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  • Ilhas

    Ilhas

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    6,00 

    Ilhas de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Texto Editora. Lisboa, 1989, 71 págs. B.

    «Surgido no final dos anos oitenta, quarenta e cinco anos depois da recolha que, sob o título paradigmático de “Poesia”, criou para a sua autora um lugar na literatura portuguesa sempre em expansão ao longo da segunda metade do século passado, o livro que agora se reedita tem o especial interesse de condensar nas suas escassas páginas, em meia centena de textos, algumas das linhas fundamentais do universo de Sophia de Mello Breyner Andresen, permitindo a um leitor que, por hipótese, começasse aqui o seu percurso no interior desse universo, apreender-lhe facilmente as regras e as rotas para a viagem.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias para Ler e Deitar Fora

    Histórias para Ler e Deitar Fora

    Joaquim Letria

    3,00 

    Trata-se de uma antologia de crônicas escritas por Joaquim Letria, jornalista e escritor português, cofundador do semanário “O Jornal” e mais tarde fundador do “Tal & Qual”.

  • Vieram Para Morrer

    Vieram Para Morrer

    Jaime Gralheiro

    7,00 

    Vieram Para Morrer de Jaime Gralheiro.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 101 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Manuscrito na Garrafa de Daniel Filipe

    Manuscrito na Garrafa

    Daniel Filipe

    15,00 

    Manuscrito na Garrafa de Daniel Filipe.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1960, 156 págs. B.

    O autor, jornalista e poeta natural de Cabo Verde, colaborou nos «Cadernos do Bloqueio», «Távola Redonda» e «Seara Nova». Primeira e cremos que única edição desta curiosa novela de Daniel Filipe, afastada das livrarias pela polícia política da época aquando do seu aparecimento. Livro dado a lume na «Colecção Horas de Leitura».

     

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir

  • Helena de Machado de Assis

    Helena

    Machado de Assis

    2,50 

    Publicado em 1876, Helena é um romance do primeiro período de Machado de Assis, em que o próprio reconhece um excesso de romantismo trágico.
    A protagonista é de origens humildes, sendo reconhecida em testamento como filha e herdeira do conselheiro Vale, um membro da elite do Rio de Janeiro.
    Por isso, vai passar a viver na mansão da família, com a irmã do conselheiro Vale e Estácio, seu filho legítimo.
    A relação entre Helena e Estácio transforma-se em paixão não assumida. Mas o segredo que Helena traz consigo permite um desfecho inesperado.

  • Gerez: Quadros e Canções

    Gerez: Quadros e Canções

    Matias Lima

    10,00 

    Gerez: Quadros e Canções de Matias Lima.
    Minerva. Famalicão, 1939, 133 págs. B.

    Livro de poemas inspirados e escritos sobre o Gerez.

    O’ Gerez do Cabril e Pedra Bela,
    coroado de sol, águias reais!
    Gerez das altas serras-cidadela
    de rochas fortes, morros colossais;

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Galiza, 1905

    Galiza, 1905

    Fialho de Almeida

    7,50 

    Galiza, 1905 de Fialho de Almeida.
    O Independente. Lisboa, 2001, 314 págs. B.

    Tudo isto entra em mim de tal modo que eu velho de 50 anos, com barbas brancas, não tenho outro meio de mostrar o meu agrado senão desatando a gritar «Viva a Galiza!», enquanto as lágrimas me caem pelas barbas e toda a gente ri, dizendo: «Está loco o portugues!».

    Oh que estrada de rampas deliciosas, encostadas às montanhas, subindo agora sem cessar, não avançando nunca, subindo, voltando, e que parece feita, não por um engenheiro, mas por um grande poeta paisagista! E os olhos para trás descobrem paraisos verdes, perspectivas de inferno, braços de castanheiros que já de longe têm o ar de nos deitar a sua bênção, e de, nesta terra boa, de gente hospitaleira, nos desejar boa viagem.

    Em todas as estradas da Galiza há, marcada em postes sucessivos, não só a contagem quilométrica, senão, nas bifurcações, o destino das estradas, aonde levam, por que povos passam […] Ninguém arranca esses benéficos avisos, que ficam bajo la guardia del pueblo, como os jardins públicos, e o mais. Que lição para a estúpida e mal intencionada gentalha portuguesa, que tudo estraga!

    Um barco de vela a todo o pano é uma admirável e elegantíssima criação da fantasia utilitária. Só pela beleza das linhas vale todos os couraçados do mundo, que como os automóveis nunca perderão o tipo antipático que têm de ferros de engomar.

    Num oratório envidraçado (curiosidade) vi um Menino Jesus, nu, em atitude de meditar, horrível como estátua, e tendo um dos pés sobre uma caveira humana. Tão pequeno e tão brejeiro, e já Hamlet!

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa na Duna de Fernando Namora

    Casa na Duna

    Fernando Namora

    6,00 

    A fazenda dos Paulos definha a olhos vistos entre o pinhal ermo e a lagoa de Corrocovo. O gado, o vinho e o milho mal chegam para encher os armazéns locais, quando Mariano se vê hesitante em mecanizar a lavoura. Se ao menos Hilário, seu filho, desse provas do seu interesse pela manutenção da casa, a antiga premonição de ruína da família avistar-se-ia longe. A fome e a miséria grassam assim na terra estéril da aldeia, mas nada travará o avanço da lógica de mercado e concorrência, que tudo arrasta.

