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  • Uma Noite na Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo

    Noite na Toca do Lobo, Uma

    Tomaz de Figueiredo

    3,00 

    Uma Noite na Toca do Lobo de Tomaz de Figueiredo. Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 184 págs. B.

    Uma Noite na Toca do Lobo é uma evocação do passado, de um serão de familia. Num estilo inconfundível, com um humor não menos pessoal, é no ambiente da infância do autor, numa quinta do Alto Minho, que esta obra mergulha as suas mais fundas raízes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sem Método de João de Araújo Correia

    Sem Método

    João de Araújo Correia

    7,50 

    Em Sem método – Notas sertanejas, de 1938, João de Araújo Correia recorda, no capítulo VIII, um arraial no Jardim da Carreira em tempo de feira de Santo António. No capítulo XXVI, nova evocação da feira de Santo António (as festas de Vila Real), o Campo, os cavalos e os burros, substituídos já nessa época…

  • Pagem Não se Cala

    Pagem Não se Cala

    António Torrado

    7,00 

    O PAGEM NÃO SE CALA DE ANTÓNIO TORRADO
    Livros Horizonte. Lisboa, 1981. 63 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Madalena Raimundo

    Continuação imaginária do conto de Hans Christian Andersen sobre o rei que desfilou despido perante o povo enganado por dois alfaiates aldrabões. António Torrado retoma a história no ponto exacto onde Andersen a deixou, no momento em que o menino gritou a verdade, e desenvolve o que aconteceu a seguir, mantendo o tom crítico e irreverente do original.

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    Características do Exemplar
    📕 1ª Edição.
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 90g
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  • Máscara do Destino de Florbela Espanca

    Máscaras do Destino

    Florbela Espanca

    7,00 

    Máscaras do Destino de Florbela Espanca.
    Bertrand Editora. Lisboa, 1977 págs. B.

    É uma obra totalmente dedicada ao seu irmão Apeles – A meu Irmão, ao meu querido Morto (Florbela Espanca, dedicatória de «As Máscaras do Destino») -, e inspirada pela tristeza e dor que a perda do irmão causa em Florbela. Escrito no final de 1917, o mesmo ano da morte de Apeles e altura em que Florbela não consegue editor, «As Máscaras do Destino» reúne uma série de contos muito sentidos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Maria Benigna de Aquilino Ribeiro

    Maria Benigna

    Aquilino Ribeiro

    30,00 

    Maria Benigna de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1933, 285 págs.  B.

    O romance Maria Benigna é uma narrativa inusitada no conjunto da obra de Aquilino Ribeiro. Constituído por cartas e diários, o romance permite a reflexão acerca de vários assuntos, destacando-se a questão do espaço e do comportamento bovarista.

    📕 1ª Edição. 4º Milhar.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Generosos Delírios da Burguesia

    Generosos Delírios da Burguesia

    Vasco Branco

    7,00 

    Generosos Delírios da Burguesia de Vasco Branco.
    Moraes Editora. Lisboa, 1980, 171 págs. B.

    “Epígono de Camus num dado momento da sua carreira (Os Vagabundos Ilustrados, Iva e o Mar), é em Os Generosos Delírios da Burguesia que a influência do «pictórico» mais ostensivamente se intromete no discurso literário, que assim surge repleto de cintilações cromáticas, por oposição ao monocromismo conotado com realidades sociais pouco atraentes.” in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses

    📕 1ª Edição.

  • Distância

    Distância

    Teobaldo Virgínio

    10,00 

    Distância de Teobaldo Virgínio.
    Editorial Ática. Lisboa, 1973, 153 págs. B.

    Distância marca a estreia literária de Teobaldo Virgínio no âmbito da ficção. Publicado pela primeira vez em 1963, em Sá da Bandeira, Angola, esta sua obra logo suscita a atenção de um escritor e crítico tão conceituado como Luís Forjaz Trigueiros que não hesita em considerá-lo um dos novos e mais prometedores escritores cabo-verdianos. Teobaldo, à semelhança de outros escritores cabo-verdianos, jamais olvidou a sua verdadeira identidade mantendo-se sempre preso, fisicamente, emocionalmente, espiritualmente e até culturalmente, à casa materna, à sua terra, às suas origens. Lendo Distância ou qualquer outro dos seus livros, seja de prosa ou poesia, lá encontraremos esse sentimento profundo que subjaz à sua crioulidade e dá vida autêntica a todas as suas personagens e histórias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Batalha de Trafalgar

    Batalha de Trafalgar

    Amilcar Celta

    6,00 

    Batalha de Trafalgar de Amilcar Celta.
    Edição Argos. Lisboa, 1941, 253 págs. B

    Romance livremente inspirado na acção do filme Lady Hamilton (1941) com Laurence Olivier e Vivien Leigh. Os motivos em que se baseia o filme são tratados nesta obra de maneira totalmente autónoma, como os meios literários – aliás muito diferentes das possibilidades cinematográficas – resultando assim em produtos espirituais independentes, obras com vida própria.

