A Época dos Descobimentos 1400-1600 de David Arnold.
Gradiva Publicações. Lisboa, 1994, 78 págs. B. Colecção Panfletos | 4
A Época dos Descobrimentos é um estudo sintético, isto é, uma visão panorâmica que nos dá elementos gerais do político, do económico, do cultural, etc. Não pode (nem quer) satisfazer a curiosidade do especialista neste ou naquele problema ou época, mas consegue plenamente alcançar o seu fim pedagógico e essencial, que é, através dum esboço genérico das grandes linhas de força do fenómeno da expansão europeia, cativar a atenção do leitor e abrir o seu apetite para um melhor conhecimento de um dos fenómenos mais decisivos na vida humana passada e com largas repercussões e presenças no nosso quotidiano dos finais do século XX. – Luís Filipe Barreto
Wojsko Polskie de Mariusk Jedrzejko. Dom Wydawniczy. Polónia, 1997, 204 págs. E. Il.
Historia tego albumu ma kilka lat. O jego powstaniu my?leli?my wtedy, gdy pierwsze jednostki Wojska Polskiego wchodzi?y w nowe struktury organizacyjne, gdy na polskiej ziemi pojawili si? ?o?nierze armii zachodnich, a nasze pododdzia?y w ramach programu „Partnerstwo dla Pokoju” rozpoczyna?y zupe?nie now? kart? dziejów or??a. A jednak trzeba by?o jeszcze czasu, aby to zamierzenie zmaterializowa?o si?.
Navegadores, Viajantes e Aventureiros Portugueses: Séculos XV e XVI de Luís de Albuquerque. Círculo de Leitores. Lisboa, 1987, 200 págs. E.Il
Ao longo de dois séculos eles percorreram o mundo.
Os que ficaram perenémente na História e os que, tendo ficado nela, raramente são lembrados. Portugueses que venceram e foram vencidos. Verdadeiras histórias de aventuras tendo por protagonistas os heróis dos mais extraordinários feitos dos séculos XV e XVI
O Mundo Árabe: de Maomé ao Império Otomano de Henri Marchal [Coord.] Selecções do Reader’s Digest. Lisboa, 2004, 191 págs. E. Il.
O Império Árabe, nascido das conquis-tas omíadas, transforma-se num império islâmico no qual sobressairão elites não árabes <<conquistadas por um islão em expansão. Passando, a partir do século XI, por fases de domínio estrangeiro, este mundo unido pela língua árabe divide-se, em termos regionais e linguísticos, em regiões de predomínio árabe, persa e turco.
Incas: Senhores dos Andes de Jean-François Bouchard.
Selecções do Reader’s Digest. Lisboa, 2004, 192 págs. E. Il.
Na segunda metade do século xv, algumas dezenas de milhar de indivíduos – os Incas – conquistaram um território que se estendia pela cordilheira dos Andes ao longo de mais de 4000 quilómetros. O seu poder, porém, é efémero: em 1532, o Império Inca cai nas mãos dos Espanhóis.
História do Homem: nos Últimos Dois Milhões Anos de Anthony Atmore [et al.] Selecções do Reader’s Digest. Lisboa, 1978, 487 págs. E. Il.
Para desenterrar e interpretar tais vestígios da existência do homem primitivo exige-se a arqueólogos e outros peritos um estudo meticuloso. Os resultados das suas descobertas, embora muitas vezes vezes incompletos, constituem testemunho suficiente do complexo processo evolutivo que levou ao aparecimento da espécie Homo sapiens, que povoa o mundo de hoje.
Mártires do Japão de Eduardo Kol de Carvalho.
Editorial A. O. Braga, 2006, 190 págs. B. Il.
A evangelização do Japão, iniciada por S. Francisco Xavier e continuada, durante décadas, por centenas de membros da Companhia de Jesus, foi brutalmente interrompida pela perseguição das autoridades japonesas, que levou milhares de cristãos japoneses e europeus ao martírio. De entre eles, o Autor recorda, com riqueza de pormenores, os beatos mártires portugueses. Ao mesmo tempo, faz a história desse encontro entre as culturas do Japão e de Portugal que, iniciado de forma auspiciosa, viria a terminar de modo trágico e brutal. O Autor é professor de Estudos Portugueses na Universidade de Estudos Estrangeiros de Quioto.
Mais Documentos Relativos ao Primeiro Cerco de Dio de Luciano Ribeiro.
Revista Stvdia. Lisboa, 1966, 293 págs. B.
