• Eça de Queiroz - Palavra e Imagem de Beatriz Berrini

    Eça de Queiroz – Palavra e Imagem

    Beatriz Berrini

    40,00 

    Ter-se-ia Eça de Queiroz comprazido com uma obra destas? Com vida devassada talvez não, mas respondo com segurança, afirmativamente, se estiver em causa a espécie de livro. A fotografia (assim como as incipientes formas de produção de imagens que iriam gerar cinema moderno) interessaram-no sobremaneira, sendo prova de tal atracção os testemunhos familiares. Pelo menos em determinado momento da sua vida. Como se, nos anos de maturidade, quisesse fixar a própria imagem, de familiares seus dos amigos, a fim de compensar a ausência dos primeiros anos. Possuía na sua residência de Neuilly, pelo menos numa delas, um gabinete de revelação de fotografias e, fossem as suas ou as do amigo Frazão, visconde de Alcaide, apressava-se em as remeter à mulher e filhos, aduzindo comentários nas cartas que as acompanhavam. Aliás, pelo menos numa obra ficcional, A Ilustre Casa de Ramires, a fotografia é citada:
    «O velho riu, num riso lento e desdentado, mirando com gosto os sórdidos farrapos que lhe trapejavam nas canelas, mais denegridas secas que galhos de inverno: ‘Rotinhas, rotinhas… Mas o senhor Doutor Júlio diz que me ficam bem. O senhor Doutor Júlio, quando lá passo, sempre me tira o retrato na máquina. Ainda na semana passada… Até com uns pedaços de grilhões

  • After the Barbarians II

    After the Barbarians II

    Teresa Canepa

    80,00 

    After the Barbarians II de Teresa Canepa.
    Jorge Welsh Books. Lisboa, 2008, 354 págs. E.

    Exhibition catalogue, introduction and entries by Teresa Canepa, articles by Alexandra Curvelo, Christian J.A.Jörg, Pedro Cancela de Abreu, Miho Kitagawa; This impressive catalogue explores 48 exceptional pieces of namban art made for Western markets. Many of the namban objects discussed are of important historical relevance. They illustrate the short, but eventfull period of the Western presence in Japan. Several are previously unrecorded. This catalogue won the ArtWorldDealers 2008 Award in the category of ‘Antiques & Works of Art’ at the European Fine Art Fair (TEFAF) Maastricht in 2008.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bijou de Ceinture

    Bijou de Ceinture

    George Soulié de Morant

    7,50 

    Bijou de Ceinture de George Soulié de Morant.
    Kwon On. Paris, 1993, 175 págs. E.

    La réédition de Bijou-de-ceinture, ou le Jeune Homme qui porte robe, se poudre et se farde fera enfin mieux connaître un roman dont le plaisir était devenu réservé à quelques sinologues et bibliophiles amateurs de curiosa. Ceux-là appréciaient jalousement l’espirit libertin, l’enthousiasme sinophile et la réussite de ce tableau du monde de l’opéra de Pékin, des jeunes acteurs travestis et prostitués, et de la capitale d’un empire en déréliction.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sistema Marcial Asiático

    Sistema Marcial Asiático

    D. António José de Noronha

    15,00 

    O Sistema Marcial Asiático ficou, infelizmente inédito, relegado ao conhecimento de umas poucas pessoas, não pela falta de potencialidades ideológicas e literárias da obra, mas muito provavelmente porque, por um lado, o declínio de Marquês de Pombal desviou a atenção dos sucessores da obra do antigo protegido, e porque por outro, o vice-rei D. José…

  • O Prémio de Irving Wallace

    Prémio

    Irving Wallace

    5,00 

    Título: O Prémio
    Autor: Irving Wallace
    Edição: Círculo de Leitores
    Ano: 1973
    Páginas: 746
    Encadernação: Dura
    Tradução: Maria Isabel Morna Braga
    Título Original: The Prize
    Depósito Legal: B. 47622-1972

