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  • História de Portugal em Verso

    História de Portugal em Verso

    Jaime Lúcio

    10,00 

    História de Portugal em Verso de Jaime Lúcio.
    Oficina de «O Riomaiorense». Rio Mario, 1968, 184 págs. B.

    Jaime Lúcio é um poeta, cuja inspiração não cansa. O verso vive-lhe na alma, corre-lhe no sangue, e os livros dão-nos, com brilho, o testemunho dessa actividade.

    A trova popular, tão curiosa e difícil, lá está com seus conceitos, com sua ironia, com sua crítica de costumes e, em todas, o poeta se revela, nesta difícil modalidade.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Dinossauro Excelentíssimo de José Cardoso PiresDinossauro Excelentíssimo de José Cardoso Pires (1)

    Dinossauro Excelentíssimo

    José Cardoso Pires

    40,00 

    Primeira das muitas edições que desta obra em poucos meses se publicaram. Trata-se de uma magnífica sátira à figura do Dr. Oliveira Salazar. As ilustrações de Abel Manta, a cores, são impressas em folhas à parte.
    Irónicamente, um dos livros que abertamente, versa sobre a censura e o regime, escapa à malha desta, devido a um episódio na Assembleia Nacional, onde numa discussão sobre a liberdade de imprensa, é dado como exemplo. Obviamente que a partir daí já não seria possível à censura retirar o livro das livrarias nem a PIDE poderia perseguir o seu autor.

  • Diabo em Casa, O

    Diabo em Casa, O

    Ramada Curto

    10,00 

    Diabo em Casa de Ramada Curto.
    J. Rodrigues & Cª Editores. Lisboa, 1931, 220 págs. B.

    Um salão mobilado com elegância e luxo ao gosto do encenador. Entradas á D. e E. nos dois planos. Todo o fundo envidraçado deita para o jardim, de grandes arvores. Scenario disposto com a maior perspectiva para poder ser iluminado a luzes diferentes. Detalhes essenciaes; a qualquer lado da scena um cacheirão de bric-a-brac peça de museu, com almofada de damasco por fundo Um piano a três quartos á D. alta, coberto com colxas antigas. Dois radiadores electricos.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Correspondência de uma Estação de Cura de João do Rio.

    Correspondência de uma Estação de Cura

    João do Rio.

    6,00 

    Correspondência de uma Estação de Cura de João do Rio.
    Portugal Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d., 256 págs. B.

    “A Correspondência de uma Estação de Cura” é um romance do escritor brasileiro João do Rio, também conhecido como Paulo Barreto. Publicado em 1918, o livro é um romance epistolar que retrata a vida social de uma estação de águas termais no início do século XX. A narrativa é construída através de cartas e bilhetes trocados entre diversos personagens, revelando suas ambições, fraquezas e intrigas

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Anjo Ancorado, O

    Anjo Ancorado, O

    José Cardoso Pires

    7,00 

    O Anjo Ancorado de José Cardoso Pires.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1964, 218 págs. E.

    «Creio que nenhum outro escritor português soube contar, como Cardoso Pires, a infelicidade e a solidão: a infelicidade e a solidão do indivíduo mas também de toda uma sociedade, de um país inteiro. E ninguém, como ele, soube radiografar um sistema político como o salazarismo, apanhado na sua fase senescente. Um sistema esclerosado, sulcado por profundas fissuras, que causou na alma das pessoas desgastes já irremediáveis, abrindo galerias obscuras onde habitam justamente a infelicidade e a solidão.» Antonio Tabucchi

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    𓂃🖊 Estudo Sobre o Autor por Alexandre Pinheiro Torres

  • Iracema

    Iracema

    José de Alencar

    5,00 

    Iracema de José de Alencar.
    Edições Melhoramentos. São Paulo, 1968[?], 171 págs. B.

    Clássico do romantismo brasileiro que consagrou José de Alencar como um dos maiores escritores do país. O livro narra a história da índia Iracema, a virgem dos lábios de mel, tabajara consagrada a Tupã, que se apaixona pelo português Martim, inimigo de seu povo.

