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  • Invocação ao Meu Corpo

    Invocação ao Meu Corpo

    Vergílio Ferreira

    20,00 

    Invocação ao Meu Corpo de Vergílio Ferreira.
    Portugália Editora. Lisboa, 1969, 406 págs. B.

    “É enorme a distância do interrogar-me sobre o que me envolve – as estrelas que me fitam, a terra que adormece e em que me firmo – à luz que irrompe de mim, fulgurante, absoluta. (…) Mas que a esse facho o voltes contra ti, que o teu olhar se oriente não para onde se orienta a tua luz e sim para a própria luz que jorra de ti – e o teu espanto raiará à loucura.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    “Mesmo o fulgor do que acontece no tempo e salta para além dele, uma música de outrora, mistério das coisas simples, vêm ter comigo e é na dimensão última de mim que tudo isso se revela e tem razão.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    “É o fim da vida e do mundo, meu corpo, é a hora de e recolher a ti, à tua divina humildade, é a hora de te agradecer. Torrente de alegrias, de sofrimentos, de espantos – meus olhos, minhas mãos… Vi a terra e a luz, os bichos e as flores, tive nas mãos as pedras, a lama, o suave corpo da mulher. E como Deus, após a criação, vi que tudo era bom.” (Vergílio Ferreira, Invocação ao Meu Corpo)

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Florilégio do Cancioneiro de Resende

    Florilégio do Cancioneiro de Resende

    Rodrigues Lapa

    5,00 

    Florilégio do Cancioneiro de Resende de Rodrigues Lapa [Sel.]
    Textos Literários. Lisboa, 1960, 99 págs. B.

    Uma coletânea significativa da poesia renascentista em língua portuguesa, reunindo diversas composições que ilustram a cultura e a sensibilidade da época. O livro oferece uma janela para o universo lírico do Cancioneiro, destacando a riqueza dos temas e a musicalidade das obras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Eusébio Macário / A Corja

    Eusébio Macário / A Corja

    Camilo Castelo Branco

    15,00 

    Eusébio Macário / A Corja de Camilo Castelo Branco.
    Lello & Irmão Editores. Porto, 1975, 290 págs. E.

    Uma paródia do romance naturalista que, em certos momentos, ultrapassa os próprios modelos que pretendia parodiar.

    Um Camilo diferente, em que a sublimidade das paixões e a fidelidade abnegada desaparecem para dar lugar à boçalidade e à grosseria de personagens, intencionalmente tornados repugnantes pela bestialidade de que se revestem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Rui Palma Carlos.

  • Crónica de D. Fernando de Torquato de Sousa Soares

    Crónica de D. Fernando

    Torquato de Sousa Soares

    5,00 

    Crónica de D. Fernando de Torquato de Sousa Soares.
    Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1945, 130 págs. B.

    Uma exemplar selecção das melhores páginas dos grandes escritores portugueses de todos os tempos, reproduzidas segundo os textos autênticos das edições originais e anotadas pelos mais categorizados professores, criticos e historiadores da nossa literatura: eis o que é a Colecção CLÁSSICOS PORTUGUESES (Trechos escolhidos).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contra-Corrente 3 (1980-1981)

    Contra-Corrente 3 (1980-1981)

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Contra-Corrente 3 (1980-1981) de Vergílio Ferreira.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1983, 452 págs. B

    Os diários de Conta-Corrente constituem um dos documentos mais impressionantes da vida cultural dos anos setenta e oitenta (cobrindo os anos de 1969 a 1992), com especial destaque para os anos da resistência e os da revolução. A importância documental e literária deve-se quer à qualidade dos textos do autor, quer à natureza das suas confissões, reflexões e revelações — sendo uma extraordinária fonte de dados para o conhecimento da vida e história portuguesas desses anos.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Contadoras de Histórias de Fernando Botelho

    Contadoras de Histórias

    Fernando Botelho

    6,00 

    Contadoras de Histórias de Fernando Botelho.
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 150 págs. B.

    Em 1994 surgia, na Editorial Presença com o romance Dramaticamente Vestida de Negro. Agora reaparece com três mulheres, três vozes e uma mesma história com três finais diferentes. Onde reside então a verdade? Essa, diz respeito ao leitor, que joga e é jogado pela força da narrativa irónica e ambígua, desta grande referência da literatura portuguesa contemporânea. O mais recente título de Fernanda Botelho, de novo com chanela da Presença. Um livro galardoado com o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores 1998.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cheiro da Madeira, O

    Cheiro da Madeira, O

    A. M. Galopim de Carvalho

    7,50 

    Cheiro da Madeira de A. M. Galopim de Carvalho.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1993, 203 págs. B.

    Exercício de memória, sem a preocupação do relato rigoroso do cronista, O Cheiro da Madeira procura ser um ensaio de reconstituição de um viver colectivo do segundo quartel do século XX, na cidade e nos campos de Évora. Ficcionando ao sabor da sensibilidade de hoje, A. M. Galopim de Carvalho conserva, no entanto, os cheiros, os recortes e os matizes com que os sentidos os gravaram em recantos da memória de onde forma retirados. Lê-lo é estar lá, com os olhos, com as mãos. A cheirar, a rir, a chorar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Capitão Passanha

    Capitão Passanha

    Mário de Carvalho

    2,50 

    Capitão Passanha de Mário de Carvalho.
    Parque Expo 98. Lisboa, 1997, 62 págs. B.

