• Alta Nobreza e Fundação do Estado Índia, A

    Alta Nobreza e Fundação do Estado Índia, A

    João Paulo Oliveira e Costa

    20,00 

    A Alta Nobreza e Fundação do Estado Índia de João Paulo Oliveira e Costa.
    Centro de História de Além-Mar. Lisboa, 2004, 261 págs. B.

    A pequena fidalguia e a baixa nobreza desempenharam nas águas do Índico, ao longo da centúria quinhentista, a liderança global do estabelecimento luso na região, assumindo simultaneamente o controlo do comércio, a condução da diplomacia, a administração da Justiça e das Finanças, a capitania das armadas e das fortalezas e, obviamente, o comando da guerra. Esta intervenção multi-facetada decorreu do impacto que a Expansão Ultramarina gerou na sociedade portuguesa, num processo que se iniciou com as campanhas em Marrocos e as viagens de exploração do Oceanao. Mau graúdo a forte dimensão comercial que o processo expansionista adquiriu rapidamente, a prossecução do trato régio, Aquém e Além-Mar, coube sempre a membros da nobreza, ao abrigo das leios monopolistas estabelecidas pelo infante D. Pedro, enquanto regente, e que foram mantidas e aumentadas pelos reis quatrocentistas.

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  • Sicilia Poesia

    Sicilia Poesia

    Oliveira Ribeiro Neto

    7,50 

     

  • A Minha Vida é Um Esgoto de Ana Cortesão

    Minha Vida é Um Esgoto, A

    Ana Cortesão

    7,50 

    A Minha Vida é Um Esgoto de Ana Cortesão.
    Baleia Azul. Lisboa, 1999, 56 págs. B.

    Uma banda desenhada não é uma banda sonora. Mas se a música pode despertar imagens, a força evocativa destes cotnos de Ana Cortesão (Lisboa, 1970) trona-os genuínas composições, algures entre o caústico e o melancólico, entre o grito e a melodia. A crónica destes anos, aliás, não podia ser feita alheada dos sons da cidade nem das batidas da discoteca, do crepitar da televisão ou do arrastar dos fados. Sim dos fados, porque é nesse teatro choroso das misérias, nesse cabaré onde as mulheres gritam desgraçadas, que mergulha raízes a feroz ironia deste trabalho. Ou não fosse o fado avô do underground. Longe de felecidades diurnas, todo o realismo é abjecto. Os corpos e as coisas são vistos através de qualquer coisa: um vidro de copo-de-três, de vampores etílicos, de espelhos raspados, de ecrãs, de lágrimas. Os corpos e as coisas são distorcidas, pelo tempo, pelos sentimentos, pela música.

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  • Classic Horror Stories de Mary Shelley

    Classic Horror Stories

    Mary Shelley

    15,00 

    Classic Horror Stories de Mary Shelley [et al.]
    Runing Press. 2001, 1045 págs. E.

    Welcome to the macabre worlds and dark genius of Mary Shelley, Bram Stoker, H. G. Wells, and other masters of classic horror. What happens when man attempts to control nature? What are the consequences of trying to suppress the human psyche? Find out in this blood-curdling collection of classic horror stories. Greedy vampires (Dracula), the dark conflict of good versus evil in the average man (Dr. Jekyll and Mr. Hyde), and man made miscreants (Frankenstein) are stealing away between the covers of this volume. This compilation of literature’s most frightening monsters and madmen will spook even the staunchest of readers! These writers have stirred the imagination of readers for generations and captivated audiences with their creative and powerful storytelling. These tales and stories will continue to bring hours of edge-of-your-seat enjoyment to the young and old alike as they discover the terrifying results of Dr. Moreau’s experiments and the chilling possibilities of a man haunted by his own thoughts in “Markheim”! “The Library of Classic Horror Stories” is an essential volume for any horror collection and the perfect gift for the inquisitive, young reader.

    Índice: Frankenstein – Mary Shelley | Dr. Jekyll and Mr. Hyde – Robert Louis Stevenson | Dracula – Bram Stoker | The Island of Dr. Moreau – H. G. Wells | The Body Snatcher – Robert Louis Stevenson | Markheim – Robert Louis Stevenson | The Fall of the House of Usher – Edgar Allan Poe | The Murders in the Rue Morgue – Edgar Allan Poe | The Mask of the Red Death – Edgar Allan Poe | The Pit and the Pendulum – Edgar Allan Poe | The Gold-Bag – Edgar Allan Poe | The Cask of Amontillado – Edgar Allan Poe

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  • Catira

    Catira

    Camilo José Cela

    7,50 

    A Catira de Camilo José Cela.
    Editora Ulisseia. Lisboa, s.d., 267 págs. B

    (…)”La Catira” que pela crueza do assunto quase levou ao corte de relações diplomáticas entre a Espanha e a Venezuela, que o autor atinge, pelo seu virtuosismo, a consagração definitiva. Nas palavras de Paul Llie “é um romance da terra, de sua grande permanência entre agitação e a morte, e uma fonte de fertilidade genuína contra a civilização sobreposta e decadente”, e seu significado refere-se a “o que é espontâneo da vida” mais valioso. Novela da planície e da selva, subjugando a incursão na fala, a vida cotidiana e o cenário mítico das terras venezuelanas.

