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  • Vigiência e Temporaldiade do Direito e Outros Ensaios de Filosofia Jurídica (Vol. I) de António José Brandão

    Vigiência e Temporaldiade do Direito e Outros Ensaios de Filosofia Jurídica (Vol. I)

    António José Brandão

    10,00 

    Representando, a par de Cabral de Moncada, a mais significativa expressão da reflexão filosófico-juridica portuguesa da primeira metade do século xx, António José Brandão (1906-1984) legou-nos uma obra especulativa de notável profundidade, seriedade e rigor, vazada numa prosa de invulgar qualidade literária, mas que, até agora, era di ficilmente acessível, por ser constituida por trabalhos académicos de limitada circulação e por estudos e ensaios dispersos por revistas que hoje apenas é possível encontrar em reduzido número de bibliotecas. Procurando devolver ao conhecimento do público culto o pensamento de António José Brandão, reúne-se, na presente edição, a quase totalidade da sua obra especulativa e crítica, com especial incidencia nos escritos de filosofia jurídica e politica, dos quais ficou apenas excluido o livro Sobre o Conceito de Constituição Politica (1944).

  • El-Rei Junot

    El-Rei Junot

    Raul Brandão

    7,50 

    El-Rei Junot de Raul Brandão.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1982, 274 págs. B.

    Corre o ano de 1807 e Portugal é invadido pelos exércitos francês e espanhol. À cabeça das tropas invasoras vem Junot, militar francês que sonha com a glória. A Corte portuguesa, com medo, foge para o Brasil, e o país vê-se ocupado durante quase um ano. À volta de Junot agrupa-se uma nova corte, chega-se a projectar aclamá-lo como rei. Às atrocidades dos invasores sucedem-se violações, mortes, roubos. Mas o povo revolta-se e juntamente com forças inglesas, Junot é derrotado.

    Esta é a história de um dos episódios mais dramáticos de Portugal, narrado por um dos seus melhores escritores. Mais do que um livro de História, mais do que romance, este é um livro único. Um clássico quase esquecido que importa recuperar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sob o Signo das Luzes de Luís A. de Oliveira Ramos

    Sob o Signo das Luzes

    Luís A. de Oliveira Ramos

    7,50 

    Sob o Signo das Luzes de Luís A. de Oliveira Ramos.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 221 págs. B.

    Esta colectânea “reúne uma série de artigos, comunicaçõese conferências, antes inseridas em diversas revistas e publicações, nem sempre acessíveis.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • AmadeoAmadeo de Mário Cláudio

    Amadeo

    Mário Claúdio

    7,00 

    Amadeo de Mário Claúdio.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 115 págs. Mole.

    Muito estimado e importante estudo sobre uma das figuras cimeiras da pintura portuguesa moderna, trabalho a que foi atribuído o prémio da Associação Portuguesa de Escritores.

    Com ilustrações a cores de alguns dos trabalhos de Amadeo, fotografias a negro de retratos e outros elementos iconográficos.

    📕 2ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Almeida Garrett - Correspondência Inédita do Arquivo do Conservatório (1836-1841)

    Almeida Garrett – Correspondência Inédita do Arquivo do Conservatório (1836-1841)

    Duarte Ivo Cruz

    7,00 

    Almeida Garrett – Correspondência Inédita do Arquivo do Conservatório (1836-1841) de Duarte Ivo Cruz.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1995, 76 págs. B.

    Publica-se aqui, pela primeira vez, um importante conjunto de textos desconhecidos de Almeida Garrett, escritos pelo seu próprio punbo ou, em certos casos pontuais, redigidos por colaboradores burocráticos sob a sua obvia orientação. Trata-se da correspondência e outros documentos do periodo em que Garrett, sob o título de Inspector-Geral dos Teatros, centralizou no por ele recém-criado Conservatório desde o início logo instalado, tal como ainda boje, no velbo Convento dos Caetanos-toda a actividade de criação e organização da estrutura teatral, desde o ensino à criação dramatúrgica, da organização da companhia -normal isto é, modelo ou modelar à censura prévia a textos e espectáculos e à atribuição de subsídios. Se acrescentarmos a esta febril actividade, desenvolvida entre 1836 e 1841, a edifição do Teatro Nacional, inaugurado em 1846, o lançamento das bases juridicas do sistema de direitos autorais, só consagrado em lei datada de 1851, e sobretudo a criação dramatúrgica, a doutrinação estética, a vida politica, diplomática e profissional, a intensa vida intima perceberemos até que ponto Garrett constitui um caso excepcionalissimo de superdotado dispersivo, impar na bistória e na cultura do romantismo português.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lírica de Camões 2 - Sonetos (Tomo I) de Leodegário A de Azevedo Filho

