• Contributos para a História da Mentalidade Pedagógica Português de António Alberto Banha de Andrade

    Contributos para a História da Mentalidade Pedagógica Português

    António Alberto Banha de Andrade

    10,00 

    Contributos para a História da Mentalidade Pedagógica Português de António Alberto Banha de Andrade.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1982, 665 págs. B.

    O presente volume reúne pequenos estudos, publicados através de vários anos de investigação, que têm contribuído, como primeira apanha, para trabalhos de maior dimensão. Nenhum deles, porém, se integrou textualmente nos volumes a que tenha dado origem, mesmo «A Renascença nos Conimbricenses», que, em boa parte, constitui um capítulo do livro Vernei e a Filosofia Portuguesa, há muito esgotado, e agora também em vésperas de segunda edição, no Brasil, por diligência do bom amigo Prof. Doutor Eduardo Soveral.

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  • Oração da Coroa de Demóstenes

    Oração da Coroa

    Demóstenes

    10,00 

    Oração da Coroa de Demóstenes.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987. B.

    Tradução do grego da obra A Oração da Coroa, de Demóstenes, apresentada à Academia Real das Ciências de Lisboa e precedida de uma extensa e erudita introdução, que constitui um historial da cultura e da civilização gregas, desde as origens até à época do orador Demóstenes, analisando factos referentes à história, à mitologia e à arte, explicando as doutrinas dos seus filósofos, refletindo sobre a oratória política e focando até o influxo do génio grego sobre a civilização cristã. Na conclusão desta introdução, Latino Coelho explicita o objetivo que presidiu à sua iniciativa, numa passagem que é ao mesmo tempo paradigma do seu estilo: “Contemplemos em Demóstenes o que pode valer a eloquência, como a última expressão nas artes da palavra, e aprendamos na Grécia do seu tempo como degeneram e se abatem e perecem as válidas nações e as florentes democracias, quando subindo a civilização e desregrando-se os costumes, a luz intensa da sua máxima cultura apenas serve a pôr de manifesto em sua hedionda fealdade a depravação dos seus governos e a indiferença dos cidadãos.”

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  • Martha Telles de Agustina Bessa-Luís

    Martha Telles

    Agustina Bessa-Luís

    30,00 

    Martha Telles: O Castelo Onde Irás e Não Voltas de Agustina Bessa-Luís.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1986, 92 págs. B
    .

    Sente um desejo de reaver a ilha? As flores pálidas das hidranjas, as lagartixas pré-históricas, as japoneiras em flor, o mar abraçado ao nevoeiro ?Então Martha começa a pintar aqueles grandes quadros genealógicos. O avô general, que presidia na tribuna em dia de festa; a mãe cantora, vocalizando Mozart; os lutos, os dias de anos, as cadeiras enfeitadas de flores. Não há maneira naïve, não no estilo do aduaneiro Rousseau? É doutra maneira. Como se voltasse à infância deliberadamente e fosse o médium da sua própria história, fecunda e copiosa como é a história da infância.

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  • Folhas Soltas da Seara Nova de Irene Lisboa

    Folhas Soltas da Seara Nova

    Irene Lisboa

    15,00 

    Folhas Soltas da Seara Nova de Irene Lisboa.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 516 págs. B.

    “Uma antologia, qualquer antologia, é um objecto controverso, não apenas não é um produto acabado que o leitor compila, mas, e em primeiro lugar, para quem tem de operar uma escolha dos textos de um corpo vasto, como era o caso dos de Irene. Lisboa, cuja obra, além dos volumes que publicam ou exibem postumamente, se encontra dispersando em várias publicações do seu tempo (…) ”

    Ampla antologia das palavras em prosa e verso de Irene Lisboa,   dispersas nas páginas da Seara Nova , onde é muito mais importante a sua obra.

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  • Literatura Portuguesa: Historia e Crítica (Vol. I)

    Literatura Portuguesa: Historia e Crítica (Vol. I)

    João Palma-Ferreira

    7,50 

    Literatura Portuguesa: Historia e Crítica (Vol. I) de João Palma-Ferreira.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 266 págs. B.

    Em Literatura Portuguesa História e Crítica, obra projectada em quatro volumes, procede à revisão sistemática do corpo de doutrina cujo conjunto constituirá uma vasta e reflexiva panorâmica da evolução literária em Portugal.

