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    L’Éthique

    Jean-Louis Leuba

    5,00 

    A une époque où, dans tous les domaines, se manifeste, de manière plus impérative que naguère, une préoccupation
    éthique, il n’est pas inutile d’exposer en quoi consiste la spécificité de l’éthique chrétienne. Ce n’est pas nier, ni même minimiser, l’intérêt d’autres recherches de cet ordre, réclamées par le développement des sciences et des techniques non moins que par la mutation des sociétés humaines. Mais simplement, dans le forum des cultures où se déploient et s’affrontent des responsabilités, l’on ne sau rait laisser vide la place de l’éthique inspirée par l’une des composantes de la conscience occidentale : la tradition judéo-chrétienne.

  • Pátria

    Pátria

    R. A. Salvatore

    6,00 

    Nas profundezas da terra e rodeada de trevas eternas, esconde-se a imensa cidade proibida de Menzoberranzan. Habitada pelos drows, os temidos elfos negros, Menzoberranzan é governada por um complexo sistema de Casas em constante batalha. No meio de uma dessas batalhas nasce uma criança com olhos cor púrpura. A criança, Drizzt Do´Urden, destinada a tornar-se príncipe de uma das Casas, cresce num mundo vil onde a sua própria família não hesita em conspirar, trair e assassinar.
    Surpreendentemente, Drizzt desenvolve um sentido de honra e justiça completamente estranho à sua cidade. Mas haverá lugar para ele num mundo onde a crueldade é a maior virtude?
    Venha descobrir Drizzt, o elfo negro, uma das personagens mais lendárias da fantasia. E acompanhe-o na épica e intrépida jornada para longe de um mundo onde não tem lugar… em busca de outro, na superfície, onde talvez nunca o aceitem.

  • Médicos na Toponímia de Lisboa

    Médicos na Toponímia de Lisboa

    Luís Silveira Botelho

    15,00 

    Médicos na Toponímia de Lisboa de Luís Silveira Botelho.
    Câmara Municipal de Lisboa. Lisboa, 1992, 190 págs. B.

    A concretização deste trabalho passou por várias fases. A ideia foi sugerida por um artigo do Dr. Alexandre Sarmento inserto em O Médico, com o título «Médicos na toponímia urbana de Lisboa».

    Depois, no âmbito do V Congresso Nacional de Medicina e por intermédio da Ordem dos Médicos, fez-se um inquérito a todas as Câmaras Municipais do país, solicitando que nos informassem dos nomes de Médicos na toponímia das respectivas localidades. Perto de 60 % das Câmaras corresponderam, o que totalizou cerca de 600 toponímicos.

    Com tão elevado número não seria viável fazer um trabalho com biografias e documentos fotográficos. Decidimos, pois, cingir-nos à área de Lisboa. Prescindindo, por ora, dos arredores onde também existe vasta toponímia médica.

    ✍🏻  Edição autografada pelo autor.
    Capa vincada no canto superior direito como é vísivel na capa.

  • Carne para Canhão

    Carne para Canhão

    James Jones

    10,00 

    Carne para Canhão de James Jones.
    Bertrand. Lisboa, s.d., 503 págs. Dura.

    Carne para Canhão, no original americano THE THIN RED LINE. é um romance brutal e realista, uma narrativa implacável, um documentário justissimo e uma das mais poéticas análises da condição e essência humanas jamais conseguidas pela moderna ficção ocidental. Numa linguagem precisa e apaixonada, James Jones, integra-nos numa companhia de atiradores americanos, conhecida pelo nome de C-de-Charlie e empenhada na campanha de Guadalcanal. Depois, perante so nossos olhos maravilhados de espectadores, começa a desenrolar-se o destino daqueles homens unidos pelo medo e pela coragem, a sua tentativa para tornar quotidianos acontecimentos tão excepcionais como o matar o primeiro inimigo, o assistir ao estertor terrível de um companheiro despedaçado por uma granada, o avançar através de uma selva que, como um casulo, os envolve, a todos, na mesma promessa de morte. Dá-se então um crescendo de tensão paralelo a uma diminuição das belas e habituais qualidades sociais que se aprende e ama no sossego da paz; e surge o animal humano, puro nos seus atos suas palavras, virtuoso na rudeza da sua situação, banal na realização do seu sacrifício.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Realidades e Fantasias

    Realidades e Fantasias

    Dário Bastos

    7,50 

    Realidades e Fantasias de Dário Basto.
    Ed. Autor. Viana do Castelo, 1964, 129 págs. B.

    Dario Bastos, que se estreou com Musa Itinerante, colectânea de poemas, e, a seguir, publicou «Humildade e Presunção, em prosa, surge agora com outro livro a que deu o no me de «Realidades e Fantasias”.

    São contos leves, originados em observações da nossa socie dade, que a sua profissão de caixeiro-viajante, em suas andanças através de todo o país, lhe permitiu encarar tanto quanto possível à luz da realidade.”