    📌 Carimbo.

  • Tenda dos Milagres de Jorge Amado

    Tenda dos Milagres

    Jorge Amado

    3,50 

    Na Tenda do Milagres, Ladeira do Tabuão, 60, reitoria da universidade popular, mestre Lidio Corró e Pedro Archanjo, o reitor, compõem e imprimem um livro sobre o viver baiano; ao lado da Igreja do Rosário dos Pretos, a Escola de Capoeira Angola é o espaço do mestre Budião – a universidade livre concentra-se na região…

  • Serões no Campo de Maria Amália Vaz de Carvalho

    Serões no Campo

    Maria Amália Vaz de Carvalho

    5,00 

    Volume que reúne, na primeira parte, um conjunto de contos românticos e edificantes e, na segunda parte, ensaios de Maria Amália Vaz de Carvalho. Nas narrativas incluem-se “Um justo”, a história do bondoso Padre Gabriel, “Alice”, sobre as desilusões de uma esposa leviana, abandonada pelo marido depois de uma aventura imprudente, e “A enjeitada”, a…

  • Terra das Areias Brancas de Valéria Carvalho

    Terra das Areias Brancas

    Valéria Carvalho

    6,00 

    Quantas mulheres coexistem no íntimo de uma mulher brasileira?…Quantas vertigens? quantos amores?… quantos mistérios?… quantos sabores?… quantos caminhos? quantos odores?… Quantos Brasis?’ Valéria, mulher, brasileira (e como brasileira pode adjectivar uma mulher’ ) bailarina, actriz, lança-se na aventura da escrita e conta-nos, num jeito original de contar, a história de outra mulher, brasileira, como ela….

  • Lenda da Aldeia

    Lenda da Aldeia

    Carlos da Gama

    7,00 

    Lenda da Aldeia de Carlos da Gama.
    DIFEL 82. Algés, 1998, 198 págs. B.

    João, estudante de engenharia, apenas desejava umas férias solitárias por aquela região do interior do país, aproveitando a mobilidade oferecida pelo campismo selvagem e pela sua paixão pelo pedestrianlsmo, Apreciar a natureza e conviver com as gentes locais eram os seus únicos objectivos mas, quando chegou àquela lindíssima e ancestral aldeia, o seu destino pregou-lhe uma partida ao cruzar-se com o de Paula, amante da arqueologia, à procura dos fundamentos de uma velha lenda e que lhe despertou, desde logo, sentimentos mais fortes do que podería imaginar.

    Juntos viveram então algumas situações estranhas que os arrastaram irremediavelmente para o perigoso contacto com um sofisticado bando de malfeitores, cuja principal actividade era a preparação e distribuição de droga,

    Um personagem antipático, de aspecto indigente e olhado com desconfiança até pelos seus conterrâneos, revelou-se, afinal, o grande aliado que, ao assumir a sua verdadeira identidade e o seu interesse pessoal na captura do chefe do bando, os livrou de situações muito complicadas e perigosas,

    As coisas precipitam-se quando o acaso faz com que uma carrinha roubada sofra um acidente, fornecendo a ponta do fio que permitirá chegar à meada bem escondida e repleta de misticismo, pela sua ligação ao local que, num passado multo, muito distante, fôra, também, palco de outros terrTvels acontecimentos.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Viver Todos os Dias Cansa

    Viver Todos os Dias Cansa

    Pedro Paixão

    7,00 

    Viver Todos os Dias Cansa de Pedro Paixão.
    Edições Cotovia. Lisboa, 1996, 127 págs. B.

