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  • Romance do Nosso Meio Século (6) de Gilbert Guilleminault.

    Romance do Nosso Meio Século (6)

    Gilbert Guilleminault

    7,00 

    Romance do Nosso Meio Século (6) de Gilbert Guilleminault.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 208 págs. E. Il.

    O Romance do Nosso Meio Século vem relembrar, em páginas de inolvidável frescura, os grandes dramas e as frívolas loucuras de 50 anos de perturbante encanto.

     

    1. volume: A abdicação de Eduardo VIII (1936) O mistério dos processos de Moscovo – A queda de Barcelona (26 de Janeiro de 1939) – O assassinato de Leão Trotsky, o homem perseguido (20 de Agosto de 1940)

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  • Romance do Nosso Meio Século (1)

    Romance do Nosso Meio Século (1)

    Gilbert Guilleminault

    7,00 

    Romance do Nosso Meio Século (1) de Gilbert Guilleminault.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 208 págs. E. Il.

    O Romance do Nosso Meio Século vem relembrar, em páginas de inolvidável frescura, os grandes dramas e as frívolas loucuras de 50 anos de perturbante encanto.

    1º Volume: Terror em São Francisco – A Louca Aventura de J. Lebaudy – Nascimento do “Jazz”.

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  • Peru de G. H. S- Bushnell

    Peru

    G. H. S- Bushnell

    7,00 

    Peru de G. H. S- Bushnell
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 213 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 16

    Os Primeiros Caçadores
    Os Primeiros Agricultores
    Período Formativo
    O Período Clássico
    O Pós-Clássico Inicial
    O Pós-Clássico Final I – Período dos Construtores de Cidades
    O Pós-Clássico Final II – Inca

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  • Diário de Guerra na Rússia

    Diário de Guerra na Rússia

    Arthur Nisin

    6,00 

    Diário de Guerra na Rússia de Arthur Nisin
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, s.d., 204 págs. B.
    Colecção: Excelsior

    Arthur Nisin morreu em Janeiro de 1962 fulminado por uma crise cardíaca, apenas com 43 anos. Nascera em Novembro de 1918 em Esneux, perto de Liège. Durante a ocupação alemã participou activamente na Resistência.

     

    Em 1945 foi nomeado professor de filosofia no liceu de Eupen (Bélgica) onde conheceu um participante da campanha da Rússia cujos relatos lhe inspiraram o presente livro. DIÁRIO DE GUERRA NA RÚSSIA é, pois, baseado em factos autênticos. O sargento Heinemann existiu: era um padre conhecido pelas suas ideias anti-nazis e que, por isso, foi compulsivamente incorporado na Wehrmacht. Este padre-soldado, embora sujeito à disciplina militar, manteve-se refractário às ideias defendidas pelos chefes do nacional-nacionalismo. Foi então enviado para a frente russa, onde os seus conhecimentos da língua o designaram como intérprete das autoridades ocupantes junto da população. Nessa qualidade teve de anunciar as autoridades civis medidas militares que as suas convicções e comportamento cristãos repudiavam, sucumbindo à angústia da sua impotência para obstar à consumação dos factos que presenciara, pouco depois do relato que fez a Arthur Nisin e que este tão brilhantemente romanceou no volume que ora temos o prazer de apresentar ao público.

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  • Citas

    Citas

    Tamara Talbot Rice

    7,50 

    Citas de Tamara Talbot Rice
    Editorial Verbo. Lisboa, 1974, 252 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 37

    Índice
    Os Reis Citas
    Antecedentes
    O Povo
    Túmulos
    Bens Terrenos
    A Arte no Mundo Cita
    A Herança Cita
    Sepulturas Mais Importantes dos Citas e Nómadas Aparentados

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  • Ur: O Mistério da Necrópole

    Ur: O Mistério da Necrópole

    Cinzia Caiazzo

    6,00 

    Ur: O Mistério da Necrópole de Cinzia Caiazzo [Dir.].
    Público Comunicação Social. Porto, 2009, 189 págs. B.

    O mistério

    A história desta antiquíssima localidade entrecruza-se durante séculos com a tradição bíblica. Na verdade, alguns estudiosos asseveram ser Ur a cidade que viu nascer o patriarca Abraão, enquanto outros procuraram nela os vestígios do dilúvio universal. Numa zona frequentemente fustigada por conflitos armados, grande parte da cidade aguarda ainda o momento de ver a luz e de assim poder revelar ao mundo a sua história e os seus mistérios.

