Antiga Roma: História de uma Civilização que Dominou o Mundo de Anna Maria Liberati. Editorial Verbo. Lisboa, 2004, 291 págs. E.
Nenhuma outra civilização terá suscitado tanto interesse como o grande império da Antiga Roma. O legado da sua arquitectura, política, cultura e arte sobreviveu através dos séculos, continuando a exercer uma irresistível atracção mesmo no mundo tecnológico de hoje. Antiga Roma traça a dramática história do Império Romano enfatizando a sua ascensão e queda bem como a sua duradoura influência social, cultural, militar e política. Das grandes vitórias e costumes quotidianos, às obras de arte e objectos domésticos, esta narrativa polivalente oferece uma incursão fascinante pela complexa e sofisticada sociedade que em tempos dominou o Mundo.
Liberté Couleur d’ Oeillet – Histoire du XXe Siècle Portugais de Christian Rudel. Fayard. França, 1980, 358 págs. B.
Un long chapitre de l’histoire portugaise est clos. Les caravelles que l’Infant Henrique avait lancées à la conquête du monde sont revenues au port après un tour du monde de cinq siècles. Le Portugal n’occupe plus désormais, à l’extrême Occident européen, que le petit rectangle de terres pauvres qu’il avait conquis voici huit siècles. Encore enivré des rêves et des actions de sa longue aventure ultra-marine, il cherche désormais la voie pour redevenir un pays européen à part entière.
O Nascimento da Moderna Historiografia de Georges Lefebvre. Livraria Sá da Costa. Lisboa, 1981, 370 págs. B.
Georges Lefebvre consagrou, em 1945-1946, um dos últimos cursos que deu na Sorbonne à história da história; do referido curso apa receu nessa altura uma versão do Centre de Documentation Universitaire, sob o título Notions d’Historiographie moderne. O livro que ora se publica é a reprodução desse ori ginal, ligeiramente modificado por algumas correcções e acrescentos de pormenor, que em nada lhe alteram o espírito ou o estilo. A lucidez e a simpatia de Georges Lefebvre fazem ainda hoje de O Nascimento da Moderna Historiografia uma obra clássica para todos os candidatos a historiadores e também o guia mais inteligente e mais huma no para a exploração desse continente quase desconhecido que é a história da história.
Características do exemplar 📝Sublinhados a lápis 🗒️Anotações marginais
🔸Lombada com vincos de leitura
International Relations since 1945 de John W. Young {et al.]. Oxford University Press. Inglaterra, 2004, 743 págs. B.
International Relations Since 1945 provides a comprehensive introduction to global political history since World War II. The text has been comprehensively updated to cover the period between 2001 and 2012. Discussing the World Trade Center bombing and concluding with the run-up to the 2012 US presidential elections, a new final section outlines broad developments including the changing world order and the global financial crisis. Three new chapters look at terrorism, the wars in Iraq and Afghanistan, and the rise of major new powers, including China. Student learning is supported by a range of helpful learning features, including biographies of key figures and chronologies of events.
“(…) Durante séculos manifesta-se na arquitectura uma ausencia de relação necessária entre forma e estrutura, como uma ausência de transposição lógica entre interior e composição de fachada, o que confundiu sempre os viajantes e estrangeiros. Do Manuelino ao Barroco o interior mantém-se velado por uma arquitectura que se define sobretudo pelo tratamento simbólico dos seus elementos funcionais. (…) Só com uma visão englobando Oriente e Ocidente podem ser compreendidos os interiores portugueses, onde o azulejo vinha envolver esses espaços de uma película de preciosos brilhos, num clima estático e abandonado, sem qualquer relação lógica estrutural (…) Na charneira de vários mundos, nem Oriente nem Ocidente, a história e arte portuguesas não podem ser entendidas sob uma perspectiva exclusivamente europeia: os eu pensamento, o seu temperamento, as suas concepções de espaço e tempo, a sua maneira de ser, são uma visão particular desses vários mundos.”
Há muito que se sentia a necessidade de preencher a extensa lacula de conhecimentos de muits portugueses sobre a Monarquia que os serviu durante cerca de 800 anos. Na verdade, e infelizmente, o seu papel na génese e desenvolvimento da Nação é frequentemente ignorado, e o pouco conhecimento existente é reduzido a esteriótipos deformadores da verdade histórica. (…) O livro que me pediram que prefacie não é uma apologia da Monarquia Portuguesa nem, ainda menos, um instrumento de propaganda, uma obra de facção ou um combate contra quem quer que seja. Os seus autores, com credenciais intelectuais bem conhecidas, subordinam-se a critérios de rigor e isenção ideológica. O seu único compromisso é com a História. in Prefácio Gonçalo Ribeiro Telles.
