• Grandes do Oriente de A. Martins Lopes

    Grandes do Oriente

    A. Martins Lopes

    6,00 

    Grandes do Oriente de A. Martins Lopes.
    Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 394 págs. E. Il.

    Ilustrado a preto e branco em extratexto, sobre papel mais encorpado, com desenhos e reproduções de obras. Tem também uma reprodução de uma gravura de Vasco da Gama sobre uma folha de papel couché de menores dimensões, colada pela margem superior, em face da folha de rosto.

    A obra divide-se em três partes: Primeira parte: Vasco da Gama, Segunda parte: D. Francisco de Almeida  e Afonso de Albuquerque e Terceira parte: D. João de Castro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Três Dias em Olivença

    Três Dias em Olivença

    Hermano Neves

    20,00 

    Três Dias em Olivença de Hermano Neves.
    Casa Ventura Abrantes. Lisboa, s.d., 63 págs. B. Il.

    “Uma circunstância, porém, varreu do meu espírito todas as hesitações. O problema da velha praça portuguesa foi recentemente pôsto em foco, mais uma vez, pelo estudo consciencioso dum erudito professor da Faculdade de Letras, o sr. Dr. Queirós Veloso. É oportuno o ensejo de recordar, com a publicação dêste opúsculo, que meu Pai ocupou a sua pena de jornalista na evocação sentimental dum pedaço da nossa terra que os azares da fortuna levaram para mãos estranhas. Aqui ficam, arrancadas do livro em projecto, meia dúzia de páginas escritas há dezasseis anos, mas vivas de espontaneidade e frescura como se fôssem lançadas hoje para as colunas de um jornal.” Julho de 1932, Mário Neves.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    📷24 fotogravuras, extratexto

  • Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico (Vol.I)

    Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico (Vol.I)

    Fernand Braudel

    15,00 

    Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico (Vol.I) de Fernand Braudel.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1983, 693 págs. B. Il.

    “A obra histórica mais significativa do nosso tempo”: assim classificou o New York Times o presente livro de Fernand Braudel. Discípulo de Marc Bloch e Lucien Febvre, director da revista Annales (a famosa revista francesa que impôs uma nova visão da História), professor no Collège de France, presidente da VI secção da École des Hautes Études, primeiro administrador da Maison des Sciences de l’Homme, é sem dúvida o nome mais importante da historiografia contemporânea.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Maravilha Viagem do Cabral, A

    Maravilha Viagem do Cabral, A

    Metzner Leone

    6,00 

    Maravilha Viagem do Cabral de Metzner Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1970, 287 págs. E. Il.

    A vida de Pedro Álvares Cabral permanece envolta em mistério, mas a sua viagem extraordinária rumo ao Brasil está magistralmente documentada. Entre a carta de Pêro Vaz de Caminha e o relato do Piloto Anónimo, este livro enfrenta o desafio de recontar a epopeia marítima que mudou a História, equilibrando a fidelidade às fontes com uma voz moderna e envolvente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Renascimento do Século XII

    Renascimento do Século XII

    Christopher Brooke

    6,00 

    Renascimento do Século XII de Christopher Brooke.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 222 págs. B. Il.

    Entre os séculos XI e XII verificou-se na civilização da Europa ocidental uma transformação profunda em todos os aspectos da vida e em todos os níveis sociais, dos camponeses aos reis e até ao próprio papa.
    Os grandes impulsionadores das diversas correntes culturais são largamente estudados, relacionando-se a sua obra com os meios social, artístico e religioso. Obra profusamente ilustrada.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Viagens de Cook de Piero Ventura

    Viagens de Cook, As

    Piero Ventura

    6,00 

    Viagens de Cook de Piero Ventura.
    Melhoramentos. São Paulo, 1981, 33 págs. E. Il.

    Este livro nos apresenta não apenas as viagens do grande navegante, mas a história de uma época e o surgimento da primeira Marinha moderna: a britânica.

    Como os capitães procuravam convencer os marinheiros para enfrentar as grandes e perigosas viagens?

    Com quais instrumentos de navegação podia Cook contar?