    Por esse amor abandona a tribo, tornando-se sua esposa. Tem o filho enquanto Martim está a lutar em outras regiões. Quando ele volta, Iracema entrega-lhe o filho e acaba por morrer. Seu filho, Moacir, representa o primeiro cearense, fruto da integração das duas raças. Na trama passada no início do século XVII, o amor proibido de Iracema é uma alegoria do processo de colonização do Brasil pelos europeus.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vale de Josafat

    Vale de Josafat

    Raul Brandão

    15,00 

    Vale de Josafat de Raul Brandão.
    Seara Nova. Lisboa, 1933, 286 págs. B.

    As “Memórias”, talvez a par de “Húmus” e “Os Pescadores” são consideradas as obras maiores de Raul Brandão (1867-1930), militar e nome incontornável da literatura portuguesa das primeiras décadas do século XX.

    📖 Exemplar por abrir
    📝 Assinatura de posse.

  • Nos Teus Braços Morreríamos de Pedro Paixão

    Teus Braços Morreríamos, Nos

    Pedro Paixão

    5,00 

    Um romance notável que perscruta as problemáticas da contemporaneidade de forma incisiva e inteligente estimulando a reflexão sobre o nosso tempo, sobre a nossa sociedade e sobre nós mesmos enquanto protagonistas de uma modernidade contraditória. Sob o disfarce de uma simplicidade narrativa cuidadosamente construída, Pedro Paixão insere reflexões filosóficas sobre a vida e análises profundíssimas sobre o homem finissecular, seus conflitos e suas dúvidas.

  • Madrugada Suja de Miguel Sousa Tavares

    Madrugada Suja

    Miguel Sousa Tavares

    7,50 

    Madrugada Suja de Miguel Sousa Tavares.
    Clube do Autor. Lisboa, 2013, 351 págs. B.

    No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que persegue os seus protagonistas durante anos.
    Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto. Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu.
    As circunstâncias do seu trabalho num pequeno município do litoral levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido, por força da intervenção de uma jovem magistrada de instrução criminal.
    Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e, em simultâneo, o dos protagonistas daquela madrugada suja.
    Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • El-Rei Sebastião

    El-Rei Sebastião

    José Régio

    25,00 

    El-Rei Sebastião de José Régio.
    Atlântida. Lisboa, 1949, 189 págs. B.

    A cena representa uma antecâmara nos paços onde habita El-Rei Sebastião. É noite; e só a luz fosca do luar entra por uma janela de balcão aberta ao fundo. Esta janela está escancarada para o céu. Não se vê a lua. No rectângulo da luz esbranquiçada, fria, que entra pela janela e dá na alcatifa do chão, dois vultos se recortam em silhueta: Estão um de cada lado da janela, quase voltando costas ao público, em atitude de quem ficou transido a ouvir. Toda a restante cena abafada em penumbra.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Elói ou Romance numa Cabeça

    Elói ou Romance numa Cabeça

    João Gaspar Simões

    6,00 

    Elói ou Romance numa Cabeça de João Gaspar Simões.
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 181 págs. B.

    “Elói ou Romance numa Cabeça” é um romance do escritor português João Gaspar Simões, publicado em 1932. É considerado o primeiro romance português a focar-se na introspecção psicológica, explorando a mente e as emoções do protagonista, Elói, através de uma narrativa que acompanha a sua jornada marcada pelo ciúme e a rutura com a ordem social.

    📕 3ª Edição Revista.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dia em que o Sol se Apagou

    Dia em que o Sol se Apagou

    Nuno Gomes Garcia

    7,00 

    Dia em que o Sol se Apagou de Nuno Gomes Garcia.
    Casa das Letras. Alfragide, 2015, 333 pág. B.

    No dia 26 de março de 1487 o sol apaga-se subitamente no reino de Portugal. Sem explicação para tão súbitas trevas – que uns atribuem à maldade castelhana e outros à heresia dos judeus -, D. João II envia dois espiões em demanda da solução que restitua a luz ao País e evite o seu definhamento. Com Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva irá também, guardado num estojo, um par de olhos de diamante que outrora pertenceram a um menino chamado Mil-Sóis, cujo olhar cegava quem o encarasse, e que são a peça fundamental desta missão.