    Nessa altura, um pirata magricela, pendurado nos enfrechates, volteou num gesto largo a cimitarra e logo foi abatido por um dos de bordo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Avô, OAvô de Nuno de Montemór

    Avô, O

    Nuno de Montemor

    10,00 

    O Avô de Nuno de Montemor.
    União Gráfica. 1928, 143 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudônimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida (Quadrazais, 16 de dezembro de 1881 – Lisboa, 4 de janeiro de 1964) foi um padre católico e escritor português.

    📕 3ª Edição.. 5º Milhar.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Clotilde Pais

  • Apocalipse Nau

    Apocalipse Nau

    Rui Zink

    6,00 

    Apocalipse Nau de Rui Zink.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1997, 200 págs. B

    É o último dia do milénio: três homens e duas mulheres apostam tudo. As probabilidades não são muitas. Se não tiverem sorte, perdem. Porque o mundo vai acabar ao bater da meia-noite. É o próprio Diabo quem o diz. E o Diabo, como todos sabemos, nunca mente.

    📕 5ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Anoitecer da Vida, Ao

    Anoitecer da Vida, Ao

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Anoitecer da Vida de Camilo Castelo Branco.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1999, 133 págs. Mole.

    «Vejo-te ainda qual eras
    nesses fugitivos dias
    de saudosas alegrias
    dum amor, belo ao nascer.Vejo-te ainda qual eras,
    terna amiga, carinhosa,
    cara irmã, luz milagrosa
    nas trevas do meu viver.Linda eras, tinhas alma
    como poucos ter podiam;
    e teus olhos me diziam
    mil segredos que esqueci.Linda eras, tinhas alma,
    mas queimada pelo lume
    dum frenético ciúme
    que me fez fugir de ti.»
    nas trevas do meu viver.Linda eras, tinhas alma
    como poucos ter podiam;
    e teus olhos me diziam
    mil segredos que esqueci.Linda eras, tinhas alma,
    mas queimada pelo lume
    dum frenético ciúme
    que me fez fugir de ti.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sombra Picada das Bexigas, Uma

    Sombra Picada das Bexigas, Uma

    João de Araújo Correia

    7,50 

    João de Araújo Correia fala-nos aqui de Camilo e arredores sem qualquer doutorice ou paixão exclusiva. É um conjunto de achegas onde logo se sente uma funda simpatia feita de afinidades: a afinidade que vem de um quase comum ambiente geográfico de infância a uma vocação de narrador comprazido.

  • Meu Nome é Legião de António Lobo Antunes

    Meu Nome é Legião, O

    António Lobo Antunes

    7,50 

    Meu Nome é Legião de António Lobo Antunes.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2007, 379 págs. B.

    Este é o novo romance de António Lobo Antunes, Prémio Camões 2007, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.

    Num livro mais pequeno e de menor complexidade do que os anteriores, segue a vida dos jovens de um bairro social da periferia de uma grande cidade, descrita através de um relatório de polícia, o que aproxima a escrita do registo das crónicas.

    Com este novo romance Lobo Antunes inova a sua técnica narrativa de forma muito perceptível, sendo surpreendente a forma como o faz.

    Uma edição ne varietur, cuidadosamente preparada, a única reconhecida pelo autor como legítima.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Numa República de Bananas

    Numa República de Bananas

    Emídio Rangel

    3,00 

    Uma crónica é sempre um exercício de fixação da realidade que passa, buscando o sentido dos factos e arriscando uma leitura significativa das motivações por detrás dos actos humanos e dos rumos das nações. Emídio Rangel detém a sua atenção no que mais o impressiona em cada semana, quer se trate da guerra civil angolana ou da resistência timorense, das contradições da política governativa ou das indecisões dos líderes políticos, com passagem obrigatória pela Comunicação Social, porventura a sua mais confessada paixão. De tudo fala Emídio Rangel com a coragem e a frontalidade que se lhe reconhece, num registo muitas vezes polémico, mas que não hesita em afirmar bem alto convicções pessoais, defendidas com veemência, sinceridade e desassombro.

  • Noiva Júdia, A

    Noiva Júdia, A

    Pedro Paixão

    7,00 

    Noiva Júdia de Pedro Paixão.
    Livros Cotovia. Lisboa, 1992, 101 págs. B.

    Vinte e seis pequenas histórias compõem o livro de estreia de Pedro Paixão que depressa conquistou os leitores.

     

    Atravessamos o Tejo. Vamos sobre a água de brilhos metálicos em direcção a um clarão alaranjado que está do outro lado. Vamos à popa, contra o vento, mas não faz frio. Vamos agarrados. Ela dá-me um beijo na cara e sussurra-me: «O meu pai beijava-me assim». O amor é uma coisa no passado, muito longe. Temos pouco tempo mas não temos pressa, não temos que chegar a nenhum lado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo Escandinavo

    Tempo Escandinavo

    José Gomes Ferreira

    10,00 

    Aos leitores apressados (e apenas a esses) quero lembrar que Tempo Escandinavo não é um livro autobiográfico, como à primeira vista poderá parecer a quem ler distraidamente algumas destas histórias, escritas na primeira pessoa por mero e clássico artifício literário.

    Mas creio já desnecessário recordar aos mesmos leitores apressados que a Noruega não é somente povoada pelos homens e mulheres que surgem neste livro – se bem que só esses interessassem à minha personagem de ficção perdida nas lindas cidades da Costa Atlântica norueguesa.