Portugal na Abertura do Mundo de Luís Filipe Barreto e José Manuel Garcia. Comissão Nacional para as Comemoraçoes dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa, 1990, 91 págs. B.
Cumprir as comemorações dos Descobrimentos portugueses implica ler o presentismo memorial como didáctica do historiar. Por isso, os fundamentos do objecto e do objectivo a comemorar devem representar uma passagem das grandes categorias alcançadas pelo historiar em especial, ao longo das décadas de sessenta a oitenta, a princípios de política e de estratégia culturais.
Viagem de Vasco da Gama de Elaine Sanceau.
Livraria Civilização Editora. Porto, 1958, 253 págs. E.
O relato da mais extraordinária aventura da era das descobertas: uma viagem épica, liderada pelo génio, coragem e perseverança daquele que foi uma das maiores figuras da história universal da navegação. A 8 de julho de 1497, Vasco da Gama largou amarras do Tejo em demanda da Índia. A sua viagem, a mais difícil e perigosa até então empreendida, pode considerar-se o início de uma época, não só do ponto de vista náutico e geográfico, mas também do político. Foi Vasco da Gama o pioneiro que pôs em contacto para sempre as civilizações de dois continentes. O intercâmbio por ele iniciado jamais voltou a interromper-se. As suas repercussões foram tão vastas e as suas consequências tão múltiplas, que é para duvidar se qualquer outra exerceu tal influência na Terra.
Reforma e a Europa do Século XVI de A. G. Dickens.
Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 237 págs. E.
Procuro, neste breve ensaio, apresentar um relato objectivo e humano da Reforma, considerada do ponto de vista social, político e cultural. Pensei incluir estudos e análises recentes, mas as obras são tão numerosas nos diversos países que investigador algum pode ter a pretensão, não só de conhecer todos os trabalhos especializados, como de não vir a cometer erros evidentes. A brevidade está na ordem do dia, pelo que me pareceu preferível apresentar apenas, e não desenvolver, muitos assuntos. Nem por isso este livro deixará de atingir o seu objectivo principal, se vier a tornar conhecida uma parte da extraordinária e profunda diversidade de transformações experimentadas pela Europa, no momento em que a sua cultura começa, realmente, a expandir-se e a reafeiçoar os destinos de toda a raça humana.
História da Checoslováquia Socialista de Gustáv Husák. Editorial Estampa. Lisboa, 1978, 426 págs. B.
O caminho que percorremos desde a libertação não foi fácil. Durante o IX Congresso do Partido, em 1949, no qual foi aprovado o programa de edificação do socialismo, Klement Gottwald afirmou: «é uma meta elevada e não será fácil atingi-la. Devemos estar conscientes de que a via que a ela conduz está semeada de obstáculos, ainda maiores que no passado, que teremos de remover. Mas seremos de novo capazes de superar os obstáculos e atingiremos a meta que determinámos». Na verdade, os obstáculos foram muitos e tivemos de conduzir uma luta dura e cheia de complexidades.
Deuses, Túmulos e Sábios: O Romance da Arqueologia de C. W. Ceram. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 399 págs. B.
Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura.
C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes – como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia – assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.
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México Antigo: História e Cultura dos Maias, dos Astecas e de Outros Povos Pré-Colombianos de Maria Longhena. Editorial Verbo. Lisboa, 2004, 291 págs. Dura.
Viaje ao passado e reviva-o intensamente Grandes Civilizações do Passado, o verdadeiro retorno à antigüidade para conhecer e compreeder nossas origens. Admire-se com a obra mais completa para compreender as características de uma das mais importantes civilizações do passado, a cultura, a história, a arte e a sociedade com esquemas e ilustrações em desenhos atuais.
Índia Antiga: Das Origens ao Século XIII de Marilia Albanense. Editorial Verbo. Lisboa, 2003, 295 págs. E.
Viaje ao passado e reviva-o intensamente Grandes Civilizações do Passado, o verdadeiro retorno à antigüidade para conhecer e compreeder nossas origens. Admire-se com a obra mais completa para compreender as características de uma das mais importantes civilizações do passado, a cultura, a história, a arte e a sociedade com esquemas e ilustrações em desenhos atuais.
Grécia Antiga: O Berço do Oriente de Furio Durando. Editorial Verbo. Lisboa, 2003, 292 págs. E.
Viaje ao passado e reviva-o intensamente Grandes Civilizações do Passado, o verdadeiro retorno à antigüidade para conhecer e compreeder nossas origens. Admire-se com a obra mais completa para compreender as características de uma das mais importantes civilizações do passado, a cultura, a história, a arte e a sociedade com esquemas e ilustrações em desenhos atuais.
Egipto: Templos, Homens e Deuses de Alberto Siliotti. Editorial Verbo. Lisboa, 2003, 290 págs. E.
Viaje ao passado e reviva-o intensamente Grandes Civilizações do Passado, o verdadeiro retorno à antigüidade para conhecer e compreeder nossas origens. Admire-se com a obra mais completa para compreender as características de uma das mais importantes civilizações do passado, a cultura, a história, a arte e a sociedade com esquemas e ilustrações em desenhos atuais.
