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  • Nova China de K. S. Karol

    Nova China: da “Longa Marcha” à “Revolução Cultural”

    K. S. Karol

    10,00 

    Nova China: da “Longa Marcha” à “Revolução Cultural” de K. S. Karol.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 518 págs. B.
    Colecção: Vida e Cultura | 56

    K. S. Karol esteve durante quatro meses na China, acompanhado pelo fotógrafo Marc Riboud. Falou com camponeses, operários, directores de fábricas, intelectuais, homens da rua… Dessa viagem nasceu este livro que, muito mais do que uma reportagem, é uma análise, sem concessões, à vida social e política da China de hoje.


    Características do Exemplar

    🖋️ Assinatura de posse de anterior proprietário
    ☀️ Lombada desvanecida

  • Outras Maneiras de Ver de José Hermano Saraiva

    Outras Maneiras de Ver

    José Hermano Saraiva

    3,50 

    Hoje o sebastianismo tem principalmente o valor de tema literario. Serve de ingrediente para especulações mais ou menos brilhantes e engenhosas sobre algo que não se sabe bem 0 que é, mas se costuma designar por caracteristicas, ou dimensões fundamentais, ou marcas originais da alma por tuguesa. Posição que talvez represente ainda uma forma pedante e letrada do sebastia nismo nacional. E uma ma neira cómoda de falar do povo sem fazer nada por ele. E um alibi que prefere interpretar como um mito poético ou aceitar como tema de ensaio uma atitude cujas verdadeiras raizes são o subdesenvolvi. mento, a credulidade, a con formação que nem sequer há a coragem de se confessar aberta mente, porque se ilude a si mesma com a esperança de uma libertação gratuita, vinda de fora, descida do céu, ofere cida de algum dos lados do nosso dividido mundo. Mas sempre uma libertação em que não tenhamos de correr gran des riscos, abdicar seja do que for, assumirmo-nos a nós pró prios ou à nossa verdade. Que nos dispense, em suma, de sermos nós o D. Sebastião.

  • Mudanças da Idade Moderna, As

    Mudanças da Idade Moderna, As

    Francesc Navarro

    2,50 

    Linhas Gerais da Trajectória do Século XVII e a Guerra dos Trinta Anos
    Primórdios da Biologia Moderna. De Vesálio a Boyle.
    Descarte, Espinosa e Leibniz
    De Newton a Kant
    Os Mongóis na Índia
    O Extremo Oriente durante a Idade Moderna
    A África do século XVI ao século XVIII
    O Comércio dos Escravos na África Negra
    A França do Grand Siècle
    O “Século da Filosofia”. Voltaire e Rousseau. A Enciclopédia
    Pedro I e Catarina da Rússia. Frederico, o Grande e Maria Teresa da Áustria
    Os Países do Báltico do Século XVI ao XVIII

  • Comemorações e História: A Descoberta da Guiné

    Comemorações e História: A Descoberta da Guiné

    Vitorino Magalhães Godinho

    10,00 

    Comemorações e História: A Descoberta da Guiné de Vitorino Magalhães Godinho.
    Seara Nova. Lisboa, 1947, 61 págs. B

    Até 1840, os descobrimentos vulgarmente designados por henriquinos eram conhecidos quase tão só através da Década Primeira da Asia de João de Barros e de um capítulo da Crónica do Príncipe D. João de Damião de Góis. Trata-se de construções tardias – posteriores de um século à morte do Infante e que hoje sabemos reflectirem muito da mentalidade do século xvi. (Excerto)

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Arqueologia Peruana

    Arqueologia Peruana

    João Afonso Corte-Real

    7,00 

    Arqueologia Peruana de João Afonso Corte-Real.
    Edições Maranus. Porto, 1964, 18 págs. Mole.

    Apuntes para un muy breve examen perteneciente o relativo a la Arqueologia

    Comunicação apresentada ao III Colóquio Portuense de Arqueologia 1964

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Memória de Portugal de Roberto Carneiro

    Memória de Portugal

    Roberto Carneiro

    10,00 

    O nosso fim de milénio é marcado pela emer gência da complexidade e da interdependência. Tudo interactua com tudo; o destino de cada um confunde-se com o destino da humanidade inteira.
    O acontecimento aparentemente mais trivial, ocorrido no mais insignificante recanto do plane ta, tem implicações sobre a vida dos seis mil milhões de habitantes que fazem hoje a família humana.
    Num contexto de tamanha turbulência torna se arriscado eleger um traço saliente que, por si só, constitua atributo distintivo do tempo actual.
    Contudo, se necessário fora, um escrutinio sobre as preferências do homem contemporâ neo, no sentido de identificar a alavanca funda mental da mudança no crepúsculo do 2.° milénio, dificilmente se afastaria da identificação da sociedade de informação como característica dominante do nosso tempo.

