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  • Afecto às Letras de David Mourão-Ferreira

    Afecto às Letras

    David Mourão-Ferreira

    10,00 

    Afecto às Letras de David Mourão-Ferreira [et al.].
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1984, 720 págs. B.

    Para festivamente assinalar os quarenta anos de actividade docente do Professor Doutor Jacinto do Prado Coelho na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, bem como a sua fecunda e determinante actuação em diversificados sectores da vida cultural portuguesa, entenderam alguns dos seus antigos alunos — certos de exprimirem a vontade de muitos mais — que seria indispensável pôr em relevo essa efeméride, não só no quadro de uma tradicional homenagem académica, mas também através de modos que melhor correspondessem à sensível, sabedoria e sempre renovada atenção do homenageado a múltiplos domínios do fenómeno literário e que afinal constituíssem, por parte das Letras portuguesas contemporâneas, um inequívoco tributo de admiração e de reconhecimento. (…)” Entre a muito vasta e importante colaboração, salientamos os nomes de Agustina Bessa-Luis, Alberto Pimenta, Alexandre Cabral, Ana Hatherly, Andrée Rocha, A. Machado Pires, A. Ramos Rosa, Casimiro de Brito, Clara Rocha, David Mourão-Ferreira, E. M. de Melo e Castro, Eduardo Lourenço, E. Prado Coelho, Eugénio de Andrade, Eugénio Lisboa, Fernando Guimarães, Fernando Martinho, Fernando Namora, Fiama Hasse Pais Brandão, Gastão Cruz, Helder Macedo, H. Carvalhão Buescu, Isabel Pires de Lima, Ivo Castro, João de Freitas Branco, João Palma-Ferreira, João Rui de Sousa, Joel Serrão, Jorge Listopad, José-Augusto França. José Blanc de Portugal, Lídia jorge, Lindley Cintra, L. Forjaz Trigueiros, Luís Miguel Nava, Manuel Ferreira, Maria Alberta Menéres, Maria Aliete Galhoz, Maria Alzira Seixo, Gabriela Llansol, Maria Helena da Rocha Pereira, M. Leonor Machado de Sousa, Maria Ondina Braga, Maria Velho da Costa, Mário Cláudio, Mário Dionísio, Matilde Rosa Araújo, Natércia Freire, Nuno Júdice, Olga Gonçalves, Óscar Lopes, Paula Morão, Salette Tavares, Sophia de Mello Breyner, Teolinda Gersão, Teresa Rita Lopes, Urbano Tavares Rodrigues, Vasco Graça Moura, Vergílio Ferreira, Y. Centeno, etc. etc.

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  • Utopias Desmascaradas de Almeida Garrett

    Utopias Desmascaradas de Almeida Garrett

    Kathryn Bishop-Sanchez

    8,00 

    Utopias Desmascaradas: O Mito do Bom Selvagem e a Procura do Homem Natural na Obra de Almeida Garrett de Kathryn Bishop-Sanchez.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2008, 302 págs. B.

    «Utopias Desmascaradas analisa a imagem do bom selvagem na obra de Almeida Garrett, mostrando como a importância deste mito evidencia uma urgente reavaliação do «moderno» e do «primitivo», num momento em que o Portugal oitocentista encara grandes transformações sócio-políticas a nível nacional. Colocando frente a frente a nostalgia de uma época menos civilizada e a incipiente modernidade, é na obra de Garrett que melhor se observa esta tentativa circunstancial de reconciliar, à sombra de Rousseau, as características do homem primitivo e a emergência do novo cidadão vintista. Levando em conta a formação estético-literária do mito do bom selvagem no imaginário português através de épocas sucessivas, esta investigação centra-se na obra de Almeida Garrett por ser um dos autores mais criativos e representativos do Romantismo português. Pondo em questão essa metáfora do homem selvagem no limiar da exploração industrial e urbana que abalou a Europa no século XIX, a obra de Almeida Garrett parece simultaneamente como uma assimilação do fervor e apelo do Liberalismo e a reacção ao rápido insucesso das esperanças do Vintismo. Kathryn Bishop-Sanchez, PhD da Universidade da Califórnia-Santa Barbara, é professora de Literatura Portuguesa na Universidade de Wisconsin-Madison, USA, desde 2000, onde lecciona cadeiras sobre o romance português (séculos XIX e XX), escritoras portuguesas e brasileiras, o romantismo português e estudos de mulheres.». In Editorial.

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  • Poesia e Alguma Prosa (Mário Saa)

    Poesia e Alguma Prosa

    Mário Saa

    10,00 

    POESIA E ALGUMA PROSA DE MÁRIO SAA
    Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa, 2006. 389 págs. B.

