O Sionismo contra Israel é, pois, um estudo rigorosamente documentado da colonização sionista na Palestina situado entre o contexto geral da condição das massas judaicas do Séc. XIX ao Séc. XX e a penetração imperialista no Próximo Oriente. O processo de formação do Estado Hebraico, a sua estrutura socio-económica e os princípios fundamentais que gerem a sua política são aquí analisados, pela primeira vez, em termos materialistas. Através da dinâmica concreta da luta de classes à escala nacional e na arena internacional, o autor esforça-se por demonstrar quais as vias de uma solução do conflito israelo-árabe sobre a base do direito da nação árabe-palestiniana e da comunidade hebraica da Palestina disporem delas mesmo, demonstrando também que somente a revolução socialista pode assegurar aos israelitas uma integração harmoniosa no quadro dum mundo árabe unificado e renovado.
História do Brasil de Hélio Vianna. Edições Melhoramentos. Brasil, 1963. E.
A História do Brasil, como a de qualquer país, necessita ser reescrita de vez em quando, a fim de receber as novas interpretações dos historiadores, de acôrdo com os documentos revelados pelos Arquivos, públicos e particulares, que em muitos pontos alteram fatos até então oferecidos como rigorosamente verdadeiros, e que, desta forma, são geralmente aceitos e repetidos pelos historiógrafos. Além disso, as mutações nela últimamente ocorridas, em mais de três decênios da chamada República Nova, devem ser apresentadas ao público leitor, que precisa ter uma vista de conjunto sõbre os acontecimentos mais recentes, a fim de apreciar com espírito crítico e compreensivo os atuais, que sob os seus olhos se vêm processando, em ritmo cada vez mais acelerado.
PRIMEIRA VIAGEM À ÍNDIA PELA ROTA DO CABO DE MARIA AUGUSTA LIMA CRUZ Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1998. 103 págs. B. Il.
Trabalho historiográfico em formato bilingue (Português e Inglês) que apresenta uma síntese sobre a primeira armada liderada por Vasco da Gama rumo à Índia (1497–1499). Escrita pela historiadora e especialista na expansão asiática Maria Augusta Lima Cruz, a obra sistematiza os antecedentes, o percurso marítimo, as dificuldades logísticas e diplomáticas da viagem e o regresso a Lisboa. A edição conta com tradução inglesa de Reginald A. Brown e inclui um corpo de ilustrações documentais e iconográficas intercaladas no texto
────────────────────────────────── Características do Exemplar Obra bilíngue português/inglês.
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 265g
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Portugal na Rota das Especiarias de Artur Teodoro de Matos. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1995, 154 págs. B.
No texto que ora se apresenta, tivemos presente a sua finalidade de divulgação, recorrendo, todavία, αο que de mais recente se produziu sobre os vários temas de cada um dos capítulos. As notas infrapaginais foram reduzidas ao essencial, mas no final o leitor encontrará uma bibliografia de suporte aos diferentes capítulos que lhe permitirá desenvolver aspectos que venham a suscitar o seu interesse. Para melhor conhecimento da época e enquadramento dos diversos acontecimentos relacionados com os temas em análise, incluiu-se uma sucinta cronologia.
Portugal e o Mar da China de Maria da Conceição Flores. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1996, 198 págs. B.
É, pois, este processo peculiar no contexto da expansão portuguesa que nos propomos retratar nas páginas que se seguem, assim como dar ao leitor uma imagem das principais alterações que se começaram a verificar no final da centúria e no início da seguinte e que viriam a modificar completamente a presença lusa no Extremo Oriente por meados de Seiscentos.
Portugal e o Descobrimento do Atlântico: Síntese e Cronologia de Alfredo Pinheiro Marques. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1990, 119 págs. B. Il.
A vasta solidão do Oceano Atlântico permaneceu até ao século XV inexplorada, só tendo sido alvo de uma ou outra incursão esporádica. A sua conquista caberia a Portugal, o mais atlântico dos Mediterrâneos, o mais mediterrânico dos Atlânticos: o país onde a terra acaba e o mar começa. Uma nação onde os homens ainda hoje emigram, e onde antigamente puderam existir marinheiros chamados Lavrador.
Portugal e o Brasil: contactos, confrontos e encontros durante os primeiros anos da presença portuguesa no Novo Mundo de Ângela Domingues. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1999, 117 págs. B. Il.