    Lírica de Camões 2 – Sonetos (Tomo I)

    Leodegário A de Azevedo Filho

    7,00 

    A lingua portuguesa é parte grande da herança cultu ral que os portugueses e luso-descendentes nos transmitiram ao longo de três séculos. Difundiu-se e criou raizes em todas as latitudes de nosso território, generalizou-se verticalmente, tornando-se o instrumento de comunicação entre as camadas sociais dos mais variados niveis. De tal maneira se arraigou na alma…

  • Princípio e Manifestação

    Princípio e Manifestação

    Paulo Borges

    25,00 

    PRINCÍPIO E MANIFESTAÇÃO: METAFÍSICA E TEOLOGIA DA ORIGEM EM TEIXEIRA DE PASCOAES DE PAULO BORGES
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2008. 2 vols. B.

    Neste ensaio de fôlego, Paulo Borges interpreta a metafísica e a teologia da Origem na obra de Teixeira de Pascoaes, analisando a Saudade como a tenção original do absoluto no seu processo de manifestação criadora. A obra situa Pascoaes como um pensador de dimensão universal que promove o fecundo diálogo entre o Ocidente e o Oriente, constituindo um momento axial do pensamento metafísico português contemporâneo

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 1560g
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  • Cartas Familiares

    Cartas Familiares

    Francisco Manuel de Melo

    10,00 

    Cartas Familiares de Francisco Manuel de Melo.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 625 págs. B.

    Editadas em Roma em 1664,já desde 1649 que D. Francisco Manuel de Melo, com a colaboração do seu amigo, o humanista António Luís de Azevedo o primeiro que se meteu a atentar no valor humano e literário dos textos epistolares do grande escritor seiscentista se ocupava em organizar a vasta colectânea onde reuniu cinco centenas, seleccionadas entre os milhares que escreveu sobretudo durante o período em que se viu confinado às quatro paredes de uma prisão. Homem de acção, cortesão e citadino, a carta tornou-se para D. Francisco Manuel de Melo uma forma de participação, um elo de ligação com o mundo social donde a sua presença física fora banida, mas de que, pela viva Inquietação do seu espírito e pela recusa em aceitar uma situação inexplicável de injustiça, não estava desligado. A carta de parabéns, de pêsames, de congratulação, de negócios particulares substituía a palavra que de viva voz estava impedido de transmitir. Lidas por ordem cronológica e que se estabeleceu para a presente edição as cartas tornam-se uma espécie de diário que acompanha os deveres sociais, as preocupações, as reflexões, os interesses culturais do autor. Por elas nos vamos dando conta dos seus projectos, das realizações literárias, dos insucessos ou dos êxitos editoriais. Mas o que delas sobressai, acima de tudo é a coragem, a força de animo com que sempre lutou «pela justiça de que ninguém é Indigno.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia e Prosa de Eugénio de Andrade

    Poesia e Prosa

    Eugénio de Andrade

    25,00 

    POESIA E PROSA DE EUGÉNIO DE ANDRADE
    Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa, 1980. 2 vols. E.

    Edição monumental em dois volumes da INCM, que reúne a obra poética e de prosa de Eugénio de Andrade com introdução crítica de Óscar Lopes. Uma das mais completas edições de referência do autor, que permitiu a Eduardo Lourenço desenvolver a sua leitura da poesia de Eugénio Andrade como “morada de cristal” e encontro pleno com o mundo e com os outros.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 1600g
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  • Noite de Natal de Raul Brandão

    Noite de Natal

    Raul Brandão

    7,50 

    Noite de Natal de Raul Brandão.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 248 págs. E.

    Embora considerada uma obra menor de Raul Brandão, e também de Júlio Brandão, A Noite de Natal revela-se relevante para compreender o teatro e a literatura dramática portuguesa na transição para o século XX. A análise do texto — até recentemente inédito — permite observar a tensão entre uma produção teatral abundante e uma crise latente, bem como as posições críticas dos seus autores sobre esse contexto. A peça evidencia influências do drama de costumes de inspiração queirosiana, marcas do Decadentismo e do Simbolismo, e constrói um protagonista como artista maldito finissecular, sob o signo da fatalidade. Representada num momento de viragem estética, a obra reflete o cruzamento entre renovação literária, Decadentismo e Simbolismo, após o declínio do Neo-Romantismo lusitanista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Naufrágios Viagens Fantasias & Batalhas de João Palma Ferreira

    Naufrágios Viagens Fantasias & Batalhas

    João Palma Ferreira

    10,00 

    Naufrágios Viagens Fantasias & Batalhas de João Palma Ferreira.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, s.d., 297 págs. E.

