A mostrar 145–160 de 407 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Portugal e a Missionação no Século XVI de Jorge Manuel dos Santos Alves

    Portugal e a Missionação no Século XVI

    Jorge Manuel dos Santos Alves

    7,00 

    No panorama geral da história dos descobrimentos e da expansão portuguesa no século XVI, a missionação tem sido, sem dúvida, uma das áreas de investigação mais negligenciadas. Vítima, no passado distante, da sua própria clausunt numa história factual e piedosa, ficou muitas vezes reduzida à expressão de crónica empolgada dos sucessos e revezes de cada uma das ordens religiosas que no ultramar foram missionárias. Vitima, num passado mais próximo, de uma história sobretudo preocupada com a materialidade e o transaccionável, a história das missões foi relegada para um plano historiográfico secundário. Empobreceu-se, empobrecendo o estudo e a compreensão global do fenómeno histórico da expansão dos portugueses no mundo, a que pertence como um dedo a uma mão.

  • Portugal - Pioneiro do Diálogo Norte-Sul de Luís Filipe Barreto

    Portugal – Pioneiro do Diálogo Norte-Sul

    Luís Filipe Barreto

    7,50 

    O lugar e o peso dos Descobrimentos Portugueses no aparecimento e desenvolvimento desta cultura-mundo é decisivo porque o seu pioneirismo (posteriormente seguido da Espanha, Inglaterra, Holanda, etc.) e a sua dispersão planetária (sem qualquer paralelo no mundo renascentista) representam a máxima alimentação deste planetário banco de dados, o máximo contributo para a abertura do Mundo

  • Hitler e Salazar: Comércio em Tempos de Guerra (1940-1944)

    Hitler e Salazar: Comércio em Tempos de Guerra (1940-1944)

    António Louçã

    15,00 

    Hitler e Salazar: Comércio em Tempos de Guerra (1940-1944) de António Louçã.
    Parsifal. Lisboa, 2022, 247 págs. B.

    Um livro que começou logo a suscitar polémica a propósito da delicada questão do ouro nazi em Portugal. O historiador António Louçã tem vindo a aprofundar o estudo das relações entre o nazismo alemão e o fascismo salazarista, e esta obra vem, de certo modo, pôr em causa os resultados da Comissão que investigou o ouro nazi no Banco de Portugal. Ao contrário desta, António Louçã chega à conclusão que «até ao Verão de 1944, Portugal forneceu à Alemanha mais volfrâmio e recebeu através da Suíça mais ouro nazi do que nenhum outro país». Por isso «as empresas portuguesas estiveram no topo da ‘lista negra aliada’» e «a ‘corrida ao escudo’ foi o principal fenómeno cambial na economia de guerra europeia, teve repercussões muito para além de Portugal e condicionou, de forma decisiva, o tráfico de ouro entre a Alemanha e a Suíça», tendo Portugal, durante a Segunda Grande Guerra, estado no centro de uma prova de força entre os interesses económicos dos beligerante.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Português que nos Pariu

    Português que nos Pariu

    Angela Dutra de Menezes

    6,00 

    Português que nos Pariu de Angela Dutra de Menezes.
    Editorial Civilização. Porto, 2007, 189 págs. B.

    Ângela Dutra de Menezes, uma conceituada escritora brasileira, propõe em O Português Que Nos Pariu uma nova maneira de encarar a História. Com uma linguagem bem-humorada e sem a rigidez dos livros didácticos, a autora narra os factos que marcaram o descobrimento do Brasil. Com um estilo único, Ângela Dutra de Menezes é aclamada pelos leitores por gostar de velejar contra o vento. Enquanto todos refazem o trajecto das naus de Pedro Álvares Cabral, da Torre de Belém ao monte Pascoal, a autora faz justamente o contrário. A perspectiva da História que nos apresenta é um “olhar índio”. É como se, sem qualquer cerimónia, um audaz grupo de índios pegasse numa piroga e desembarcasse nas margens do Tejo para ver de onde, afinal de contas, tinham surgido aqueles homens brancos e de hábitos estranhos que foram desinquietar as suas vidas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pequeno Tratado da História Univeral

    Pequeno Tratado da História Univeral

    Nicolau Firmino

    6,00 

    Pequeno Tratado da História Univeral de Nicolau Firmino.
    Livraria H. Antunes. Tipografia do Jornal do Fundão. Fundão, 1963, 175 págs. B.