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  • Isaac

    Isaac

    Manuel Fernando Gonçalves

    5,00 

    Isaac de Manuel Fernando Gonçalves.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 23 págs. B.

    Saindo de haran fiquei
    com o mundo em frente
    súbito o alcancei:
    a palestina era ali
    ao alcance do gesto
    quase me detinha sedento
    junto ao carvalho de moré
    dono do tempo e do tempo
    ansioso escravo
    montei à noite entre colinas
    a tenda e o altar
    não orei nesse crepúsculo

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  • Estrangeiro Definitivo de Nídia Battella Gotib

    Estrangeiro Definitivo

    Nídia Battella Gotib

    7,50 

    Estrangeiro Definitivo: Poesia e Crítica em Adolfo Casais Monteiro de Nídia Battella Gotib.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 384 págs. B.

    A produção poética de Casais Monteiro desenha-se num entrelaçar-se de trilhas, provenientes de vários espaços de realizações poéticas que se com- binam no emaranhado bem tecido dos seus respectivos dispositivos de composição. A leitura destas configurações de linguagem poética acontece no acompanhar estas veredas, que ora se cruzam, ora se justapõem, mantendo, contudo, o sulco pertinaz das preocupações reflexivas a respeito do seu próprio traço, no contacto intenso com a prática da metalinguagem.

    A situação da poesia de Casais é, pois, a de um projecto nas suas vinculações com a sua própria crítica de poesia, enquanto representação dos problemas de seu tempo, fora e dentro de Portugal; com o rejeitar forças repressoras em nome de uma liberdade entendida no sentido amplo do livre exercício de energias individuais; com as manifestações humanísticas de respeito e valorização da potencialidade criadora.

    Situar a poesia de Casais é, ainda, tentar estabelecer seus vínculos com os modernistas do grupo do Orpheu e com os que se uniram em torno da revista Presença; com os que anunciavam nos fins da década de 30 uma poesia social e com os ideais surrealistas de conquista da vida em detrimento da própria literatura; com os autores brasileiros e com a própria realidade brasileira de que mais se aproximou por ocasião da sua viagem ao Brasil nos anos 50, iniciando então uma permanência que acabaria sendo ‘definitiva”.

    Neste percurso, delineiam-se as constantes da sua obra reunidas em diversas poéticas ou maneiras de a sua poesia vencer as empreitadas dos seus caminhos e enfrentar as marcas da história.

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  • Drama dos Santos Reis Magos de Maria Clara de Almeida Lucas

    Drama dos Santos Reis Magos

    Maria Clara de Almeida Lucas

    10,00 

    Drama dos Santos Reis Magos de Maria Clara de Almeida Lucas [Intro.]
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 547 págs. B.

    Ao coligir os textos que agora apresentamos, pretendemos oferecer ao grande público a produção, que o séc. XVIII nos legou, das peças a serem representadas por altura das festividades natalícias.

    Sabemos das vicissitudes que sofreram os Autos populares durante os sécs. XVI e XVII, abrangidos pelos Índices Expurgatórios, abafados pelo advento das tragicomédias escolares, pela admissão da Comédia espanhola, oriunda da escola de Lope de Vega e Calderon, mestres incontestados da arte de dramatizar, e pela comédia clássica da Renascença, que veio substituir a característica redondilha pela linguagem em prosa. Golpe final lhe foi brandido pela introdução da Opera em Portugal, que, com o fascínio das grandes encenações e da música e a sábia adaptação ao gosto do público português, aniquilou ingenuidade dramática do auto tradicional. Sabemos contudo que este tipo de teatro prevalecerá entre o povo, e mormente no Norte do país, ressurgirá em cada Natal, pelos Reis e pela Páscoa.

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  • Bom Senso e Bom Gosto

    Bom Senso e Bom Gosto

    Alberto Ferreira

    45,00 

    Bom Senso e Bom Gosto de Alberto Ferreira. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 3 vols. B.