    Antologia da obra poética [e de alguma prosa] de Mário Saa (1893-1971), figura singular do modernismo português que conviveu com Pessoa, Almada, Raul Leal e José Pacheco, colaborou na Presâença e em publicações como Contemporânea e Athena, mas nunca publicou qualquer volume de poemas em vida. Esta edição, preparada pela INCM, colmata essa lacuna, reunindo textos dispersos em publicações periódicas e um conjunto de inéditos.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 660g
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  • Poesia (Quase toda e até agora)

    Poesia (Quase toda e até agora)

    José Fernandes Fafe

    8,00 

    POESIA (QUASE TODA E ATÉ AGORA) DE JOSÉ FERNANDES FAFE
    Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa, 1987. 140 págs. B.

    Antologia da obra poética de José Fernandes Fafe, com o título modestamente relativo que o próprio autor expóe: “quase toda” porque excluí os poemas de “Venusi que” (1967), e “até agora” porque pode ainda vir a escrever. O volume não esgota a produção do autor, dispersa por jornais e revistas, mas recolhe o essencial de uma obra que oscila entre a reflexão política, os vislumbres filosóficos e o memorialismo.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 255g
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  • José Régio - Itinerário Fotobiográfico de Isabel Cadete Novais

    José Régio – Itinerário Fotobiográfico

    Isabel Cadete Novais

    25,00 

    Uma extensa fotobiografia daquele que Manuel Antunes considerou o escritor mais completo do século XX português. Poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta, Régio foi também um grande coleccionador (não propriamente pelo espírito de colecção mas porque tinha um profundo amor pelas coisas, como o referiu num artigo o seu amigo Manoel de Oliveira), colaborador constante de jornais e revistas e fundador da Presença.
    Este livro, organizado pela investigadora regiana, Isabel Cadete Novais, divide-se em seis parte (“Os antecedentes familiares”, “Vila do Conde – nascimento, infância e adolescência”, “Coimbra – vida académica e o princípio da obra”, Portalegre – a consagração do escritor; o coleccionador de Antiguidades”, “O retorno à terra natal” e “O escritor não morre”. Com numerosos documentos, muitos inéditos, fotografias, cartas, fac-símiles dos originais, desenhos de Régio, etc.. E ainda textos do autor de “Poemas de Deus e do Diabo”, correspondência e testemunhos vários. Com um prefácio de Eugénio Lisboa.

  • Eva

    Eva

    Santos Nazaré

    8,00 

    Eva de Santos Nazaré.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 246 págs. B.

    Este livro não nega nem afirma: duvida. E não digam que prega a dúvida; que grita à mocidade: não creias, sê desconfiada. Conta simplesmente uma história verdadeira, e quer indicar o mal que pode fazer uma mulher, a devastação que pode produzir um desengano nos espíritos moços, delicados e melindrosos, sem força nem estoicismo para lutar.

    Têm as mulheres, à maneira das pedras preciosas, faces diferentes: variam de cores e aspectos, conforme o lado por onde são observadas. Em Eva todas poderão reconhecer-se, conquanto nenhuma seja ela propriamente.

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  • Corpo (Sub)exposto

    Corpo (Sub)exposto

    Isabel Mendes Pereira

    6,00 

    Corpo (Sub)exposto de Isabel Mendes Pereira.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1983, 71 págs. B.

    tive um amigo. os amigos não se perdem. morrem. morrem brusca e de morte física como qualquer ramo de camélias esquecido numa jarra. permanece a memó- ria. este amigo de que vos falo era filósofo. perseguia as palavras e a morte e tudo o que dentro deste frágil equilíbrio ficava por dizer ou descodificar. quando lhe falei deste livro tão sub(exposto) disse-me numa vOZ de água que «teria todo o gosto>> em fazer o prefácio. depois vieram as chuvas e com elas o dilúvio. e quando acordámos a terra toda era uma «cabala» de núvens e palavras negras. ouvi via satélite que o meu amigo tinha morrido. tinha sido encontrado nu e frio num areal onde as serpentes se deitavam ao sol.

     

    neste livro que se expõe aos relâmpagos aos gigantes e à terra de ninguém ficam as intenções de ser um barco de rumo certo. e como se fosse um prefácio, estas palavras são a eterna mágoa «dum beijo dormente de ópio, de cristal e anil na ideia de um país de gaze e abril em duvidosa e tremulante imagem…» (Mário de Sá-Carneiro)

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  • Contributos para a História da Mentalidade Pedagógica Português

    Contributos para a História da Mentalidade Pedagógica Português

    António Alberto Banha de Andrade

    10,00 

    Contributos para a História da Mentalidade Pedagógica Português de António Alberto Banha de Andrade.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1982, 665 págs. B.

