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  • Viagens de Cook de Piero Ventura

    Viagens de Cook, As

    Piero Ventura

    6,00 

    Viagens de Cook de Piero Ventura.
    Melhoramentos. São Paulo, 1981, 33 págs. E. Il.

    Este livro nos apresenta não apenas as viagens do grande navegante, mas a história de uma época e o surgimento da primeira Marinha moderna: a britânica.

    Como os capitães procuravam convencer os marinheiros para enfrentar as grandes e perigosas viagens?

    Com quais instrumentos de navegação podia Cook contar?

    Obtenha, nesta obra, as respostas a tais indagações, com grande soma de informações sobre costumes, hábitos e confrontações culturais. A narrativa mostra a vida a bordo e a rotina diária dos grandes veleiros e focaliza os primeiros contatos entre o homem branco e outras civilizações, como os polinésios, os neozelandezes e outros nativos australianos.

    Participe desta aventura por mares e oceanos do mundo inteiro na companhia de James Cook, o maior explorador de todos os tempos.

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  • Viagem de Livingstone de Piero Ventura

    Viagem de Livingstone, A

    Piero Ventura

    6,00 

    Viagem de Livingstone de Piero Ventura.
    Melhoramentos. São Paulo, 1981, 33 págs. E. Il.

    De origem humilde, o garoto Livingstone enfrentou, desde cedo, o trabalho fora de casa, não deixando que as dificuldades o impedissem de buscar o saber nos livros. Assim, certo dia, o jovem pesquisador partia para a África, um misterioso continente, até então muito pouco conhecido.

    Como era a África? Além do calor tórrido, as expedições encontravam outras dificuldades, como densas florestas e animais selvagens. Livingstone deu-nos muitas informações precisas sobre animais lendários que diziam “não existir” naquele continente, mas principalmente informações sobre o habitat africano e as aldeias, que descreveu com minúcias e beleza.

    Livingstone, porém, tinha um grande objetivo indo à Africa; descubra-o você mesmo, participando de suas jornadas audaciosas.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Primeiro Americano de C. W. Ceram

    Primeiro Americano

    C. W. Ceram

    5,00 

    Primeiro Americano: o Enigma das Civilizações Pré-Colombianas de C. W. Ceram.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1976, 384 págs. E. Il.

    Quem foi o primeiro americano? Quem primeiro chegou às terras do Novo Mundo?

    Desde Thomas Jefferson, o presidente apaixonado pela arqueologia, que foi o primeiro a tentar desvendar os segredos do passado do seu país, muitos têm sido os investigadores que se empenharam em decifrar o enigma das civilizações pré-colombianas.

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  • Portugal Romano de Jorge de AlarcãoPortugal Romano

    Portugal Romano

    Jorge de Alarcão

    15,00 

    Portugal Romano de Jorge de Alarcão.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 273 págs. E. Il.

    Índice
    História da Conquista, à Ocupação Visigotica
    Vias e os Lugares
    Vida Rural
    Vida Económica
    Religião
    Arte

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  • Ossos, Corpos e Doenças de Calvin WellsOssos, Corpos e Doenças

    Ossos, Corpos e Doenças

    Calvin Wells

    7,00 

    Ossos, Corpos e Doenças de Calvin Wells.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 283 págs. E. Il

    Significado da Paleopatologia
    Testemunho Válido
    Tipos de Anomalias
    Adaptações do Esqueleto
    Canibalismo
    Trepanação
    Testemunho Radiológico
    Beleza Artificial
    Estatísticas Demográficas
    Caracteres Históricos

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  • Episódios da Monarquia Portuguesa

    Episódios da Monarquia Portuguesa

    João Paulo Oliveira e Costa

    10,00 

    Episódios da Monarquia Portuguesa de João Paulo Oliveira e Costa.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2013, 413 págs. E.

    Acontecimentos fundadores, vitórias, derrotas, amores e ódios, ansiedades coletivas e revoltas, euforias e teses decadentistas, leis e tratados estruturantes sucedem-se ao longo da História, num desfiar cronológico de memórias soltas. Cada memória constitui uma narrativa completa que evoca um acontecimento e o enquadra na sua época.

