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  • Quando a Vida é Primavera de Maria Amália Fonseca

    Quando a Vida é Primavera

    Maria Amália Fonseca

    7,50 

    Quando a Vida é Primavera de Maria Amália Fonseca.
    União Gráfica. Lisboa, 1944, 260 págs. B.

    O livro que vai ler-se é uma estreia literária que promete bom futuro, se a autora insistir na tarefa agora começada com tanta felicidade. Não é obra de escola, nem realista nem romântica, mas tem realidade e poesia: não tomou a realidade tôda, como se fazia há 50 anos, carregando sobretudo no lado infecto, nem tão pouco divagou pelos mundos incertos e inconsistentes de pura fantasia. Escolheu, joeirou, e pôs de tudo um pouco. Não fêz criações fantásticas, absurdas, inverosímeis, nem co piou a realidade em simples fotografia. Fêz o retrato da vida de família, não de uma família observada, mas de uma família de sua criação, composta com elementos de várias origens. Assim procedem os químicos que fazem corpos novos, dotados de propriedades novas, que a medicina aproveita hoje, com grande satisfação, e que a natureza não possuía, dizendo-se por isso que a qui mica faz concorrência ao Criador. Inserem-se, num radical, grupos moleculares que dão o novo corpo, e faz-se isto graças aos recursos da técnica.

    📝 Assinatura de posse.

  • Quadros da História Trágico-Marítima

    Quadros da História Trágico-Marítima

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    Uma coleção que explora os eventos trágicos da história marítima, com seleção, prefácio e notas do autor Rodrigues Lapa, trazendo à luz narrativas que marcam a cultura e a identidade marítima portuguesa.

  • Ulisseia ou Lisboa Edificada (vol II)

    Ulisseia ou Lisboa Edificada (vol II)

    Gabriel Pereira de Castro

    10,00 

    Ulisseia ou Lisboa Edificada (vol II) de Gabriel Pereira de Castro.
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2004, 526 págs. E.

    Ulisseia ou Lisboa Edificada é uma obra de poesia épica em oitava rima escrita por Gabriel Pereira de Castro, publicada postumamente em 1636 (quatro anos após o falecimento do autor), que narra a fundação mítica de Lisboa pelo herói grego Ulisses.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tristezas à Beira-Mar

    Tristezas à Beira-Mar

    Manuel Pinheiro Chagas

    10,00 

    Tristezas à Beira-Mar de Manuel Pinheiro Chagas
    Livraria Progresso. 1956, 174 págs. E.

    Leonor e Madalena, irmãs a quem uma fatalidade deixou órfãs, foram separadas na infância, ficando a primeira na pequena vila da Ericeira ao cuidado do avô de ambas, e a segunda na cidade de Lisboa ao cuidado de uma tia. A vida corria suave para Leonor; tornara-se noiva de Jorge, uma das poucas pessoas com quem lidava, e o futuro parecia-lhe, se não risonho, pelo menos seguro. Até que um dia Madalena é obrigada a regressar à Ericeira, transtornando involuntariamente o sossego da sua irmã e do seu avô…

    📝 Assinatura de posse.

  • 3 às 5, Das

    3 às 5, Das

    Xavier da Silva

    7,00 

    Das 3 às 5 de Xavier da Silva
    Arnaldo Bordalo. Lisboa, 1911, 20 págs. B.

    Representada pela primeira vez no theatro do Gymnasio, em 10 de dezembro de 1910

    📝 Assinatura de posse.

  • Serão Inquieto de António Patrício

    Serão Inquieto

    António Patrício

    7,00 

    Em 1910, António Patrício deu ao prelo a primeira edição do livro de contos Serão Inquieto. À série de contos Diálogo com uma águia, O precoce, O homem das fontes, Suze e O Veiga, seguem-se Words, notas que António Patrício selecionou e transcreveu de um caderno de notas e atribui em nota de rodapé a um tal C.F., seu «ex-condiscípulo», que se despedira do autor «para casar, como outros se despedem para morrer», e que «não ferem sensivelmente a moral pública», sendo possivelmente «os senhores dirão – curiosas». Em 1920, saía a segunda edição do livro, diferindo da primeira por apresentar uma Errata, que é extensível à edição de 1910, e mais umas notas que acrescentam as Words. A edição que agora se apresenta resulta do confronto das duas edições anteriores e acrescenta-lhes uma terceira secção, inédita, constituída pelos Aforismos.