    O presente volume reúne pequenos estudos, publicados através de vários anos de investigação, que têm contribuído, como primeira apanha, para trabalhos de maior dimensão. Nenhum deles, porém, se integrou textualmente nos volumes a que tenha dado origem, mesmo «A Renascença nos Conimbricenses», que, em boa parte, constitui um capítulo do livro Vernei e a Filosofia Portuguesa, há muito esgotado, e agora também em vésperas de segunda edição, no Brasil, por diligência do bom amigo Prof. Doutor Eduardo Soveral.

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  • Oração da Coroa

    Oração da Coroa

    Demóstenes

    10,00 

    Oração da Coroa de Demóstenes.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987. B.

    Tradução do grego da obra A Oração da Coroa, de Demóstenes, apresentada à Academia Real das Ciências de Lisboa e precedida de uma extensa e erudita introdução, que constitui um historial da cultura e da civilização gregas, desde as origens até à época do orador Demóstenes, analisando factos referentes à história, à mitologia e à arte, explicando as doutrinas dos seus filósofos, refletindo sobre a oratória política e focando até o influxo do génio grego sobre a civilização cristã. Na conclusão desta introdução, Latino Coelho explicita o objetivo que presidiu à sua iniciativa, numa passagem que é ao mesmo tempo paradigma do seu estilo: “Contemplemos em Demóstenes o que pode valer a eloquência, como a última expressão nas artes da palavra, e aprendamos na Grécia do seu tempo como degeneram e se abatem e perecem as válidas nações e as florentes democracias, quando subindo a civilização e desregrando-se os costumes, a luz intensa da sua máxima cultura apenas serve a pôr de manifesto em sua hedionda fealdade a depravação dos seus governos e a indiferença dos cidadãos.”

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  • Martha Telles

    Martha Telles

    Agustina Bessa-Luís

    30,00 

    Martha Telles: O Castelo Onde Irás e Não Voltas de Agustina Bessa-Luís.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1986, 92 págs. B
    .

    Sente um desejo de reaver a ilha? As flores pálidas das hidranjas, as lagartixas pré-históricas, as japoneiras em flor, o mar abraçado ao nevoeiro ?Então Martha começa a pintar aqueles grandes quadros genealógicos. O avô general, que presidia na tribuna em dia de festa; a mãe cantora, vocalizando Mozart; os lutos, os dias de anos, as cadeiras enfeitadas de flores. Não há maneira naïve, não no estilo do aduaneiro Rousseau? É doutra maneira. Como se voltasse à infância deliberadamente e fosse o médium da sua própria história, fecunda e copiosa como é a história da infância.

    📝 Assinatura de posse.

  • Folhas Soltas da Seara Nova de Irene Lisboa

    Folhas Soltas da Seara Nova

    Irene Lisboa

    15,00 

    Folhas Soltas da Seara Nova de Irene Lisboa.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 516 págs. B.

    “Uma antologia, qualquer antologia, é um objecto controverso, não apenas não é um produto acabado que o leitor compila, mas, e em primeiro lugar, para quem tem de operar uma escolha dos textos de um corpo vasto, como era o caso dos de Irene. Lisboa, cuja obra, além dos volumes que publicam ou exibem postumamente, se encontra dispersando em várias publicações do seu tempo (…) ”

    Ampla antologia das palavras em prosa e verso de Irene Lisboa,   dispersas nas páginas da Seara Nova , onde é muito mais importante a sua obra.

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  • Literatura Portuguesa: Historia e Crítica (Vol. I)

    Literatura Portuguesa: Historia e Crítica (Vol. I)

    João Palma-Ferreira

    7,50 

    Literatura Portuguesa: Historia e Crítica (Vol. I) de João Palma-Ferreira.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 266 págs. B.

    Em Literatura Portuguesa História e Crítica, obra projectada em quatro volumes, procede à revisão sistemática do corpo de doutrina cujo conjunto constituirá uma vasta e reflexiva panorâmica da evolução literária em Portugal.

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  • Isaac

    Isaac

    Manuel Fernando Gonçalves

    5,00 

    Isaac de Manuel Fernando Gonçalves.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 23 págs. B.

