A mostrar 385–400 de 407 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Anglo-Portuguese Telephone (1887-1967)

    Anglo-Portuguese Telephone (1887-1967)

    Luiz Teixeira

    70,00 

    Anglo-Portuguese Telephone (1887-1967): Subsídios para a Sua HistóriaLuiz Teixeira.
    APT. 1967 [?], 106 págs. E.

    The Anglo Portuguese Telephone C.º Ldt., companhia responsável por servir as áreas telefónicas de Lisboa e Porto entre 1887 e 1967, consagrada à descrição da empresa na diversidade dos seus órgãos e na multiplicidade das suas funções, à enumeração dos acontecimentos mais importantes da sua história e à documentação dos termos em que se processou a sua liquidação, baseada nas modernas tendências de exploração telefónica. Os textos introdutórios documentam de forma sumária a introdução do invento de Bell em Portugal, os acontecimentos mais importantes da vida da companhia e da sua administração e ainda a sua estrutura em matéria de pessoal e capital. Contém um extenso anexo, apresentando apensas as listas dos administradores britânicos e portugueses da empresa entre 1887 e 1967, a data de entrada em serviço das várias estações telefónicas da área de Lisboa e alterações do sistema de funcionamento, gráficos documentando a evolução da empresa

    [Número 97) acondicionado dentro de estojo editorial. Ilustrado com desenhos e gráficos. Obra comemorativa dos oitenta anos de existência da The Anglo Portuguese Telephone C.º Ldt]

  • Portugal: 500 Anos Depois

    Portugal: 500 Anos Depois

    José de Paula Machado

    15,00 

    (…) Convictos de que tal propósito só poderia atingir-se de um modo muito simples, utilizando linguagens elementares e sensoriais, com forte estimulação a partir da Image, acolhemos a ideia original de José Paula Maccado e o título que já havia escolhido para uma grande Exposição que queria apresentar no Ano 2000, em Lisboa e no Rio de Janeiro – “500 Anos Depois”…

  • Fogueira de Namugongo

    Fogueira de Namugongo

    Redacção Além-Mar

    7,00 

    Fogueira de Namugongo de Redacção Além-Mar.
    Editorial Além-Mar. Lisboa, s.d., 120 págs. B.

    História do Martírio de 22 Filhos da África Central que, no século passado, deram um magnífico testemunho da sua fé.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Le Portugal Entre Deux Révolutions

    Le Portugal Entre Deux Révolutions

    Pierre Debray

    10,00 

    Le Portugal Entre Deux Révolutions de Pierre Debray.
    Au Fils d’ Ariane. França, 1963, 111 págs. B.

    Depuis plus de 30 ans, Salazar gouverne le Por tugal sans les partis. Ceux-ci ont perdu leur exis tence légale. En fait, ils continuent de mener une vie larvaire, que le régime (ou plutôt comme on l’appelle au Portugal, la Situation) considère avec une indulgence amusée.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lições de História da Civilização

    Lições de História da Civilização

    Abílio Antunes Pereira da Silva

    7,00 

    Lições de História da Civilização de Abílio Antunes Pereira da Silva.
    Imprensa Portugal-Brasil. Amadora, 1956, 511 págs. B.

    Índice

    Introdução (Generalidades)

    Capítulo I – A História

    Capítulo II – A Pré-História

    História Antiga

    I – Antiguidade Oriental
    Civilização Egípcia
    Civilização Caldaico-Assíria
    Civilização Persa
    Civilização Fenícia
    Civilização Hebraíca

    II – Antiguidade Clássica
    Civilização Grega
    Civilização Romana

    III – Antiguidade Média
    Civilização Medieval – Cristã

    Civilização Muçulmana

    IV – Idade Moderna
    Civilização do «Renascimento»
    Civilização Europeia nos Séculos XVII e XVIII

    V – Idade Contemporânea
    Civilização Europeia nos séculos XIX e XX

    📝 Assinatura de posse.
    📝Sublinhados a lápis.

  • France de 1945 a 1976, La

    France de 1945 a 1976, La

    R. Coppolani

    10,00 

    La France de 1945 a 1976 à travers un Choix d’ Articles du Monde (Vol.I)  de R. Coppolani.
    Hatier. França, 1976, 255 págs. B.

    Cet ouvrage réunit des articles du Monde analysant l’histoire et la société française de l’après-guerre aux années 70, en couvrant politique, économie et société. Il inclut des outils pédagogiques et classe les articles chronologiquement. L’économie est abordée tant pour les spécialistes que via ses impacts politiques et sociaux, offrant une perspective critique sur les enjeux contemporains.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Drama de Nuremberg de Carlos Ferrão

    Drama de Nuremberg

    Carlos Ferrão

    7,50 

    O Drama de Nuremberg de Carlos Ferrão.
    Editorial O Século. Lisboa, s.d., 327 págs. B.