Relevante estudo de síntese histórica focado nos primórdios da colonização do Brasil. Escrito pela conceituada investigadora e historiadora Ângela Domingues, o texto apresenta um formato bilingue (Português / Inglês), analisando as dinâmicas de contacto, os choques culturais e as alianças estratégicas que marcaram os primeiros anos da presença portuguesa no Novo Mundo ao longo de quatrocentos e quinhentos. Edição muito cuidada da chancela da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, valorizada graficamente por um magnífico extratexto de 20 páginas com ilustrações e reproduções documentais a cores posicionadas a meio e no final da obra. Um título muito focado e de grande utilidade para colecionadores e bibliotecas especializadas em História do Brasil, Expansão Ultramarina e Relações Luso-Brasileiras
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
📚 Obra bilingue
Portugal e as Novas Fronteiras Quinhentistas de Ana Maria de Azevedo. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2000, 89 págs. B.
Interessante obra bilingue (Português / Inglês) de cariz ensaístico e de divulgação histórica sobre a consolidação das rotas marítimas portuguesas no início de quinhentos. O estudo centra-se em três eixos fundamentais da expansão: as expedições dos irmãos Corte-Real à Terra Nova e à Terra do Lavrador, a viagem de um fidalgo de Elvas à Florida e a célebre circum-navegação liderada por Fernão de Magalhães. Edição de cuidada execução gráfica da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, enriquecida com bibliografia e um magnífico extratexto de 18 páginas de estampas ilustradas a cores, contendo cartografia histórica e a reprodução detalhada das moedas comemorativas dos Descobrimentos cunhadas no ano 2000. Uma peça de coleção relevante para temáticas da História dos Descobrimentos, Navegações e Numismática Colonial.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 📚 Obra bilingue.
PORTUGAL E A REPARTIÇÃO DO MUNDO: DO INFANTE D. HENRIQUE AO REI D. JOÃO II DE JOSÉ MANUEL GARCIA Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1994. 150 págs. B. Il.
Interessante e rigoroso estudo historiográfico focado na génese e evolução da Expansão Portuguesa. Publicado em 1994 pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, o livro analisa de forma detalhada o processo histórico que liga o nascimento do Infante D. Henrique (1394) à consumação da partilha do globo entre as potências ibéricas através do Tratado de Tordesilhas (1494) sob a égide de D. João II. Escrita por José Manuel Garcia, prestigiado historiador e especialista na Época dos Descobrimentos, a obra destaca-se por fundir erudição científica com uma narrativa acessível, sendo profusamente ilustrada com reproduções a cores de cartografia antiga, iluminuras e documentos iconográficos da época. Um título indispensável para colecionadores e estudiosos da expansão marítima europeia e da diplomacia ibérica de quinhentos
────────────────────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 335g
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No panorama geral da história dos descobrimentos e da expansão portuguesa no século XVI, a missionação tem sido, sem dúvida, uma das áreas de investigação mais negligenciadas. Vítima, no passado distante, da sua própria clausunt numa história factual e piedosa, ficou muitas vezes reduzida à expressão de crónica empolgada dos sucessos e revezes de cada uma das ordens religiosas que no ultramar foram missionárias. Vitima, num passado mais próximo, de uma história sobretudo preocupada com a materialidade e o transaccionável, a história das missões foi relegada para um plano historiográfico secundário. Empobreceu-se, empobrecendo o estudo e a compreensão global do fenómeno histórico da expansão dos portugueses no mundo, a que pertence como um dedo a uma mão.
O lugar e o peso dos Descobrimentos Portugueses no aparecimento e desenvolvimento desta cultura-mundo é decisivo porque o seu pioneirismo (posteriormente seguido da Espanha, Inglaterra, Holanda, etc.) e a sua dispersão planetária (sem qualquer paralelo no mundo renascentista) representam a máxima alimentação deste planetário banco de dados, o máximo contributo para a abertura do Mundo
Hitler e Salazar: Comércio em Tempos de Guerra (1940-1944) de António Louçã. Parsifal. Lisboa, 2022, 247 págs. B.