    Pareceu-nos que o meio mais útil de apresentarmos a Polémica, seria incluirmos, neste primeiro volume, os folhetos e artigos publicados de Setembro a Dezembro de 1865, deixando para o segundo volume os textos do ano de 1866. (…) Dos elementos referentes ao ano de 1865, apresentados neste volume, fizemos depois uma segunda distribuição, desta vez atendendo não apenas ao critério cronológico mas também

    ao valorativo. (…) Nalgumas delas incluímos artigos de

    jornais e outros textos que nos pareceram convenientes

    para elucidar o leitor acerca do clima humano, literário

    ou ideológico em que decorreu a Polémica. Todos aqueles artigos ou cartas que, durante este período de Setembro a Dezembro de 1865, foram escritos com intenção polémica, mas que não constituem peças fundamentais da Questão Coimbrã, remeteram-se também para o fim do volume, transcritos na íntegra, por ordem cronológica, sob a epígrafe “Textos Adicionais da Polémica”

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  • Virgílio e a Cultura Portuguesa

    Virgílio e a Cultura Portuguesa

    Maria Helena de Teves Costa Ureña Prieto

    10,00 

    Virgílio e a Cultura Portuguesa de Maria Helena de Teves Costa Ureña Prieto.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 298 págs. B.

    Num contexto cultural reconhecidamente marcado pela obra de Virgilio, um dos pais do Ocidente (como significativa mente lhe chamou Theodor Haecker), não seria possível passar em silêncio a ocorrência do bimilenário da sua morte. Mas, ao tomarem a iniciativa de tal comemoração, Centro de Estudos Clássicos da Universidade Clássica de Lisboa e o Departamento de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa tinham consciência de que ela não podia nem devia constituir um acto privado de quem procura desobrigar-se de um rito familiar ou satisfazer um ditame de consciência, mas devia dar azo a uma participação festiva alargada, para a qual convergissem as ressonâncias virgilianas da cultura portuguesa.

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  • Dialéctica da Camuflagem nas Obras do Diabinho da Mão Furada de Maria Theresa Abelha Alves

    Dialéctica da Camuflagem nas Obras do Diabinho da Mão Furada

    Maria Theresa Abelha Alves

    7,50 

    Dialéctica da Camuflagem nas Obras do Diabinho da Mão Furada de Maria Theresa Abelha Alves.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1983, 244 págs. B.

    A leitura que se faz no presente trabalho desvenda o avesso, exibindo que a criação de seres ou mundos imaginados ilumina a misteriosa relação que existe entre o homem e suas circunstâncias. Os três capitulos que compõem o corpo d’A Dialéctica da Camuflagem nas Obras do Diabinho da Mão Furada procuram desenvolver o provérbio que sintetiza a narrativa: o diabo não é tão feio como o pintam.

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  • Linguagem e Filosofia de Fernando Belo

    Linguagem e Filosofia

    Fernando Belo

    7,50 

    Linguagem e Filosofia: Algumas questões para hoje de Fernando Belo
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 407 págs. B.

    Imagine-se que se trata de uma língua que desconhecemos completa mente, ou de uma cena atrás de um vidro, ou de um filme mudo. Os gestos e os sons e perceber que entre aqueles dois corpos se passa qualquer coisa que os isola de tudo o resto e os mete em tensão recíproca. Dar atenção a isto um tempo longo e espantar-se. Espantar-se de não haver mais nada senão sons, tudo vem atrás disso, o mexer dos rostos, as emoções, a tensão. Do espanto vem a filosofia, velho Aristóteles, deste espanto dos sons a filosofia da linguagem. Ou de alguém a ler, sozinho, uma carta e mostrar as mesmas reacções. São rabiscos num papel. O segredo está em os sons serem diferentes uns dos outros e se encadearem, tais diferenças dão sentido aos sons.

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  • Com o Coração Cheio de Sopa

    Com o Coração Cheio de Sopa

    Margarida Botelho

    6,00 

    Com o Coração Cheio de Sopa de Margarida Botelho. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 212 págs. B.

    Com o Coração Cheio de Sopa, título agora inserido na Colecção Plural, é o primeiro romance da autora. Antes desta estreia, Margarida Botelho publicou dois livros de características bem diversas, correspondentes a um trabalho de pesquisa. cujo resultado é uma mão cheia de indicações, recuperadas à memória do tempo, mas bastante úteis e simples para o nosso dia a dia. Primeiro foi Segredos da Minha Avó (1981) e mais recente mente, «Segredos da Minha Mãe» (1983).

