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  • Tempos Liberais

    Tempos Liberais

    Ana Maria Magina

    3,00 

    Tempos Liberais de Ana Maria Magina.
    Desabrochar Editorial. Porto, 1992, 47, págs. E.

    No princípio do século XIX, as invasões Francesas arruinaram Portugal. Além do mais, obrigaram a Família Real a deslocar-se para o Brasil e permitiram que a Inglaterra dominasse o nosso País. O Governo Absoluto não conseguia resolver os problemas graves que se punham à Pátria. Abriu-se, então, um novo caminho: a partir de 1820, o Novo Regime começou a implantar-se e, depois de 1834, o Estado passou a ser governado segundo uma lei suprema, ou seja, uma Constituição Política. Os Tempos Liberais instalam, portanto, uma Monarquia Constitucional.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Revoluções Liberais do Século XIX de Juan Sisino Perez

    Revoluções Liberais do Século XIX

    Juan Sisino Perez

    6,00 

    Revoluções Liberais do Século XIX: Industrialização Capitalista, Lutas Sociopolíticas e Modernização Cultural de Juan Sisino Perez.
    Atlântico Press. Lisboa, 2018, 144 págs. E.

    As Revoluções Liberais do século XIX foram um período de grandes transformações políticas e sociais na Europa, marcadas pela luta contra o absolutismo e a busca por maior liberdade e participação política. Movimentos como a Revolução de 1830 na França, as Revoluções de 1848 em vários países europeus e a Revolução Liberal do Porto em Portugal (1820) representam momentos importantes desta onda revolucionária.

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  • História Cronológica do Meu Portugal de Carlos Letra

    História Cronológica do Meu Portugal

    Carlos Letra

    6,00 

    História Cronológica do Meu Portugal de Carlos Letra.
    Gailivro. Canelas, 1994, 61 págs. E. Il.

    Este livro aborda, de forma concisa, os principais momentos da História de Portugal, ordenados cronologicamente. Relatados com todo o rigor histórico, mas também com um toque de humor, os factos históricos resultam apelativos e motivantes.

    Acrescem, ainda, várias curiosidades e ilustrações divertidas, que potenciam a aprendizagem. Além de se confirmar como um excelente instrumento de estudo da História de Portugal, serve de guia a todos os “curiosos” que pretendam analisar o nosso passado e a nossa História para melhor compreenderem o presente.

    Inclui ainda árvores genealógicas das várias dinastias, páginas com os Reis e Presidentes de Portugal, tabela cronológica e glossário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Greek Myths

    Greek Myths

    Lucilla Burn

    7,00 

    Greek Myths de Lucilla Burn.
    The British Museum Press. Inglaterra, 2002, 80 págs. B.

    Here retold in all their dramatic power are some of the most exciting and influential of all Greek myths: the epic struggle of the Trojan War, the wanderings of Odysseus, the tragic destiny of Oedipus, and the heroic adventures of Herakles, Theseus, Perseus, and Jason. The author introduces the complex pantheon of Olympian gods and goddesses, describing their attributes, genealogies, and often comic relationships, and illustrates the personalities and their stories by drawing upon the artistry of the ancient culture which created them. A concluding chapter reviews the powerful and continuing imaginative legacy of Greek myth, from Botticelli to Freud.

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  • Estudos Luso-Orientais (Séculos XIII-XIX) de João de Deus Ramos

    Estudos Luso-Orientais (Séculos XIII-XIX)

    João de Deus Ramos

    20,00 

    Estudos Luso-Orientais (Séculos XIII-XIX) de João de Deus Ramos.
    Academia Portuguesa de História. Lisboa, 1996, 212 págs. B.

    Não é abundante a historiografia portuguesa no que concerne às relações entre Portugal e a China, ainda que muitos trabalhos sejam de valor pelo recheio de noticias e de documentação que contêm. A maior parte das investigações feitas nesse domínio partiu, quasi sempre, do caso específico de Macau como porta lusa de entrada no Celeste Império. Com a âncora na Cidade do Nome de Deus, a nossa vocação ecuménica levou os mercadores, viajantes e missionários a palmilhar os caminhos do mar e da terra que conduziam à «terra dos chins». São bem conhecidas as dificuldades que encontraram nessa penetração, por a China ser uma civilização fechada ao convívio dos povos estrangeiros. Essas tentativas conduziram, com frequência, ao envio de embaixadas acolhidas com expressões de boa vontade e que permitiam antever a criação de laços duradouros. Enquanto outras missões nos séculos XVI a XVIII, devido à tradicional desconfiança dos Chineses, acabaram de maneira trágica com a morte ou a expulsão dos padres e comerciantes portugueses.

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  • Colonialismo e Imperialismo

    Colonialismo e Imperialismo

    Joan Roig

    6,00 

    Colonialismo e Imperialismo: África, Ásia e Ocêania sob o Jugo Europeu de Joan Roig.
    Atlãntico Press, 2018, 143 págs. E.