Em continuação do trabalho que iniciámos já há alguns anos referente ao primeiro cerco de Dio, e tendo sempre em vista que aquela acção é o fulcro em torno do qual tantas coisas foram passadas e, ainda, no propósito de procurar esclarecer a situação criada a Nuno da Cunha, da qual resultou como epílogo a ordem de D. João III a Correia Baahrem para o ir procurar na sua volta e o prender, trazendo-o preso para o reino, facto que somente se não consumou porque Nuno da Cunha morreu na viagem, ao dobrar o Cabo da Boa Esperança, como já escrevemos no primeiro trabalho desta série que publicamos.
O Homem Antes da Escrita de André Varagnac. Edições Cosmos. Lisboa, 1963, 513 págs. E. Il.
“O Homem antes da Escrita: esta síntese inovadora da Pré-história sai na sua hora própria. Nunca, como hoje, o grande público cultivado sentiu tão acicatada curiosidade por essas civilizações que pouco a pouco vão revelando as suas obras-primas (…)”.
História e Crítica de Pierre Salmon. Livraria Almedina. Coimbra, 1979, 254 págs. B.
O livro de Pierre Salmon explora a história como uma categoria da objetividade científica, diferenciando-a da objetividade do passado, que é existencial. A objetividade histórica é sempre parcial e influenciada pelo presente, enquanto a objetividade do passado era moldada pelas perspectivas futuras da época. A confusão entre ambas, frequentemente feita pelo público e pelos sistemas de valores sociais, reflete a influência do presente na construção da história, que deveria ser mais fiel aos “restos” do passado.
Grandes do Oriente de A. Martins Lopes. Amigos do Livro. Lisboa, s.d., 394 págs. E. Il.
Ilustrado a preto e branco em extratexto, sobre papel mais encorpado, com desenhos e reproduções de obras. Tem também uma reprodução de uma gravura de Vasco da Gama sobre uma folha de papel couché de menores dimensões, colada pela margem superior, em face da folha de rosto.
A obra divide-se em três partes: Primeira parte: Vasco da Gama, Segunda parte: D. Francisco de Almeida e Afonso de Albuquerque e Terceira parte: D. João de Castro.
Três Dias em Olivença de Hermano Neves. Casa Ventura Abrantes. Lisboa, s.d., 63 págs. B. Il.
“Uma circunstância, porém, varreu do meu espírito todas as hesitações. O problema da velha praça portuguesa foi recentemente pôsto em foco, mais uma vez, pelo estudo consciencioso dum erudito professor da Faculdade de Letras, o sr. Dr. Queirós Veloso. É oportuno o ensejo de recordar, com a publicação dêste opúsculo, que meu Pai ocupou a sua pena de jornalista na evocação sentimental dum pedaço da nossa terra que os azares da fortuna levaram para mãos estranhas. Aqui ficam, arrancadas do livro em projecto, meia dúzia de páginas escritas há dezasseis anos, mas vivas de espontaneidade e frescura como se fôssem lançadas hoje para as colunas de um jornal.” Julho de 1932, Mário Neves.
✍🏻 Edição autografada pelo autor. 📷24 fotogravuras, extratexto
Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico (Vol.I) de Fernand Braudel. Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1983, 693 págs. B. Il.
“A obra histórica mais significativa do nosso tempo”: assim classificou o New York Times o presente livro de Fernand Braudel. Discípulo de Marc Bloch e Lucien Febvre, director da revista Annales (a famosa revista francesa que impôs uma nova visão da História), professor no Collège de France, presidente da VI secção da École des Hautes Études, primeiro administrador da Maison des Sciences de l’Homme, é sem dúvida o nome mais importante da historiografia contemporânea.
Maravilha Viagem do Cabral de Metzner Leone.
Amigos do Livro. Lisboa, 1970, 287 págs. E. Il.
A vida de Pedro Álvares Cabral permanece envolta em mistério, mas a sua viagem extraordinária rumo ao Brasil está magistralmente documentada. Entre a carta de Pêro Vaz de Caminha e o relato do Piloto Anónimo, este livro enfrenta o desafio de recontar a epopeia marítima que mudou a História, equilibrando a fidelidade às fontes com uma voz moderna e envolvente.
Renascimento do Século XII de Christopher Brooke.
Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 222 págs. B. Il.
Entre os séculos XI e XII verificou-se na civilização da Europa ocidental uma transformação profunda em todos os aspectos da vida e em todos os níveis sociais, dos camponeses aos reis e até ao próprio papa.
Os grandes impulsionadores das diversas correntes culturais são largamente estudados, relacionando-se a sua obra com os meios social, artístico e religioso. Obra profusamente ilustrada.
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