Art and Culture Around 1492 de Joan Sureda. Expo’92. Espanha, 1992, 408 págs. B.
The theme of Expo’92, the 1992 Seville Univeral Exposition, is the Age of Discoveries, i.e., the scientific, technological and cultural achievements of mankind over the last five hundred years, rom the voyages of Columbus to our ow times.
Anglo-Portuguese Telephone (1887-1967): Subsídios para a Sua HistóriaLuiz Teixeira. APT. 1967 [?], 106 págs. E.
The Anglo Portuguese Telephone C.º Ldt., companhia responsável por servir as áreas telefónicas de Lisboa e Porto entre 1887 e 1967, consagrada à descrição da empresa na diversidade dos seus órgãos e na multiplicidade das suas funções, à enumeração dos acontecimentos mais importantes da sua história e à documentação dos termos em que se processou a sua liquidação, baseada nas modernas tendências de exploração telefónica. Os textos introdutórios documentam de forma sumária a introdução do invento de Bell em Portugal, os acontecimentos mais importantes da vida da companhia e da sua administração e ainda a sua estrutura em matéria de pessoal e capital. Contém um extenso anexo, apresentando apensas as listas dos administradores britânicos e portugueses da empresa entre 1887 e 1967, a data de entrada em serviço das várias estações telefónicas da área de Lisboa e alterações do sistema de funcionamento, gráficos documentando a evolução da empresa
❗ [Número 97) acondicionado dentro de estojo editorial. Ilustrado com desenhos e gráficos. Obra comemorativa dos oitenta anos de existência da The Anglo Portuguese Telephone C.º Ldt]
(…) Convictos de que tal propósito só poderia atingir-se de um modo muito simples, utilizando linguagens elementares e sensoriais, com forte estimulação a partir da Image, acolhemos a ideia original de José Paula Maccado e o título que já havia escolhido para uma grande Exposição que queria apresentar no Ano 2000, em Lisboa e no Rio de Janeiro – “500 Anos Depois”…
Le Portugal Entre Deux Révolutions de Pierre Debray. Au Fils d’ Ariane. França, 1963, 111 págs. B.
Depuis plus de 30 ans, Salazar gouverne le Por tugal sans les partis. Ceux-ci ont perdu leur exis tence légale. En fait, ils continuent de mener une vie larvaire, que le régime (ou plutôt comme on l’appelle au Portugal, la Situation) considère avec une indulgence amusée.
La France de 1945 a 1976 à travers un Choix d’ Articles du Monde (Vol.I) de R. Coppolani. Hatier. França, 1976, 255 págs. B.
Cet ouvrage réunit des articles du Monde analysant l’histoire et la société française de l’après-guerre aux années 70, en couvrant politique, économie et société. Il inclut des outils pédagogiques et classe les articles chronologiquement. L’économie est abordée tant pour les spécialistes que via ses impacts politiques et sociaux, offrant une perspective critique sur les enjeux contemporains.
O Drama de Nuremberg de Carlos Ferrão. Editorial O Século. Lisboa, s.d., 327 págs. B.
Durante mais de dez meses, na sala das sessões do Tribunal de Nuremberg foram julgados vinte e quatro indivíduos que o mundo se habituou a conhecer pela designação de ´grandes criminosos de guerra` . Esta era a aparência por detrás da qual se ocultava uma realidade profunda de cujo verdadeiro significado nem todos se aperceberam de imediato. Mais do que os crimes praticados por duas dúzias de responsáveis foi o próprio crime de guerra que esteve a ser julgado e foi condenado em Nurmberg.
A Nova Rússia de Henri Massis. Livraria Tavares Martins. Porto, 1945, 264 págs. B.
Ensaio de Henri Massis sobre a União Soviética, publicado originalmente sob o título Découverte de la Russie, que parte do contraste entre as duas imagens antagónicas que a opinião francesa fazia da Rússia soviética nas décadas anteriores à Segunda Guerra Mundial: por um lado, modelo civilizacional e farol dos povos; por outro, território de miséria, fome e tirania prestes a ruir. É a partir deste confronto de percepções contraditórias que o autor desenvolve a sua análise do país.
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