    Durante mais de dez meses, na sala das sessões do Tribunal de Nuremberg foram julgados vinte e quatro indivíduos que o mundo se habituou a conhecer pela designação de ´grandes criminosos de guerra` . Esta era a aparência por detrás da qual se ocultava uma realidade profunda de cujo verdadeiro significado nem todos se aperceberam de imediato. Mais do que os crimes praticados por duas dúzias de responsáveis foi o próprio crime de guerra que esteve a ser julgado e foi condenado em Nurmberg.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nova Rússia, A

    Nova Rússia, A

    Henri Massis

    7,50 

    A Nova Rússia de Henri Massis.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1945, 264 págs. B.

    Tudo ignorando sobre a Rússia, saltando a seu respeito de ilusão em ilusão, a maior parte dos franceses ainda há pouco alimentava as mais contraditórias opiniões quanto a ésse pais. Para uns, AU, R. S. S. era o pais de maior desenvolvimento da civilização, o farol e o guia de todos os povos, a pátria de todos os proletários Para os outros, era apenas um território assolado onde reinavam a desordem, a fome e o desespero, onde a população inteira esperava somente a primeira oportunidade e o primeiro abalo para derrubar a detestada tirania reinante.

    📝 Assinatura de posse.

  • D. Pedro II

    D. Pedro II

    Luís Chaves

    6,00 

    D. Pedro II de Luís Chaves.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1969, 177 págs. B.

    A «COLECÇÃO HISTÓRIA DE PORTUGAL» representa uma iniciativa editorial de notável alcance patriótico: dar a conhecer, através de pequenos volumes, as épocas de maior esplendor material e espiritual do nosso Pais.

    O Infante D. Pedro a caminho do Trono (1667);
    O Príncipe D. Pedro na Regência do Reino (1667-1683);
    O Rei D. Pedro II no Trono (1683-1706);
    Sucessão do Trono (1698); A Diplomacia de D. Pedro (1701-1706);
    A Cultura: o Seiscentismo; Academias; Letras e Artes; Aspecto Geral do Período de D. Pedro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    O Infante D. Pedro a caminho do Trono (1667);
    O Príncipe D. Pedro na Regência do Reino (1667-1683);
    O Rei D. Pedro II no Trono (1683-1706);
    Sucessão do Trono (1698); A Diplomacia de D. Pedro (1701-1706);
    A Cultura: o Seiscentismo; Academias; Letras e Artes; Aspecto Geral do Período de D. Pedro.

  • António Galvão, o "Apóstolo das Molucas"

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas”

    Joaquim Costa

    7,50 

    António Galvão, o “Apóstolo das Molucas” de Joaquim Costa.
    Agência Geral das Colónias. Lisboa, 1943, 96 págs. B.

    A História contraiu uma grande divida com António Galvão, notável governador das Ilhas de Maluco em 1536 e que é justo e urgente tirar do «rol dos esquecidos. Homem de caracter, probo e esforçado, honrou em todas as circunstâncias o nome de Portugal e servir com desinteresse, galhardia e lealdade, Deus, a Pátria e o Rei. Quando o Rev. Richard Hakluyt deliberou, em 1601, publicar a crónica das viagens e descobrimentos dos inglêses, seus compatriotas, fizeram-lhe notar que êsse trabalho seria incompleto se não desse a conhecer o que os portugueses tinham anteriormente feito em matéria de descobertas e navegação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerrilha do Che

    Guerrilha do Che

    Regis Debray

    5,00 

    A Guerrilha do Che de Regis Debray.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1975, 142 págs. B.

    E se fosse a mesma coisa no caso da revolução boliviana? E Se a Bolívia de 1950 pudesse ser alcunhada, como a Rússia de 1905, de «prenha de duas revoluções, incapaz de engendrar a primeira, a nacional-burguesa, sem desencadear a segunda, a socialista», não há razão nenhuma para ficarmos no meio da comparação e nos abstermos de sustentar que, como na Rússia de 1905, a questão da transformação de um começo de revolução nacional -burguesa em revolução socialista-proletária, depende do lugar que será dado respectivamente ao campesinato pobre e à pequena-burguesia urbana empobrecida em relação à hegemonia proletária.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerra de Tróia, A

    Guerra de Tróia, A

    Lindsay Clarke

    7,50 

    A Guerra de Tróia de Lindsay Clarke.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2004, 420 págs. B.

