• Contos do Tempo do Ódio

    Contos do Tempo do Ódio

    António de Almeida Santos

    10,00 

    Contos do Tempo do Ódio de António de Almeida Santos.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2001, 221 págs. B.

    A nota dominante em Almeida Santos é o seu realismo, aureolado duma poesia sedenta de justiça social. Em A Rã no Pântano ele vem contribuir de maneira nova e pessoal para a interpretação da vida portuguesa – europeia e africana – dos nossos dias. Numa literatura que, aparte alguns casos actuais e em particular o de Castro Soromenho, tem sacrificado a tensa verdade dramática às seduções do exotismo, as narrativas de Almeida Santos revestem-se de um significado de assinalável importância pela preocupação de surpreender o fundo comum do drama individual e social do nosso tempo, onde quer que surja. As figuras humanas que molda nos seus contos não esquecem facilmente a quem com elas venha a contactar, pois que, adentro da sua singularidade exterior, são portadoras dum drama – e duma esperança – que é de todos um pouco. E são sobretudo exemplares, representativas – isso que dá precisamente a grandeza testemunhal da Literatura.

    📕 1ª Edição.

  • Romance de Amadis

    Romance de Amadis

    Afonso Lopes Vieira

    5,00 

    Romance de Amadis de Afonso Lopes Vieira.
    Ulmeiro. Lisboa, 1983, 157 págs. B.

    Batalhas, guerreiros, monstros fantásticos, feiticeiros, donzelas em apuros e intrigas amorosas – este é o romance de Amadis, o cavaleiro mais formoso e intrépido de toda a Gaula! Sobre a sua glória escreveram-se sagas em todas as línguas e a sua história foi contada por muitos… Mas não só sobre as bravas façanhas de Amadis fala este livro, pois o que seria de um cavaleiro sem a sua amada? O nosso herói é tão devoto à espada como à bela Oriana, e não descansará até fazer dela a sua rainha!

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  • Guardador de Rebanhos I

    Guardador de Rebanhos I

    Mário Viegas

    7,50 

    O Guardador de Rebanhos I de Mário Viegas.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 78 págs. B.

    Mário Viegas deu-se também a conhecer também pela sua admirável forma de dizer poesia, gravando extensa discografia, em que deu a conhecer ao grande público a obra de alguns dos principais poetas portugueses do século XX, como António Gedeão, Fernando Pessoa, Guerra Junqueiro, Cesário Verde, Camilo Pessanha, Jorge de Sena, Ruy Belo ou Eugénio de Andrade, mas também Luís de Camões, Bertolt Brecht, Pablo Neruda, entre outros

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  • Dicionário Ilustrado da História de Portugal

    Dicionário Ilustrado da História de Portugal

    José Costa Pereira

    15,00 

    Dicionário Ilustrado da História de Portugal de José Costa Pereira. Publicações Alfa. Lisboa, 1985, 2 vols. E.

    Este Dicionário Ilustrado da História de Portugal, concebido como uma entidade autónoma e em dois volumes, não pretende apresentar-se como uma enciclopédia nem como um instrumento exaustivo no tratamento das rubricas ou dos termos tratados, e muito menos como um repositório de monografias sobre figuras e aspectos da nossa história.  Pretendeu-se, sim, criar um instrumento de consulta e de trabalho que pudesse servir um vasto leque de leitores, desde o simples autodidacta aos estudantes e professores – para aprofundamento da sua cultura, nuns casos, e, noutros, para a consulta necessária.

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  • Columbano

    Columbano

    Diogo Macedo

    75,00 

    Dizia Raúl Brandão, um admirador incondicional de Columbano: “Não é só a obra de Mestre Columbano, grande pintor português, que devemos prestar homenagem — é à sua vida.”

  • Azulejos Portugueses - Um Guia

    Azulejos Portugueses – Um Guia

    Marianne Adelmann

    25,00 

    Azulejos Portugueses – Um Guia de Marianne Adelmann.
    Azulmar. Lisboa, 1986, 166 págs. E.

    Este livro pretende uma breve contribuição descoberta passado presente Portugal, através azulejos.

    Qualquer visitante atento Portugal, novos mundos não deixará notar atracção azulejo, séculos.

    Os portugueses preferiram sempre grandes espaços arquitectónicos, final século decoraram azulejos, tradição continua hoje edifícios públicos como painéis Maria Avenida Infante Santo João Abel Manta Campolide, mesmo acontecendo habitações privadas, hotéis restaurantes. consciência azulejos dos aspectos mais significativos portuguesa estimulou-me publicar livro. Espero que ilustrações textos encoragem leitores atenta que contribuam melhor compreensão sector fascinante herança nacional.