    Os protagonistas

    Quando, em 1922, Charles Leonard Woolley deu início a uma campanha de escavações nas proximidades de Ur, não supunha seguramente estar prestes a ver-se perante tal imensidão de tesouros. Para além do grandioso zigurate, que deveria pontificar, majestoso, sobre a antiga cidade, Woolley e o seu colaborador Max Mallowan descobriram também uma riquíssima necrópole real onde se conservavam objectos de inestimável valor.

    📘Plastificado de origem

  • Universo: Os Deuses, os Homens de Jean-Pierre Vernant

    Universo: Os Deuses, os Homens

    Jean-Pierre Vernant

    9,00 

    Universo: Os Deuses, os Homens de Jean-Pierre Vernant.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 175 págs. E.

    Jean-Pierre Vernant é um dos mais renomados helenistas europeus. Estudioso da cultura grega há cinquenta anos, ele conhece o fascínio que os mitos clássicos continuam a exercer sobre os homens. O Universo, os Deuses, os Homens é uma boa prova disso.

    Guia de introdução à mitologia, a obra reúne algumas das mais belas histórias da Antiguidade Clássica e mostra como os mitos podem renovar-se em cada um dos dramas, aventuras e tragédias que protagonizam.

    Como um avô que conta histórias para o seu neto — afinal, foi assim que começou o projeto deste livro — Vernant narra episódios como a luta de Zeus contra os Titãs, a fuga de Ulisses, que escapa das sereias que queriam encantá-lo, e o roubo do fogo do Olimpo, feito por Prometeu e que acabou por dar origem aos homens.

    O seu grande trunfo, porém, é misturar mitologia e filosofia com estudos de história, antropologia e linguística, revelando-se um investigador extremamente original.

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  • O Mundo Antigo de Margaret Oliphant

    Mundo Antigo, O

    Margaret Oliphant

    8,00 

    O Mundo Antigo de Margaret Oliphant.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1993, 220 págs. E. Il.

    A espectacular evolução das grandes civilizações, incluindo o Egipto, Pérsia, Grécia, Roma, China e América.

    A ascenção e queda dos grandes impérios desaparecidos e o esplendor redescoberto de cidades lendárias.

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  • História de Espanha de Arturo Pérez-Reverte

    História de Espanha

    Arturo Pérez-Reverte

    7,50 

    História de Espanha de Arturo Pérez-Reverte.
    Edições ASA. Porto, 2020, 237 págs. B.

    Neste relato pessoal, irónico e sempre sagaz, Arturo Pérez-Reverte conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra concebida, segundo o autor, como “um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa”.

    Das origens de Espanha até ao final da transição para o regime democrático, os principais acontecimentos da história do nosso vizinho ibérico são narrados com um olhar único, construído com as doses certas de leituras, experiência e senso comum.

     

    “O olhar com que escrevo romances e artigos, não fui eu que o escolhi – diz o autor -, é, sim, o resultado de todas essas coisas: a visão, mais ácida do que doce, de quem, como diz um dos meus personagens, sabe que ser lúcido em Espanha acarreta sempre muita amargura, muita solidão e pouca esperança.”

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  • Os Templários: o Espírito Santo e Idade de Ouro de Manuel Breda Simões

    Templários: o Espírito Santo e Idade de Ouro, Os

    Manuel Breda Simões

    7,00 

    Os Templários: o Espírito Santo e Idade de Ouro de Manuel Breda Simões [Org.]
    Ésquilo. Lisboa, 2005, 176 págs. B. Il.

    Nesta obra o leitor tem acesso a um conjunto de textos da autoria de filósofos e investigadores de grande mérito: António Quadros, Georges Gusdorf, Lima de Freitas, Manuel Breda Simões, Maria Leonor Carvalho Buescu, Paul-Georges Sansonetti, Paulo Esteves Borges e Yvette Centeno.

    Estes autores, precursores do novo paradigma, penetram na dimensão do simbólico e do carácter espiritual da História abrindo caminho para um entendimento mais aprofundado da tradição templária, do imaginário europeu e das próprias raízes mítico-espirituais da cultura portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Templários e o Sudário de Cristo, Os01.43

    Templários e o Sudário de Cristo, Os

    Barbara Frale

    10,00 

    Os Templários e o Sudário de Cristo de Barbara Frale.
    Edições 70. Lisboa, 2010, 197 págs. B. Il.

    É quase certo que os Templários, a mais poderosa ordem religiosa e militar da Idade Média, tenham sido os guardiões do Sudário de Cristo, hoje conservado em Turim. Venerado no mais absoluto segredo, o Sudário, de que apenas os mais altos dignitários da ordem sabiam a natureza, fazia parte do tesouro central dos Templários. Numa época de confusão doutrinal da Igreja, o Santo Sudário representava um poderoso antídoto para a proliferação da heresia. Ao seguir o itinerário da relíquia pela Idade Média, a autora retrocede no tempo, até ao dealbar da era cristã, dando-nos, assim, uma nova perspectiva sobre esta relíquia controversa.