  • Se Souberas Falar Também Falarás

    Se Souberas Falar Também Falarás

    Gregório de Matos

    10,00 

    Poeta luso-brasileiro, nasceu em 1633, em Salvador (Brasil), e morreu em 1696 no Recife. Cursou Direito em Coimbra, mas foi no Brasil que escreveu a quase totalidade da sua obra poética. Figura excêntrica e polémica, as suas produções são marcadas pela libertinagem e pelo barroquismo da época. Fez uso da sátira, e mesmo nos poemas religiosos não fugiu à tentação lúdica. A sua obra não foi dada à estampa senão mais tarde, tendo chegado ao século XIX apenas por cópia manuscrita e transmissão oral.

  • Rumo (Prosa e Poesia)

    Rumo (Prosa e Poesia)

    Dário Bastos

    7,50 

    Rumo (Prosa e Poesia) de Dário Bastos.
    Tipografia Imprensa Social. Porto, 1982, 102 págs. B.

    Dario Bastos, que se estreou com a colectânea de poemas Musa Itinerante e, mais tarde, publicou Humildade e Presunção, em prosa, apresenta agora um novo livro: Realidades e Fantasias. Trata-se de um conjunto de contos leves, inspirados em observações do quotidiano, recolhidas ao longo das suas viagens pelo país enquanto caixeiro-viajante. Essa experiência permitiu-lhe captar, com olhar atento, aspectos reais da sociedade portuguesa.

    As histórias reunidas em Realidades e Fantasias têm por base acontecimentos autênticos. Com simplicidade e clareza, o autor retrata o dia-a-dia de quem luta pelo sustento e denuncia a dura realidade de muitos trabalhadores, vítimas do egoísmo humano.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Rainha Santa de Gentil Marques

    Rainha Santa

    Gentil Marques

    7,00 

    Rainha Santa de Gentil Marques.
    Edição Romano Torres. Lisboa, s.d., 194 págs. B.

    Gentil Esteveira Marques (1918–1991) foi um escritor, jornalista, cineasta e radialista português. Licenciado em Biologia, dedicou-se sobretudo à escrita, ao cinema e à rádio. Publicou dezenas de obras, entre ficção e biografia, destacando-se Lendas de Portugal e uma biografia de Eça de Queirós. No cinema, realizou Nau Catrineta e um documentário sobre a Exposição do Mundo Português (1940). Dirigiu o Jornal de Turismo e coordenou o Voz das Misericórdias. Foi casado com a escritora Mariália, com quem colaborou ao longo da vida. Após enviuvar, não voltou a casar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Prova do Fogo de Viriato Soromenho Marques

    Prova do Fogo

    Viriato Soromenho Marques

    6,00 

    Viriato Soromenho-Marques (n. 1957, Setúbal) é professor catedrático de Filosofia na Universidade de Lisboa e figura destacada no pensamento ecológico e político em Portugal. Doutorado em Filosofia, tem vasta produção académica e intervenção cívica. Presidiu à QUERCUS, integrou conselhos nacionais e europeus sobre ambiente e desenvolvimento sustentável e colaborou com a Fundação Gulbenkian. Foi colunista e conferencista em dezenas de países. Recebeu múltiplos prémios e distinções, incluindo a Ordem do Infante D. Henrique. Publicou centenas de artigos e dezenas de livros sobre filosofia, ambiente e política, sendo uma das vozes mais influentes no debate público português.

  • Ponto Pé de Flor de Clara Pinto Correia

    Ponto Pé de Flor

    Clara Pinto Correia

    6,00 

    PONTO PÉ DE FLOR DE CLARA PINTO CORREIA
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1990. 295 págs. B.

    Romance de Clara Pinto Correia situado no Portugal dos anos 80, centrado nas amizades, cumplicidades e afectos femininos. As personagens percorrem um caminho de autodescoberta e solidariedade que as leva a questionar as regras e expectativas da sociedade que as rodeia, num registo íntimo e criativo.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 370g
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  • Poder Caiu na Rua de Diego Palacios Cerezales

    Poder Caiu na Rua, O

    Diego Palacios Cerezales

    7,50 

    Uma vaga de mobilização popular percorreu os anos revolucionários de 1974 e 1975. As assembleias, comissões, manifestações e ocupações, a participação generalizada e a polarização política deram vida a um momento singular na história contemporânea portuguesa. Este trabalho utiliza as ferramentas da ciência política para oferecer uma explicação original das condições de possibilidade daquela vaga de mobilização, dos seus efeitos no processo de transição para a democracia e das estruturas políticas que, no viver de milhares de pessoas, fizeram com que aqueles tempos fossem outros. Em simultâneo, aproveita a visibilidade dos mecanismos ocultos da política que acontece nas situações de crise para explorar os procedimentos activos no funcionamento ordinário, ou melhor, ordenado, das sociedades contemporâneas.

