Antiga China: A Civilização Chinesa desde as duas origens até à Dinastia Tang de Maurizio Scarpari. Editorial Verbo. Lisboa, 2002, 298 págs. E.
Viaje ao passado e reviva-o intensamente Grandes Civilizações do Passado, o verdadeiro retorno à antigüidade para conhecer e compreeder nossas origens. Admire-se com a obra mais completa para compreender as características de uma das mais importantes civilizações do passado, a cultura, a história, a arte e a sociedade com esquemas e ilustrações em desenhos atuais.
Não se trata de um livro de história ou de geografia, nem tão-pouco de um inventário das terras portuguesas ou de um prontuário de curiosidades lo- cais. Como nos diz o autor, este Itinerário Português é, antes de mais, um caminho público, um percurso real, a viagem que qualquer um de nós pode fazer. Aceitemos a sugestão: viagemos; tomemos a estrada deste livro e descubramos um Portugal onde, de norte a sul, no interior ou no litoral, no velho continente ou nas ilhas do Atlântico, as cidades se tornam de repente lugares de descoberta, de memória e de reflexão sobre o passado e o presente de um povo. Deixemo-nos conduzir por este guia excepcional, este comunicador singular que, do início ao fim da viagem», faz falar as cidades, levanta questões nunca antes suscitadas, propõe soluções para a decifração de um passado que é o nosso.
Ao longo do caminho descobriremos, fascinados, os lugares que desconhecíamos, recordaremos com saudade outros que há muito visitámos e decerto reconheceremos, sóbrios e atentos, a terra onde moramos. Mas a visita será sempre um novo olhar cheio de revelações surpreendentes; e a cidade, no fim da estrada (como nas viagens verdadeiras), um lugar de fascínio e contemplação: um tempo para pensar.
História Paralela dos Estados Unidos e da U.R.S.S. de André Maurois e Louis Aragon. Publicações Europa-América. Lisboa, 1967, 11 vols. B.
Documento fundamental para a compreensão das duas maiores
potências mundiais, a «História Paralela dos Estados Unidos e da U. R. S. S.» ocupa uma posição única na bibliografia contemporânea. Compilada por dois grandes escritores dos nossos dias, André Maurois e Louis Aragon, é o primeiro estudo da história paralela até agora realizado, factor ainda mais enriquecido na medida em que, cronològicamente, se baliza entre 1917 e a actualidade.
Ilustrada com centenas de fotografias a preto e a cores, e totalizando onze volumes, a «História Paralela dos Estados Unidos e da U. R. S. S.», empreendimento editorial de proporções extraordinárias que se inicia agora com a publicação da «História dos Estados Unidos», de que André Maurois foi responsável, inclui, no final de cada uma das obras que a constituem, uma secção com depoimentos de figuras desta- cadas de ambas as potências sobre ciência, técnica, educação e economia e outros aspectos da globalidade da sua vida.
Divulgar informações exactas e dar ao povo português os fundamentos culturais que lhe permitam o exercício esclarecido dos seus direitos numa sociedade democrática eis o objectivo dos CADERNOS PORTUGÁLIA.
Para resolver os problemas do povo é preciso que o povo participe nas soluções discutindo e debatendo, tomando conhecimento da sua força e revigorando a sua unidade.
Um povo esclarecido é um povo forte, livre, unido e atento. CADERNOS PORTUGÁLIA pretendem ser um apoio nesta luta do Portugal de hoje.
“E, foi assim que foi feita toda a reocupação de Timor, em catorze dias, contados desde a data em que foi comunicada a libertação do território. Colaboraram nesse serviço os 163 portugueses que haviam ficado. Oitenta e um europeus e assimilados foram espalhados pelas várias regiões, fazendo a ocupação administrativa, missionária e sanitária; 37 ficaram em Díli ocupados em vários serviços, 19 reocuparam as suas propriedades agrícolas em Maubara e Fatu-Bessi e só 26 não puderam ser aproveitados devido a estarem muito debilitados. Os timorenses deram todos a colaboração que se lhes pediu. Portugal mostrou ao mundo a eficiência da sua missão civilizadora. Os australianos manifestaram a dua admiração pela actuação da população em relação oas portugueses, seus protectores de sempre.”
This history of England to which Sir Arthur Bryant C.H. has contributed a Foreword is not merely a chronicle of kings and queens. It portrays the changing scene against which great decisions were made, and sheds light on the parts played by rebels and reformers, politicians and scientists, artists, craftsmen, and ordinary folk. From the time of primitive man’s earliest settlements through the growth of village and town, and on through the days when the English reached out vigorously from their island across the known and un-known world, the reader is taken on his own voyage of discovery right up to our own era.
Revolução Industrial em Portugal no Século XIX de Armando Castro. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1971, 300 págs. B.
Este estudo procura servir tantos estudantes universitários como quaisquer leitores interessados no seu mundo, conscientemente interessados no seu mundo e, portanto, empenhados na sua interpretação e na conquista de armas teóricas de conduta. Procura servir todos aqueles que não querem” um passado futuro e futuro anterior” e pretendem, isso sim, aproveitar as lições do passado para edificar o futuro.