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  • Viagens na Minha Terra

    Viagens na Minha Terra

    Almeida Garrett

    10,00 

    Viagens na Minha Terra de Almeida Garrett.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 255 págs. E. Il.
    📷 Ilustrado Lima de Freitas

    Esta é a odisseia que Almeida Garrett fez pelas terras do seu país. Aí visitou as ruas e os cafés, as igrejas e os túmulos, ouvindo pelo caminho uma história de amor em tempos de guerra, vivida por Carlos, que luta pelos liberais, e sua prima, Joaninha, a menina dos rouxinóis. Neste impressionante relato sem igual na história da literatura portuguesa, o autor não deixa dúvida sobre os seus intentos: «protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há-de fazer crónica». Quanto tempo permeia então uma ida de Lisboa a Santarém? Quanto tempo baste para se percorrer uma e outra vez as Viagens na Minha Terra. Publicado em volume em 1846, com este texto Almeida Garrett desenhou não só uma deambulação entre as duas cidades portuguesas, mas pelo Portugal dos homens e das ideias do século XIX.

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  • De Longe a China - Tomo I de Carlos Pinto Santos

    Longe a China – Tomo I

    Carlos Pinto Santos

    10,00 

    De Longe a China – Tomo I de Carlos Pinto Santos.
    Instituto Cultural de Macau. Macau, 1988, 378 págs. B.

    Intitula-se esta obra De Longe à China (Macau na Historiografia e na Literatura Portuguesas). O primeiro critério que lhe presidiu foi o de se levantarem e republicarem textos de natureza histórica e literária que dissessem respeito a Macau. Deste modo se excluíram, algumas vezes, os escritos que, embora referentes, episodicamente, à China e aos chineses não mencionavam Macau.

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  • História Muda de Blanquet

    História Muda

    Blanquet

    5,00 

    História Muda de Blanquet.
    Edições Polvo. Lisboa, 2000, 14 págs. Mole.

    Histoire Muette [História Muda], mostrando um amplo espectro da perversão humana, desde a crueldade infantil até a frustração sexual. Se os personagens de Mon Placard são lentamente levados a um final trágico, em Histoire Muette Blanquet coloca-os em situações extremas, onde as coisas acontecem tão rápido que os personagens estão sempre correndo entre os momentos de tristeza esmagadora e imenso prazer que se alternam.

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  • Amor Fatal

    Amor Fatal

    Marcel Ruijters

    5,00 

    Amor Fatal de Marcel Ruijters.
    Edições Polvo. Lisboa, 2000, 16 págs. Mole.

    Desenhar bandas desenhadas tem sido a minha principal atividade desde que aprendi a escrever um pouco. Desde 1987, incentivado pela atitude punk rock “faça você mesmo”, tenho autopublicado o meu trabalho, até que foi reconhecido por editoras nos Países Baixos e no estrangeiro. Em 2008, o meu romance gráfico Inferno foi premiado e, em 2015, recebi o Stripschapprijs, um prémio nacional de carreira. Além disso, sou editor da revista Zone 5300 desde 1994, escrevendo artigos e críticas.

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  • Coitas de Amor

    Coitas de Amor

    Magnus Bergstrom

    10,00 

    Coitas de Amor de Magnus Bergstrom.
    Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1937, 200 págs. B.

    O Tempo, sempre a fugir, sobre ruínas, vitórias e benções de santidade, conseguiu construir o monumento que aos homens indica o Passado, com as suas misérias e grandezas, – a História. Nas páginas desta ficam estampadas as tempestadas da alma humana, desde a ambição de glória que foi vertigem, até àquelas alucinadas paixões que, transformadas em lágrimas de saudade, orvalham as velhas campas do Amor.

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  • Peças para Octávio Framboa, 4

    Peças para Octávio Framboa, 4

    Lazare Katsimbalis

    5,00 

    4 Peças para Octávio Framboa de Lazare Katsimbalis.
    Polvo. Lisboa, 1988, 16 págs. Mole.

    Lazare Katsimbalis, pseudónimo artístico do francês Alain Corbel. Teve um papel importante nas revistas de banda desenhada de Bruxelas. Depois de criar Moka, lançou Pelure amère, uma verdadeira revista de transição onde se descobriam pela primeira vez em França desenhadores belgas, portugueses e espanhóis. Escale à Kerbarbo, publicado pelas edições Amok em 1996, reunia os relatos de viagens que ele tinha espalhado por várias revistas. Desde então, assinou 4 peças para a Framboa sob o nome de Lazare Katsimbalis, bem como a Fosse, uma participação nos Récits de ville das edições Fréon. Vive em Portugal, onde realiza numerosos livros para a juventude.