    Já depois de composto e impresso o presente volume, foi publicado em Pisa o nª5 dos Quaderni Portoghesi, inteiramente dedicado ao estudo de diversos aspectos dos relatos dos naufrágios que ficaram assinalados na literatura portuguesa dos séculos XVI e XVII. A edição veio confirmar o extraordinário interesse que, um pouco por toda a parte, aquele “género” literário tem vindo a despertar, sucedendo-se a outros estudos publicados recentemente na Itália e em Portugal.

    Naufrágios, Viagens, Fantasias & Batalhas, reunindo inéditos da literatura marítima tradicional, de fantasias, de viagens e de batalhas que vão desde o século XVIII à navegação e às tragédias marítimas dos inícios do século XX.

    Deliberadamente heterogénea, a colecção apresentada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda – com prefácio, leitura de texto e notas de João Palma-Ferreira – pretende pôr em evidência o itinerário de um tipo de narrativa de que a literatura culta já se apoderou, sem deixar de sublinhar a constante vinculação à sua origem peculiaríssima e até popular e que jamais perdeu.


    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
  • Presença do Espírito de Guilherme de Castilho

    Presença do Espírito

    Guilherme de Castilho

    7,50 

    PRESENÇA DO ESPÍRITO DE GUILHERME DE CASTILHO
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1989. 220 págs. B.

    Colectânea de ensaios e textos dispersos do ensaísta e crítico literário Guilherme de Castilho (1912-1987), originalmente publicados ao longo da sua carreira em conceituados jornais e revistas de referência nacional, como a Seara Nova, Mundo Literário, Revista de Portugal ou Colóquio. Dividida em duas partes distintas, a obra compreende profundos estudos críticos sobre variados autores dos séculos XIX e XX, além de ensaios sobre artistas plásticos de relevo como Alvarez, Maria Helena Vieira da Silva ou Júlio. O volume inclui ainda evocativas crónicas sobre lugares e efemérides marcantes da vida literária portuguesa.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 320g
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  • Justino Alves

    Justino Alves

    Yvette K. Centeno

    10,00 

    Justino Alves: o Pintor e a sua Filosofia de Yvette K. Centeno.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 79 págs. B.

    O pintor sabe, por experiência própria, que a realidade é uma constante invenção, que o criador participa nela, ajuda a perfazer o seu acabamento. Mas sabe também que a obra nunca é total, nunca é definitiva, hoje predomina o que amanhã se apaga, num ciclo de renovada abertura. – in Introdução

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Correspondência Jorge de Sena - Gullherme de Castilho

    Correspondência Jorge de Sena – Guilherme Castilho

    Jorge de Sena

    8,00 

    Correspondência Jorge de Sena – Gullherme de Castilho.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 131 págs. E.

    Em face deste breve conjunto de cartas, à imagem de üm Jorge de Sena amargo, agressivo e por vezes truculento, uma outra se lhe sobrepõe, Igualmente verdadeira: a do homem sereno e cordial, firme e constante na amizade, ávido de estima e de compreensão humana e literária, mais solicitando conselho do que impondo opiniões.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    A documentação epistolar de quase quatro décadas entre Jorge de Sena e Guilherme de Castilho. sobretudo relativamente às primeiras cartas do autor de Perseguição, mostra bem, embora a maior parte das vezes veladamente, por pudor, (ou por orgulho?) a sua necessidade de ser aceite e amado. Temo sempre intrometer-me, Impor-me; quando, afinal, tanto desejo ser atendido.. Estas palavras de Sena, escritas em 1945, são uma das raras confissões explícitas de um sentimento que, quero crer, determinou em grande parte a sua maneira de ser: se a cordialidade, no campo literário, nem sempre foi o timbre do seu comportamento convivente, a agressividade que por vezes exibiu fol por certo menos ataque que defesa, menos agressão que desforço pela desporporção entre o valor que os outros lhe reconheciam e o que ele próprio, desde sempre, a si se atribuía.

  • Livros da Índia

    Livros da Índia

    António Barahona

    10,00 

    Livros da Índia de António Barahona.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1984, 119 págs. B.

    Rico em formas de vida, animal de sete fôlegos como o felino de quem pelo menos denuncia a voluptuosidade, António Barahona da Fonseca antolha-se-nos um dos raros exemplares de poeta para quem a língua portuguesa continua a ser aquilo que foi na idade de oiro da nossa poesia: um dom divino, um eco telúrico, uma voz profética.  JOÃO GASPAR SIMÕES Diário de Notícias, 11.1.79

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Navegaçôes

    Navegaçôes

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    25,00 

    Navegações (1983) é um livro, de Sophia de Mello Breyner Andresen, no qual há reflexões acerca de questões e problemas que assolam a história contemporânea de Portugal e a imagem mítica do ser português desbravador.