    Foi publicada a sexta edição da obra do professor Nicolau Firmino Pequeno Tratado de História Universal, obra didáctica que, nas suas escassas duzentas páginas, realiza o prodigio de resumir a história universal, desde a pré-história até o fim de 1955. «O Primeiro de Janeiros (6-1-1957).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Romance do Nosso Meio Século de Gilbert Guilleminault

    Romance do Nosso Meio Século

    Gilbert Guilleminault

    12,00 

    “O Romance do Nosso Meio Século” vem relembrar, em páginas de inolvidável frescura, os grandes dramas e as frívolas loucuras de 50 anos de perturbante encanto.

    1º volume Terror em São Francisco; A louca aventura de J. Lebaudy; Nascimento do “jazz”.

    2º volume: A guerra das sufragists inglesas; A última batalha pelo Pólo Sul; A execução de Mata Hari; A carruagem selada da Revolução; A noite sangrenta de Ekaterinburg.

    3º volume: A march sobre Roma dos “camisas negras”; A revolução de Ataturk; O “Putsch” de Munique; A morte de Lenine; O caso Sacco-Vanzetti.

    4º volume: Os dez anos de Al Capone; Um delírio chamado Rodolfo Valentino; A quinta-feira negra de Wall Street; A marcha do sal de Gandhi.

    5º volume: O mistério do incêndio do Reichstag; O atentado de Marselha; A longa de marcha de Mao Tsé-Tung; Os deuses do estádio.

    6º volume – A abdicação de Eduardo VIII (1936); O mistério dos processos de Moscovo; A queda de Barcelona (26 de Janeiro de 1939); O assassinato de Leão Trotsky, o homem perseguido (20 de Agosto de 1940).

  • História do Mundo de Victor Duruy

    História do Mundo

    Victor Duruy

    5,00 

    A historia, soffre diversas divisões, conforme o ponto de vista sob que a consideramos. Assim, quanto no objecto de que tracta, costumam dividi-la em sagra-do e profana; e, quanto a sua extensão, em universal, particular e municipal.

    Diz-se bistoria sagrada a que descreve os factos relativos ao povo hebreu, o povo de Deus. Começa com o primeiro homem, segundo a Biblia, e acaba com a destruição de Jerusalem pelos romanos (70 annos depois de Christo).

    A historia profana abrange os restantes povos, quer antigos, quer modernos.

  • Nova China: da "Longa Marcha" à "Revolução Cultural"

    Nova China: da “Longa Marcha” à “Revolução Cultural”

    K. S. Karol

    10,00 

    K. S. Karol esteve durante quatro meses na China, acompanhado pelo fotógrafo Marc Riboud. Falou com camponeses, operários, directores de fábricas, intelectuais, homens da rua… Dessa viagem nasceu este livro que, muito mais do que uma reportagem, é uma análise, sem concessões, à vida social e política da China de hoje.

  • Outras Maneiras de Ver de José Hermano Saraiva

    Outras Maneiras de Ver

    José Hermano Saraiva

    3,50 

    Hoje o sebastianismo tem principalmente o valor de tema literario. Serve de ingrediente para especulações mais ou menos brilhantes e engenhosas sobre algo que não se sabe bem 0 que é, mas se costuma designar por caracteristicas, ou dimensões fundamentais, ou marcas originais da alma por tuguesa. Posição que talvez represente ainda uma forma pedante e letrada do sebastia nismo nacional. E uma ma neira cómoda de falar do povo sem fazer nada por ele. E um alibi que prefere interpretar como um mito poético ou aceitar como tema de ensaio uma atitude cujas verdadeiras raizes são o subdesenvolvi. mento, a credulidade, a con formação que nem sequer há a coragem de se confessar aberta mente, porque se ilude a si mesma com a esperança de uma libertação gratuita, vinda de fora, descida do céu, ofere cida de algum dos lados do nosso dividido mundo. Mas sempre uma libertação em que não tenhamos de correr gran des riscos, abdicar seja do que for, assumirmo-nos a nós pró prios ou à nossa verdade. Que nos dispense, em suma, de sermos nós o D. Sebastião.

