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  • Onde a Noite se Acaba de José Rodrigues Miguéis

    Onde a Noite se Acaba

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Onde a Noite se Acaba de José Rodrigues Miguéis. Editoial Estúdios Cor. Lisboa, 1968, 240 págs. B.

    “José Rodrigues Miguéis reatou neste seu livro uma tradição interrompida nas letras portuguesas com a morte de Eça de Queirós: a representação da vida não só nos temas universais, mas em vários pontos do universo. Onde a Noite se Acaba é o lugar de encontro de homens vindos dos quatro pontos cardeais do mundo, mas falando a mesma linguagem (…)”.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Estes e Aqueles de Jorge da Costa

    Estes e Aqueles

    Jorge da Costa

    7,00 

    Colecção de «historietas», «Uns e Outros» vem revelar um autor vivo, irónico ou sarcástico, mas sempre senhor absoluto da dificilima e rara técnica do contar com humor e facilidade. Autor desconhecido e já maduro, Jorge da Costa merece ser lido. É a forma – clara, leve, graciosa – e é, sobretudo, a calma apropriação de…

  • Crónicas de Bons Costumes de Guilherme de Melo

    Crónicas de Bons Costumes

    Guilherme de Melo

    7,00 

    “Em meia centena de curtas estórias, o jornalista na reforma Guilherme de Melo, natural de Moçambique, dá-nos com grande capacidade narrativa, se bem que de um modo algo ingénuo, o actual quotidiano português (…) Melo traça na sua mais recente obra o retrato da hipocrisia, da traição quotidiana, das muitas tentações da carne, da exploração…

  • Calendário Privado

    Calendário Privado

    Fernanda Botelho

    7,50 

    Calendário Privado de Fernanda Botelho.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1973, 267 págs. B.

    «A obra impressiona, perfeita na sua construção, elaborada e reflectida até ao essencial, na preparação dos ambientes pelo jogo das personagens a pensar e a agir.

    Tem um carácter de objectividade romanesca e de penetração psico- lógica, isento de considerações directas da autora, que, discretamente, faz dizer, faz memorar, segundo um processo de registo, em que a cronologia se desenvolve pela oportunidade dos estados de alma e não pela ordem da sucessão no tempo.» Francisco da Cunha Leão

    📝 Assinatura de posse.

  • Vida é um Desafio, A

    Vida é um Desafio, A

    Filomena Fonseca

    7,00 

    A Vida é um Desafio de Filomena Fonseca.
    Guerra e Paz. Lisboa, 2018, 221 págs. B.

    A vida é mesmo um desafio, e este é um livro que pode ajudar a ganhar o desafio da vida.

    Inspirada pelas sábias lições que uma intensa experiência de vida e de trabalho lhe proporcionou, Filomena Fonseca convida-nos a mantermos a mente positiva e aberta às mudanças e aprendizagens constantes.

    A autora partilha relatos verídicos de 50 breves histórias vividas pela própria e por outras pessoas que a autorizaram a contar as suas experiências. Em cada história, há uma ideia-chave, ideias motivadoras, que servem de instrumento de reflexão sobre o trabalho, relação com os outros e a própria vida. Eis uma visão otimista do ser humano para superar tempos sombrios, abrindo novos horizontes na vida de quem trabalha ou procura o primeiro emprego. Uma mensagem de esperança.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último Cais

    Último Cais

    Helena Marques

    6,00 

    Último Cais de Helena Marques.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1993, 193 págs. B.

    «O Último Cais é um texto envolvente, sedutor, pela sua aparente simplicidade. Pela sua beleza. Pela sua força, tecida de pequenas fragilidades, de pequenas fragrâncias de pequenas cintilações musicais…» Maria Teresa Horta

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tejo em Lisboa: Breve Antologia Poética de Mário Braga

    Tejo em Lisboa: Breve Antologia Poética

    Mário Braga

    6,00 

    Permanente testemunha da nossa História, estuário donde partimos para a grande aventura da descoberta do Mundo, fonte inspiradora da nossa cultura, em sua honra se organizou esta pequena antologia poética, cujo principal mérito será despertar o interesse para obra de maior vulto.

  • Sexo Drogas e Selfies de Francisco Salgueiro

    Sexo Drogas e Selfies

    Francisco Salgueiro

    6,00 

    Joana perdeu a virgindade aos doze anos e é uma das raparigas mais populares do colégio. Ela e as amigas, aparentemente perfeitas para os pais, escondem um dia-a-dia de sexo com estranhos, sem preservativo, e muitas drogas. Noites levadas ao limite para contornarem o aborrecimento de um quotidiano em que estão sempre agarradas ao telemóvel….

  • Segunda Opinião: Reprovações da Pátria de António Serra Lopes

    Segunda Opinião: Reprovações da Pátria

    António Serra Lopes

    6,00 

    “As crónicas aqui coleccionadas foram publicadas no Independente durante o Governo Socialista minoritário do Eng. António Guterres, a que sucedeu o Governo Social-Democrata minoritário do Dr. José Manuel Durão Barroso. (…) Período curioso, ambíguo esse, bem à portuguesa, repleto de lusitanos espantos, prodígios, flops, tropeções, hinos nacionais, fogos florestais, septuagenários incendiários, país de maravilhas a…

  • O Malhadinhas de Aquilino Ribeiro

    Malhadinhas, O

    Aquilino Ribeiro

    6,00 

    Malhadinhas de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Cacém, 1984, 356 págs. B.