    Enquanto Pêro da Covilhã narra o seu périplo de Lisboa à Etiópia, das Índias ao reino do Monomotapa, de Meca a Sofala, quase sempre disfarçado de mouro e constantemente perdido em bordéis, Salvador – um embalsamador albino com um estranho passado – ficará de guarda à mulher do espião, por quem nutre há muito um amor secreto, e não cessará de procurar os olhos que possam devolver a luz ao seu irmão Mil-Sóis.

    É uma obra fascinante que inventa um cataclismo improvável para reescrever o período áureo da História de Portugal. Um romance de luz e sombra, de avanços e recuos, que cruza fantasia com rigor histórico. E que, no final, responderá a duas questões essenciais: irá o Sol regressar a Portugal? É a Europa o lugar certo para que Portugal continue a existir?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Um Ano na Corte de João Andrade Corvo

    Ano na Corte, Um

    João Andrade Corvo

    7,00 

    Um Ano na Corte de João Andrade Corvo.
    Lello & Irmão Editores. Lisboa, 1981, 2 vols. Mole

    “Um Ano na Corte” é um romance histórico escrito por João de Andrade Corvo, publicado originalmente em dois volumes entre 1850 e 1851 na Revista Universal Lisbonense. A obra insere-se numa fase inicial do romance histórico português e é significativa pelo modo como cruza a ficção com episódios e personagens reais do século XVII, nomeadamente o conturbado final do reinado de D. Afonso VI.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Traição InverosímilTraição Inverosímil de Domingos Monteiro (1)

    Traição Inverosímil

    Domingos Monteiro

    6,00 

    Comédia dramática em 3 actos.

    Uma sala de estar numa moradia de gente rica nos arredo res de Lisboa, perto da linha de caminho de ferro, de onde se avista o Tejo. A sala é mobilada com conforto. Ao fundo duas janelas amplas que dão para o caminho de ferro e para o rio. No lado direito duas portas para o interior da casa. No lado esquerdo a porta que dá para o vestíbulo, que por seu turno comunica com o jardim. De longe a longe ouve-se o ruído, o apito e o estremecimento de um comboio que passa. Quando o pano se ergue está uma única pessoa na sala: uma mulher alta, de costas, apoiada a uma bengala. Conserva-se assim durante cerca de 20 segundos e depois volta-se lentamente. Tem cerca de 70 anos e é completamente cega. Dá uns passos hesitantes, apalpando com a bengala, como quem procura. Depois, tendo topado com uma mesa, apoia-se nela e vai girando em torno, até encontrar um maple

  • Romance de uma Sereia

    Romance de uma Sereia

    Eduardo Jorge Brum

    6,00 

    Numa casa à beira-mar, Olíria fecha-se no quarto, onde passa a viver na solidão dos seus sonhos um amor desejado e uma realidade diferente. Num clima de crise profunda, de catástrofe latente, Olíria e as personagens que a rodeiam expressam as suas memórias, anseios e frustrações em in- cursões pelos domínios do erotismo, do fantástico e do absurdo.
    ROMANCE DE UMA SEREIA – uma história em que as mulheres surgem como pólos de atracção, insinuantes e esquivas, tal como sereias que seduzem e que prometem o amor e a felicidade, mas também a perdição e a morte.

  • Regra de Três de José-Augusto França

    Regra de Três

    José-Augusto França

    7,00 

    Regra de Três de José-Augusto França.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2003, 249 págs. B.

    Entre o Chiado e o Estoril dos anos 1940, e depois em Paris, até ao fim do século, com gente inventada entre outra, real, em seus ambientes e tempos, João Maria viveu a sua vida de profissão e gosto de pintor, até certo renome internacional – entre quantos amores e desamores? De três em três, contou sete, sempre na certeza de que, em cada très, dois se repetiam. Numa longa carta que vai escrevendo, ao fim da vida, procura ele o sentido desta lei que, de caso em caso, se verifica. Stendhal, se fosse preciso, lhe daria razão. E variada substância lhe dão Aninhas, Bea, Carla, Dora, Estela, Fredy e Gabriella – A, B, C, D, E, F, G, … «Nenhuma moral a tirar da história, que seria indecente fazê-lo!». É este o terceiro romance que José- -Augusto França publica, Depois de Natureza Morta, 1949 e Buridan, 2002. Persistem o teor boémio, as reviravoltas da vida e a ironia do remetente

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.