• Deuses Voltaram

    Deuses Voltaram

    Joaquim Leitão

    15,00 

    Os Deuses Voltaram  de Joaquim Leitão
    Ed. Autor. Lisboa, 1943, 308 págs. B.

    Joaquim Leitão (1875–1956) foi um escritor, jornalista e historiador português nascido no Porto. Estudou Medicina, mas destacou-se na vida cultural e intelectual, ocupando cargos como secretário-geral da Academia das Ciências de Lisboa. Colaborou em vários jornais e revistas e dirigiu publicações. Autor prolífico, escreveu romances, contos, teatro e ensaios históricos. Recebeu condecorações oficiais pelo seu contributo cultural

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  • Clube da Conspiração

    Clube da Conspiração

    Jonathan Kellerman

    8,00 

    Clube da Conspiração de Jonathan Kellerman.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 2005, 312 págs. B.

    Para o Dr. Jeremy Carter, psicólogo no City Central Hospital, a vida tornou-se um pesadelo. Para além de se encontrar devastado pelo terrível assassinato da namorada, tem ainda a polícia a vigiá-lo como principal suspeito. E quando começam a surgir mais cadáveres de mulheres mortas em circunstâncias idênticas, a suspeita em sua volta intensifica-se.

    É quando procura provar a sua inocência que um enigmático patologista do hospital o arrasta para o seio de uma críptica sociedade, onde os requintados prazeres da mesa são combinados com os mais bizarros temas de conversa. E, a partir daí, Jeremy não consegue afastar a sensação de que alguém o observa, guia a sua investigação num caminho alheio à sua vontade, num sádico jogo do gato e do rato.

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  • Os Idos de Março e a Queda em Abril de Alberto Dines

    Idos de Março e a Queda em Abril

    Alberto Dines

    15,00 

    Os Idos de Março e a Queda em Abril de Alberto Dines.
    José Alvaro Editor. Brasil, 1964, 403 págs. B.

    O comício da sexta-feira 13, a insubordinação dos marinheiros, o improviso de Jango aos sargentos, a agitação de Brizola, a actividade dos comunistas, a euforia, paixão e desmoronamento das esquerdas, o início da revolução dentro do exército, os primeiros contactos, a proclamação de Magalhães Pinto e dos generais Mourão e Guedes, o entrincheiramento de Lacerda no Palácio Guanabara, as falas de Ademar, os diálogos Kruel-Jango, a debandada no Palácio das Laranjeiras, a fuga para o exílio, os pedidos de asilo, as prisões, a cassação dos direitos políticos, a eleição e posse de Castelo Branco. Todos os acontecimentos que revolucionaram a vida brasileira, de 13 de Março a 15 de Abril de 1964, observados, de ângulos diferentes por oito jornalistas, Alberto Dines, Antonio Callado, Araujo Netto, Carlos Castelo Branco, Claudio Mello e Souza, Eurilo Duarte, Pedro Gomes e Wilson Figueiredo e ilustrado por um apêndice de documentos e um caderno de fotografias.

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  • Marx de Henri Lefebvre

    Marx

    Henri Lefebvre

    7,50 

    Marx de Henri Lefebvre.
    Publicações Dom Quixote. 1974, 157 págs. B.

    Doutrina posta em prática, por vezes de modo diferente, em numerosos países, inspiração e directriz para a acção de poderosas organizações políticas, método de análise do evoluir económico e social, concepção global do homem e da história; o marxismo exerce uma influência que desde a morte do seu fundador não deixou de se alargar. É necessário, por isso, conhecer Marx e o marxismo. O rigor da análise, a clareza da exposição, o apoio dos extractos da obra de Marx que constituem a pequena antologia incluída no livro, a clarificação sistemática de alguns dos principais conceitos marxistas, fazem com que esta obra responda exemplarmente à necessidade de nos documentarmos sobre o marxismo.