    Inicialmente incluído em Estrada de Santiago (1922), O Malhadinhas acabaria por se tornar numa das mais conhecidas obras de Aquilino Ribeiro quando foi publicado em volume autónomo em 1958 (o autor acrescentar-lhe-ia a novela Mina de Diamantes). Em forma de monólogo, a obra conta-nos a história de um almocreve, o Malhadinhas, um serrano rústico, grosseiro e matreiro, que não tem quaisquer problemas em usar a «faquinha» que traz à cintura para corrigir o que entende por injusto. Defendendo-se à navalhada e golpes de pau (e por vezes a tiro) dos inimigos com que se vai deparando ao longo dos caminhos e da vida, O Malhadinhas presenteia-nos com uma série de episódios picarescos, num tom coloquial repleto de expressões idiomáticas, trazendo-nos o retrato de um Portugal esquecido.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Busca

    Busca

    José Fanha

    7,00 

    Busca de José Fanha.
    Grua Artes Gráfica. Lisboa, s.d., 37 págs. B.

    José Fanha nasceu em Lisboa, frequentou o Colégio Militar e licenciou-se em arquitetura.

    Poeta e declamador, participou em milhares de sessões de animação cultural, acompanhando o grupo dos chamados badaleiros, juntamente com José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Francisco Fanhais, Manuel Freire, José Jorge Letria, Carlos Alberto Moniz, Fausto, entre outros.

    É autor de histórias e poesia para a infância, dramaturgo, autor de letras para canções e textos para rádio, guionista de televisão e cinema.

    Tem dirigido oficinas de poesia e de escrita além de desenvolver trabalho intenso de divulgação de poesia e promoção do livro e da leitura em bibliotecas e escolas um pouco por todo o país.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arranha-Céus

    Arranha-Céus

    Jacinto Lucas Pires

    6,00 

    Arranha-Céus de Jacinto Lucas Pires.
    Edições Cotovia. Lisboa, 1999, 120 págs. B.

    A peça trata de Júlio César, um homem de meia-idade, perdido e à procura de uma nova vida, uma nova namorada e um novo emprego, e que tem um dom especial.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia de Poesia ContemporâneaImagem WhatsApp 2025 03 26 às 16.50.45 e80f4c4b

    Antologia de Poesia Contemporânea

    Luís Filipe Soares

    7,50 

    Antologia de Poesia Contemporânea de Luís Filipe Soares [Coord.].
    Minigráfica. Lisboa, 1985, 93 págs.

    Esta Antologia nasce da necessidade de se fazer algo de novo, de se descobrir uma alternativa que possibilitasse aos novos poetas uma saída para a concretização do desiderato idealizado: a continuidade e afirmação da sua poesia, da sua mensagem, do seu saber estar no mundo.

    ✍🏻 Edição autografada pelo editor.

  • Alma de Pássaro

    Alma de Pássaro

    Margarida Rebelo Pinto

    6,00 

    Alma de Pássaro de Margarida Rebelo Pinto.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2002, 251 págs. Mole.

    Um romance intenso e nostálgico sobre o amor e a vida.

    Alma de Pássaro narra com sensibilidade e humor vidas comuns, revelando as diferentes fases de uma relação e os momentos vividos por duas pessoas apaixonadas, que procuram no outro respostas para os seus respetivos corações. Há momentos na vida que valem por uma eternidade.

    Não existe uma fórmula secreta para aquecer o coração, mas o amor anda lá perto. Quando Inês e Miguel se apaixonam, tudo parece fazer sentido. Contudo, à medida que a relação evolui, outras dúvidas e inquietações abalam o casal, pondo à prova o sonho que construíram.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ursamaior

    Ursamaior

    Mário Cláudio

    4,00 

    Ursamaior de Mário Cláudio.
    Visão. Paço de Arcos, 2003, 96 págs. E.

    É uma volta de 180º na escrita de Mário Cláudio. O autor de “Quinta das Virtudes” tinha-nos habituado a escrever sobre o Porto finessecular, frescos retratos de famílias e épocas. Depois do anónimo marinheiro Barnabé que no romance anterior viajava com Gama para a Índia, e dessa viagem nos dava conta, “Ursamaior” conta a história de um homicídio que teve lugar na cidade do Porto em 1994. Uma estudante de Medicina foi assassinada pelo antigo namorado em pleno Instituto de Biomédicas. O caso foi amplamente noticiado e Mário Cláudio interessou-se por ele. Após várias visitas ao homicida na prisão, onde contactaria também com outros presos, escreve este romance, a que o próprio chama “psico-reportagem”, sobre o mundo que os muros da prisão encerram.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gabriela, Cravo e Canela

    Gabriela, Cravo e Canela

    Jorge Amado

    4,00 

    Gabriela, Cravo e Canela de Jorge Amado.
    Planeta De Agostini. Lisboa, 2007, 430 págs. E.

    Gabriela, a mulata com a cor da canela e o cheiro do cravo, ficará na literatura como uma formosa figura de mulher, simples e espontânea, acima do Bem e do Mal. Com o seu inigualável lirismo e inspiração poética, Jorge Amado cria personagens inesquecíveis, e o comovente romance de amor do árabe Nacib e da mulata Gabriela coloca-os, sem dúvida, na galeria dos amantes da História da Literatura. Mas Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade. Pouco evoluíam, no entanto, os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes – os fazendeiros – que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações. Levada para a televisão, a sua história transformou-se numa das telenovelas brasileiras de maior sucesso pelo mundo fora. No cinema, o papel de Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e o de Gabriela por Sônia Braga, como já acontecera na novela.

    📘Plastificado de origem