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  • Recordações Fantásticas e Três Histórias Singulares

    Recordações Fantásticas e Três Histórias Singulares

    Maurice Sandoz

    10,00 

    Recordações Fantásticas de Maurice Sandoz.
    Organizações. Lisboa, 1955, 212 págs. B.

    «Meu amigo, recebi a sua nova colecção de pesadelos que teve a amabilidade de enviar. Habitualmente não durmo bem, mas agora não durmo porque não quero.» LEONORA CARRINGTON

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  • Deuses da Ásia

    Deuses da Ásia

    João Calvão

    7,50 

    Deuses da Ásia (e não Os deuses da Ásia, o que seria uma pretensão rídicula) é um título que corre o risco de engendrar grandes equívocos. Somos vítimas da inadequação das palabras de uma língua a outra, e mais particularmente quando se trata da palavra “deus”.

  • Valores Universais de Davide Vieira GonçalvesValores Universais de Davide Vieira Gonçalves

    Valores Universais

    Davide Vieira Gonçalves

    5,00 

    No actual frenesim de “aldeia global” de uma informação sem fronteiras, e tantas vezes, sem barreiras, e de uma “mundialização” de certo tipo de economia e de consumismo, o mundo carece de vozes e de profetas que, apontando ao essencial, ajudem a reencontrar o seu norte, este homem moderno que, como dizia Chesterton, “já perdeu…

  • Revolução em Perigo de Carlos Dugos

    Revolução em Perigo

    Carlos Dugos

    5,00 

    Revolução em Perigo de Carlos Dugos.
    Acrópole. Alfragide, 1975, 126 págs. B.

    O que me levou a iniciar esta ANÁLISE SUMÁRIA E INDEPENDENTE À IIIª REPUBLICA PORTUGUESA foi o ter sentido a necessidade de contribuir com este estudo para melhorar o esclarecimento de uma opinião pública por demais confundida. Confundida pela rapidez contraditória com que tem decorrido a vida portuguesa, nestes catorze meses de revolução – depois do marasmo político e social das últimas décadas. Confundida pela multiplicidade das correntes de opinião, onde até há pouco apenas uma imperava. Confundida ainda pela propaganda partidária, pela demagogia e por outras formas tendentes a levar à aceitação pública menos receptiva, a revolução tal como foi e é entendida por alguns por aqueles que a orientam.

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  • French Commercial Correspondent...

    French Commercial Correspondent…

    J. T. Dann & F. Courvoisier

    10,00 

    Ever since the inauguration of a limited Free-trade Policy in France, by the conclusion of the Treaty of October 12, 1860, the Commercial relations of that country both with Great Britain and the United States – as well as with other countries in which the English tongue is spoken – have been steadily on increase….

  • Hora do Diálogo

    Hora do Diálogo

    D. Manuel Gonçalves Cerejeira

    5,00 

    Em vésperas de perfazer trinta e oito anos de Patriarca de Lisboa, é já tempo de olhar para trás, considerando o caminho percorrido. Não quereria falar particularmente do caminho percorrido por mim, parte mínima da marcha da Igreja. O horizonte, porém, é o de toda a vida da Igreja na época em que, sendo o último, fui, pela misteriosa providência de Deus, o primeiro servo dos servos de Deus em Portugal. Se aparecço eu, para confusão minhas, mais vezes à ribalta da história, é apenas porque comigo está de certo modo representado o Episcopado. Creio que este me aprova, ao declarar que, na «resposta a muitas questões», a minha voz é também a dele.

  • Lugares de Convergência

    Lugares de Convergência

    David Sharp

    7,00 

    Lugares de Convergência de David Sharp.
    Formar. Lisboa, 1976, 61 págs. E.

    As civilizações do Egipto, de Micenas e posteriormente da Grécia, produziam as maravilhas arquitectónicas do Mundo Antigo. Os seus monimentos, túmulos e edifícios públicos constituem modelos de proporção, espaço e beleza que desd então, os arquitetos não deixam de admirar. A elegância poderosa das colunas que se desenvolvem ao longo do Partenon, apesar de em ruínas, infundem admiração e encantamento.

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  • Miquelina Casada

    Miquelina Casada

    Augusto da Costa

    7,50 

    Miquelina Casada de Augusto da Costa.
    Livraria Popular de Francisco Franco. Lisboa, 1946, 236 págs. B.

    Augusto Palhinha da Costa Dias nasceu a 12 de fevereiro de 1919, na aldeia de Trouxemil (Arganil, Coimbra) e veio a falecer em 9 de março de 1976

     

    Historiador, sociólogo da cultura e director editorial. Tendo iniciado os estudos secundários em Coimbra, estudos que teve de interromper por motivo de doença, completou em 1954 a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, na Universidade de Lisboa, acumulando a sua actividade escolar com empregos temporários de corretor de seguros, agente comercial ou angariador de publicidade.

    📝 Assinatura de posse.