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  • Manopla de Karasthan

    Manopla de Karasthan

    Filipe Faria

    6,00 

    Manopla de Karasthan de Filipe Faria.
    Editorial Presença. Lisboa, 2002, 534 págs. B.

    Na imensidão cósmica existe um mundo, Allaryia, de grandes heróis e vilões infames, de seres de uma beleza indescritível e criaturas maléficas de uma fealdade atroz, nações poderosas e impérios tirânicos. Depois de muitas eras que alternaram entre a paz e a discórdia, encontramos neste primeiro volume das Crónicas de Allaryia, um tempo de aparente tranquilidade, de uma calma inquietante, semelhante ao silêncio que antecede a tempestade. Algures, numa câmara escura, subterrânea, algo se move, tentando libertar-se de anos de cativeiro, algo monstruoso, inumano, sedento de sangue e dor. O povo de Allaryia perdeu o seu campeão – Aezrel Thoryn, provavelmente morto numa batalha contra o Flagelo, a força das trevas, em Asmodeon – e mais do que nunca precisa de protecção. Aewyre Thoryn, o filho mais novo do saudoso rei, pega em Ancalach, a espada do seu pai, decide descobrir o que realmente lhe aconteceu e parte a caminho de Asmodeon. O que o jovem guerreiro não podia prever era que a sua demanda pessoal se iria transformar, à medida que os encontros se vão sucedendo, na demanda de um grupo particularmente singular, que reunirá a mais estranha e inesperada mistura de seres – Allumno, um mago, Lhiannah, a bela princesa arinnir, Worick, um thuragar, Quenestil, um eahan, Babaki, um antroleo, Taislin, um burrik, Slayra, uma eahanna negra e o próprio Aewyre. O ritmo a que se sucedem as aventuras é absolutamente alucinante, a cada passo surgem perigos mais tenebrosos, seres aterradores que esperam, ocultos nas sombras, o melhor momento para atacar e roubar a tão desejada Ancalach… Mas os laços de amizade que unem o grupo estão cada vez mais fortes e, juntos, sentem-se capazes de enfrentar qualquer inimigo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Homem de Barbas e Outros Contos

    Homem de Barbas e Outros Contos

    Manuel de Lima

    10,00 

    Homem de Barbas e Outros Contos de Manuel de Lima.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1973, 185 págs. B.

    “As pessoas que mais admiro são aquelas que melhor divergem da minha pessoa. Claro está, só se diverge de outrem dentro do que nos é comum. Porque há quem nada tenha de comum connosco, nem sequer a própria existência e a mesma humanidade. E não esqueçamos que o espaço e o tempo são aparências por nós fabricadas para dar passo ao espírito e não lenha para nos queimarmos.  (…) O autor de Um Homem de Barbas servindo-se do realismo para desfazer o próprio realismo, acaba por nos introduzir sem peias no mundo da ficção, e com a velocidade do próprio pensamento desloca as suas personagens até ficar no fim o único símbolo da obra: as barbas. Escanhoe-se bem o leitor e assim mesmo ainda haverá Natálias que lhe façam barbinhas no sotão!”. – Almada Negreiros

    📕 1ª Edição.
    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Ferida de Amor

    Ferida de Amor

    Catarina Fortunato de Almeida

    5,00 

    «… Há já algum tempo que ele não me agredia, o que me convencera de que finalmente o pesadelo tinha acabado. Não podia estar mais enganada. O meu marido pegou-me no braço para me levar para a cozinha. Não percebia o que ele queria e honestamente nem imaginei que ele me pudesse bater. Afinal estavam…

  • Domingo à Tarde de Fernando Namora

    Domingo à Tarde

    Fernando Namora

    7,00 

    Jorge é um médico irascível, cínico e desagradável até surgir Clarisse, uma leucémica. A partir daí, tudo se modifica. Uma história exemplar de amor e de morte, que nos mostra como somos forçados a reprimir impulsos vorazes. Um grande escritor e um grande romance.