  • Mudanças da Idade Moderna, As

    Mudanças da Idade Moderna, As

    Francesc Navarro

    2,50 

    Linhas Gerais da Trajectória do Século XVII e a Guerra dos Trinta Anos
    Primórdios da Biologia Moderna. De Vesálio a Boyle.
    Descarte, Espinosa e Leibniz
    De Newton a Kant
    Os Mongóis na Índia
    O Extremo Oriente durante a Idade Moderna
    A África do século XVI ao século XVIII
    O Comércio dos Escravos na África Negra
    A França do Grand Siècle
    O “Século da Filosofia”. Voltaire e Rousseau. A Enciclopédia
    Pedro I e Catarina da Rússia. Frederico, o Grande e Maria Teresa da Áustria
    Os Países do Báltico do Século XVI ao XVIII

  • Comemorações e História: A Descoberta da Guiné

    Comemorações e História: A Descoberta da Guiné

    Vitorino Magalhães Godinho

    10,00 

    Comemorações e História: A Descoberta da Guiné de Vitorino Magalhães Godinho.
    Seara Nova. Lisboa, 1947, 61 págs. B

    Até 1840, os descobrimentos vulgarmente designados por henriquinos eram conhecidos quase tão só através da Década Primeira da Asia de João de Barros e de um capítulo da Crónica do Príncipe D. João de Damião de Góis. Trata-se de construções tardias – posteriores de um século à morte do Infante e que hoje sabemos reflectirem muito da mentalidade do século xvi. (Excerto)

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Arqueologia Peruana

    Arqueologia Peruana

    João Afonso Corte-Real

    7,00 

    Arqueologia Peruana de João Afonso Corte-Real.
    Edições Maranus. Porto, 1964, 18 págs. Mole.

    Apuntes para un muy breve examen perteneciente o relativo a la Arqueologia

    Comunicação apresentada ao III Colóquio Portuense de Arqueologia 1964

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Memória de Portugal de Roberto Carneiro

    Memória de Portugal

    Roberto Carneiro

    10,00 

    O nosso fim de milénio é marcado pela emer gência da complexidade e da interdependência. Tudo interactua com tudo; o destino de cada um confunde-se com o destino da humanidade inteira.
    O acontecimento aparentemente mais trivial, ocorrido no mais insignificante recanto do plane ta, tem implicações sobre a vida dos seis mil milhões de habitantes que fazem hoje a família humana.
    Num contexto de tamanha turbulência torna se arriscado eleger um traço saliente que, por si só, constitua atributo distintivo do tempo actual.
    Contudo, se necessário fora, um escrutinio sobre as preferências do homem contemporâ neo, no sentido de identificar a alavanca funda mental da mudança no crepúsculo do 2.° milénio, dificilmente se afastaria da identificação da sociedade de informação como característica dominante do nosso tempo.

  • Correntes do Radicalismo Oitocentista (1867-1872)

    Correntes do Radicalismo Oitocentista (1867-1872)

    Luís Doria

    10,00 

    Correntes do Radicalismo Oitocentista: o caso dos Penicheiros (1867-1872)  de Luís Doria.
    Instituto de Ciências Sociais. Lisboa, 2004, 261 págs. B.

    Na historiografia portuguesa da segunda metade do séc.XIX publicada até este momento, pudemos encontrar inúmeras referências aos penicheiros sem no entanto sermos completamente elucidados quanto ao percurso e idiossincrasia destes protagonistas do radicalismo, em plena era tendencialmente consensual da Regeneração iniciada em 1851. O presente livro pretende, tanto quanto possível, colmatar esta lacuna, produzindo alguma luz sobre o fenómeno, no quadro da história política oitocentista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Epigrafia Romana Coliponense de Domingos de Pinho Brandão

    Epigrafia Romana Coliponense

    Domingos de Pinho Brandão

    15,00 

    Epigrafia Romana Coliponense de Domingos de Pinho Brandão.
    Universidade de Coimbra. Coimbra, 1972, 192 págs. B.

    Sob a designação de « Epigrafia romana coliponense estudamos, neste trabalho, as inscrições em que aparece a referência ao nome Collipo, as inscrições provenientes de S. Sebastião do Freixo e visinhanças e ainda as que foram encontradas dentro de um aro relativamente pequeno desta ultima localidade. Ao todo, 44 inscrições. In Introdução.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Lisboa Antes do Terramoto

    Lisboa Antes do Terramoto

    Paulo Henriques

    25,00 

    Lisboa Antes do Terramoto: Grande Vista da Cidade entre 1700 e 1725 de Paulo Henriques [Intro.].
    Gótica. Lisboa, 2004, 109 págs. E. Il

    “Trata-se de um documento fundamental para o conhecimento da capital portuguesa antes do terramoto. O conjunto abrange cerca de 14 quilómetros e arredores, de Pedrouços, a poente, ao Mosteiro da Madre de Deus, a nascente, reproduzindo a visão de uma cidade que um viajante estrangeiro aqui aportado no reinado de D. João V descreveu assim: Erguendo-se com um soberbo anfiteatro, pela sua elevação, pela extensão e por uma aparente simetria natural, oferece um dos mais belos panoramas do mundo”.
    in JL, 16 Fevereiro 2005

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.