    O ponto mais importante da expansão colonial europeia ocorreu entre as Últimas décadas do século XIX e os primeiros anos do século XX, quando as potências hegemónicas do Velho Continente se lançaram à conquista de grandes extensões de território e sujeitaram quase todas as sociedades do mundo às dinâmicas políticas e produtivas do Ocidente.

    Tratou-se de um domínio breve, visto que essas grandes áreas de África, da Ásia e da Oceânia apenas se mantiveram sob o jugo europeu durante algumas décadas, mas com sérias consequências: a Europa moldou muitas das suas colónias com determinadas formas de vida e de produção, que lhe seriam de grande utilidade no futuro.

    Este livro analisa os diversos processos colonialistas e a sua herança nos territórios colonizados.

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  • 25 de Abril

    25 de Abril

    J. Aires Magalhães

    3,00 

    25 de Abril de J. Aires Magalhães.
    Edição Formar. Lisboa, s.d., 47 págs. Mole.

    Antes do mais, cumpre salientar que é ainda cedo para se fazer, com objectividade, rigor e imparcialidade, a História da Revolução do 25 de Abril de 1974.

    Ainda assim, tentaremos fazer um relato isento e indicar pistas para ulterior julgamento.

    Evitaremos, pois, os juízos de valor sobre os factos descritos e procuraremos limitar esse fenómeno de ecolalia que é o de, quase sem se dar conta, utilizar a própria linguagem adoptada por certas facções políticas à força de se deparar frequentemente com frases e termos, tornados “palavras de ordem” pela propaganda, ao jeito do “slogan” da publicidade, repetitiva e deliberadamente insistente.

    Entendemos, também, que um dos cuidados que deve ter quem estuda História é o de procurar, para todas as épocas, movimentos ou ideologias, separar os factos concretos das interpretações que deles dão os vencedores.

    A História não pode ser feita com as versões das forças vitoriosas. Se assim fosse, não poderia considerar-se ciência.

    Efectivamente, se quem vence é o mais forte, este passaria a ser também o único detentor da verdade histórica.

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  • Historiadores Quinhentistas

    Historiadores Quinhentistas

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    RAZÕES DA PRESENTE EDIÇÃO. Os trechos foram tirados das primeiras edições, e os de Gaspar Correia foram confrontados com o códice autógrafo guardado na Torre do Tombo. Temos pena de não poder inserir mais páginas, dada a pequenez do espaço, que nos é imposto pela natureza da colecção. Ainda assim, julgamos que os trechos escolhidos darão uma ideia suficientemente clara das tendências e processos da historiografia quinhentista. Com esse objectivo, insistimos nos prefácios, sobretudo nos de Barros, não podendo inserir a Apologia deste último, que precede a Década IV, por suas grandes dimensões. Aí, o grande escritor desabafa os seus queixumes, pela crítica de que era alvo. De Diogo do Couto só damos um trecho, aliás bem interessante e representativo, porque lhe reservamos um espaçoso lugar no volume da História trágico-marítima, com a relação do naufrágio de D. Paulo de Lima, uma das mais emocionantes da famosa colectânea.

  • Illustrated English Social History - Eighteen Century

    Illustrated English Social History – Eighteen Century

    G. M. Trevelyan

    7,50 

    THIS third volume of the Illustrated Edition of my English Social History covers the Eighteenth Century. It describes first the period of English civilization known as the Age of Anne. It is natural to compare and contrast it with the Age of Elizabeth, described in the previous volume, noting the changes, some loss and some gain, in the character of civilization that had taken place between Queen and Queen.

  • Rumos do Mundo: Homem Antes da Escrita

    Rumos do Mundo: Homem Antes da Escrita

    Lucien Febvre

    15,00 

    “O Homem antes da Escrita: esta síntese inovadora da Pré-história sai na sua hora própria. Nunca, como hoje, o grande público cultivado sentiu tão acicatada curiosidade por essas civilizações que pouco a pouco vão revelando as suas obras-primas (…)”.

  • Illustrated History of Europe, The

    Illustrated History of Europe, The

    Frédéric Delouche

    7,50 

    The ILLUSTRATED HISTORY OF EUROPE represents a watershed in historical writing. The collective effort of a team of twelve European historians, it unravels the many cultural, economic, social and political strands of Europe’s history from a European rather than a national perspective. With this broad view it examines the great prehistoric people migrations, the cave paintings of Spain and France, the Roman Empire, the spread of Christianity, the Middle Ages, the glory of the Renaissance, the revolutions of the Reformation, the dawn of industrialization, Empire building and the two world wars of this century, and concludes with the fall of the Berlin wall and the disintegration of the USSR.

  • Troia e os Troianos de Carl W. Blegen

    Troia e os Troianos

    Carl W. Blegen

    5,00 

    Troia e os Troianos de Carl W. Blegen.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 243 págs. E. Il.