  • Correntes do Radicalismo Oitocentista (1867-1872)

    Correntes do Radicalismo Oitocentista (1867-1872)

    Luís Doria

    10,00 

    Correntes do Radicalismo Oitocentista: o caso dos Penicheiros (1867-1872)  de Luís Doria.
    Instituto de Ciências Sociais. Lisboa, 2004, 261 págs. B.

    Na historiografia portuguesa da segunda metade do séc.XIX publicada até este momento, pudemos encontrar inúmeras referências aos penicheiros sem no entanto sermos completamente elucidados quanto ao percurso e idiossincrasia destes protagonistas do radicalismo, em plena era tendencialmente consensual da Regeneração iniciada em 1851. O presente livro pretende, tanto quanto possível, colmatar esta lacuna, produzindo alguma luz sobre o fenómeno, no quadro da história política oitocentista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Epigrafia Romana Coliponense de Domingos de Pinho BrandãoEpigrafia

    Epigrafia Romana Coliponense

    Domingos de Pinho Brandão

    15,00 

    Epigrafia Romana Coliponense de Domingos de Pinho Brandão.
    Universidade de Coimbra. Coimbra, 1972, 192 págs. B.

    Sob a designação de « Epigrafia romana coliponense estudamos, neste trabalho, as inscrições em que aparece a referência ao nome Collipo, as inscrições provenientes de S. Sebastião do Freixo e visinhanças e ainda as que foram encontradas dentro de um aro relativamente pequeno desta ultima localidade. Ao todo, 44 inscrições. In Introdução.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Lisboa Antes do Terramoto

    Lisboa Antes do Terramoto

    Paulo Henriques

    25,00 

    Lisboa Antes do Terramoto: Grande Vista da Cidade entre 1700 e 1725 de Paulo Henriques [Intro.].
    Gótica. Lisboa, 2004, 109 págs. E. Il

    “Trata-se de um documento fundamental para o conhecimento da capital portuguesa antes do terramoto. O conjunto abrange cerca de 14 quilómetros e arredores, de Pedrouços, a poente, ao Mosteiro da Madre de Deus, a nascente, reproduzindo a visão de uma cidade que um viajante estrangeiro aqui aportado no reinado de D. João V descreveu assim: Erguendo-se com um soberbo anfiteatro, pela sua elevação, pela extensão e por uma aparente simetria natural, oferece um dos mais belos panoramas do mundo”.
    in JL, 16 Fevereiro 2005

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempos Liberais

    Tempos Liberais

    Ana Maria Magina

    3,00 

    Tempos Liberais de Ana Maria Magina.
    Desabrochar Editorial. Porto, 1992, 47, págs. E.

    No princípio do século XIX, as invasões Francesas arruinaram Portugal. Além do mais, obrigaram a Família Real a deslocar-se para o Brasil e permitiram que a Inglaterra dominasse o nosso País. O Governo Absoluto não conseguia resolver os problemas graves que se punham à Pátria. Abriu-se, então, um novo caminho: a partir de 1820, o Novo Regime começou a implantar-se e, depois de 1834, o Estado passou a ser governado segundo uma lei suprema, ou seja, uma Constituição Política. Os Tempos Liberais instalam, portanto, uma Monarquia Constitucional.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Revoluções Liberais do Século XIX de Juan Sisino Perez

    Revoluções Liberais do Século XIX

    Juan Sisino Perez

    6,00 

    Revoluções Liberais do Século XIX: Industrialização Capitalista, Lutas Sociopolíticas e Modernização Cultural de Juan Sisino Perez.
    Atlântico Press. Lisboa, 2018, 144 págs. E.

    As Revoluções Liberais do século XIX foram um período de grandes transformações políticas e sociais na Europa, marcadas pela luta contra o absolutismo e a busca por maior liberdade e participação política. Movimentos como a Revolução de 1830 na França, as Revoluções de 1848 em vários países europeus e a Revolução Liberal do Porto em Portugal (1820) representam momentos importantes desta onda revolucionária.

    📘 Plastificado de origem

  • História Cronológica do Meu Portugal de Carlos Letra

    História Cronológica do Meu Portugal

    Carlos Letra

    6,00 

    História Cronológica do Meu Portugal de Carlos Letra.
    Gailivro. Canelas, 1994, 61 págs. E. Il.

    Este livro aborda, de forma concisa, os principais momentos da História de Portugal, ordenados cronologicamente. Relatados com todo o rigor histórico, mas também com um toque de humor, os factos históricos resultam apelativos e motivantes.

    Acrescem, ainda, várias curiosidades e ilustrações divertidas, que potenciam a aprendizagem. Além de se confirmar como um excelente instrumento de estudo da História de Portugal, serve de guia a todos os “curiosos” que pretendam analisar o nosso passado e a nossa História para melhor compreenderem o presente.