    Portugal foi governado por uma monarquia durante mais de sete séculos e meio, desde a sua fundação, em 1143, até ao advento da república, em 1910. Este longo período permanece vivo na memória coletiva dos portugueses e é estruturante para a nossa identidade de concidadãos deste país. Na sequência de outras obras e coleções dedicadas aos reis e às rainhas de Portugal, esta obra pretende ser um complemento dedicado ao público que se interessa pela História, e que busca informações curtas mas precisas sobre os principais acontecimentos que marcaram o tempo da monarquia.

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  • O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva

    Crepúsculo da Idade Média em Portugal, O

    António José Saraiva

    7,50 

    O Crepúsculo da Idade Média em Portugal de António José Saraiva.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1988, 276 págs. B.

    Na presente obra, António José Saraiva tenta fazer a identificação do espírito nacional, restringindo ao mínimo as generalizações e procurando eliminar as abstracções. As suas obras têm, aliás, vindo a revelar a portugalidade como um momento ímpar de procura de isolamento por parte de uma das nações hispânicas, a única que decisivamente tentou romper com as suas origens.
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  • Cartografia Portuguesa Antiga

    Cartografia Portuguesa Antiga

    Armando Cortesão

    7,50 

    Cartografia Portuguesa Antiga de Armando Cortesão.
    Comissão Executiva das Comemorações do Quinto Centenário da Morte do Infante D. Henrique. Lisboa, 1960, 195 págs. B.

    Síntese histórica da evolução, em Portugal, da arte de traçar mapas geográficos e topográficos, integrando uma colecção de divulgação editada sob o auspício das Comemorações Henriquinas de 1960. O autor é conhecido entre especialistas pelas suas inúmeras publicações sobre o tema, das quais extraiu as considerações históricas constitutivas do corpo desta obra. Do índice: I – Da Cartografia e seus historiadores; II – Cartografia Antiga e interesse pela história da cartografia; III – Alvorecer da Cartografia Moderna; IV – Primórdios da Cartografia Portuguesa; V – Cartografia Portuguesa do Séc. XV – Primeira Metade; VI – Cartografia Portuguesa do Séc. XV – Segunda Metade; VII – A Nova Carta de Marear; VIII – Construção da Carta de Marear; IX – Utilização da Carta de Marear; X – Séculos XVI e XVII.

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  • Crise do Liberalismo, A

    Crise do Liberalismo, A

    Victor de Sá

    7,50 

    A Crise do Liberalismo e as primeiras manifestações das ideias socialistas em Portugal (1820-1852) de Victor de Sá.
    Seara Nova. Lisboa,  1974, 351 págs. B.

    Se a princípio tive a intenção de estudar simplesmente a influência de o proudhonismo em Portugal, compreendi em dado momento que devia estudar de preferência as condições históricas e as primeiras manifestações do pensamento socialista em Portugal, para chegar finalmente ao assunto mais preciso da minha tese, a crise do liberalismo e as primeiras manifestações da ideias socialistas em Portugal (1820-1852).

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  • Maias de Michael D. CoeMaias

    Maias, Os

    Michael D. Coe

    7,00 

    Os Maias de Michael D. Coe.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 256 págs. E.

    Índice
    Primitivos Maias
    Desenvolvimento da Civilização Maia
    Esplendor Clássico
    . Período Antigo
    . Período Moderno
    . Pós-Clássico
    Vida dos Maias
    Pensamento Maia

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  • Homem Eterno, OHomem Eterno

    Homem Eterno, O

    Louis Pauwels

    6,00 

    Homem Eterno de Louis Pauwels.
    Livraria Bertrand. Amadora, s.d., 361 págs. B.