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  • Lisboa 24H00

    Lisboa 24H00

    David Soares

    5,00 

    Lisboa 24H00 de David Soares.
    Bedeteca. Lisboa, 2000, 27 págs. Mole.

    David Soares é autor dos romances Batalha, uma história que discorre sobre o fenómeno religioso a partir do ponto de vista dos animais, O Evangelho do Enforcado, que conta a história dos painéis de São Vicente de Fora, Lisboa Triunfante, uma história mágica sobre a capital portuguesa, e A Conspiração dos Antepassados, sobre o encontro do poeta Fernando Pessoa com o mago inglês Aleister Crowley. Publicou quatro livros de contos, dez livros de banda desenhada, dois livros de ensaio e dois discos de spoken word.

    Na sua carreira como autor de banda desenhada (publicado em França), foi premiado com quatro troféus para Melhor Argumentista Nacional e uma bolsa de criação literária, atribuída pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e pelo Ministério da Cultura.

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  • Um Instante ao Vento de André Brink

    Instante ao Vento, Um

    André Brink

    7,50 

    Um Instante ao Vento de André Brink.
    Saída de Emergência. Parede, 2010, 271 págs. B.

    Uma mulher branca e um homem negro perdidos na selva do interior sul-africano. Ela é uma mulher educada e totalmente indefesa no meio da selva; ele é um escravo foragido, o elemento mais baixo aos olhos da sociedade do século XVIII. Ambos se conhecem apenas a si mesmos… e vão percorrer um longo caminho de regresso à civilização.

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  • As Recordações de David Foenkinos

    Recordações

    David Foenkinos

    5,00 

    As Recordações de David Foenkinos
    Editorial Presença. Lisboa, 2013, 213 págs. B.

    No seu lugar, eu refugiar-me-ia numa recordação.” Sim, foi isso que ele disse e, depois, acrescentou: “Iria para um lugar onde tivesse sido feliz. Na sua idade, era certamente o que eu faria.”

    Quando a avó do narrador foge do lar onde se encontra a viver, este sabe que não pode ficar de braços cruzados à espera de ver as autoridades agirem. Afinal, se se arrependera de não ter passado mais tempo com o avô antes de ele morrer, não quer

    agora desistir de uma pessoa que ainda pode ter tanto para Lhe dar. Mas que sabemos nós das recordoações das outras pessoas?..

    Numa narrativa que conjuga matizes de humor e poesia, David Foenkinos oferece-nos uma reflexão plena de sensibilidade sobre o tempo, a memória, a velhice, o conflito de gerações, o amor conjugal, o desejo de criar e a beleza do acaso.

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  • A Cidade Probida de Fundação Oriente

    Cidade Proíbida

    Pedro Avelar

    20,00 

    A Cidade Probida de Pedro Avelar [Com.]
    Fundação Oriente. Lisboa, 1992, 250 págs. E. Il.

    […]a Fundação Oriente apresenta em Lisboa a exposição

    A Cidade Proibida – A Cultura na Corte dos Imperadores Chineses (1644-1911) que a República Popular da China, por intermédio do Museu do Palácio de Pequim, teve a gentileza de nos ceder.

    As cerimónias imperiais, os preceitos e rituais, as viagens de inspecção e caçadas, os inte resses artísticos, o estilo de vida na corte, a cultura e os passatempos no Palácio Imperial são dados a conhecer através de um conjunto de cem peças de vestuário, de acessórios e ornamentos, de mobiliário, de armaduras e de pinturas dos legados da Dinastia Qing que constituem as raras e magníficas colecções do Museu do Palácio de Pequim.

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  • Sinica Lusitana 1 de Fundação OrienteSinica Lusitana 1 de Fundação Oriente

    Sinica Lusitana 1 & 2

    Fundação Oriente

    30,00 

    Sinica Lusitana 1: Fontes Chinesas em Bibliotecas e Arquivos Portugueses [1668-1871] Biblioteca da Ajuda; Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa; Arquivo Histórico Ultramarino; Biblioteca do Paço Ducal de Vila Viçosa Sinica Lusitana 2: Fontes Chinesas em Bibliotecas e Arquivos Portugueses [1726-1855?] Biblioteca Pública de Évora; Biblioteca Municipal do Porto; Biblioteca da Sociedade de Geografia…