    Todas as narrativas descritas em «Realidades e Fantasias são baseadas em fatos autênticos e nelas o autor descreve, com simplicidade e clareza, a vida dos que labutam pela conquista do pão de cada dia e a deplorável situação de muitos trabalhadores, vítimas de deus mano egoísmo.

    «Realidades e Fantasias, livro de leitura amena e, por isso, assaz agradável, é despido de preconceitos literários.

    📕1ª Edição.
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Ponte de Vasco da Gama

    Ponte de Vasco da Gama

    Francisco Santana

    15,00 

    Fazer cumprir um contrato de concessão, naturalmente complexo, conciliando os interesses do Estado com a inexorabilidade de um prazo, constituiu um desafio permanente, compensado pelo desenvolvimento de uma grande obra de engenharia que, embora inicialmente contestada pelos seus impactes ambientais previsíveis, veio a tornar-se num caso paradigmático de compatibilização do crescimento com o Ambiente, face ao rigor colocado na implementação de medidas, minimizadoras e compensatórias, e ao avançado programa de monitorização adoptado, com especial destaque para o desempenho da Comissão de Acompanhamento da Obra. Para o sucesso deste grande projecto contribuiu também a Comissão Europeia, nomeadamente através do Fundo de Coesão, cuja participação se revelou essencial.

  • Literatura Portuguesa no Século XIX

    Literatura Portuguesa no Século XIX

    Moniz Barreto

    5,00 

    Os têrmos expressores de idéias muito vastas, muito complexas e de uso muito frequente, são difíceis de definir. Como exprimem idéias muito vastas há o perigo de deixar fora da definição objetos que ela deve ria abranger. Como enunciam idéias muito com plexas corre-se o risco de esquecer ou confun dir caracteres constitucionais ou diferenciais.
    Finalmente como são de uso muito freqüente adquirem mesmo pelo facto de serem emprega dos por uma numerosa maioria de espíritos pouco precisos, alguma coisa de indeterminado e vago. Daqui a dificuldade de definir dum modo complexo e exacto palavras como Reli gião, Arte, Indústria ou Politica. Daqui também a dificuldade de dizer cabalmente o que seja Literatura.

  • Intervenção Sonâmbula de José Gomes Ferreira

    Intervenção Sonâmbula

    José Gomes Ferreira

    15,00 

    Intervenção Sonâmbula de José Gomes Ferreira.
    Diabril. Lisboa, 1977, 165 págs. B.

    «Há momentos em que as pátrias têm de provar que merecem a independência e o direito de existir pelo seu génio, coragem e audácia e não por meras razões de artificio ou tratados de equilíbrio internacional».

    Assim pensei eu sempre e, ainda com mais convicção, durante a musgosa violência hipócrita do meio século salazarista.

    Dai que, depois do 25 de Abril, concluída a descolonização, o ter eu esperado com ardimento a Prova Suprema que não só considerava necessária como inevitável desde que Vasco Gonçalves surgiu à frente de vários governos a que aliás pertenciam ministros dos três maiores partidos, não para conservar o que já existia, com alegria de gravatas novas (a que, por via de regra, se chama governar), mas justamente para contradizer essa norma diante da Europa Escandalizada.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Harry Chase: O Rolo Escondido de C. Moliterni

    Harry Chase: O Rolo Escondido

    C. Moliterni

    5,00 

    Harry Chase: O Rolo Escondido de C. Moliterni.
    Meriberica / Liber. Lisboa, 1983, 48 págs. B.

    Harry Chase é um detective que remete para a icónica figura de Philipp Marlowe, criado por Raymond Chandler, mas situado numa época mais recente. A personagem surgiu nas páginas do France Soir em formato de tiras, com ilustrações de Walter Faher e argumento de Claude Moliterni. Mais tarde, a série migrou para as revistas Charlie Mensuel e Pilote, consolidando-se como um clássico do policial franco-belga.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados

  • Dezasseis de Filipe Abranches

    Dezasseis

    Filipe Abranches

    5,00 
  • Cowboy Bebop (Nº 1) de Yutaka Nanten

    Cowboy Bebop (Nº 1)

    Yutaka Nanten

    5,00 
  • Disfarce

    Disfarce

    Álvaro Guerra

    7,50 

    O Disfarce de Álvaro Guerra.
    Prelo. Lisboa, 1969, 116 págs. B.

    Se «Os Mastins) são uma alegoria, um símbolo da prepotência e da injustiça de que sou testemunha – uma testemunha entre muitas deixou-me a metáfora sabor amargo de artifício, o cansaço dos muitos passos que se têm de dar para percorrer os caminhos traversos.

    Dai «O Disfarce. Nele claramente me denuncio, que outra lógica não era possível para quem vive entre o Solar e a Aldeia.