  • Othello de William Shakespeare

    Othello

    William Shakespeare

    6,00 

    In a period of ten years, Shakespeare wrote a series of tragedies that established him, by universal consent, in the front rank of the world’s dramatists. Critics have praised either Hamlet or King Lear as the greatest of these; Ernst Honigmann, in the most significant edition of the play for a generation, asks: why not Othello? The third of the mature tragedies, it contains, as Honigmann persuasively demonstrates, perhaps the best plot, two of Shakespeare’s most original characters, the most powerful scene in any of the plays and poetry second to none. Honigmann’s cogent and closely argued introduction outlines the reasons both for a reluctance to recognize the greatness of Othello and for the case against the play.This edition sheds new light on the text of the play as we have come to know it, and on our knowledge of its early history. Honigmann examines the major critical issues, the play in performance and the relationship between reading it and seeing it. He also explores topics such as its date, sources and the conundrum of ‘double time’.’Honigmann’s extensive knowledge illuminates this play at every turn, making this the best edition of Othello now available.’ Brian Vickers, Review of English Studies

  • As You Like It

    As You Like It

    William Shakespeare

    6,00 

    As You Like It de William Shakespeare.
    The Arden Shakespeare. UK, 1997, 135 págs.

    Readers and audiences have long greeted As You Like It with delight. Its characters are brilliant conversationalists, including the princesses Rosalind and Celia and their Fool, Touchstone. Soon after Rosalind and Orlando meet and fall in love, the princesses and Touchstone go into exile in the Forest of Arden, where they find new conversational partners. Duke Frederick, younger brother to Duke Senior, has overthrown his brother and forced him to live homeless in the forest with his courtiers, including the cynical Jaques. Orlando, whose older brother Oliver plotted his death, has fled there, too. Recent scholars have also grounded the play in the issues of its time. These include primogeniture, passing property from a father to his oldest son. As You Like It depicts intense conflict between brothers, exposing the human suffering that primogeniture entails. Another perspective concerns cross-dressing. Most of Orlando’s courtship of Rosalind takes place while Rosalind is disguised as a man, “Ganymede.” At her urging, Orlando pretends that Ganymede is his beloved Rosalind. But as the epilogue reveals, the sixteenth-century actor playing Rosalind was male, following the practice of the time. In other words, a boy played a girl playing a boy pretending to be a girl.

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  • Inéditos IV de Mário Viegas

    Inéditos IV: Cesário Verde

    Mário Viegas

    7,50 

    Inéditos IV de Mário Viegas.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 72 págs. B.

    Mário Viegas deu-se também a conhecer também pela sua admirável forma de dizer poesia, gravando extensa discografia, em que deu a conhecer ao grande público a obra de alguns dos principais poetas portugueses do século XX, como António Gedeão, Fernando Pessoa, Guerra Junqueiro, Cesário Verde, Camilo Pessanha, Jorge de Sena, Ruy Belo ou Eugénio de Andrade, mas também Luís de Camões, Bertolt Brecht, Pablo Neruda, entre outros

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Falha, A

    Falha, A

    Luís Carmelo

    6,00 

    A Falha de Luís Carmelo.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1998, 199 págs. B.

    Elvas, vinte e cinco anos após a conclusão do liceu. Um grupo de antigos alunos decide reunir-se para um almoço de confraternização, na esperança de reavivar memórias e de apaziguar os conflitos do passado. Mas o epicentro narrativo ocorre após a prova de vinhos e um passeio a uma pedreira de mármore, em Vila Viçosa.

    Eis então que uma inusitada falha na pedreira fará com que os antigos colegas se vejam presos dentro de uma gruta obscura, onde irão permanecer durante dois dias, testando os limites do ser humano e lutando entre a vida e a morte, entre as ilusões do presente e os fantasmas do passado, entre um destino fatal e a fatalidade do destino, entre o racional e o irracional.

    A Falha, considerado por muitos como o melhor romance até hoje publicado pelo autor e adaptado ao cinema por João Mário Grilo (2002), é certamente uma hábil análise da natureza dos seres humanos e da sociedade portuguesa pós-25 de Abril, uma incisiva metáfora do destino de um povo.

    📕 1ª Edição.
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  • Contos do Tempo do Ódio

    Contos do Tempo do Ódio

    António de Almeida Santos

    10,00 

    Contos do Tempo do Ódio de António de Almeida Santos.
    Editorial Notícias. Lisboa, 2001, 221 págs. B.

    A nota dominante em Almeida Santos é o seu realismo, aureolado duma poesia sedenta de justiça social. Em A Rã no Pântano ele vem contribuir de maneira nova e pessoal para a interpretação da vida portuguesa – europeia e africana – dos nossos dias. Numa literatura que, aparte alguns casos actuais e em particular o de Castro Soromenho, tem sacrificado a tensa verdade dramática às seduções do exotismo, as narrativas de Almeida Santos revestem-se de um significado de assinalável importância pela preocupação de surpreender o fundo comum do drama individual e social do nosso tempo, onde quer que surja. As figuras humanas que molda nos seus contos não esquecem facilmente a quem com elas venha a contactar, pois que, adentro da sua singularidade exterior, são portadoras dum drama – e duma esperança – que é de todos um pouco. E são sobretudo exemplares, representativas – isso que dá precisamente a grandeza testemunhal da Literatura.