  • Dia Atrás do Outro, Um

    Dia Atrás do Outro, Um

    Laurinda Alves

    5,00 

    Um Dia Atrás do Outro de Laurinda Alves.
    Oficina do Livro. Lisboa, 2001, 182 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio de Mia Couto.

    “Um mundo em que existe a lua e ela importa tanto quanto as utilitárias categorias do lucro. Laurinda Alves convoca as pedras escuras e gastas das praças antigas para a celebração dessa eternidade. Escrita religiosa esta que reinventa o sentimento do sagrado, a humanização do humano”.
    Mia Couto

    📝 Assinatura de posse.

  • Cristo Rei

    Cristo Rei

    Joaquim de Ourém

    7,50 

    Cristo Rei por Joaquim de Ourém.
    Edição Maranaus. Lisboa, 1955, 221 págs. B

    Das profundas do meu ser,
    desta vasa de paul,
    eu subi ao belveder
    para meus olhos pascer
    nos espaços do azul.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Crime do Padre Amaro

    Crime do Padre Amaro

    Eça de Queiroz

    3,50 

    Crime do Padre Amaro de Eça de Queiroz.
    Livros do Brasil. Lisboa, 2008, 507 págs. B.

    Nesta obra polémica que gerou a contestação por parte da Igreja Católica portuguesa e, mais tarde, de outros que acusaram o autor de plágio, Eça de Queiroz definiu o que, para si, seria a principal função da Arte: uma extraordinária ferramenta de reforma social. É através do amor proibido entre Amaro, pároco recém-chegado à cidade de Leiria, e a jovem Amélia, filha da mulher que o hospeda, que se critica o clero católico e a sua promíscua influência nas relações domésticas. Se este livro parecia e poderia ser a morte anunciada de uma carreira literária sólida, tornou-se na verdade um dos textos centrais da obra de Eça de Queiroz, que prova aqui, mais uma vez, ser a voz da frente na denúncia da hipocrisia dos valores da sociedade portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bruxa de Portobello de Paulo Coelho

    Bruxa de Portobello

    Paulo Coelho

    5,00 

    Bruxa de Portobello de Paulo Coelho.
    Pergaminho. Lisboa, 2009, 221 págs. B.

    O novo romance de Paulo Coelho conta a história de Athena, uma jovem adoptada por emigrantes libaneses que se estabeleceram em Inglaterra para fugir à guerra que assolava o seu país natal. Agora, têm de enfrentar uma intolerância religiosa que se assemelha à existente nos tempos da Inquisição, quando os que eram considerados hereges pela Igreja Católica eram violentamente punidos e condenados à fogueira. Este é um retrato da sociedade contemporânea, onde o medo da mudança e o conformismo muitas vezes determinam o curso das nossa vidas…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vozes Intimas

    Vozes Intimas

    António Osório

    10,00 

    Vozes Intimas de António Osório.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2008, 253 págs. B.

    Neste livro, António Osório partilha connosco as vozes de alguns artistas (pintores, músicos e escritores). Estão aqui, entre outros, Mário Botas, Vivaldi, Eugénio Montale e Umberto Saba. Há espaço para alguns segredos, cartas, escritos e memórias (visto que o autor conheceu algumas das pessoas que aqui homenageia).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ultimatum e Páginas de Sociologia Política

    Ultimatum e Páginas de Sociologia Política

    Fernando Pessoa

    10,00 

    Obra com recolha de textos de Drª. Maria Isabel Rocheta e Drª. Maria Paula Morão. Com introdução e organização de Joel Serrão.

  • Na Tua Face de Vergílio Ferreira

    Tua Face, Na

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Na Tua Face é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em Na Tua Face é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza,…

  • Segunda Imagem de Natércia Freire.

    Segunda Imagem, A

    Natércia Freire

    20,00 

    A poesia de Natércia Freire é, segundo David Mourão-Ferreira, “das mais densas de toda a nossa história literária”. Livro integrado na colecção de Poesia “Convergência”.

