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  • Guerra e o Bilhar, A

    Guerra e o Bilhar, A

    Nicolau Tolentino

    7,50 

    Guerra e o Bilhar de Nicolau Tolentino.
    Diabril Editora. Lisboa, 1976, 54 págs. B.

    Quando se fala de sátiras, a primeira ideia que a uma pessoa ocorre é a de uma violência verbal que se manifesta, um ataque virulento feito a outrem duramente alvejado pela crítica implacável do satírico. Todavia, diga-se desde já, nada disso se verifica no caso literário de Nicolau Tolentino. São características deste poeta não por receio de eventuais represálias à força de uma ordem política como era a do Marquês de Pombal, mas por maneira de ele próprio sera finura de espírito, a recusa ao conflito, a simplicidade de meios, a generosidade até.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Este Livro Que Vos Deixo

    Este Livro Que Vos Deixo

    António Aleixo

    8,00 

    Ficam, deste modo, à disposição dos que queiram ou possam fazê-lo mais elementos para a compreensão de um pensamento, tão perfeito na forma como na originalidade do conteúdo, que foi sendo elaborado e expresso espontaneamente em quadras, com inspiração espevitada na convivência com pessoas de mais evoluída cultura, sobretudo nos últimos anos de vida. O…

  • Crestomatia Arcaica

    Crestomatia Arcaica

    Rodrigues Lapa

    6,00 

    Crestomatia Arcaica de Rodrigues Lapa.
    Textos Literárias. Lisboa, 1940, 81 págs. B.

    A língua portuguesa, contràriamente ao que muitos supõem, não nasceu em berço doirado. Procede, como é sabido, do latim, mas não daquele latim polido e escrito de Cícero ou de Vergilio, antes do idioma popular, falado por comerciantes, operários e soldados no território da antiga Roma. Foi esse latim vulgar que os colonos roma nos introduziram na Península, após a conquista. Não era um idioma absolutamente diferente do latim culto, literário; mas adoptava um vocabulário e uma sintaxe em parte diversos da língua escrita, o que sucede ainda hoje nas línguas modernas, em que o falar de todos os dias diverge consideravelmente do idioma escrito.

    📝 Assinatura de posse.

  • Caveira do Martyr

    Caveira do Martyr

    Camilo Castelo Branco

    30,00 

    Caveira do Martyr de Camilo Castelo Branco.
    Tavares Cardoso & Irmão Editores. Porto, 1902, 531 págs. E

    “A viúva de Domingos Leite e de João da Veiga Cabral já não tinha alma sensível às felicidades convencionais desta vida. Recordações que lhe eram afronta, e saudades atormentadoras – a imagem terrível do primeiro marido, e a imagem amada e deplorativa do segundo – fechavam-lhe em nuvem negra qualquer aurora de esperançoso contentamento. Nem as carícias de Ângela, nem os amoráveis rogos de Francisco Mendes a demoveram de seguir o destino que a norteara a Portugal. O ermo, a soledade, a dor sem distração, morrer, enfim, alheia de amparos que suavizam o transe, era para Maria Isabel uma necessidade do coração, um sacrifício voluntário à redenção de suas culpas para com Domingos Leite, e ao seu imenso amor a João da Veiga Cabral. No entanto, se algum desafogo sentia ao cuidar que suas lágrimas eram vistas desde o seio de eternidade, com certeza não eram os olhos do primeiro marido os que lhe davam a recompensa da imolação.”

    📕  2ª edição de uma das mais estimadas obras de Camilo, primitivamente editada em 3 volumes, entre 1875 e 1876.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição numerada: 1.927 e assinada pelos editores.

     

  • Sei Lá de Margarida Rebelo Pinto

    Sei Lá

    Margarida Rebelo Pinto

    2,50 

    Sei Lá é fresco realista de uma geração – das suas dúvidas, ambições, derrotas, fraquezas e preconceitos – na perspetiva de Madalena, uma mulher que descobre que a vida nunca é o que parece, e um livro que faz bem a todas as mulheres. «O Sei Lá marcou uma geração: a minha. Os diálogos entre…

  • Rosa Brava

    Rosa Brava

    José Manuel Saraiva

    7,50 

    Rosa Brava de José Manuel Saraiva.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2005, 447 págs. B.