Antiga China: A Civilização Chinesa desde as duas origens até à Dinastia Tang de Maurizio Scarpari. Editorial Verbo. Lisboa, 2002, 298 págs. E.
Viaje ao passado e reviva-o intensamente Grandes Civilizações do Passado, o verdadeiro retorno à antigüidade para conhecer e compreeder nossas origens. Admire-se com a obra mais completa para compreender as características de uma das mais importantes civilizações do passado, a cultura, a história, a arte e a sociedade com esquemas e ilustrações em desenhos atuais.
Não se trata de um livro de história ou de geografia, nem tão-pouco de um inventário das terras portuguesas ou de um prontuário de curiosidades lo- cais. Como nos diz o autor, este Itinerário Português é, antes de mais, um caminho público, um percurso real, a viagem que qualquer um de nós pode fazer. Aceitemos a sugestão: viagemos; tomemos a estrada deste livro e descubramos um Portugal onde, de norte a sul, no interior ou no litoral, no velho continente ou nas ilhas do Atlântico, as cidades se tornam de repente lugares de descoberta, de memória e de reflexão sobre o passado e o presente de um povo. Deixemo-nos conduzir por este guia excepcional, este comunicador singular que, do início ao fim da viagem», faz falar as cidades, levanta questões nunca antes suscitadas, propõe soluções para a decifração de um passado que é o nosso.
Ao longo do caminho descobriremos, fascinados, os lugares que desconhecíamos, recordaremos com saudade outros que há muito visitámos e decerto reconheceremos, sóbrios e atentos, a terra onde moramos. Mas a visita será sempre um novo olhar cheio de revelações surpreendentes; e a cidade, no fim da estrada (como nas viagens verdadeiras), um lugar de fascínio e contemplação: um tempo para pensar.
História Paralela dos Estados Unidos e da U.R.S.S. de André Maurois e Louis Aragon. Publicações Europa-América. Lisboa, 1967, 11 vols. B.
Documento fundamental para a compreensão das duas maiores
potências mundiais, a «História Paralela dos Estados Unidos e da U. R. S. S.» ocupa uma posição única na bibliografia contemporânea. Compilada por dois grandes escritores dos nossos dias, André Maurois e Louis Aragon, é o primeiro estudo da história paralela até agora realizado, factor ainda mais enriquecido na medida em que, cronològicamente, se baliza entre 1917 e a actualidade.
Ilustrada com centenas de fotografias a preto e a cores, e totalizando onze volumes, a «História Paralela dos Estados Unidos e da U. R. S. S.», empreendimento editorial de proporções extraordinárias que se inicia agora com a publicação da «História dos Estados Unidos», de que André Maurois foi responsável, inclui, no final de cada uma das obras que a constituem, uma secção com depoimentos de figuras desta- cadas de ambas as potências sobre ciência, técnica, educação e economia e outros aspectos da globalidade da sua vida.
Divulgar informações exactas e dar ao povo português os fundamentos culturais que lhe permitam o exercício esclarecido dos seus direitos numa sociedade democrática eis o objectivo dos CADERNOS PORTUGÁLIA.
Para resolver os problemas do povo é preciso que o povo participe nas soluções discutindo e debatendo, tomando conhecimento da sua força e revigorando a sua unidade.
Um povo esclarecido é um povo forte, livre, unido e atento. CADERNOS PORTUGÁLIA pretendem ser um apoio nesta luta do Portugal de hoje.
“E, foi assim que foi feita toda a reocupação de Timor, em catorze dias, contados desde a data em que foi comunicada a libertação do território. Colaboraram nesse serviço os 163 portugueses que haviam ficado. Oitenta e um europeus e assimilados foram espalhados pelas várias regiões, fazendo a ocupação administrativa, missionária e sanitária; 37 ficaram em Díli ocupados em vários serviços, 19 reocuparam as suas propriedades agrícolas em Maubara e Fatu-Bessi e só 26 não puderam ser aproveitados devido a estarem muito debilitados. Os timorenses deram todos a colaboração que se lhes pediu. Portugal mostrou ao mundo a eficiência da sua missão civilizadora. Os australianos manifestaram a dua admiração pela actuação da população em relação oas portugueses, seus protectores de sempre.”
This history of England to which Sir Arthur Bryant C.H. has contributed a Foreword is not merely a chronicle of kings and queens. It portrays the changing scene against which great decisions were made, and sheds light on the parts played by rebels and reformers, politicians and scientists, artists, craftsmen, and ordinary folk. From the time of primitive man’s earliest settlements through the growth of village and town, and on through the days when the English reached out vigorously from their island across the known and un-known world, the reader is taken on his own voyage of discovery right up to our own era.
Revolução Industrial em Portugal no Século XIX de Armando Castro. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1971, 300 págs. B.
Este estudo procura servir tantos estudantes universitários como quaisquer leitores interessados no seu mundo, conscientemente interessados no seu mundo e, portanto, empenhados na sua interpretação e na conquista de armas teóricas de conduta. Procura servir todos aqueles que não querem” um passado futuro e futuro anterior” e pretendem, isso sim, aproveitar as lições do passado para edificar o futuro.
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