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  • Memórias e Crítica Literária de Júlio Brandão

    Memórias e Crítica Literária

    Júlio Brandão

    7,00 

    Memórias e Crítica Literária de Júlio Brandão.
    Lello Editores. Porto, 1999, 168 págs. B.

    “A obra de arte precisa de ser vivida profundamente e devagar. Criar beleza, duma maneira genérica, é arrancar de nós mesmos, aos pedaços, a vida interior e misteriosa, que se transfunda em sangue e em génio nas páginas que devem ser duradoiras.”

    JÚLIO BRANDÃO

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  • Menina Dança de Rita Ferro

    Menina Dança, A

    Rita Ferro

    6,00 

    Menina Dança de Rita Ferro.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2002, 398 págs. B.

    Rita Ferro voltou a surpreender os leitores, mudando de voz e de horizonte e confirmando, uma vez mais, a sua notável elastecidadde literária.

    Já não é a fantasia de O Vento e a Lua, o pranto orgulhoso de Uma Mulher Não chora ou a ironia crua de Os Filhos da Mãe; é a maturidade da Auroraque se desprende deste novo romance, onde o ritmo vertiginoso a que nos habituou quase se suspende para nos contar uma história de amor, intíma e obscura, narrada na primeira pessoa, no tom compassado e genuíno de uma confidência.

    Ou de uma inconfidência: de tanto procurar o amor no outro, Luísa deixa de amar; quando o encontra, enfim, não está preparada nem para o reconhecer, nem para o estimar.

    Uma oração ao amor

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  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    30,00 

    Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1950, 338 págs. Dura.

    Don Álvaro Soriano, advogado, viúvo e respeitado deputado socialista, deixa-se contaminar, a pouco e pouco, pelo conforto e pelos prazeres da vida que o dinheiro e o prestígio trazem. À volta dele, os conservadores, a gente rica, procuram seduzi-lo, convencendo-o a abraçar a sua causa.

     

    Essa mesma divisão parece instalada no seio familiar: Enrique, um dos filhos de Soriano, educado segundo os ideais socialistas, exige-lhe que permaneça fiel ao seu passado de revolucionário, enquanto Paco, o filho mais novo, admirador de Primo de Rivera, ideólogo do fascismo espanhol, pressiona-o a mudar para o Partido Nacionalista.

     

    Dilacerado pela dúvida, pelo desencanto com a velhice e pela escolha entre duas visões contrastantes da sua própria vida, Soriano terá de tomar uma decisão… Romance cuja acção se desenrola em Espanha, numa sociedade profundamente dividida e traumatizada pela Guerra Civil, A Curva da Estrada permanece uma das obras mais intemporais de Ferreira de Castro. Ancorado na moral e na psicologia humana, foi originalmente publicado em 1950, no auge da carreira de Ferreira de Castro, escritor consagrado quer em Portugal quer no estrangeiro, onde vê as edições das suas obras multiplicarem-

    📕 1ª Edição.
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  • Nos Teus Braços Morreríamos de Pedro Paixão

    Teus Braços Morreríamos, Nos

    Pedro Paixão

    6,00 

    Um romance notável que perscruta as problemáticas da contemporaneidade de forma incisiva e inteligente estimulando a reflexão sobre o nosso tempo, sobre a nossa sociedade e sobre nós mesmos enquanto protagonistas de uma modernidade contraditória. Sob o disfarce de uma simplicidade narrativa cuidadosamente construída, Pedro Paixão insere reflexões filosóficas sobre a vida e análises profundíssimas sobre o homem finissecular, seus conflitos e suas dúvidas.

  • Queda d'um Anjo de Camilo Castello Branco

    Queda d’um Anjo

    Camilo Castello Branco

    15,00 

    O protagonista, Calisto Elói, um fidalgo transmontano, austero e conservador, é uma espécie de encarnação satírica desse Portugal: eleito deputado, Calisto vai viver para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital, tomando como amante uma prima afastada, Ifigénia, e transitando da oposição miguelista para o partido liberal no governo. Ironicamente, a esposa de Calisto, Teodora, uma aldeã prosaica, imita-o na devassidão: vendo-se desprezada pelo marido, une-se a um primo interesseiro e sucumbe ela própria aos vícios da modernidade.

  • Quatro Horas Inocentes de Camilo Castelo Branco

    Quatro Horas Inocentes

    Camilo Castelo Branco

    6,00 

    Quatro Horas Inocentes de Camilo Castelo Branco.
    Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1904, 230 págs. B.

