Como já ficou dito em edições anteriores, à selecção dos textos presidiu um critério simultâneamente literário e educativo, o que limitou muito o campo de escolha. Na verdade, os nossos mais consagrados escritores não destinaram os seus contos à juventunde e, por outro lado, ainda hoje não abunda entre nós uma literatura juvenil onde possam…
This best-selling textbook provides an engaging and user-friendly introduction to the study of language. Assuming no prior knowledge in the subject, Yule presents information in short, bite-sized sections, introducing the major concepts in language study – from how children learn language to why men and women speak differently, through all the key elements of language….
Os Amores de Margarida de Borgonha de Henrique Demesse.
Antiga Casa Bertrand. Lisboa, 1901, 2 vols. E.
Encadernações inglesas meias de pele com pastas marmoreadas, corte superior das folhas carminado e lombadas gravadas com ferros a ouro. Sinais de manuseamento e pontuais manchas de acidez. Bom estado de conservação.
Nunca te distraias da vida é um livro biográfico, mas não é uma biografia. É um livro que nos fala do cancro e do que é viver todos os dias com a doença, tentando manter a disciplina, a alegria e uma agenda profissional milimetricamente preenchida, como Manuel Forjaz sempre teve. Sem que pretenda ser um manual de comportamento ou, sequer, um livro de auto-ajuda, trata-se de um testemunho e de uma ferramenta muito útil para todas as pessoas que estão a viver um problema semelhante ou que têm um familiar ou um amigo doente. É sobretudo um livro despretensioso, escrito por um homem que luta pela vida desde há vários anos, sem nunca baixar os braços e com uma enorme fé em Deus e na ciência; um homem que tem procurado todas as soluções possíveis para a situação difícil em que se encontra e que integra no seu plano de tratamentos a medicina tradicional e as medicinas alternativas com o mesmo rigor; um homem que vive com a certeza de que, mais tarde ou mais cedo, o cancro poderá matá-lo, mas não conseguirá nunca impedi-lo de viver a vida enquanto existir vida para viver.
Doing Pragmatics de Peter Grundy. Edward Arnold. London, 1995, 216 págs. B.
Doing Pragmatics achieved success through its unparalleled capacity to render pragmatics truly accessible to students. Embracing the comprehensive and engaging style which characterised the previous editions, the third edition is fully revised and expanded. Grundy consolidates the strengths of the original version, reinforcing its unique combination of theory and practice with new theory, exercises and up-to-date, real data and examples. New chapters include pragmatic inference and language evolution, and intercultural pragmatics. Doing Pragmatics is designed for pragmatics courses both at an introductory and a more advanced level. It extends beyond theory to promote an applied understanding of empirical data and to provide students with the opportunity to ‘do’ pragmatics themselves, providing the ideal foundation for all those studying linguistics and ELT.
De todos os romances da escritora Emi Bulhões Carvalho da Fonseca, é êste, sem dúvida o mais intenso de vida e emoção. Não encerra somente um, mas vários romances, pois narra a história de três gerações, começando com o comovente drama de Conceição e Diogo, que perdem a única filha, Siá Menina, e a imortalizam…
Os Anos da Guerra de João de Melo. Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 2 vols. E.
Conta com o trabalho de vários escritores, jornalistas, entre outras personalidades do nosso meio cultural.
O início da Guerra Colonial ocorreu no limiar da década de 60, ou seja, a partir do momento em que os povos africanos, revoltando-se contra os colonos portugueses, enfrentam o ocupante e passam a reivindicar em todas as frentes a sua libertação colectiva e a independência nacional.
Um adolescente católico, filho da classe operária, relembra trinta anos depois os acontecimentos que envolveram a morte de um tio, assassinado pelos seus companheiros do IRA sob a acusação de ser informador da polícia. Estamos em Derry, na Irlanda do Norte, e acompanhamos o crescimento do narrador no meio das inimizades políticas, dos segredos de…
Os dias já foram tão grandes, as horas que não passavam, o vagar do mundo, tudo a demorar-se eternamente, o tempo que se deicava ficar, pachorrento o tempo deitado sobre nós (…)
“Uma «História Contemporânea do Povo Português» é difícil de escrever. E por várias Razões: Primeiro, porque o contemporâneo se estende pelos nossos dias, como a própria palavra o indica. Tempo ainda enevoado, obscuro. Não na sua totalidade, mas para um dos lados. Quando uma manhã nos levantamos e olhamos em redor, acontece que, para uma banda, o céu está completamente limpo; mas para o outro há uma neblina que nos tapa a vista. (…) Is to não está bem dito. Nós sabemos, toda a gente sabe perfeitamente o que será o dia de amanhã. O que ignoramos é como vai desenvolver-se o processo que nos conduzirá ao futuro (…)”
Casamento Perfeito de Diogo Paiva de Andrada. Livraria Sá da Costa. Lisboa, 1944, 206 págs. Dura.
Prefácio e notas de Fidelino de Figueiredo. Uma obra que se debruça sobre o tema do casamento, no seio da sociedade do século XVII, o qual só se começou a teorizar e a exprimir literariamente a partir da revalorização renascentista da figura do Homem. Diogo de Paiva de Andrada mostra, através deste livro, amentalidade do homem instruído da sua época, baseando-se numa perspectiva idealista da vida conjugal, resultante do equilíbrio entre a “vida viva” e os “dogmas da vida ascética”. Enquanto retrato fiel de uma época, o livro representa um importante testemunho da mesma, além de suscitar, ainda hoje, grande interesse já que aborda um dos tópicos mais polémicos das sociedades de todos os tempos. «O tratado de Paiva de Andrada, instrumento nobre de dignificação do matrimónio à luz das doutrinas fixadas em Trento, pertence mais à história das ideias morais e dos métodos de acção da Contra-Reforma do que à literatura. O que de mais literário contém – não falando na mestria da composiçãointrínseca – é o sólido conhecimento das velhas letras gregas e romanas, trazido muito a propósito na sua exposição apologética, e o domínio da língua portuguesa, que demonstra nas traduções dos lugares selectos desses velhos textos.»
Passados mais de trinta anos, publico agora o primeiro volume de três livros meus, man dados apreender pela Censura e a então chamada Policia de Informação e Defesa do Estado. Deste livro constarão dois trabalhos intitulados respectivamente «A Crise de Idealismo na Arte e na Vida Social» e «Paisagem Social Portuguesa».
Tigana é uma obra rara e encantadora onde mito e magia se tornam reais e entram nas nossas vidas. Esta é a história de uma nação oprimida que luta para ser livre depois de cair nas mãos de conquistadores implacáveis. É a história de um povo tão amaldiçoado pelas negras feitiçarias do rei Brandin que…
Duas Conferências e 1 Palestra Radiofónica no Brasil de Santos Guerra. Ed. Autor. Lisboa, 1951, 72 págs. Mole.
Cada povo tem as suas tradições de família, vivendo no culturo dos costumes antigos que são a força e o seu encanto, embora acompanhando a evolução do progresso. É sempre oportuno evocar a excelência das nossas tradições familiares que, desde o começo da nacionalidade, uniram o passado ao futuro na eternidade da raça.
Conforme já afirmámos em obras anteriores, também esta antologia se destina a contribuir, embora modestamente, para a resolução de um problema que atinge professores e alunos de Literatura Portuguesa – a falta de textos literários, coordenados com orientação didáctica e critério estético. (…) como a obra se destina a alunos pré-universitários, incluímos ainda prefácios, cartas,…
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