    Obtenha, nesta obra, as respostas a tais indagações, com grande soma de informações sobre costumes, hábitos e confrontações culturais. A narrativa mostra a vida a bordo e a rotina diária dos grandes veleiros e focaliza os primeiros contatos entre o homem branco e outras civilizações, como os polinésios, os neozelandezes e outros nativos australianos.

    Participe desta aventura por mares e oceanos do mundo inteiro na companhia de James Cook, o maior explorador de todos os tempos.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Viagem de Livingstone de Piero Ventura

    Viagem de Livingstone, A

    Piero Ventura

    6,00 

    Viagem de Livingstone de Piero Ventura.
    Melhoramentos. São Paulo, 1981, 33 págs. E. Il.

    De origem humilde, o garoto Livingstone enfrentou, desde cedo, o trabalho fora de casa, não deixando que as dificuldades o impedissem de buscar o saber nos livros. Assim, certo dia, o jovem pesquisador partia para a África, um misterioso continente, até então muito pouco conhecido.

    Como era a África? Além do calor tórrido, as expedições encontravam outras dificuldades, como densas florestas e animais selvagens. Livingstone deu-nos muitas informações precisas sobre animais lendários que diziam “não existir” naquele continente, mas principalmente informações sobre o habitat africano e as aldeias, que descreveu com minúcias e beleza.

    Livingstone, porém, tinha um grande objetivo indo à Africa; descubra-o você mesmo, participando de suas jornadas audaciosas.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Primeiro Americano de C. W. Ceram

    Primeiro Americano

    C. W. Ceram

    5,00 

    Primeiro Americano: o Enigma das Civilizações Pré-Colombianas de C. W. Ceram.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1976, 384 págs. E. Il.

    Quem foi o primeiro americano? Quem primeiro chegou às terras do Novo Mundo?

    Desde Thomas Jefferson, o presidente apaixonado pela arqueologia, que foi o primeiro a tentar desvendar os segredos do passado do seu país, muitos têm sido os investigadores que se empenharam em decifrar o enigma das civilizações pré-colombianas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Romano de Jorge de Alarcão

    Portugal Romano

    Jorge de Alarcão

    15,00 

    Portugal Romano de Jorge de Alarcão.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 273 págs. E. Il.

    Índice
    História da Conquista, à Ocupação Visigotica
    Vias e os Lugares
    Vida Rural
    Vida Económica
    Religião
    Arte

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ossos, Corpos e Doenças de Calvin Wells

    Ossos, Corpos e Doenças

    Calvin Wells

    7,00 

    Ossos, Corpos e Doenças de Calvin Wells.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 283 págs. E. Il

    Significado da Paleopatologia
    Testemunho Válido
    Tipos de Anomalias
    Adaptações do Esqueleto
    Canibalismo
    Trepanação
    Testemunho Radiológico
    Beleza Artificial
    Estatísticas Demográficas
    Caracteres Históricos

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Episódios da Monarquia Portuguesa

    Episódios da Monarquia Portuguesa

    João Paulo Oliveira e Costa

    10,00 

    Episódios da Monarquia Portuguesa de João Paulo Oliveira e Costa.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 413 págs. E.

    Acontecimentos fundadores, vitórias, derrotas, amores e ódios, ansiedades coletivas e revoltas, euforias e teses decadentistas, leis e tratados estruturantes sucedem-se ao longo da História, num desfiar cronológico de memórias soltas. Cada memória constitui uma narrativa completa que evoca um acontecimento e o enquadra na sua época.

    Portugal foi governado por uma monarquia durante mais de sete séculos e meio, desde a sua fundação, em 1143, até ao advento da república, em 1910. Este longo período permanece vivo na memória coletiva dos portugueses e é estruturante para a nossa identidade de concidadãos deste país. Na sequência de outras obras e coleções dedicadas aos reis e às rainhas de Portugal, esta obra pretende ser um complemento dedicado ao público que se interessa pela História, e que busca informações curtas mas precisas sobre os principais acontecimentos que marcaram o tempo da monarquia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva

    Crepúsculo da Idade Média em Portugal, O

    António José Saraiva

    7,50 

    O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1988, 276 págs. B.