    Der anos decorridos sobre a publicação desse fantástico Le Matin des Magiciens (O Despertar dos Mágicos, também incluído na colecção Documentos de Todos os Tempos), obra de choque cuja repercussão e influência sinda hoje se fazem sentir, aparece, assinado pelos mes mos escritores, O Homem Eterno (Homme Eternel), primeiro volume duma série de ensaios sobre o homem, o seu passado, o sou futuro e o seu espaço interior, nos quais Louis Pauwels e Jacques Bergier se propõem melhor definir, precisar e desenvolver as suas anteriores teorias e afirmações. O presente volume, constituindo um seguimento de O Despertar dos Mágicos procura, em resumo, responder à questão maior que a si mesmos os autores puseram por que razão o homo sapiens, nascido há 100 000 anos e dotado de inteligência, levou tantos milénios a descobrir a Ciência, uma Ciência bem jovem, afinal, pois data apenas do século XVIII da nossa era? E a resposta só poderá ser esta, na opinião de Pauwels e Bergler: a homem seria a única forma estável do mundo animal, tendo, por várias vezes no decorrer dos tempos, aparecido, evoluído e conquistado elevados conhecimentos, desaparecendo. em seguida, arrasado por catástrofes, para renascer mais tarde.

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  • Espanha e Portugal de H. N. SavoryEslavos

    Espanha e Portugal

    H. N. Savory

    7,00 

    Espanha e Portugal de H. N. Savory.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 329 págs. E. Il.

    Índice
    Caçadores Primitivos: Período Paleolítico
    Caçadores Primitivos Posteriores à Idade Glaciária (8.000 – 3.000 a.C)
    Os Primeiros Agricultores (5.000-3.000 a.C)
    Construtores de Megálitos
    Os Túmulos Escavados na Rocha e a Cultura do Tejo
    Os Primeiros Metalurgistas
    Cultura Campaniforme
    Idade do Bronze Inicial
    Idade do Bronze Tardia e os Alvores da História
    Idade do Ferro Céltica

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  • Eslavos de Marija GimbutasEslavos

    Eslavos

    Marija Gimbutas

    7,00 

    Eslavos de Marija Gimbutas.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1975, 252 págs. E. Il.

    Índice
    Origens
    Cultura Norte-Americana
    Etnónimos Eslavos
    Proto-Eslavos Durante a Expansão Sármata e Goto-Gépida
    Recuperação
    Migrações Eslavas para a Europa Central e Península Balcânica
    Estrutura Social
    Religão

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  • África Começa Mal e René Dumont

    África Começa Mal

    René Dumont

    8,00 

    África Começa Mal e René Dumont.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1965, 410 págs. B. Il.

    René Dumont não é só um mestre de problemas tropicais; é um homem que através das suas múltiplas experiências procura sempre trazer para a humanidade um pouco de luz, um pouco do que o seu saber pode contribuir para tornar menos dura a luta do dia a dia de todos os povos».

    Do prefácio do Dr. Raquel Soeiro de Brito

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  • 25 de Abril de Afonso Praça25 de Abril Documento

    25 de Abril

    Afonso Praça

    6,00 

    25 de Abril de Afonso Praça [et al].
    CasaViva Editora. Lisboa, 1974, 188 págs. B. Il.

    Não se pretende com este livro mais do que um simples repositório de factos e documentos que caracterizaram o 25 de Abril e os primeiros dias de vida da Junta de Salvação Nacional e de liberdade do povo português. Análises, que só poderiam ser imprecisas e precipitadas tão frescos estão ainda os acontecimentos, não se encontrarm nas páginas que se seguem. Quando muito, apontam-se algumas das mais notórias implicações das medidas já tomadas e do renascer deste País para a democracia.

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  • Angola Memória em Imagens (1890-1970) de João Loureiro

    Angola Memória em Imagens (1890-1970)

    João Loureiro

    20,00 

    Angola Memória em Imagens (1890-1970) de João Loureiro.
    Expresso. Lisboa, 2009, 160 págs. B.

    “Num tempo em que os relacionamentos entre Portugal e Angola se encontram notoriamente pacificados e reciprocamente cooperantes em vários domínios, também as memórias e os testemunhos de um longo passado comum não devem ser vistos de forma injustificadamente preconceituosa.

    A edição ‘EXPRESSO’ desse conjunto de imagens sobre Angola da colecção privada de João Loureiro, desde 1890 até aos finais da década de sessenta (praticamente todas inéditas ou escassamente conhecidas), obedecem ao propósito fundamental de preservar, valorizar e divulgar um singular património histórico e cultural que é pertença de angolanos e de portugueses.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.