    A recuperação do mito e das lendas de Tróia através da escrita envolvente de Lindsay Clarke, vencedor do prémio ‘Whitbread’ para ficção (1989).

    Peleus e Tétis, Paris e Helena, Agamenon e Clitemnestre, Aquiles, Odisseu e Heitor – a todos Clark dá nova vida numa versão das suas histórias que se mantém fiel à forma mítica mas que envolve o leitor num surpreendente drama de paixões.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História da Revolução de Agosto

    História da Revolução de Agosto

    Maria Isabel Pinto Ventura

    5,00 

    História da Revolução de Agosto de Maria Isabel Pinto Ventura.
    Edições Maria da Fonte. s.d., 1976, 170 págs. B.

    Agosto de 1945.
    Agosto de 1970.
    Vinte e cinco anos são passados.

    Durante este período histórico, o nosso povo, à custa de muitas dificuldades e sacrifícios, edificou uma obra gloriosa.

    Orgulhamo-nos do nosso Partido e do nosso presidente Ho Chi Minh, dirigente genial  e grande educador do nosso povo. Sob a sua direcção, a nossa classe operária e a nossa nação fizeram triunfar a Revolução de Agosto e restauraram o Vietname no mapa do mundo. A vitória da Revolução de Agosto, e as da resistência contra os colonialistas franceses antigamente e da resistência anti-americana do presente, glorificaram a nossa Pátria, elevaram o prestígio do nosso Partido e do nosso povo, assim como a posição do nosso país numa arena internacional.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Os Idos de Março e a Queda em Abril de Alberto Dines

    Idos de Março e a Queda em Abril

    Alberto Dines

    15,00 

    Os Idos de Março e a Queda em Abril de Alberto Dines.
    José Alvaro Editor. Brasil, 1964, 403 págs. B.

    O comício da sexta-feira 13, a insubordinação dos marinheiros, o improviso de Jango aos sargentos, a agitação de Brizola, a actividade dos comunistas, a euforia, paixão e desmoronamento das esquerdas, o início da revolução dentro do exército, os primeiros contactos, a proclamação de Magalhães Pinto e dos generais Mourão e Guedes, o entrincheiramento de Lacerda no Palácio Guanabara, as falas de Ademar, os diálogos Kruel-Jango, a debandada no Palácio das Laranjeiras, a fuga para o exílio, os pedidos de asilo, as prisões, a cassação dos direitos políticos, a eleição e posse de Castelo Branco. Todos os acontecimentos que revolucionaram a vida brasileira, de 13 de Março a 15 de Abril de 1964, observados, de ângulos diferentes por oito jornalistas, Alberto Dines, Antonio Callado, Araujo Netto, Carlos Castelo Branco, Claudio Mello e Souza, Eurilo Duarte, Pedro Gomes e Wilson Figueiredo e ilustrado por um apêndice de documentos e um caderno de fotografias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arma da Vitória

    Arma da Vitória

    E. R. Stettinius Jr

    7,50 

    A Arma da Vitória de E. R. Stettinius Jr..
    Editorial O Século. Lisboa, s.d., 419. E.

    As Nações Unidas estavam, de novo em Marcha. A fortaleza da Europa começava a desmantelar-se. O meu pensamento voou para um certo dia, três anos antes. Quando não havíamos ainda compreendido que a defesa das nações que combatiam o Eixo era vital para a nossa própria defesa. Quando não éramos ainda as Nações Unidas. A Bélgica acabava de se render. Os ingleses encontravam-se encurralados na Flandres. A  França caía. Havia o perigo iminente dos Estados Unidos virem e e achar-se sós contra um mundo hostil

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crimes da Monarquia

    Crimes da Monarquia

    Alexandre Cabral

    10,00 

    Os Crimes da Monarquia – Julgamento realizado em 1891 no Supremo Tribunal de “Justiça” («Jornal Académico Republicano» de Lisboa) de Alexandre Cabral.
    Seara Nova. Lisboa, 1973, 150 págs. B.

    As peças que constituem o Julgamento de “Os Crimes da Monarquia”, que decorreu no cenário fantasioso do Supremo Tribunal d’A Justiça (de facto, ao que presumimos, numa modesta sala de redacção do «jornal académico repúblicano» que tinha por título “A Justiça”), correspondem aos 14 artigos que sobre o extraordinário Julgamento a folha académica de Lisboa inseriu nas suas colunas de honra de 4 a 21 de Julho de 1891.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.