    Na presente obra, António José Saraiva tenta fazer a identificação do espírito nacional, restringindo ao mínimo as generalizações e procurando eliminar as abstracções. As suas obras têm, aliás, vindo a revelar a portugalidade como um momento ímpar de procura de isolamento por parte de uma das nações hispânicas, a única que decisivamente tentou romper com as suas origens.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cartografia Portuguesa Antiga

    Cartografia Portuguesa Antiga

    Armando Cortesão

    7,50 

    Cartografia Portuguesa Antiga de Armando Cortesão.
    Comissão Executiva das Comemorações do Quinto Centenário da Morte do Infante D. Henrique. Lisboa, 1960, 195 págs. B.

    Síntese histórica da evolução, em Portugal, da arte de traçar mapas geográficos e topográficos, integrando uma colecção de divulgação editada sob o auspício das Comemorações Henriquinas de 1960. O autor é conhecido entre especialistas pelas suas inúmeras publicações sobre o tema, das quais extraiu as considerações históricas constitutivas do corpo desta obra. Do índice: I – Da Cartografia e seus historiadores; II – Cartografia Antiga e interesse pela história da cartografia; III – Alvorecer da Cartografia Moderna; IV – Primórdios da Cartografia Portuguesa; V – Cartografia Portuguesa do Séc. XV – Primeira Metade; VI – Cartografia Portuguesa do Séc. XV – Segunda Metade; VII – A Nova Carta de Marear; VIII – Construção da Carta de Marear; IX – Utilização da Carta de Marear; X – Séculos XVI e XVII.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Crise do Liberalismo de Victor de Sá

    Crise do Liberalismo, A

    Victor de Sá

    7,50 

    A Crise do Liberalismo e as primeiras manifestações das ideias socialistas em Portugal (1820-1852) de Victor de Sá.
    Seara Nova. Lisboa,  1974, 351 págs. B.

    Se a princípio tive a intenção de estudar simplesmente a influência de o proudhonismo em Portugal, compreendi em dado momento que devia estudar de preferência as condições históricas e as primeiras manifestações do pensamento socialista em Portugal, para chegar finalmente ao assunto mais preciso da minha tese, a crise do liberalismo e as primeiras manifestações da ideias socialistas em Portugal (1820-1852).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Maias de Michael D. Coe

    Maias, Os

    Michael D. Coe

    7,00 

    Os Maias de Michael D. Coe.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 256 págs. E.

    Índice
    Primitivos Maias
    Desenvolvimento da Civilização Maia
    Esplendor Clássico
    . Período Antigo
    . Período Moderno
    . Pós-Clássico
    Vida dos Maias
    Pensamento Maia

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem Eterno, O

    Homem Eterno, O

    Louis Pauwels

    6,00 

    Homem Eterno de Louis Pauwels.
    Livraria Bertrand. Amadora, s.d., 361 págs. B.

    Der anos decorridos sobre a publicação desse fantástico Le Matin des Magiciens (O Despertar dos Mágicos, também incluído na colecção Documentos de Todos os Tempos), obra de choque cuja repercussão e influência sinda hoje se fazem sentir, aparece, assinado pelos mes mos escritores, O Homem Eterno (Homme Eternel), primeiro volume duma série de ensaios sobre o homem, o seu passado, o sou futuro e o seu espaço interior, nos quais Louis Pauwels e Jacques Bergier se propõem melhor definir, precisar e desenvolver as suas anteriores teorias e afirmações. O presente volume, constituindo um seguimento de O Despertar dos Mágicos procura, em resumo, responder à questão maior que a si mesmos os autores puseram por que razão o homo sapiens, nascido há 100 000 anos e dotado de inteligência, levou tantos milénios a descobrir a Ciência, uma Ciência bem jovem, afinal, pois data apenas do século XVIII da nossa era? E a resposta só poderá ser esta, na opinião de Pauwels e Bergler: a homem seria a única forma estável do mundo animal, tendo, por várias vezes no decorrer dos tempos, aparecido, evoluído e conquistado elevados conhecimentos, desaparecendo. em seguida, arrasado por catástrofes, para renascer mais tarde.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.