    Margarida Botelho há alguns anos que vem desenvolvendo extensa colaboração em páginas de diversas revistas, jornais e na rádio, nomeada mente no suplemento de cultura do Diário de Noticias.

    «Com o Coração Cheio de Sopa», é um livro de magia intimista, de jogos de memórias, texto fértil em imaginários crus e finais desencantados, num universo povoado de estranhas e ambíguas personagens, nascidas da clivagem entre o real e o irreal.

    📕 1ª Edição.
    Capa com falha.

  • Cartas Políticas a João de Barros de Manuela de Azevedo

    Cartas Políticas a João de Barros

    Manuela de Azevedo

    10,00 

    Cartas Políticas a João de Barros de Manuela de Azevedo.
    Imprensa Nacional Casa da Moeda. Lisboa, 1982, 424 págs. B.

    Este livro, que se pretendeu feito à margem das flutuações que influenciaram as perspectivas políticas portuguesas, depois que foi lançado o primeiro volume das Cartas a João de Barros (as literárias), desejaria a responsável pela sua organização que não fosse mais do que o situar João de Barros no seu tempo, não ultrapassando a moldura do quadro em que se recortou o perfil político e literário do autor de Sísifo. Lutando contra as consequências educativas e públicas de uma paralisia de ideais inertes, estáticos e hierárquicos, o Portugal de João de Barros sofria, e espera-se que jamais venha a sofrer, dos erros do poder pessoal e providencialista, sem perspectivas, sem iniciativas individuais, sem horizontes que não fossem continuar Portugal-, quando o Poeta reclamava um Portugal Novo, para o Homem Novo, intensamente preconizado pela República.

    E dentro desse quadro de virtualidade da Pátria, tão obscurantista mente desfiguradas, que o optimismo do cidadão e do Poeta de sentido universalista (Ribeiro Couto dizia-lhe: quanto mais ando pelo mundo, mais verifico a obscuridade em que vivem os nossos poetas) sempre descobre novas fontes de energia, culminando uma obra cadenciada pelo ritmo do seu próprio coração, repartido entre Portugal e Brasil.

    As Cartas Políticas a João de Barros constituem, assim, um documento de presença em muitos actos e factos que ensombraram, nos seus últimos trinta e quatro anos, a vida portuguesa. Mas a actividade política de João de Barros vem de mais longe, vem da juventude, que é lá a forja da tempera democrática.

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  • Raúl Brandão e Vitorino Nemésio de A. M. B. Machado Pires

    Raúl Brandão e Vitorino Nemésio

    A. M. B. Machado Pires

    7,00 

    Raul Brandão e Vitorino Nemésio de A. M. B. Machado Pires.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1988, 75 págs. B.

    Raul Brandão e Vitorino Nemésio são, por circunstâncias de enquadramento de geração, escritores que se situam numa época charneira. Ambos se inserem numa crise fim de século que se recorta e projecta pelo início do novo século. Ora o fim do século XIX está longe de ser o ano de 1900, ou mesmo os anos mais próximos. Toda a crise antinaturalista e espiritualista que marcou a geração de 90 projectou-se pelos anos de 1900, com as suas agónicas perplexidades do espírito e da arte perante um mundo, porém, definitivamente conquistado para a técnica. Brandão- «no limiar de um mundo», disse Vergílio Ferreira ‘, de um mundo a que Nemésio já francamente pertence, em termos etários e de geração.

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  • Painéis de S. Vicente de Fora de Paula Freitas

    Painéis de S. Vicente de Fora

    Paula Freitas

    20,00 

    Painéis de S. Vicente de Fora de Paula Freitas.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 151 págs. B.

    Estamos perante um estudo da historiografia que é, forçosamente, um estudo da mentalidade historiográfica nacional dos últimos 100 anos, análise afinal útil de uma questão a tantos nível inútil, quando não parcialmente ridícula. Este trabalho (…) vai mais além do que muitos outros pelo simples facto de não se pronunciar sobre os «Painéis», evitando assim o pecado maior de tantos escritos que apresenta, e contribuindo (…) para uma renovada limpeza do olhar na nossa relação de público com essa pintura”, segundo palavras de José Luís Porfírio recortadas do seu prefácio. Com uma estampa desdobrável, a cores, reproduzindo as quatro tábuas do polémico e belíssimo políptico, além de outras estampas a negro, também em separado.

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