24 de Janeiro de 1963

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    Álvaro Salema, Diário de Lisboa, 24 de Janeiro de 1963

  • Mourre: Dicionário de Histório Universal de Claude Dubois

    Mourre: Dicionário de História Universal

    Claude Dubois

    25,00 
  • Terrorismo Allemão na Bélgica de Arnold J. Toynbee

    Terrorismo Alemão na Bélgica

    Arnold J. Toynbee

    30,00 

    Terrorismo Allemão na Bélgica de Arnold J. Toynbee.
    Eyere and Spottiswoode. 1917, 142. E.

    FORMA o assumpto d’este livro o tratamento da população civil nos territorios devastados pelos exercitos allemães, nos tres primeiros mezes da Guerra Europeia, e não é elle mais que uma encadeiada narrativa, baseiada em publicados documentos,* serão reproduzidos na integra ou apenas citados, afim de tornar este trabalho mais breve. que ou

    Á vista dos documentos agora publicados pelas duas partes, torna-se finalmente possivel apresentar uma narrativa precisa d’aquillo que realmente se passou.

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  • Testamento de Noé de Paul Poesson

    Testamento de Noé

    Paul Poesson

    5,00 
  • Ano Décimo da Revolução Nacional

    Ano Décimo da Revolução Nacional

    SPN

    7,50 

    Ano Décimo da Revolução Nacional de SPN.
    Edições SPN. Lisboa, 1936 [?], 39 págs. B.

    «Neste curto período de dez anos recuperou-se aquele estado de espírito que animou a formação da nossa unidade, garantiu a nossa independência política e realizou a obra grandiosa das Descobertas e da Colonização.»

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  • Incas: Senhores dos Andes

    Incas: Senhores dos Andes

    Carmen Salazar

    5,00 

    Incas: Senhores dos Andes de Jean-François Bouchard.
    Selecções do Reader’s Digest. Lisboa, 2004, 192 págs. E. Il.

    Na segunda metade do século xv, algumas dezenas de milhar de indivíduos – os Incas – conquistaram um território que se estendia pela cordilheira dos Andes ao longo de mais de 4000 quilómetros. O seu poder, porém, é efémero: em 1532, o Império Inca cai nas mãos dos Espanhóis.

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  • O Enigma dos Maias de P. Guirão

    Enigma dos Maias, O

    P. Guirão

    5,00 
  • A China: o Império do Meio de Celine de Queral.

    China: o Império do Meio

    Celine de Queral

    5,00 

    e.

  • Estados e Sociedades

    Estados e Sociedades

    Annette Carter

    5,00 

    Estados e Sociedades: Civilizações da Europa e da África de Annette Carter.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1996, 128 págs. E. Il.
    Enciclopédia Ilustrada da Humanidade | 6

    A Enciclopédia Ilustrada da Humanidade apresenta as últimas descobertas de duzentos académicos e cientistas espalhados por todo o mundo. Cada volume contém mais de meia centena de fotografias a cores e dezenas de ilustrações, diagramas e reconstruções.

    O resultado é uma história épica da evolução humana ao longo de quatro milhões de anos, desde a origem da espécie até um estudo sobre a vida dos povos tradicionais do mundo moderno.

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  • Revolução de 1383 de António Borges Coelho

    Revolução de 1383

    António Borges Coelho

    7,50 

    Revolução de 1383 de António Borges Coelho.
    Seara Nova. Lisboa, 1975, 182 págs. B.

    Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista).

    Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.

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  • Dossier Resistência de Richard Collier.

    Dossier Resistência

    Richard Collier

    5,00 

    A resistência ao Nazismo continua ciosamente secreta nalguns aspectos fundamentais.
    Do inferno dos arquivos, das confissões dos «livros brancos»,
    vem-se revelando dia a dia o mundo subterrâneo dos arrepios diplomáticos e das aventuras de coragem que sustentaram a grande batalha dos patriotas contra o invasor alemão.
    Dossier: Resistência por Richard Collier é o relato inconfidencial grande operação-a da muralha do Atlântico. A objectividade das suas páginas negras de uma parte dessa
    só poderá realçar a grandeza dos mártires e dos heróis
    que deram à História o seu rumo mais justo.