    Índice
    Tróia dos Poemas de Homero;
    Tróia da Arqueologia;
    Idade do Bronze Antiga: Tróia I;
    Idade do Bronze Antiga: Tróia II;
    Idade do Bronze Antiga: Tróias III a V;
    Idade do Bronze Média e Recente: Tróia VI;
    Tróia VII;
    Tróia VIII;

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  • Santarém - Roteiros Repúblicanos

    Santarém – Roteiros Repúblicanos

    Jorge Custódio

    6,00 

    Santarém – Roteiros Repúblicanos de Jorge Custódio.
    Quidnovi. Matosinhos, 2010, 128 págs. B. Il.

    Santarém, urbe de memórias milenares, amiúde bastião de liberdades, não soube (ou não põde) preservar os seus mais importantes vestígios do periodo republicano, cujas reminiscências parecem ter-se ocultado sobre os ouropéis do Estado Novo ou do curso vigente da sociedade do consumo pós-contemporânea. (…) Efectivamente, não deixa de constituir uma surpresa para quem aborda a cidade na perspectiva da história do republicanismo a quase inexistência de memórias dos lugares, eventos ou personalidades que estiveram ligados à génese, implantação e afirmação da República, no fundo a instância histórica do actual regime. E isto é tanto mais surpreendente quanto Santarém foi palco e matriz de alguns dos principais acontecimentos que marcaram o período republicano, espaço de resistência republicana no tempo de Salazar, lugar de perseguição no tempo do Movimento de Unidade Democrática (MUD), apoiante de Humberto Delgado nas eleições de 1958 e ainda “ponta de lança” da agenda do 25 de Abril de 1974 (que na sua história tem como militar de relevo Salgueiro Maia

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  • Descobridores, Os

    Descobridores, Os

    Daniel J. Boorstin

    10,00 

    Os Descobridores de Daniel J. Boorstin.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1994, 641 págs. E.

    Uma história original acerca de maior aventura do homem: a descoberta do mundo que o rodeia.

    Nesta obra, Boorstin não percorre apenas a necessidade insaciável de conhecimento do Homem, mas também os obstáculos à descoberta e a ilusão que o conhecimento pode colocar no caminho.

    Analisando o tempo, a terra e os oceanos, a natureza e a sociedade, o autor reúne e analisa as histórias da epopeia do Homem para compreender o mundo e o cosmos.

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  • Dupla Restauração de Angola (1641-1648) de A. da Silva Rego

    Dupla Restauração de Angola (1641-1648)

    A. da Silva Rego

    25,00 

    Dupla Restauração de Angola (1641-1648) de A. da Silva Rego.
    Agência Geral das Colónias. LIsboa, 1948, 274 págs. E.

    TODOS OS portugueses sabem o que vulgarmente se quer dizer quando se fala em <campanhas da Restauraçãon.

    São lutas contra o jugo castelhano ou holandês, após a revolução nacionalista de 1640, a fim de reganhar o antigo império perdido durante o duro «cativeiro de Babilónia» de 1580 a 1640. Estas lutas assumem ainda significado diverso, quando se trata de lutas na metrópole ou de lutas no Oriente. Na história angolana, porém, as «campanhas da restan- ração apresentam outra significação. Os Portugueses, embora expulsos da costa, estavam firmemente estabelecidos em Muxima, Massangano, Cambambe e Ambaca e, em vista disto, nunca perderam os seus direitos sobre a velha possessão africana. Por conseguinte, a conquista de Luanda pelos Holandeses, embora tivesse representado grave quebra de prestigio para os antigos senhores de toda aquela costa, não abalou em nada os dados fundamentais da presença portuguesa em Africa. Deve, pois, falar-se em «restauração de Luanda» e não em «restauração de Angola».

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  • Grande Guerra: A Primeira Guerra Mundial

    Grande Guerra: A Primeira Guerra Mundial

    Carlos Sanz Diaz

    6,00 

    Grande Guerra: A Primeira Guerra Mundial Agita o Velho Mundo de Carlos Sanz Diaz.
    Atlântico Press. Lisboa, 2018, 144 págs. E.

    A Primeira Guerra Mundial teve um impacto profundo nas estruturas políticas, económicas e sociais do planeta à escala global. De facto, para muitos historiadores, o século XX começou naquele verão de 1914 que haveria de fustigar o mundo com a guerra, a revolução e os fascismos, uma era de catástrofes (como the chamou o historiador Eric Hobsbawm) erigida sobre as ruínas da civilização ocidental do século XIX.

    Neste livro, abordam-se as causas que levaram à Grande Guerra e analisa-se o desenvolvimento das operações bélicas e as consequências do conflito, atendendo, além das operações militares, às implicações da contenda, que afetaram tanto os soldados como os civís não só nos países beligerantes, mas em todo o mundo.

    📘 Plastificado de origem