    Saindo de haran fiquei
    com o mundo em frente
    súbito o alcancei:
    a palestina era ali
    ao alcance do gesto
    quase me detinha sedento
    junto ao carvalho de moré
    dono do tempo e do tempo
    ansioso escravo
    montei à noite entre colinas
    a tenda e o altar
    não orei nesse crepúsculo

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estrangeiro Definitivo de Nídia Battella GotibEstrangeiro Definitivo

    Estrangeiro Definitivo

    Nídia Battella Gotib

    7,50 

    Estrangeiro Definitivo: Poesia e Crítica em Adolfo Casais Monteiro de Nídia Battella Gotib.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 384 págs. B.

    A produção poética de Casais Monteiro desenha-se num entrelaçar-se de trilhas, provenientes de vários espaços de realizações poéticas que se com- binam no emaranhado bem tecido dos seus respectivos dispositivos de composição. A leitura destas configurações de linguagem poética acontece no acompanhar estas veredas, que ora se cruzam, ora se justapõem, mantendo, contudo, o sulco pertinaz das preocupações reflexivas a respeito do seu próprio traço, no contacto intenso com a prática da metalinguagem.

    A situação da poesia de Casais é, pois, a de um projecto nas suas vinculações com a sua própria crítica de poesia, enquanto representação dos problemas de seu tempo, fora e dentro de Portugal; com o rejeitar forças repressoras em nome de uma liberdade entendida no sentido amplo do livre exercício de energias individuais; com as manifestações humanísticas de respeito e valorização da potencialidade criadora.

    Situar a poesia de Casais é, ainda, tentar estabelecer seus vínculos com os modernistas do grupo do Orpheu e com os que se uniram em torno da revista Presença; com os que anunciavam nos fins da década de 30 uma poesia social e com os ideais surrealistas de conquista da vida em detrimento da própria literatura; com os autores brasileiros e com a própria realidade brasileira de que mais se aproximou por ocasião da sua viagem ao Brasil nos anos 50, iniciando então uma permanência que acabaria sendo ‘definitiva”.

    Neste percurso, delineiam-se as constantes da sua obra reunidas em diversas poéticas ou maneiras de a sua poesia vencer as empreitadas dos seus caminhos e enfrentar as marcas da história.

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  • Drama dos Santos Reis Magos

    Drama dos Santos Reis Magos

    Maria Clara de Almeida Lucas

    10,00 

    Drama dos Santos Reis Magos de Maria Clara de Almeida Lucas [Intro.]
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 547 págs. B.

    Ao coligir os textos que agora apresentamos, pretendemos oferecer ao grande público a produção, que o séc. XVIII nos legou, das peças a serem representadas por altura das festividades natalícias.

    Sabemos das vicissitudes que sofreram os Autos populares durante os sécs. XVI e XVII, abrangidos pelos Índices Expurgatórios, abafados pelo advento das tragicomédias escolares, pela admissão da Comédia espanhola, oriunda da escola de Lope de Vega e Calderon, mestres incontestados da arte de dramatizar, e pela comédia clássica da Renascença, que veio substituir a característica redondilha pela linguagem em prosa. Golpe final lhe foi brandido pela introdução da Opera em Portugal, que, com o fascínio das grandes encenações e da música e a sábia adaptação ao gosto do público português, aniquilou ingenuidade dramática do auto tradicional. Sabemos contudo que este tipo de teatro prevalecerá entre o povo, e mormente no Norte do país, ressurgirá em cada Natal, pelos Reis e pela Páscoa.

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  • Bom Senso e Bom Gosto

    Bom Senso e Bom Gosto

    Alberto Ferreira

    45,00 

    Bom Senso e Bom Gosto de Alberto Ferreira. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 3 vols. B.

    Pareceu-nos que o meio mais útil de apresentarmos a Polémica, seria incluirmos, neste primeiro volume, os folhetos e artigos publicados de Setembro a Dezembro de 1865, deixando para o segundo volume os textos do ano de 1866. (…) Dos elementos referentes ao ano de 1865, apresentados neste volume, fizemos depois uma segunda distribuição, desta vez atendendo não apenas ao critério cronológico mas também

    ao valorativo. (…) Nalgumas delas incluímos artigos de

    jornais e outros textos que nos pareceram convenientes

    para elucidar o leitor acerca do clima humano, literário

    ou ideológico em que decorreu a Polémica. Todos aqueles artigos ou cartas que, durante este período de Setembro a Dezembro de 1865, foram escritos com intenção polémica, mas que não constituem peças fundamentais da Questão Coimbrã, remeteram-se também para o fim do volume, transcritos na íntegra, por ordem cronológica, sob a epígrafe “Textos Adicionais da Polémica”

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