Um livro que começou logo a suscitar polémica a propósito da delicada questão do ouro nazi em Portugal. O historiador António Louçã tem vindo a aprofundar o estudo das relações entre o nazismo alemão e o fascismo salazarista, e esta obra vem, de certo modo, pôr em causa os resultados da Comissão que investigou o ouro nazi no Banco de Portugal. Ao contrário desta, António Louçã chega à conclusão que «até ao Verão de 1944, Portugal forneceu à Alemanha mais volfrâmio e recebeu através da Suíça mais ouro nazi do que nenhum outro país». Por isso «as empresas portuguesas estiveram no topo da ‘lista negra aliada’» e «a ‘corrida ao escudo’ foi o principal fenómeno cambial na economia de guerra europeia, teve repercussões muito para além de Portugal e condicionou, de forma decisiva, o tráfico de ouro entre a Alemanha e a Suíça», tendo Portugal, durante a Segunda Grande Guerra, estado no centro de uma prova de força entre os interesses económicos dos beligerante.
PORTUGUÊS QUE NOS PARIU: Uma visão brasileira sobre a história dos portugueses DE ÂNGELA DUTRA DE MENEZES Editorial Civilização. Porto, 2007. 189 págs. B.
Através de uma linguagem bem-humorada e liberta da rigidez dos manuais didácticos, a jornalista e escritora brasileira narra os acontecimentos que ditaram a formação da identidade luso-brasileira. Velejando contra a corrente historiográfica tradicional, a autora desconstrói mitos e propõe uma perspectiva inovadora — um autêntico “olhar índio” sobre as caravelas de Pedro Álvares Cabral e as idiossincrasias dos colonizadores que cruzaram o Atlântico. Um ensaio satírico, descontraído e historicamente rigoroso sobre as heranças culturais deixadas em terras de Vera Cruz.
────────────────────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 315g
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PEQUENO TRATADO DA HISTÓRIA UNIVERSAL DE NICOLAU FIRMINO Livraria H. Antunes / Tipografia do Jornal do Fundão. Fundão, 1963. 175 págs. B.
Obra de pendor didáctico e pedagógico da autoria do prestigiado professor e latinista Nicolau Firmino (1907-2001). Nascido com o propósito de dotar os estudantes e o público em geral de um esqueleto conceptual de consulta rápida, o livro sintetiza com invulgar clareza as grandes etapas, marcos cronológicos e evoluções civilizacionais da humanidade ao longo dos séculos. Uma edição de autor de tiragem muito cuidada, impressa nas prestigiadas oficinas do Jornal do Fundão e ampliada nesta que é a sua oitava edição oficial.
────────────────────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 180g
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“O Romance do Nosso Meio Século” vem relembrar, em páginas de inolvidável frescura, os grandes dramas e as frívolas loucuras de 50 anos de perturbante encanto.
1º volume Terror em São Francisco; A louca aventura de J. Lebaudy; Nascimento do “jazz”.
2º volume: A guerra das sufragists inglesas; A última batalha pelo Pólo Sul; A execução de Mata Hari; A carruagem selada da Revolução; A noite sangrenta de Ekaterinburg.
3º volume: A march sobre Roma dos “camisas negras”; A revolução de Ataturk; O “Putsch” de Munique; A morte de Lenine; O caso Sacco-Vanzetti.
4º volume: Os dez anos de Al Capone; Um delírio chamado Rodolfo Valentino; A quinta-feira negra de Wall Street; A marcha do sal de Gandhi.
5º volume: O mistério do incêndio do Reichstag; O atentado de Marselha; A longa de marcha de Mao Tsé-Tung; Os deuses do estádio.
6º volume – A abdicação de Eduardo VIII (1936); O mistério dos processos de Moscovo; A queda de Barcelona (26 de Janeiro de 1939); O assassinato de Leão Trotsky, o homem perseguido (20 de Agosto de 1940).
A historia, soffre diversas divisões, conforme o ponto de vista sob que a consideramos. Assim, quanto no objecto de que tracta, costumam dividi-la em sagra-do e profana; e, quanto a sua extensão, em universal, particular e municipal.
Diz-se bistoria sagrada a que descreve os factos relativos ao povo hebreu, o povo de Deus. Começa com o primeiro homem, segundo a Biblia, e acaba com a destruição de Jerusalem pelos romanos (70 annos depois de Christo).
A historia profana abrange os restantes povos, quer antigos, quer modernos.
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