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  • Joaquim Morais Alves: um Macaense de Trás-os-Montes de João C. Reis

    Joaquim Morais Alves: um Macaense de Trás-os-Montes

    João C. Reis

    10,00 

    Macaense, Português de Trás-os-Montes, definiu-se ele próprio uma vez. Mas a realidade não afinava com a afectividade, ultrapassou a paráfrase. Na verdade, Morais Alves cresceu, fez-se homem, com as qualidades e méritos, e a dignidade e aprumo moral que todos lhe reconheceriam – aqui se tornou cidadão eminente. Aqui casou, aqui teve filhos e netos. Aqui se rodeou de amigos, e aqui foi que quis morrer. No fim a sua Terra era Macau. E o que Ele queria, efectivamente, era ficar em Macau, no seio da sua Família, no convívio fraternal dos seus amigos, na grande cidade que ele tanto ajudara a construir. Morrer em Macau, pois. Não como transmontano de uma cidade natal longínqua, embora querida, não de Portugal, amado do coração, mas que no fundo mal conhecia, todavia como Macaense. E foi como Macaense que Ele morreu!

  • D. Francisco Manuel

    D. Francisco Manuel

    Rui Chianca

    10,00 

    D. Francisco Manuel de Rui Chianca
    Livraria Clássica. Lisboa, 1914, 184 págs. E.

    Ainda que muito até hoje se haja escripto – n’estes últimos tempos – sobre a longa cadeia de martyrios que foi a vida de D. Francisco Manuel, não me parece desarrazoado lembra-la n’um rápido esboço para que a saibam como devem todos aquelles portuguezes quea não conheçam e a recordem como merce os que já n’ella encontraram a tranquila tristeza que nos vem da leitura de velhas máguas alheias.

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  • Lua-de-Mel

    Lua-de-Mel

    Amy Jenkins

    5,00 

    Na lua de mel, um homem e uma mulher que, sete anos antes, tiveram um breve caso, reencontram-se quando ficam hospedados em quartos de hotel adjacentes nas suas respectivas lua de mel.

  • Flores do Templo

    Flores do Templo

    Rani Manicka

    5,00 

    Após a morte da mãe, as jovens e belas gémeas Nutan e Zeenat vêem-se forçadas a abandonar a paradisíaca ilha de Bali e a protecção da sua avó, uma grande especialista em magia, tradições e lendas, para se instalarem em Londres, onde tentam ganhar a vida trabalhando num café. Aí conhecem Ricky, um jovem sedutor…

  • Arma da Vitória

    Arma da Vitória

    E. R. Stettinius Jr

    7,50 

    A Arma da Vitória de E. R. Stettinius Jr..
    Editorial O Século. Lisboa, s.d., 419. E.

    As Nações Unidas estavam, de novo em Marcha. A fortaleza da Europa começava a desmantelar-se. O meu pensamento voou para um certo dia, três anos antes. Quando não havíamos ainda compreendido que a defesa das nações que combatiam o Eixo era vital para a nossa própria defesa. Quando não éramos ainda as Nações Unidas. A Bélgica acabava de se render. Os ingleses encontravam-se encurralados na Flandres. A  França caía. Havia o perigo iminente dos Estados Unidos virem e e achar-se sós contra um mundo hostil

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  • Estudos de Determinação

    Estudos de Determinação

    Clara Nunes Correia

    7,00 

    Estudos de Determinação de Clara Nunes Correia. Fundação Calouste Gulbekian. Lisboa, 2002, 389 págs. B.

    Longe vai o tempo em que os estudos sobre as línguas particulares raramente ultrapassavam o nível descritivo. A articulação da linguística com outras áreas do conhecimento e a consequente diversificação do objecto da investigação no domínio das ciências da linguagem determinaram uma cada vez maior exigência na observação e descrição dos factos analisados, associada ao aprofundamento de hipóteses explicativas rigorosas e cientificamente fundamentadas.