    «O Disfarce» conta-me disfarçadamente, pois que a manha nasceu antes de mim e se tento desmascará-la também a uso, nesta vida de lobo-raposa, nesta prosa de horas suspensas à espera de D. Sebastião.

    «O Disfarce», ou melhor, a personagem nele contida, é um dos frutos possíveis da realidade sugerida em «Os Mastins» melhor ou pior é preciso sobreviver, isto é, salvar a vida e a consciência, se possível, contra tudo e todos e nós próprios.

    Com cães assolados às canelas não há tempo de olhar a paisagem, é seguir em frente e insistir na VERDADE.

    A verdade que procurei recrear em «O Disfarce» é aquela porção de vida que roubam aos homens que eu conheço, justamente aquela idade das flores que não florescem, ge ração adiada, primavera roubada.

    Porém, neste esquecido arrabalde da Europa, acreditamos em milagres: esperamos os frutos que as flores não anunciaram.

    📕 1ª Edição.

  • Arte da Pérsia Islâmica

    Arte da Pérsia Islâmica

    Fernando Moser

    20,00 

    Arte da Pérsina Islâmica da Colecção Calouste Gulbenkian de Fernando Moser [Trad.].
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1985. E.

    Este Álbum, publicado no âmbito das comemorações do 2500.º Aniversário da Monarquia do Irão, apresenta uma selecção das obras de Arte Persa da Colecção Calouste Gulbenkian das secções de Cerâmica, Têxteis e Arte do Livro. Presidiu a essa selecção, em geral, um critério de qualidade e valor estético das espécies e, quanto a algumas, o da sua raridade. Das secções de Cerâmica e Têxteis estão representade os principais centros de fabrico, tais como Ray, Caxã, Tabriz, Herate, Ispaão e da secção de Arte do Livro as importantes escolas de Xiraz e Meched e alguns dos mais belos exemplares de encadernações do século XVII.

    📝 Assinatura de posse.

  • Pintura de Maria Helena Soares Costa

    Pintura

    Maria Helena Soares Costa

    25,00 

    Entre estes dois pólos dispõem-se em articulação orgânica e harmoniosa os núcleos do Egipto e da Antiguidade Clássica, este com importante acervo de Numismática, presenças de uma cultura mediterrânica, os da China e do Japão, complemento lógico do gosto pelo Oriente, o da Escultura Europeia como marcação paralela à Pintura e o notável conjunto de Artes Decorativas francesas do século XVIII, que se actualiza na Colecção Lalique, repositório e síntese do seu fascínio pelo esplendor do objecto como obra de arte. O núcleo da Pintura Europeia desenha um percurso cronológico a partir do século XV, momento em que esta arte se afirma com autonomia de objecto, libertando-se da funcionalidade narrativa, inscrita em frescos nas arquitecturas, ou em livros iluminados de uso pessoal que também interessaram Calouste Gulbenkian, tendo adquirido belíssimos exemplares.

  • Arte Antiga: Abre-se a Terra em Sons e Cores

    Arte Antiga: Abre-se a Terra em Sons e Cores

    Rosalina Branca da Silva Cunha

    30,00 

    Arte Antiga: Abre-se a Terra em Sons e Cores de Rosalina Branca da Silva Cunha [Coord.].
    Presidência do Conselho de Ministros. Lisboa, 1983, 2 vols. B.

    Estas exposições do Conselho da Europa tornam-se uma ocasião única para reunir obras de arte e documentos históricos oriundos das mais diversas instituições, o que põe em prática a capacidade organizadora do país responsável. Além disso, levam a uma reflexão exigente e à sensibilização do grande público no sentido das interdependên cias dos dados culturais europeus, alicerçados nas variadas regiões que compõem a Europa. É assim que ela se define como civilização e cultura, pois os gérmenes do seu espírito universalista espalham -se por tantas quantas as áreas que constituem essa mesma Europa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jerónimos - Cumpriu-se o Mar

    Jerónimos – Cumpriu-se o Mar

    Rosalina Branca da Silva Cunha

    15,00 

    Jerónimos I: Cumpriu-se o Mar: as Navegações Portuguesas e as suas consequências no Renascimento de Rosalina Branca da Silva Cunha [Coord.].  Presidência do Conselho de Ministros. Lisboa, 1983, 352 págs. B. Il.

    Sob os auspícios do Conselho da Europa, o Estado Português leva a efeito na Primavera-Verão de 1983, em Lisboa, a XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura intitulada «Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento.

    Estas exposições iniciadas em 1954 têm sido como objectivo essencial incrementar a cooperação entre instituições e agentes culturais dos países membros do Conselho da Europa no aprofundamento e na divulgação pedagógica dos esquemas tratados, temas significativos porque bem específicos na História da Cultura Europeia, como tais, fonte e suporte de um património histórico-cultural comum.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.