  • Café Orion

    Café Orion

    Rui Mesquita

    7,00 

    Café Orion de Rui Mesquita.
    Moraes Editores. Lisboa, 1980, 45 págs. B.

    A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA ao promover o eencurso para 12 peças de teatro teve, como finalidade cultural incentivar a produção deste género literário, algum tanto esquecido pelos escritores portugueses.

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

    Concedendo o seu patrocinio à edição daquelas peças, tornou consequentemente mais acessíveis os respectivos preços de venda, logo possibilltando a sua maior difusão.

    A MORAES ao publicá-las tem o duplo prazer de se associar a esta iniciativa da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA e de com ela inaugurar uma nova série – a que chamou PALCO – de cuja continuidade está segura.

  • Bichos de Miguel Torga

    Bichos

    Miguel Torga

    4,00 

    Bichos de Miguel Torga.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1961, 135 págs. B.

    Escrito num registo peculiar marcado pelo recurso a um tom coloquial, a uma adjectivação específica e a diversas metáforas muito expressivas sobre uma realidade à qual se encontra intimamente ligado.

    As personagens e a acção desta história têm um carácter profundamente humano com um tom dramático e até desesperado.

    📕 6ª Edição Remodelada.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bens Adquiridos

    Bens Adquiridos

    Margarida Futscher

    10,00 

    Bens Adquiridos de Margarida Futscher.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1974, 66 págs. B.

    Segundo de Livro de poesia de Margardia Futscher (1920-1981) que contou com a ajuda de Ruy Cinatti a quem a poetisa dedicada cinco poemas.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📖 Exemplar por abrir

  • Balada da Neve de Augusto Gil

    Balada da Neve

    Augusto Gil

    7,00 

    Augusto Gil (Porto, 1873 – Lisboa, 1929) passou a infância na Guarda e estudou Direito em Coimbra, onde contactou com várias correntes literárias. Exerceu advocacia e foi diretor-geral das Belas-Artes.

    A sua poesia reflete influências do parnasianismo, simbolismo e realismo, com destaque para um lirismo tipicamente português, muitas vezes irónico. Foi exímio na quadra popular e tornou-se popular com Luar de Janeiro. Ladislau Patrício reuniu inéditos seus em 1942.

  • América, América

    América, América

    Rui Henriques Coimbra

    6,00 

    América, América de Rui Henriques Coimbra.
    O Independente. Lisboa, 2001, 182 págs. B.

    “Claro que os casinos índios não oferecem esteiras para os convidados se sentarem nem cocktails chamados Lágrimas de Condor. São tão modernos quanto possível e as empregadas brancas têm as mini-saias do costume. […] Os novos casinos podem ter slot machines e outras coisas que põem o Touro Sentado a dar pinotes no além, mas há um compromisso respeitoso entre o tradicional e o prático. O casino dos Pequot, por exemplo, tem logo à entrada uma estátua do Fazedor de Chuva que projeta um raio laser até onde o céu deixa. A maioria das cidades americanas são lado nenhum. Chega-se de viagem a um desses sítios com prédios e não há nada que se veja. Não há vivalma nas ruas, seja em Seattle, Denver, San Diego, Minneapolis, Kansas City, Filadélfia, Los Angeles, Little Rock, Oklahoma City ou qualquer outra cidade. Mesmo que uma pessoa chegue a Braga ou a Bruxelas à meia-noite, dá com um par de sítios com alguma atividade. Mas tentem chegar a Dallas às três da tarde. As únicas criaturas disponíveis são negros à espera de transporte público em paragens autocarro sujeitas a uma ventania quente. Aliás, mesmo em Nova Iorque, a partir de uma certa hora só a área da Broadway mantém o bulício de turistas e néon. O resto da cidade desce aos infernos da escuridão perigosa por volta da hora de jantar. Os outros aglomerados urbanos americanos são bem piores: simplesmente não há ninguém em lado algum.”

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hóspede de Job, O

    Hóspede de Job, O

    José Cardoso Pires

    6,00 

    Hóspede de Job de José Cardoso Pires.
    Moraes Editores. Lisboa, 1970, 251 págs. E.

    Fábula que evoca o Alentejo feudal dos anos 50, que cortava com o neorrealismo dominante na literatura portuguesa da época. Foi escrita entre 1953 e 1954, “um romance destinado unicamente a ilustrar uma legenda, uma moral ou um clima humano, para lá de qualquer imediatismo de tempo e de lugar histórico”.

    José Cardoso Pires dedicou a obra a seu irmão, que morreu num acidente de aviação em cumprimento do serviço militar, como protesto contra a guerra fria e a colonização militar.

    📝 Assinatura de posse.

  • Histórias da Terra e do Mar

    Histórias da Terra e do Mar

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    5,00 

    Enquanto Lúcia se deslumbra com o brilho de um mundo a que quer pertencer, Hans desafia os mares para fazer cumprir o seu destino.
    Nestas histórias, em terra e no mar, as personagens procuram a sua verdadeira vida, que se revela nos espaços, na noite, no silêncio, no som do mar.

  • Selo da Roda, O

    Selo da Roda, O

    Pedro Ivo

    6,00 

    Romance de intenção moralizadora, esta obra denuncia a roda dos expostos, instituição criticada pelo narrador em tom exaltado. A história acompanha Fernanda, filha de um amor proibido entre famílias rivais, que cresce marcada pelo estigma do abandono. Após várias provações, reencontra a felicidade, mas nunca se liberta totalmente do passado. As intervenções do narrador envolvem o leitor e reforçam a mensagem social.