    📕 1ª Edição.

  • Romance de Amadis

    Romance de Amadis

    Afonso Lopes Vieira

    5,00 

    Romance de Amadis de Afonso Lopes Vieira.
    Ulmeiro. Lisboa, 1983, 157 págs. B.

    Batalhas, guerreiros, monstros fantásticos, feiticeiros, donzelas em apuros e intrigas amorosas – este é o romance de Amadis, o cavaleiro mais formoso e intrépido de toda a Gaula! Sobre a sua glória escreveram-se sagas em todas as línguas e a sua história foi contada por muitos… Mas não só sobre as bravas façanhas de Amadis fala este livro, pois o que seria de um cavaleiro sem a sua amada? O nosso herói é tão devoto à espada como à bela Oriana, e não descansará até fazer dela a sua rainha!

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  • Guardador de Rebanhos I

    Guardador de Rebanhos I

    Mário Viegas

    7,50 

    O Guardador de Rebanhos I de Mário Viegas.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 78 págs. B.

    Mário Viegas deu-se também a conhecer também pela sua admirável forma de dizer poesia, gravando extensa discografia, em que deu a conhecer ao grande público a obra de alguns dos principais poetas portugueses do século XX, como António Gedeão, Fernando Pessoa, Guerra Junqueiro, Cesário Verde, Camilo Pessanha, Jorge de Sena, Ruy Belo ou Eugénio de Andrade, mas também Luís de Camões, Bertolt Brecht, Pablo Neruda, entre outros

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário Ilustrado da História de Portugal

    Dicionário Ilustrado da História de Portugal

    José Costa Pereira

    15,00 

    Dicionário Ilustrado da História de Portugal de José Costa Pereira. Publicações Alfa. Lisboa, 1985, 2 vols. E.

    Este Dicionário Ilustrado da História de Portugal, concebido como uma entidade autónoma e em dois volumes, não pretende apresentar-se como uma enciclopédia nem como um instrumento exaustivo no tratamento das rubricas ou dos termos tratados, e muito menos como um repositório de monografias sobre figuras e aspectos da nossa história.  Pretendeu-se, sim, criar um instrumento de consulta e de trabalho que pudesse servir um vasto leque de leitores, desde o simples autodidacta aos estudantes e professores – para aprofundamento da sua cultura, nuns casos, e, noutros, para a consulta necessária.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Columbano

    Columbano

    Diogo Macedo

    75,00 

    Dizia Raúl Brandão, um admirador incondicional de Columbano: “Não é só a obra de Mestre Columbano, grande pintor português, que devemos prestar homenagem — é à sua vida.”

  • Azulejos Portugueses - Um Guia

    Azulejos Portugueses – Um Guia

    Marianne Adelmann

    25,00 

    Azulejos Portugueses – Um Guia de Marianne Adelmann.
    Azulmar. Lisboa, 1986, 166 págs. E.

    Este livro pretende uma breve contribuição descoberta passado presente Portugal, através azulejos.

    Qualquer visitante atento Portugal, novos mundos não deixará notar atracção azulejo, séculos.

    Os portugueses preferiram sempre grandes espaços arquitectónicos, final século decoraram azulejos, tradição continua hoje edifícios públicos como painéis Maria Avenida Infante Santo João Abel Manta Campolide, mesmo acontecendo habitações privadas, hotéis restaurantes. consciência azulejos dos aspectos mais significativos portuguesa estimulou-me publicar livro. Espero que ilustrações textos encoragem leitores atenta que contribuam melhor compreensão sector fascinante herança nacional.

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  • Recordações Fantásticas e Três Histórias Singulares

    Recordações Fantásticas e Três Histórias Singulares

    Maurice Sandoz

    10,00 

    Recordações Fantásticas de Maurice Sandoz.
    Organizações. Lisboa, 1955, 212 págs. B.

    «Meu amigo, recebi a sua nova colecção de pesadelos que teve a amabilidade de enviar. Habitualmente não durmo bem, mas agora não durmo porque não quero.» LEONORA CARRINGTON

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