    Em 1368, D. Leonor Teles de Menezes, a mulher mais desejada do Reino, casa com o morgado de Pombeiro, D. João Lourenço da Cunha. O matrimónio é imposto por seu tio, D. João Afonso Telo, conde de Barcelos. Mulher fora do tempo, aceita contrariada o casamento, que a melancolia da vida do campo não ajuda a ultrapassar. Por isso, decide abandonar o marido e parte para Lisboa, para gozar a vida de riqueza e luxúria que a Corte proporciona. Perversa e ambiciosa, não tem dificuldade em seduzir o jovem monarca, D. Fernando, alcançando, desse modo, o poder que sempre desejou. Mas a nobreza, o clero e o povo não veêm com bons olhos esta aliança de adultério com o Rei. E menos ainda quando a formosa Leonor Teles se envolve com o conde Andeiro… “Rosa Brava” é um romance baseado na investigação histórica que, por entre intrigas palacianas, traições, assassínios e guerras com Castela, reinventa, numa linguagem cativante, uma das personagens mais fascinantes da História de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rima Pobre de Joaquim Manuel Magalhães

    Rima Pobre

    Joaquim Manuel Magalhães

    7,50 

    Este volume tenta compreender as principais linhas s de força da poesia portuguesa deste século, chegando aos poetas mais recentemente aparecidos. A sua selecção é resultante de um critério judicativo que o autor defende paraa a alguns momentos epocais que selecciona.

  • Relíquia de Eça de Queiroz

    Relíquia, A

    Eça de Queiroz

    2,50 

    Romance saído em folhetins na Gazeta de Notícias, cuja epígrafe se tornou célebre – “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia” – por sintetizar a aliança entre realismo e imaginação, naturalismo e fantástico, patente na obra.

    Da intriga central – a viagem de Teodorico à Terra Santa, de onde traz, não a relíquia que prometera à tia beata, mas sim, por lapso, a camisa de dormir de uma amante – sobressai o sonho ou a viagem no tempo do protagonista, que, acompanhado pelo seu erudito amigo, Dr. Topsius, assiste à pregação, julgamento e morte de Jesus.

    A obra, que exalta a figura humana de Cristo, como paradigma de amor e de bondade, foi considerada herética pelos setores mais conservadores, por questionar a divindade de Cristo.

  • Pura Verdade Sobre o Caso do Padre Teodorico

    Pura Verdade Sobre o Caso do Padre Teodorico

    Baltazar Terlica

    7,00 

    Pura Verdade Sobre o Caso do Padre Teodorico  de Baltazar Terlica.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1998, 381 págs. B.

    Pega no telefone e marca já o VOO…

    A coberto da campanha eleitoral tenta esmiuçar essa outra história.

    Passa Syros e Mykonos a pente fino. Quero a verdade!… A verdade, ouviste!… Doa a quem doer…” Era a primeira grande investigação jornalística de Patrizia Trivela. O padre Teodorico estava a ser acusado de ter assassinado um jovem. Os media exploravam o caso até quase à exaustão. Mas ela só queria a verdade… a pura verdade. Foi para Syros e pediu ao seu amigo Andriani Roméos para a ajudar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesias de Carlos de Oliveira

    Poesias

    Carlos de Oliveira

    20,00 

    Primeira edição colectiva das poesias de Carlos de Oliveira, figura destacada da poesia portuguesa do nosso tempo. Poesias dos livros «Mãe Pobre», «Colheita Perdida», «Descida aos Infernos», «Terra de Harmonia» e «Cantata».

  • Poesias

    Poesias

    António Patrício

    15,00 

    Poesias de António Patrício.
    Edições Ática. Lisboa, 1954, 131 págs. B.