  • Poesia Completa

    Poesia Completa

    António Patrício

    10,00 

    Encalhado na foz daquele rio, numa água baixa e morta de revessa, vi a carcassa podre dum navio que a Morte desprezou, deixa morrer sem pressa. Nessa tarde d’inverno e de névoa e de chuva, em que as nuvens no céu eram lúgubres frotas, tinha a miséria duma velha viúva por entre os pios estridentes…

  • Mulher do Legionário de Carlos Vale Ferraz

    Mulher do Legionário, A

    Carlos Vale Ferraz

    7,50 

    Mulher do Legionário de Carlos Vale Ferraz.
    Casa das Letras. Alfragide, 2013, 450 págs. B.

    Fernanda, filha de Eduardo Lobo, um advogado oposicionista suspeito de ter à sua guarda documentos secretos que incriminariam alguns dos membros mais importantes do regime de Salazar durante a Segunda Guerra Mundial, envolve-se com Augusto Torres, um jovem e ambicioso membro da Legião Portuguesa, que recebeu a missão de descobrir tais documentos. Eduardo Lobo aparentemente suicida-se, o legionário casa com Fernanda e os comprometedores papéis não aparecem. Ficarão a pairar ao longo dos anos como uma ameaça sobre vários interesses e ambições.

     

    Fernanda revela-se uma mulher fora das leis da sua época e Augusto um homem capaz de tudo para ascender aos mais altos cargos do regime.

     

    Após o casamento, os indícios que foram chegando a Fernanda Torres fizeram com que não conseguisse pensar no marido sem ser como o assassino do seu pai. A partir daí, mais do que procurar a verdade, Fernanda quer fazer justiça para lá do tempo, causar-lhe todo o mal possível, vingar-se.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cartas Familiares

    Cartas Familiares

    Francisco Manuel de Melo

    10,00 

    Cartas Familiares de Francisco Manuel de Melo.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 625 págs. B.

    Editadas em Roma em 1664,já desde 1649 que D. Francisco Manuel de Melo, com a colaboração do seu amigo, o humanista António Luís de Azevedo o primeiro que se meteu a atentar no valor humano e literário dos textos epistolares do grande escritor seiscentista se ocupava em organizar a vasta colectânea onde reuniu cinco centenas, seleccionadas entre os milhares que escreveu sobretudo durante o período em que se viu confinado às quatro paredes de uma prisão. Homem de acção, cortesão e citadino, a carta tornou-se para D. Francisco Manuel de Melo uma forma de participação, um elo de ligação com o mundo social donde a sua presença física fora banida, mas de que, pela viva Inquietação do seu espírito e pela recusa em aceitar uma situação inexplicável de injustiça, não estava desligado. A carta de parabéns, de pêsames, de congratulação, de negócios particulares substituía a palavra que de viva voz estava impedido de transmitir. Lidas por ordem cronológica e que se estabeleceu para a presente edição as cartas tornam-se uma espécie de diário que acompanha os deveres sociais, as preocupações, as reflexões, os interesses culturais do autor. Por elas nos vamos dando conta dos seus projectos, das realizações literárias, dos insucessos ou dos êxitos editoriais. Mas o que delas sobressai, acima de tudo é a coragem, a força de animo com que sempre lutou «pela justiça de que ninguém é Indigno.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crucificados de Júlio Dantas

    Crucificados

    Júlio Dantas

    6,00 

    Crucificados de Júlio Dantas.
    Sociedade Editora Portugal-Brazil. Lisboa, s.d., 214 págs. B.

    Um interior modesto de solteirões, no Bairro-Alto. Casa velha da rua da Atalaia: rodapé baixo de azulejos; janela de tabuinhas. Porta para a escada; vê-se o patamar de tijolo e o corrimão. Estante de livros; pape leira; cadeiras de roca. O ar desaconchegado das casas onde não há mulheres. Um sofá. Perto, mesa de trabalho: livros, papéis, candeeiro de petróleo com abat-jour verde.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.