    «Reúne escritos  de vários géneros – duas novelas, páginas de recordações, divagações sentimentais, uma série de sátiras em verso sem vigor e sem graça, e a curiosa narrativa histórica intitulada O Santo de Midões, que não destoaria do elenco dos anteriores volumes de miscelânea» (Da Nota Preliminar).

    📕 2ª Edição.
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  • Quatro Contos Dispersos de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Quatro Contos Dispersos

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    6,00 

    Quatro Contos Dispersos de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Porto Editora. Porto, 2012, 68 págs. B.

    Este livro reúne quatro contos escritos entre 1985 e 2004. O adjetivo “dispersos” incluído no título indica que foram primeiramente editados em publicações diversas e em diferentes datas, concordando com a ausência de ligação entre as várias narrativas.

    Estes Quatro Contos Dispersos apresentam-nos, assim, histórias com enredos bem distintos: os preparativos para a execução de um homem; um encontro insólito durante uma viagem de comboio; as deambulações de um músico cego na Lisboa pós-revolucionária; e as histórias de vida e morte de Ana Bote, a mulher do banheiro de uma praia atlântica.

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    Estes Quatro Contos Dispersos apresentam-nos, assim, histórias com enredos bem distintos: os preparativos para a execução de um homem; um encontro insólito durante uma viagem de comboio; as deambulações de um músico cego na Lisboa pós-revolucionária; e as histórias de vida e morte de Ana Bote, a mulher do banheiro de uma praia atlântica.

  • Nova Índia de Iris Bravo

    Nova Índia, A

    Iris Bravo

    7,50 

    Nova Índia de Iris Bravo.
    Cultura Editora. Lisboa, 2021, 284 págs. B.

    Sofia assinou um acordo de divórcio e partiu para Moçambique.

    Disposta a viver aventuras e sem saber que continuava casada, envolveu-se com Alex, que lhe revelou os seus segredos e por que não queria ter filhos. Foi por isso que quando ela descobriu que estava grávida, regressou a Portugal sem lhe contar.

    Assim que aterra em Lisboa, o seu marido Ricardo espera-a, arrependido de a ter magoado e decidido a tudo para a reconquistar.

    Quando os seus olhos a fitaram, o seu coração parou. «E agora?»

     

    Dividida entre quem acreditava ser o homem da sua vida e um grande amor, a Terceira Índia terá de criar o seu futuro e enfrentar novas ameaças, que irão testar a sua coragem e levá-la aos seus limites.

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  • Musa de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Musa

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    7,00 

    Musa de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1994, 48 págs. B.

    “Musa” é o décimo terceiro livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado pela primeira vez em 1994. A obra foi republicada em 1995, 1997 e 2001. “Musa” explora o tema da musa, a figura da inspiração na poesia e na arte, e está relacionada com a mitologia greco-romana, como o poema “O Búzio de Cós e Outros Poemas”.

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  • Os Mortos de Lygia Fagundes Telles

    Mortos, Os

    Lygia Fagundes Telles

    7,50 

    Os Mortos de Lygia Fagundes Telles.
    Casa Portuguesa. Lisboa, 1963, 47 págs. B.

    Lygia Fagundes Telles nasceu em São Paulo. Fez os seus primeiros estudos em escolas do interior paulista, nas cidades de Sertãozinho, Itatinga e Apiaí. Frequenta o curso ginasial no Instituto Caetano de Campos e ingressa na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde se licencia em 1946. Exerce a advocacia. Fez viagens a Portugal, França, Estados Unidos, à China. É autora dos livros <<Praia Viva», «Histórias do Desencontro» (Prémio do Instituto Nacional do Livro), «? Cacto Vermelho» (Prémio Afonso Arinos) e do romance «??randa de Pedra».

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  • As Mais Belas Poesias Religiosas de Guilherme de Faria

    Mais Belas Poesias Religiosas, As

    Guilherme de Faria

    7,00 

    As Mais Belas Poesias Religiosas de Guilherme de Faria.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1996, 149 págs. B.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Preço: 7€

    Portes: 1€

     

    De assinalar que muitos dos autores não foram crentes – caso de Teófilo Braga ou Guerra Junqueiro – e assim demonstraram o quanto se afastavam de preconceitos doutrinários sempre que se abriam ao transcendente e vislumbravam o divino. A antologia conta com poemas dos nomes mais significativos da literatura portuguesa, como Gil Vicente, Sá de Miranda, Camões, Bocage, Herculano, Garrett, Camilo ou Antero de Quental.

