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  • Capitania de São Vicente

    Capitania de São Vicente

    José de Anchieta

    2,50 

    Capitania de São Vicente de José de Anchieta.
    Parque Expo’98. Lisboa, 1997. B.

    Há um certo peixe, a que chamamos boi marinho, os Índios denominam-o iguaraguá, frequente na Capitania do Espírito Santo e em outras localidades para o Norte…

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  • Cão Como Nós de Manuel AlegreScanner 20250324 (6)

    Cão Como Nós

    Manuel Alegre

    3,50 

    Cão Como Nós de Manuel Alegre.
    Planeta DeAgostini. Lisboa, 2004, 115 págs. E.

    É um épagneul-breton a personagem principal do novo livro de Manuel Alegre. Com “manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça”. Cão… como nós. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, ‘chora’ a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele ‘é’ parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente.

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  • Felizmente Há Luar

    Felizmente Há Luar

    Luís de Sttau Monteiro

    5,00 

    Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro.
    Editorial Ática. Lisboa, 1969, 164 págs. B.

    Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.

    Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (…) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.

    Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em Le théatre sous la contrainte, Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.

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  • Farpas, As

    Farpas, As

    Eça de Queiroz

    15,00 

    As Farpas: Crónica Mensal de Política, das Letras e dos Costumes de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão.
    Principia. Cascais, 2004, 637 págs. B.

    A presente edição dos textos que, sob o título As Farpas, foram publicados em 1871-1872 visa um duplo propósito: por um lado, proporcionar a quantos se interessam pelos estudos queirozianos a oportunidade, até hoje inexistente, de poderem dispor da sua edição original; por outro lado, dar a conhecer ao grande público, na sua pureza, uma obra que, na versão conhecida sob o título de Uma Campanha Alegre, se apresenta diferente e editada de forma descuidada. Diz Maria Filomena Mónica que As Farpas marcaram uma época, o que não nos deve surpreender dada a sua originalidade, fruto «da raiva sentida por uma nova geração diante da burguesia que se instalara no poder após a Regeneração de 1851». Na presente edição, apenas se atualizou a ortografia. Em tudo o mais, manteve-se a integralidade dos textos originais. Uma «Tabela Onomástica», um «Glossário», uma «Cronologia» e inúmeras notas ajudam os leitores a colocar As Farpas no contexto da época.

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  • Face Sangrenta,

    Face Sangrenta,

    Vergílio Ferreira

    50,00 

    Face Sangrenta de Vergílio Ferreira.
    Contraponto. Lisboa, 1953, 78 págs. B.

    Primeira edição de um dos mais raros títulos da bibliografia de Vergílio Ferreira. Composto pelos contos Mãe Genoveva; Jacinto, o Livre; Gló; A Palavra Mágica; O Jogo de Deus; O Indiferente; O Encontro; e por fim, Adeus; «Face Sangrenta» é porventura o último título da obra do autor alinhada com o Neo-Realismo, movimento do qual se afastou para abraçar a corrente existencialista de Sartre e Malraux.

    📖 Exemplar por abrir
    Esta edição não é uma dos 500 exemplares com ilustrações de Lima de Freitas

  • Poetas de Santarém

    Poetas de Santarém

    Joaquim Veríssimo Serrão

    6,00 

    É uma tradição antiga que a cidade de Santarém sempre foi um cenário votivo para erguer muitas expressões de conteúdo poético. Lembremos apenas os trovadores da meia Idade e também que outros líricos, no decurso dos séculos, a enobreceram com os primores emanados da sua obra literária. A poesia autêntica continua a fazer a sua…

  • Lusíadas

    Lusíadas

    Luís de Camões

    20,00 

    Lusíadas de Luís de Camões.
    Imprensa Nacional de Lisboa. Lisboa, 1931, 375 págs. B.

    Foi esta edição de Os Lusíadas feita por iniciativa de Afonso Lopes Vieira e por amor de Portugal e do poema.

    O texto reproduz o da edição prínceps de 1572, com a ortografia e a pontuação reformadas, e foi revisto pelo mestre camonista Dr. José Maria Rodrigues também responsável pelas «Notas filológicas, históricas, geográficas, mitológicas e cosmológicas» apresentadas no fim. Ilustrado com um retrato do autor e um mapa intitulado “CARREIRA DA INDIA NO SEO DESCOBRIMENTO POR VASCO DA GAMA.. O prefácio é transcrito com autorização da falecida e eminente professora D. Carolina Michaelis de Vasconcelos.

    O retrato foi gravado sobre a iluminura quinhentista oriental, pertencente ao Marquês de Rio Maior.

    📝 Assinatura de posse.