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  • Templários de Eduardo Amarante

    Templários

    Eduardo Amarante

    30,00 

    Templários: de Milícia Cristã a Sociedade Secreta de Eduardo Amarante.
    Apeiron Edições. Portimão, 2011, 3 vols. E. Il.

    A Ordem do Templo, obreira de um novo tempo, foi pioneira em resgatar das antigas culturas e tradições, da filosofia e do cristianismo primitivo, elevados valores humanos de conduta moral e religiosa, tão necessários para o conturbado período que se seguiu ao ano 1000. Paralelamente a este aspecto interno, o seu mentor e orientador, Bernardo de Claraval, desenhou um plano mais amplo de cariz externo: fundar um império cristão, balizado em valores de tolerância e fraternidade universais, constituído por homens de fé e cavaleiros valorosos e capazes de combater em prol da cristandade. Igualmente não se poupou a esforços para que os “seus” dilectos cavaleiros templários (sobretudo os mais altos dignitários da Ordem do Templo) encetassem contactos com os sábios das artes e das ciências antigas do Oriente, mantendo-os, assim, longe das intrigas e jogos de influências que se moviam nos bastidores do poder dos Reis, de Roma e dos mercadores venezianos.

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  • Templários de Barbara Frale01.40

    Templários, Os

    Barbara Frale

    10,00 

    Os Templários de Barbara Frale.
    Edições 70. Lisboa, 2007, 166 págs. B. Il.

    Ordem monástica constituída para defender a Cristandade na Terra Santa, os Templários têm desde sempre exercido um imenso fascínio no imaginário ocidental. Numa investigação que teve pela primeira vez acesso aos Arquivos do Vaticano, a autora traça o percurso da ordem desde a sua fundação, deslindando as causas e reais motivações por detrás do fantástico processo que no século XIV levaria à extinção dos cavaleiros do Templo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Síntese da História Romana de Marcel Bordet.

    Síntese da História Romana

    Marcel Bordet

    7,50 

    Síntese da História Romana de Marcel Bordet.
    Edições ASA. Porto, 1995, 382 págs. B.

    O autor traça as linhas essenciais dos acontecimentos, desprezando o anedótico em favor de desenvolvimentos claros, que não visam acumular informações mas sim explicar os factos e discutir por vezes certas interpretações. O ênfase é posto na evolução das instituições que, nascidas na Cidade, souberam adaptar-se à governação do mundo, e no seu contexto económico, social e cultural.
    A limpidez do estilo, libertado de expressões excessivamente técnicas, a concisão, os anexos (cronologia, tábuas genealógicas, orientação bibliográfica) fazem desta obra uma introdução indispensável aos estudos sobre a Antiguidade Romana.

    📝 Assinatura de posse.

  • Síntese da História Grega de Claude Mossé

    Síntese da História Grega

    Claude Mossé

    7,50 

    Síntese da História Grega de Claude Mossé [et al.]
    Edições ASA. Porto, 1994, 508 págs. B. Il.

    Entre os principais temas abordados, destaquemos: a estruturação dos sistemas políticos num mundo grego alargado às dimensões da bacia mediterrânica; o confronto com o império persa, de onde nasce a hegemonia de Atenas, e a natureza dessa hegemonia ligada à experiência original que constitui a invenção da democracia; a longa guerra do Peloponeso, que põe fim ao equilíbrio conseguido no século V; e a difícil reorganização do mundo grego no século IV, antes da luta contra a Macedónia de Filipe II. Completam esta síntese um estudo das fontes, a análise dos diferentes aspectos da civilização da cidade clássica, a evolução do mundo grego após a aventura de Alexandre e as formas que adquire a civilização grega nos reinos helénicos, quando o tempo dos reis sucede ao das cidades.

    ✏️ Sublinhados a lápis

  • Os Primitivos Cristãos de Michael Gough

    Primitivos Cristãos, Os

    Michael Gough

    7,00 

    Os Primitivos Cristãos de Michael Gough.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 260 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 17

    Índice Geral
    Introdução: o Pano de Fundo
    Os Três Primeiros Séculos do Cristianismo: Sumário Histórico
    A Arquitectura Cristã antes de Constantino
    De Constantino a Justiniano
    O Panorama Religioso
    A Basílica Cristã
    A Arquitectura Cristã Centralizada e Culpada
    A Arte de um Império Cristão
    Justiniano, Teodora e a Idade de Ouro

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.