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  • Arte + Mulleres. Creadoras Galegas

    Arte + Mulleres. Creadoras Galegas

    Maria Luísa Sobrino Manzanares

    7,00 

    Arte + Mulleres. Creadoras Galegas de Maria Luísa Sobrino Manzanares (Ed.).
    Consello de Cultura Galega. Espanha, 2015, 146 págs. B.

    Este texto “Arte + mulleres”. Creadoras galegas examina por primeira vez as cifras reais deste desfasamento, num marco temporal que abrangue desde 1990 a 2013, elaborando un documento sobre a presenza de creadoras galegas respecto á dos artistas homes. Nel revísanse unha serie de acontecimentos artísticos que nos permiten comprovar as evidentes diferenzas numéricas existentes entre ambos os dous sexos.

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  • Clima Organizacional no Sector Público e Privado no Norte de Portugal

    Clima Organizacional no Sector Público e Privado no Norte de Portugal

    Fátima Lobo

    6,00 

    O conceito de clima, foi transportado na década de trinta, da meteorologia para o domínio laboral, devido ao vínculo estabelecido entre pessoas e o ambiente. Esta relação, intuitiva, pressupõe que a situação laboral e, por extensão, organizacional, implica factores específicos dos indivíduos, dos grupos e das organizações. O interesse pelo estudo do “clima organizacional” conheceu…

  • Obras

    Obras

    Bernardim Ribeiro

    20,00 

    O nosso author foi prosador e poeta. Como poeta, è elegante e mimoso no seu estilo, e gracioso na frase: como prosador não tem menos direto á apreciação dos eruditos. Os amadores da nossa boa lingoagem teen-no em muito apreço. Compoz elle um Livro, que intitulou de Menina e Moça, e só veio à estampa…

  • Luzboa

    Luzboa

    Mário Caeiro

    15,00 

    A Luz é, à partida, um privilégio maior da Natureza e do Homem. E Lisboa é, neste caso concreto, uma cidade emblemática. Nomes destacados das Artes do Cinema à Escrita, da Fotografia à Pintura deixaram registos e obras impressivas sobre a singularidade mágica de uma cidade reflectida pelo Tejo e pelo Atlântido, de uma cidade branca e de luz, mas também cidade da noite e de múltiplas sombras.

  • Invenção Contínua, A

    Invenção Contínua, A

    Jorge de Oliveira

    15,00 

    Jorge de Oliveira (1924–2012) foi um pintor português que iniciou a sua obra no contexto do Neo-Realismo, entre 1945 e 1946, abordando temas como a pobreza, o trabalho e a indústria com uma força expressionista. Entre 1947 e 1952, destacou-se com um raro ciclo de automatismo psíquico na pintura portuguesa. A partir de 1958, e até 1992, desenvolveu as chamadas Sínteses, onde espaço e luz evocam representações do Cosmos, culminando nos Diálogos de Luz. Embora tenha tido visibilidade nas décadas de 1940 e 1950, foi sobretudo pelas vias do surrealismo e do expressionismo abstracto que a sua obra ganhou singularidade. Redescoberto por José Luís Porfírio, foi integrado no discurso da Arte Moderna pelo Museu do Chiado.

  • Antonio Dias: Anywhere is My Land

    Antonio Dias: Anywhere is My Land

    Hans-Michel Herzog

    20,00 

    Antonio Dias: Anywhere is My Land de Hans-Michel Herzog.
    Daros. 2010, 187 págs. B

    O Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria de Estado da Cultura, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Santander Cultural realizam a exposição Anywhere Is My Land, de Antonio Dias, um dos mais renomados artistas brasileiros de sua geração. A mostra, iorganizada pela Daros Latinamerica e idealizada a partir de trabalhos do artista que integram a Coleção Daros Latinamérica – notadamente do período entre 1960 e 1970, apresenta, ainda, obras da coleção Geneviève e Jean Boghici (Rio de Janeiro), da coleção particular de Antonio Dias e do acervo da Pinacoteca do Estado.

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