Século XX: Cubismo, Expressionismo e Surrealismo de Cinzia Caiazzo Público Comunicação Social. Porto, 2006, 407 págs. B. Il. A Grande História da Arte | 14
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte Romana de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B. Il. A Grande História da Arte | 12
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte Grega de Cinzia Caiazzo Público Comunicação Social. Porto, 2006, 382 págs. B. A Grande História da Arte | 11
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte Fenícia de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 383 págs. B. A Grande História da Arte | 10
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Romantismo e Realismo de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B.
Em 1843, Ruskin exortava os artistas a seguir a Natureza com simplicidade e confiança, apreendendo dela a verdade sem desdém ou preconceito. Os pré-rafaelitas, embora se chamassem realistas, agiam segundo princípios românticos: o reencontro do indivíduo com a natureza e o passado conduzia a uma verdade emocional e justa. Do dramatismo de Gericault às paisagens de Constable, da Idade Média idealizada pelos Nazarenos aos romances medievais, buscava-se recuperar a condição humana e uma pureza original. O romantismo rejeitava o cálculo clássico, mas preservava observação e individualidade herdadas do Renascimento, influenciando pré-rafaelitas, simbolistas, Arte Nova e até o Impressionismo, em busca de uma verdade subjetiva, inatingível mas desejada.
Arte Rococó de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 430 págs. B. Il. A Grande História da Arte | 8
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte Barroca de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 430 págs. B.
Em *Santa Maria della Vittoria*, Bernini encenou o êxtase de Santa Teresa de Ávila, criando não apenas uma escultura, mas um espetáculo total de luz, movimento e emoção. A capela Coronaro sintetiza o **Barroco**, época em que a arte se torna teatral e envolvente, feita para comover e recrutar os sentidos. Bernini, génio absoluto do seu tempo, unia arquitetura, pintura e escultura numa “arte total”. O Barroco, depois considerado excessivo e decadente, privilegiava o dramatismo, a luz e o impacto emocional sobre a simetria e a razão. Era a arte da emoção — espiritual e carnal — onde o corpo participa do divino e o espectador é parte da experiência mística.
Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B.
A Grande História da Arte | 6
Preço: 10€
Portes: 2,50€
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte do Próximo Oriente de Cinzia Caiazzo.
Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B.
Colecção | Nº: A Grande História da Arte | 4
Preço: 12,50€
Portes: 2,50€
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Alta Idade Média e Românico de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 430 págs. B.
O nome “Idade Média” já carrega o estereótipo de um tempo sombrio entre a Antiguidade e o Renascimento. A arte medieval foi muitas vezes vista como degenerada, sem proporção nem razão, dominada por gárgulas e formas bizarras. Herdando o olhar renascentista, julgamos-na irreal e primitiva. Mas o erro é nosso: esta arte não busca representar o mundo terreno, mas o divino. Era feita por artesãos ao serviço de Deus, para ensinar e exaltar o sagrado. Os fundos dourados, as proporções simbólicas e a repetição tinham função espiritual e pedagógica. As imagens eram “livros para os iletrados”, expressões visuais da Bíblia — centro e motor de toda a cultura medieval cristã.
Renascimento e Maneirismo de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 406 págs. B. A Grande História da Arte | 3
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Os Alvores do Renascimento de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 431 págs. B.
Em 1426, Florença maravilhou-se com o fresco Santíssima Trindade, de Masaccio, na igreja de Santa Maria Novella. Pela primeira vez, uma parede plana transformava-se num espaço tridimensional e realista, onde o corpo de Cristo surgia com naturalismo e proporção. Este feito marcou o início do Renascimento, com a redescoberta da perspectiva, da anatomia e da medida humana como centro do universo. A arte deixava o simbólico e entrava no domínio do visível e mensurável. Florença tornava-se o berço do génio artístico, que culminaria com Leonardo da Vinci. Apesar das revisões históricas, este século afirmou o homem moderno. Ucello, obcecado pela perspectiva, simboliza o fascínio e os excessos dessa nova visão do real.
Arte Gótica de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 431 págs. B. A Grande História da Arte | 1
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Os Putos de Altino do Tojal. Prelo Editora. Lisboa, 1973, 229 págs. B.
Exímio contador de histórias, tal actividade parece resultar de um imperativo que tem dominado a vida de Altino do Tojal e que ele nos revela na comovedora narrativa que abre este livro e a que deu o título de “Que pena!…” A génese do escritor está aí bem definida. É o sonho da tia Emília, distinta professora devotada às letras, que vai fazer do sobrinho o escritor que ela tanto desejava ter na família. A tia Emília, educadora inteligente, sabia chamar a atenção para a beleza das coisas, e a Língua era a primeira dessas coisas. Levou Altino a apreender o significado das palavras e a utilizá-las correctamente. Sob a sua influência tutelar despontava um talento de maravilhoso poder criativo. Mais tarde, adoeceu gravemente e partiu deste mundo, mas o sobrinho estava a caminho de tomar assento entre os maiores escritores portugueses.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Morte no Estádio de Francisco José Viegas. Difusão Cultural. Lisboa, 1991, 239 págs. B.
Um famoso futebolista do FC Porto é assassinado num bar irlandês em plena Foz. Para Jaime Ramos, inspetor da Polícia Judiciária do Porto, e Filipe Castanheira, que interrompe um exílio autoimposto nos Açores, há vários implicados no crime: Alexandra, a mulher da vítima, Susana, casada com outro futebolista e amante do morto, Serafim, o amante da amante, e outras figuras mais ou menos sombrias que evocam as relações obscuras do mundo do futebol. Enquanto as investigações decorrem, vão emergindo as muitas paixões que envolvem todas as personagens — a de Jaime Ramos e de Filipe Castanheira pela comida; a de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda, e de quase todos pelo futebol – suposto móbil do livro. São essas paixões que acabam por dar sentido à falta de sentido da vida.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Introdução à Política do Homem: Argumentos Políticos de Edgar Morin. Companhia Editora Forense. Brasil, 1965, 346 págs. B.
Integrando o ponto de vista de Marx e associando-o ao de Freud, mas desintegrando o marxismo dogmático e a psicanálise escolástica, Edgar Morin nos convida a reconsiderar as múlti plas dimensões do homem. Ele retoma o problema da revolução. Para que a revolução selvagem do século XX dê origem a um novo homem, torna-se necessário apelar para a ciência e para o amor, e reinterpretar a mensagem surrealista.
Propõe-se uma política do desenvol vimento integral do homem: ela é con frontada com os desenvolvimentos que estão ocorrendo no mundo. Procura-se definir uma política imediata, uma po lítica a meio-têrmo, uma política de longo alcance. Procura-se encontrar no Este, no Oeste, no Terceiro Mundo os esteios da sociedade futura.
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