    Encalhado na foz daquele rio, numa água baixa e morta de revessa, vi a carcassa podre dum navio que a Morte desprezou, deixa morrer sem pressa. Nessa tarde d’inverno e de névoa e de chuva, em que as nuvens no céu eram lúgubres frotas, tinha a miséria duma velha viúva por entre os pios estridentes das gaivotas… Nem um mastro sequer, nem um eco de faina: já a roda do leme apodreceu no lodo… Está morto, está bem morto. Apodrece inconsciente, sem saudade sequer das rotas de miragem em que a espuma sorriu, sorriu perdidamente na cortadora quilha, à rude marinhagem

    📝 Assinatura de posse.

  • Poesia (1918-1930)

    Poesia (1918-1930)

    Florbela Espanca

    6,00 

    Poesia (1918-1930) de Florbela Espanca.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1985, 304 págs. B.

    Este é o Volume II da colecção OBRAS COMPLETAS DE FLORBELA ESPANCA.

     

    Para este Volume segui a seguinte ordem de publicação:

     

    1- Vinte e uma poesias não recolhidas em livro por Florbela e que consegui encontrar nos 149 jornais e revistas que consultei, ou que descobri por outros meios e que aqui surgem reunidas sob a designação Esparsos (1918-1930).

    2-O Livro de Mágoas, que a Poetisa publicou em Junho de 1919.

    3- Os 6 sonetos inéditos do caderno que começa com o soneto Livro do Nosso Amor sobre o qual já escla- reci o leitor na Explicação Preliminar ao Volume I. Os restantes sonetos desse caderno, que a Poetisa incluiu no Livro de Soror Saudade, são transcritos e referenciados nessa ocasião.

    4-O Livro de Soror Saudade (que nasceu do caderno Claustro das Quimeras).

    5- Charneca em Flor.

    6- Reliquiae.

    As explicações da procedência de cada soneto, variantes conhecidas ou outras notas que considero fundamentais ao esclarecimento da obra de Florbela Espanca devem ler-se, no final deste Volume, em Notas aos Poemas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poemas Ingleses

    Poemas Ingleses

    Fernando Pessoa

    8,00 

    Poemas Ingleses de Fernando Pessoa.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 229 págs. B.

    Edição bilingue, com prefácio, traduções, variantes e notas de Jorge de Sena e traduções também de Adolfo Casais Monteiro e José Blanc de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nós de Amor

    Nós de Amor

    Helena Sacadura Cabral

    6,00 

    Nós de Amor de Helena Sacadura Cabral.
    Clube do Autor. Lisboa, 2014, 234 págs. B.

    Helena Sacadura Cabral, reconhecida economista e jornalista, revela agora o seu lado mais íntimo, os seus sentimentos e afectos, escrevendo com a frontalidade que lhe é característica sobre o amor, nas suas mais diversas manifestações. Idolatrada por muitas mulheres portuguesas, dá voz a alguns dos mais bem guardados segredos femininos na demanda pela felicidade, numa tentativa de perceber aquilo que as mulheres, verdadeiramente, sonham.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Não Há Coincidências de Margarida Rebelo Pinto

    Não Há Coincidências

    Margarida Rebelo Pinto

    2,50 

    Não há coincidências conta as aventuras amorosas de Vera, uma “trintinha” solteira que oscila entre uma existência leve e o mito do príncipe encantado com quem sonha casar e ter filhos. Vera ama platonicamente João, vive com Tiago e tem um caso com Luís. Mas a sua vida muda quando se apaixona por Manel…
    Eis uma narrativa divertida e envolvente que nos faz pensar que na vida não há coincidências.

  • Matéria Solar

    Matéria Solar

    Eugénio de Andrade

    10,00 

    Matéria Solar de Eugénio de Andrade.
    Limiar. Lisboa, 1980, 62 págs. B.

    «Discreto arredio dos palcos sociais, mas humanamente fiel e afim ao devir da natureza, mãe de efémeras metamorfoses; sem transcendências, dogmas ou mitos moralizadores, Eugénio de Andrade é um exemplo excepcional, “clássico” portanto, da melhor figura do criador — e esta obra, em pequeno livro, é disso uma muito feliz demonstração.»

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.