    «Sei pouco sobre as mulheres e cada vez sei menos. Nem sei – ou quando sei já é tarde demais – se gostam de mim e, quando isso acontece, não chego a saber o que isso possa querer dizer. Há muitas maneiras de gostar, é verdade. Quando se gosta de um casaco é ele o que trazemos mais vezes. Com as mulheres é diferente. O que importa, acho eu, não é nem o que elas dizem nem o que elas fazem mas o que elas não dizem e pensam fazer. É preciso adivinhar e eu sou muito mau a adivinhar. Depois, quando as coisas acabam olhamos para trás, não ficamos mais elucidados. Sabemos contar aos amigos uma história que tem princípio, meio e fim mas que bem podia ter sido outra. Uma pessoa é um mistério, duas, com um abismo pelo meio, uma prodigiosa contradição.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Morte do Velho Kipacaça de Boaventura Cardoso

    Morte do Velho Kipacaça, A

    Boaventura Cardoso

    7,50 

    Obra fundamental para a correcta percepção dos muitos caminhos trilhados, e a trilhar, pela literatura angolana. Boaventura Cardoso afirma-se aqui, como prosador já seguro do seu caminho de renovador da tradição literária herdada de antes da independência. O seu estilo, temas e linguagem são já a linguagem literária angolanizada, recriação que o autor prossegue aprofundando…

  • Atlântico: Romance Fotográfico de Pedro Rosa Mendes

    Atlântico: Romance Fotográfico

    Pedro Rosa Mendes

    15,00 

    Atlântico: Romance Fotográfico de Pedro Rosa Mendes e João Francisco Vilhena.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2003, 213 págs. E.

    Éden Palace, 1941; Hotel do Facho, 1964. Numa praia portuguesa, cruzam-se e perdem-se personagens. São um judeu argelino, um marinheiro filipino, um marchand inglês, uma refugiada norueguesa, um agente da PIDE. Partilham tangentes, cruzam-se por desencontros, transportam fantasmas. São náufragos de muitos sítios e de várias vidas. Surgem do sonho, da imaginação ou da memória. Conhecem o Holocausto nazi, as auroras boreais, os piratas do Bornéu, as telas de Bruegel e os delírios de Gauguin, os U-Boot e a guerra da Argélia, os filmes mudos e as palavras de Deus, os lábios de Bogart e as geishas de Van Gogh, os Açores e a Costa da Morte… Conhecem o mundo todo: “A carne, a cinza e a areia.” Partilham o mar, metáfora de liberdade. Atlântico, Romance Fotográfico é um puzzle. O texto de Pedro Rosa Mendes e a montagem fotográfica de João Francisco Vilhena convocam cinema, teatro, poesia, epístolas, música, pintura e jornalismo num livro arrojado e subtil. Juntando as peças, obtemos uma imagem. Uma fina rede de cicatrizes: literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Preço: 15€

    Portes: 2,25€

     

    Éden Palace, 1941; Hotel do Facho, 1964. Numa praia portuguesa, cruzam-se e perdem-se personagens. São um judeu argelino, um marinheiro filipino, um marchand inglês, uma refugiada norueguesa, um agente da PIDE. Partilham tangentes, cruzam-se por desencontros, transportam fantasmas. São náufragos de muitos sítios e de várias vidas. Surgem do sonho, da imaginação ou da memória. Conhecem o Holocausto nazi, as auroras boreais, os piratas do Bornéu, as telas de Bruegel e os delírios de Gauguin, os U-Boot e a guerra da Argélia, os filmes mudos e as palavras de Deus, os lábios de Bogart e as geishas de Van Gogh, os Açores e a Costa da Morte… Conhecem o mundo todo: “A carne, a cinza e a areia.” Partilham o mar, metáfora de liberdade. Atlântico, Romance Fotográfico é um puzzle. O texto de Pedro Rosa Mendes e a montagem fotográfica de João Francisco Vilhena convocam cinema, teatro, poesia, epístolas, música, pintura e jornalismo num livro arrojado e subtil. Juntando as peças, obtemos uma imagem. Uma fina rede de cicatrizes: literatura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ilustre Casa de Ramires de Eça de Queiroz

    Ilustre Casa de Ramires

    Eça de Queiroz

    3,50 

    Nesta obra, Eça conta a história de Gonçalo Mendes Ramires, nas suas relações familiares, no seu convívio social, nos seus entusiasmos e nas suas inexplicáveis reações.

    O romance desenrola-se em dois planos que caminham paralelamente. Num, feito de idealismo, projeta-se o tradicionalismo romântico: romance histórico; no outro, com o sentido do realista, perpassa a vida contemporânea da província. É evidente o contraste entre a nobreza dos feitos guerreiros do romance e a mesquinhez, bisbilhotice, da vida da província. O próprio estilo é diferente.