  • Memórias de Raúl Brandão (Tomo III – Vol. I) de José Carlos Seabra Pereira

    Memórias de Raúl Brandão (Tomo III – Vol. I)

    José Carlos Seabra Pereira

    6,00 

    Memórias de Raúl Brandão (Tomo III – Vol. I) de José Carlos Seabra Pereira [ed.].
    Relógio d’ Água. Lisboa, 2000, 317 págs. B.

    «Isso que aí fica não são memórias alinhadas. Não têm essa pretensão. São notas, conversas colhidas a esmo, dois traços sobre um acontecimento — e mais nada. Diante da fita que a meus olhos absortos se desenrolou, interessou-me a cor, um aspecto, uma linha, um quadro, uma figura, e fixei-os logo no canhenho que sempre me acompanha. Sou um mero espectador da vida, que não tenta explica-la. Não afirmo nem nego. Há muito que fujo de julgar os homens, e, a cada hora que passa, a vida me parece ou muito complicada e misteriosa ou muito simples e profunda.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de Raúl Brandão (Tomo II – Vol. I) de José Carlos Seabra Pereira

    Memórias de Raúl Brandão (Tomo II – Vol. I)

    José Carlos Seabra Pereira

    6,00 

    Memórias de Raúl Brandão (Tomo II – Vol. I) de José Carlos Seabra Pereira [ed.].
    Relógio d’ Água. Lisboa, 1999, 253 págs. B.

    «Isso que aí fica não são memórias alinhadas. Não têm essa pretensão. São notas, conversas colhidas a esmo, dois traços sobre um acontecimento — e mais nada. Diante da fita que a meus olhos absortos se desenrolou, interessou-me a cor, um aspecto, uma linha, um quadro, uma figura, e fixei-os logo no canhenho que sempre me acompanha. Sou um mero espectador da vida, que não tenta explica-la. Não afirmo nem nego. Há muito que fujo de julgar os homens, e, a cada hora que passa, a vida me parece ou muito complicada e misteriosa ou muito simples e profunda.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de Raúl Brandão de José Carlos Seabra Pereira

    Memórias de Raúl Brandão (Tomo I – Vol. I)

    José Carlos Seabra Pereira

    6,00 

    Memórias de Raúl Brandão (Tomo I – Vol. I) de José Carlos Seabra Pereira [ed.].
    Relógio d’ Água. Lisboa, 1998, 273 págs. B.

    «Isso que aí fica não são memórias alinhadas. Não têm essa pretensão. São notas, conversas colhidas a esmo, dois traços sobre um acontecimento — e mais nada. Diante da fita que a meus olhos absortos se desenrolou, interessou-me a cor, um aspecto, uma linha, um quadro, uma figura, e fixei-os logo no canhenho que sempre me acompanha. Sou um mero espectador da vida, que não tenta explica-la. Não afirmo nem nego. Há muito que fujo de julgar os homens, e, a cada hora que passa, a vida me parece ou muito complicada e misteriosa ou muito simples e profunda.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Johnny Man: Lisboa | Porto – Luanda – Londres

    Johnny Man: Lisboa | Porto – Luanda – Londres

    João Van Zeller

    10,00 

    Johnny Man: Lisboa | Porto – Luanda – Londres de João Van Zeller.
    Edições Afrontamento. Porto, 2024, 531 págs. B.

    «Este terceiro livro memorialista do autor é um relato rocambolesco de um promissor membro da juventude dourada portuguesa. A caminho das suas promoções profissionais, encontrou figuras literárias como Vladimir Nabokov, Jorge Amado, James Baldwin, artistas como Amália Rodrigues e Mary Martin, líderes políticos como os dos partidos de libertação, o Presidente da República do Zaire Mobutu Sese Seku, além de alguns dos protagonistas portugueses do 25 de Abril. O mundo bancário era representado pelo clã Espírito Santo. Mas também pelo segundo investidor em Angola, o First National City Bank, que ali fez uma grande injeção de capital pouco antes da Revolução de 1974, e que a perdeu. E do outro lado do Atlântico, o Secretário de Estado Henry Kissinger, com quem o autor também se encontrou, pouco se importava com o continente adormecido, comparado com o Vietname. Com humor e abundância de anedotas picantes e sensuais, João van Zeller oferece uma visão panorâmica da descolonização de Angola e da sociedade portuguesa. Relegado para o estrangeiro, lançou-se numa nova carreira internacional. Durante a sua vida profissional nos Bancos, o João observou: “A esmagadora maioria da gente abastada que encontrei em várias partes do Mundo nunca me pareceu feliz: a abundância parecia trazer obsessões doentias, securas, infelicidades, tudo bem antes de haver heranças”».
    Dennis Redmont, jornalista, antigo correspondente da Associated Press em Portugal, e depois responsável pela área do Mediterrâneo, baseado em Roma

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.