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  • Filhos da Mãe

    Filhos da Mãe

    Rita Ferro

    5,00 

    História hilariante de um família numerosa, disfuncional, que partilha um espaço exíguo e que, para além de um hóspede, ainda aceita a filha de um relação anterior do pai: uma cubana com 30 anos e quatro filhos pequenos, que erotiza os homens da casa e engravida a seguir.

  • Diário de um Gajo Divorciado de António Costa Santos

    Diário de um Gajo Divorciado

    António Costa Santos

    5,00 

    Um livro actualíssimo: hoje há mais divórcios do que casamentos. Já tudo nos foi explicado sobre o casamento. Era preciso que alguém nos mostrasse o divórcio: por dentro.

  • Diário de um Fescenino

    Diário de um Fescenino

    Ruben Fonseca

    7,00 

    “Os japoneses têm um provérbio: o sujeito começa a envelhecer quando não quer mais aprender. Meu provérbio é que o sujeito começa a envelhecer quando não quer mais amar, quando perde o entusiasmo pela comunhão sexual, não tem mais coragem de enfrentar a incandescência, os refinamentos eróticos e também as desilusões, aflições e a logística exasperante da aventura amorosa. É preciso, como afirma Don Juan do Molière, manter um olhar atento para os méritos de todas as mulheres, render homenagem a cada uma e pagar a cada uma o tributo a que nos obriga a natureza.”

  • Cadernos de Lanzarote: Diários 1-2 de José Saramago

    Cadernos de Lanzarote: Diários 1-2

    José Saramago

    10,00 

    Cadernos de Lanzarote: Diários 1-2 de José Saramago.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1998, 406 págs. E.

    «Este livro, que vida havendo e saúde não faltando terá continuação, é um diário.» Em 1994, tendo saído de Portugal após ter sido alvo de censura pelo governo de Cavaco Silva no episódio da candidatura de O evangelho segundo Jesus Cristo ao Prémio Europeu de Literatura, Saramago editava o primeiro dos seus polémicos Cadernos de Lanzarote. Uma amostra: «7 de agosto: Parabéns de Jorge Amado e Zélia pelos prémios. Que outros virão, ainda maiores, acrescentam, aludindo ao que consta ter sido dito por Torrente Ballester – que um destes dias me chega aí um telefonema de Estocolmo… Se esta gente acredita realmente no que diz, por que tenho eu tanta dificuldade em acreditar?» Entre palavras, lança ideias sobre o livro no qual trabalhava de momento: Ensaio sobre a cegueira.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Breviário das Más Inclinações

    Breviário das Más Inclinações

    José Riço Direitinho

    6,00 

    Breviário das Más Inclinações de José Riço Direitinho.
    Edições ASA. Porto, 1994, 175 págs. E.

    «Depois de se ter deitado com um homem, lavava-se sempre numa infusão de folhas de arruda, apanhadas ao luar, e bebia tisanas com sementes de funcho e de sargacinha-dos-montes, para que as regras não lhe faltassem.»

    Assim começa este romance que narra a vida e a morte (aos 33 anos, como Jesus) de José de Risso, um homem de virtude que nasceu marcado nas costas com um sinal em forma de folha de carvalho. Pelo meio há o enorme lobo de Espadañedo, um lobisomem que descia da serra quando a Lua lhe estava de feição; há receitas de chás e de tisanas que curam do mau-olhado, da má-sina com as mulheres, dos amores infelizes, das galhaduras, dos maus pensamentos; há chás e tisanas que fazem recobrar os ímpetos aos homens; há também Purísima de la Concepción, a muito bonita e alegre viúva galega, de quem se dizia (sem se ter a certeza) que encomendara a morte do marido a um matador de touros andaluz a quem as mulheres casadas chamavam, com disfarçado fervor e muita paixão contida, Niño del Teso.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Assim começa este romance que narra a vida e a morte (aos 33 anos, como Jesus) de José de Risso, um homem de virtude que nasceu marcado nas costas com um sinal em forma de folha de carvalho. Pelo meio há o enorme lobo de Espadañedo, um lobisomem que descia da serra quando a Lua lhe estava de feição; há receitas de chás e de tisanas que curam do mau-olhado, da má-sina com as mulheres, dos amores infelizes, das galhaduras, dos maus pensamentos; há chás e tisanas que fazem recobrar os ímpetos aos homens; há também Purísima de la Concepción, a muito bonita e alegre viúva galega, de quem se dizia (sem se ter a certeza) que encomendara a morte do marido a um matador de touros andaluz a quem as mulheres casadas chamavam, com disfarçado fervor e muita paixão contida, Niño del Teso.