    Inclui ainda árvores genealógicas das várias dinastias, páginas com os Reis e Presidentes de Portugal, tabela cronológica e glossário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Greek Myths

    Greek Myths

    Lucilla Burn

    7,00 

    Greek Myths de Lucilla Burn.
    The British Museum Press. Inglaterra, 2002, 80 págs. B.

    Here retold in all their dramatic power are some of the most exciting and influential of all Greek myths: the epic struggle of the Trojan War, the wanderings of Odysseus, the tragic destiny of Oedipus, and the heroic adventures of Herakles, Theseus, Perseus, and Jason. The author introduces the complex pantheon of Olympian gods and goddesses, describing their attributes, genealogies, and often comic relationships, and illustrates the personalities and their stories by drawing upon the artistry of the ancient culture which created them. A concluding chapter reviews the powerful and continuing imaginative legacy of Greek myth, from Botticelli to Freud.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estudos Luso-Orientais (Séculos XIII-XIX) de João de Deus Ramos

    Estudos Luso-Orientais (Séculos XIII-XIX)

    João de Deus Ramos

    20,00 

    Estudos Luso-Orientais (Séculos XIII-XIX) de João de Deus Ramos.
    Academia Portuguesa de História. Lisboa, 1996, 212 págs. B.

    Não é abundante a historiografia portuguesa no que concerne às relações entre Portugal e a China, ainda que muitos trabalhos sejam de valor pelo recheio de noticias e de documentação que contêm. A maior parte das investigações feitas nesse domínio partiu, quasi sempre, do caso específico de Macau como porta lusa de entrada no Celeste Império. Com a âncora na Cidade do Nome de Deus, a nossa vocação ecuménica levou os mercadores, viajantes e missionários a palmilhar os caminhos do mar e da terra que conduziam à «terra dos chins». São bem conhecidas as dificuldades que encontraram nessa penetração, por a China ser uma civilização fechada ao convívio dos povos estrangeiros. Essas tentativas conduziram, com frequência, ao envio de embaixadas acolhidas com expressões de boa vontade e que permitiam antever a criação de laços duradouros. Enquanto outras missões nos séculos XVI a XVIII, devido à tradicional desconfiança dos Chineses, acabaram de maneira trágica com a morte ou a expulsão dos padres e comerciantes portugueses.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Colonialismo e Imperialismo

    Colonialismo e Imperialismo

    Joan Roig

    6,00 

    Colonialismo e Imperialismo: África, Ásia e Ocêania sob o Jugo Europeu de Joan Roig.
    Atlãntico Press, 2018, 143 págs. E.

    O ponto mais importante da expansão colonial europeia ocorreu entre as Últimas décadas do século XIX e os primeiros anos do século XX, quando as potências hegemónicas do Velho Continente se lançaram à conquista de grandes extensões de território e sujeitaram quase todas as sociedades do mundo às dinâmicas políticas e produtivas do Ocidente.

    Tratou-se de um domínio breve, visto que essas grandes áreas de África, da Ásia e da Oceânia apenas se mantiveram sob o jugo europeu durante algumas décadas, mas com sérias consequências: a Europa moldou muitas das suas colónias com determinadas formas de vida e de produção, que lhe seriam de grande utilidade no futuro.

    Este livro analisa os diversos processos colonialistas e a sua herança nos territórios colonizados.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • 25 de Abril

    25 de Abril

    J. Aires Magalhães

    3,00 

    25 de Abril de J. Aires Magalhães.
    Edição Formar. Lisboa, s.d., 47 págs. Mole.

    Antes do mais, cumpre salientar que é ainda cedo para se fazer, com objectividade, rigor e imparcialidade, a História da Revolução do 25 de Abril de 1974.

    Ainda assim, tentaremos fazer um relato isento e indicar pistas para ulterior julgamento.

    Evitaremos, pois, os juízos de valor sobre os factos descritos e procuraremos limitar esse fenómeno de ecolalia que é o de, quase sem se dar conta, utilizar a própria linguagem adoptada por certas facções políticas à força de se deparar frequentemente com frases e termos, tornados “palavras de ordem” pela propaganda, ao jeito do “slogan” da publicidade, repetitiva e deliberadamente insistente.

    Entendemos, também, que um dos cuidados que deve ter quem estuda História é o de procurar, para todas as épocas, movimentos ou ideologias, separar os factos concretos das interpretações que deles dão os vencedores.

    A História não pode ser feita com as versões das forças vitoriosas. Se assim fosse, não poderia considerar-se ciência.

    Efectivamente, se quem vence é o mais forte, este passaria a ser também o único detentor da verdade histórica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.