O Sionismo contra Israel é, pois, um estudo rigorosamente documentado da colonização sionista na Palestina situado entre o contexto geral da condição das massas judaicas do Séc. XIX ao Séc. XX e a penetração imperialista no Próximo Oriente. O processo de formação do Estado Hebraico, a sua estrutura socio-económica e os princípios fundamentais que gerem a sua política são aquí analisados, pela primeira vez, em termos materialistas. Através da dinâmica concreta da luta de classes à escala nacional e na arena internacional, o autor esforça-se por demonstrar quais as vias de uma solução do conflito israelo-árabe sobre a base do direito da nação árabe-palestiniana e da comunidade hebraica da Palestina disporem delas mesmo, demonstrando também que somente a revolução socialista pode assegurar aos israelitas uma integração harmoniosa no quadro dum mundo árabe unificado e renovado.
História do Brasil de Hélio Vianna. Edições Melhoramentos. Brasil, 1963. E.
A História do Brasil, como a de qualquer país, necessita ser reescrita de vez em quando, a fim de receber as novas interpretações dos historiadores, de acôrdo com os documentos revelados pelos Arquivos, públicos e particulares, que em muitos pontos alteram fatos até então oferecidos como rigorosamente verdadeiros, e que, desta forma, são geralmente aceitos e repetidos pelos historiógrafos. Além disso, as mutações nela últimamente ocorridas, em mais de três decênios da chamada República Nova, devem ser apresentadas ao público leitor, que precisa ter uma vista de conjunto sõbre os acontecimentos mais recentes, a fim de apreciar com espírito crítico e compreensivo os atuais, que sob os seus olhos se vêm processando, em ritmo cada vez mais acelerado.
Primeira Viagem à Índia Pela Rota do Cabo de Maria Augusta Lima Cruz. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1998, 103 págs. B.
Em conclusão pode afirmar-se que, à data da morte de D. João II, em 1495, se tinham dado os passos essenciais de um plano que visava a realização de uma viagem à Índia pela rota do cabo da Boa Esperança. A darmos crédito a alguns cronistas, como Garcia de Resende e Fernão Lopes de Castanheda, foi inclusivamente este mesmo monarca que iniciou os preparativos da armada (construção de barcos e nomeação de capitão-mor) que, já no reinado de D. Manuel, iria fazer a viagem inaugural da abertura da Rota do Cabo, sob comando de Vasco da Gama 28
Portugal na Rota das Especiarias de Artur Teodoro de Matos. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1995, 154 págs. B.
No texto que ora se apresenta, tivemos presente a sua finalidade de divulgação, recorrendo, todavία, αο que de mais recente se produziu sobre os vários temas de cada um dos capítulos. As notas infrapaginais foram reduzidas ao essencial, mas no final o leitor encontrará uma bibliografia de suporte aos diferentes capítulos que lhe permitirá desenvolver aspectos que venham a suscitar o seu interesse. Para melhor conhecimento da época e enquadramento dos diversos acontecimentos relacionados com os temas em análise, incluiu-se uma sucinta cronologia.
Portugal e o Mar da China de Maria da Conceição Flores. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1996, 198 págs. B.
É, pois, este processo peculiar no contexto da expansão portuguesa que nos propomos retratar nas páginas que se seguem, assim como dar ao leitor uma imagem das principais alterações que se começaram a verificar no final da centúria e no início da seguinte e que viriam a modificar completamente a presença lusa no Extremo Oriente por meados de Seiscentos.
Portugal e o Descobrimento do Atlântico: Síntese e Cronologia de Alfredo Pinheiro Marques. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1990, 119 págs. B. Il.
A vasta solidão do Oceano Atlântico permaneceu até ao século XV inexplorada, só tendo sido alvo de uma ou outra incursão esporádica. A sua conquista caberia a Portugal, o mais atlântico dos Mediterrâneos, o mais mediterrânico dos Atlânticos: o país onde a terra acaba e o mar começa. Uma nação onde os homens ainda hoje emigram, e onde antigamente puderam existir marinheiros chamados Lavrador.
Portugal e o Brasil de Ângela Domingues. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1999, 117 págs. B. Il.
A existência de um comércio rudimentar justificou o estabelecimento de algumas feitorias em locais tácticos ao longo do litoral: em Porto Seguro, Cabo Frio, Pernambuco e Baía. Contudo, esta presença esporádica, relacionada com interesses comerciais, não estava associada a uma verdadeira organização defensiva ou a uma colonização programada. O litoral brasileiro estava desocupado e hipoteticamente livre para qualquer iniciativa colonizadora que as coroas europeias quisessem levar a cabo. E, de facto, a França estava tão interessada como Espanha e Portugal em encetar contactos comerciais regulares com os índios do Brasil e beneficiar do comércio de pau-brasil, algodão e escravos.
Portugal e as Novas Fronteiras Quinhentistas de Ana Maria de Azevedo. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2000, 89 págs. B.
Obra de divulgação em português e inglês que trata das expedições dos Corte Real à Terra Nova e Terra do Lavrador, da viagem de um fidalgo de Elvas à Florida e da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães.
Portugal e a Repartição do Mundo de José Manuel Garcia Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1994, 150 págs. B.
O esquecimento dos elementos mais significativos da História, que fazem parte da nossa identidade como País e Povo, constitui uma das maiores ameaças à sólida formação cultural, que desejamos marcante da vida em progresso que construímos no dia a dia. Homens como D. Henrique e D. João II continuam e devem continuar nas nossas memórias porque eles significam o capital de progresso adquirido com que participámos nas origens da construção de uma mundo mais unido e que se quer cada vez melhor.
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