  • Líricas Portuguesas 4ª Série

    Líricas Portuguesas 4ª Série

    António Ramos Rosa

    15,00 

    Apreciada antologia, cuja selecção esteve a cargo de José Régio, Cabral do Nascimento, Jorge de Sena e António Ramos Rosa. No dizer de Sena: “Não há qualquer comparação possível entre estas três séries da ‘Líricas Portuguesas’ a não ser ser a relativa subordinação de três personalidades intectualmente a artìsticamente muito diversas — os antologizadores —…

  • Líricas Portuguesas 2ª Série de Cabral Nascimento

    Líricas Portuguesas 2ª Série

    Cabral Nascimento

    15,00 

    Apreciada antologia, cuja selecção esteve a cargo de José Régio, Cabral do Nascimento, Jorge de Sena e António Ramos Rosa. No dizer de Sena: “Não há qualquer comparação possível entre estas três séries da ‘Líricas Portuguesas’ a não ser ser a relativa subordinação de três personalidades intectualmente a artìsticamente muito diversas — os antologizadores —…

  • Tudo bem em Santarém e Outros Poemas Menores

    Tudo bem em Santarém e Outros Poemas Menores

    Mário Rui Silvestre

    6,00 

    Tudo bem em Santarém e Outros Poemas Menores de Mário Rui Silvestre.
    Auctoris Edições. Santarém, 2008, 118 págs. B.

    desenha não te atardes
    a lua sobre a cidade
    a cidade no planalto
    dois corações sob a lua
    sangrando na claridade
    difusa de bater juntos

    não repares. não perguntes.
    no cão em mim. no
    inferno.
    na lua sobre o planalto
    não, não feches o caderno.

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  • Obra Poética

    Obra Poética

    Guilherme de Azevedo

    10,00 

    Esta antologia da obra poética de Guilherme de Azevedo é constituída fundamentalmente pelos poemas dos três livros: Aparições, Radiações da Noite e A Alma Nova, publicados em 1867, 1871 e 1874, respectivamente. São estas as três etapas fundamentais do seu percurso poético, a que se poderão acres-centar algumas poesias dispersas que vão em apêndice, no…

  • Calma Declinava, A

    Calma Declinava, A

    Mário Rui Silvestre

    5,00 

    Calma Declinava de Mário Rui Silvestre.
    Câmara Municipal de Santarém. Santarém, 2000, 216 págs. B.

    Vá lá o que tem este banco de especial? Está a ver acolá o nosso Ibn Irrick, fero e armado, a desancar nos mouros junto da porta de Atamarma?, Estou e não julgue que tenho pena deles que mantinham aqui reféns muitos dos sobreviventes de Soure, Não é isso, a história diz que o Mem Moniz de Canderei rachou os portões à machadada para o rei entrar com a cavalaria, e este portão é do tipo de subir e descer, todo em ripas de ferro cruzadas, Melhor! só teve de puxar a corda para o içar e pronto, se no século dezanove tivessem seguido os conselhos do Garrett e não deitassem abaixo essa porta íamos lá ver, assim contente-se com a imaginação deste artista que não é mau de todo, só isto?, Não, agora dê a volta ao banco…

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  • Poesias Castelhanhas de Camões (86) (1)

    Poesias Castelhanhas de Camões

    Vasco Graça Moura

    7,00 

    Poesias Castelhanhas de Camões de Vasco Graça Moura [trad.].
    Babel. Lisboa, 2010, 71 págs. B.

    O volume reúne a produção poética de Luís de Camões escrita na língua castelhana. A publicação disponibiliza estas composições em edição autónoma. O trabalho de tradução e o texto introdutório pertencem a Vasco Graça Moura. O livro apresenta o diálogo entre a lírica camoniana e a tradição literária peninsular do Renascimento

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  • Poesia de Cristovam Pavia

    Poesia

    Cristovam Pavia

    20,00 

    Poesia de Cristovam Pavia.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 278 págs. E.

    Cristovam Pavia, é considerado um dos poetas mais talentosos da primeira metade do século XX. Em vida editou apenas um livro : 35 poemas. Em 1982, já muito depois da sua morte (1968) foi publicado um livro com os 35 poemas, os «poemas esparsos» e «poemas inéditos». É esse o livro que hoje aqui se reedita, mas com uma ordem que os estudiosos do autor consideram mais correcta e incluindo 8 textos inéditos.

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  • Peregrinação de Fernão Mendes Pinto

    Peregrinação

    Fernão Mendes Pinto

    3,00 

    Peregrinação de Fernão Mendes Pinto.
    Seara Nova. Lisboa, 1954, 142 págs. B.

    RAZÕES DA PRESENTE EDIÇÃO. Os trechos foram escolhidos de modo que dessem um apanhado geral dos países percorridos por Fernão Mendes Pinto e oferecessem as suas mais belas páginas de narração e descritivo. São ligados uns aos outros por sumários, que dão um resumo da matéria da Peregrinação. A edição escolhida foi a primeira, de 1614, cuja revisão, não é da responsabilidade do autor, pois tinha morrido havia mais de trinta anos.

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  • Leonor Teles

    Leonor Teles

    Seomara da Veiga Ferreira

    7,50 

    O mais recente romance histórico daquela que é considerada uma das principais autoras portuguesas no âmbito deste género literário. Desta vez, um retrato surpreendente e desconhecido de Leonor Teles, que vem contribuir decisivamente para o debate acerca desta polémica e enigmática personagem histórica.