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  • Fogo Preso de Miguel Torga

    Fogo Preso

    Miguel Torga

    20,00 

    Fogo Preso de Miguel Torga.
    Coimbra Editora. Coimbra, 1976, 131 págs. B.

    Páginas de circunstância, realmente, datadas como nenhumas outras no tempo e na motivação. Redigidas no ardor da refrega, sem premeditação e sem vagar, à queima-roupa, pergunto a mim mesmo que frémito poderão guardar ainda dessas horas de protesto. Em que medida serão capazes de mostrar convincentemente à curiosidade vindoira a experiência trágica que as motivou. A via dolorosa de um povo inteiro, sucessivamente traído com o mais cínico desprezo ou o mais demagógico impudor, a que só alguns, de longe em longe, por especial benevolência ou táctica do opressor — e debaixo do seu olhar vigilante — davam expressão indignada e dorida, multiplicada a medo pelo arrebatamento catártico ou mimético dos restantes”. Capítulos importantes para a história da Revolução do 25 de Abril, para a bibliografia transmontana, Eça de Queirós e Teixeira de Pascoaes.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Príncipes de Portugal de Aquilino Ribeiro01

    Príncipes de Portugal

    Aquilino Ribeiro

    20,00 

    Príncipes de Portugal: suas grandezas e misérias de Aquilino Ribeiro.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 208 págs. B.

    “(…) Sempre contra o salazarismo, Aquilino Ribeiro percorreu o calvário que pesou sobre os intelectuais e outros adversários do regime. A sua colaboração regular nos jornais O SéculoJornal do ComércioRepública e, por vezes, Diário de Lisboa foi sujeita a cortes e interdições da censura. Teve livros proibidos, foi atacado e insultado de forma ignóbil — sem poder defender-se — na então chamada Assembleia Nacional quando publicou Príncipes de Portugal – Suas Grandezas e Misérias (1953). Mas de todos os casos, o de maior gravidade e repercussão decorreu com o romance Quando os Lobos Uivam (1958), desmontagem da prepotência e arbítrio dos Tribunais Plenários, nos quais os magistrados de duas mães colaboravam, directamente, com uma PIDE (…) ”. – Aquilino e Salazar , por António Valdemar, em Público .

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Lima de Freitas

  • Ombro Arma de José Manuel Mendes

    Ombro Arma

    José Manuel Mendes

    6,00 

    Ombro Arma de José Manuel Mendes.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1991, 143 págs. E.

    Sobre esta obra dis Urbano Tavares Rodrigues no seu prefácio: «Ombro, Arma! é agora, de modo ainda mais saliente, um documento valiosíssimo sobre o antimilitarismo de uma mocidade que recusa a guerra colonial e aspira à transformação profunda do país (…) um texto luxuriante e luminoso, um hino à amizade e ao amor, sempre vivificado pelo ímpeto da palavra, pela qualidade da escrita.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros

    Lusíadas de Luís de Camões

    João de Barros

    6,00 

    Lusíadas de Luís de Camões de João de Barros.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1977, 214 págs. B.

    Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam. O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heroica! Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Martins Barata

  • Inês de Portugal

    Inês de Portugal

    João Aguiar

    5,00 

    Inês de Portugal de João Aguiar
    Edições ASA. Porto, 1997, 135 págs. B.

    Castelo de Santarém, num dia do ano de Cristo de 1359.
    Enquanto El-Rei D. Pedro I corre a caça pelos campos, os seus conselheiros Álvaro Pais e João Afonso Tello esperam com sombria ansiedade a chegada de dois prisioneiros, Álvaro Gonçalves e Pero Coelho, dois dos “matadores” de Inês de Castro (o terceiro, Diogo Lopes Pacheco, logrou fugir e refugiou-se em França). A esses homens havia sido solenemente prometido perdão, mas o Rei, decidido a vingar a única mulher que amou, quebrou o juramento feito, e agora eles vêm, debaixo de ferros, a caminho de Santarém. É este o ponto de partida de Inês de Portugal. Mas ao longo das suas páginas é todas a história de Pedro e Inês que João Aguiar reconstrói, abordando pela primeira vez um tema histórico posterior à Nacionalidade e fazendo-o desde logo com um dos mitos maiores da nossa consciência de Nação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Histórias de Mulheres de José Régio

    Histórias de Mulheres

    José Régio

    10,00 

    Histórias de Mulheres de José Régio.
    Brasília Editora. Lisboa, 1974, 324 págs. B.

    Histórias de Mulheres é uma coletânea de textos ficcionais (conto e novela) cujas personagens centrais são mulheres, o que desde logo confere a este livro uma identidade extraordinariamente original.

    Aqui encontramos, entre outras, as histórias de figuras como Menina Olímpia e a sua criada Belarmina numa história de decadência social e física, a História de Rosa Brava, que nos apresenta uma jovem lésbica cujo temperamento rebelde choca com os valores da sua família, ou ainda O vestido cor de fogo, história na qual um marido se vê oprimido pela sexualidade dominante da esposa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Fogo e as Cinzas

    Fogo e as Cinzas

    Manuel da Fonseca

    25,00 

    Fogo e as Cinzas de Manuel da Fonseca.
    Gleba. Lisboa, s.d., 161 págs. B.

    O Fogo e as Cinzas, publicado em 1951, é um dos mais significativos livros de contos da moderna literatura portuguesa, onde a arte de Manuel da Fonseca atinge a perfeita maturidade, revelando-se então um escritor de tendência regionalista e de funda preocupação humana, que retrata a vida pobre dos trabalhadores rurais das planícies alentejanas, dando especial realce à sua luta contra a injustiça. Os contos são acerca de um Alentejo dos anos 40 e 50, rústico e em decomposição. Eles nos falam das gentes de uma terra maravilhosa mas pobre: esse Alentejo de há muitas décadas, que assistia aos primeiros passos de um progresso lento.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse

  • Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal

    Crónica dos Bons Malandros

    Mário Zambujal

    5,00 

    Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1980, 144 págs. B.

    Sinto-me sequestrado por estes bons malandros”. Aos livros que fui escrevendo, e outros que venha a escrever, não lhes valem possíveis méritos. Mais de trinta anos depois de saltarem à cena, sem outra pretensão do que fazer sorrir circunstanciais leitores, os bons malandros não arredam pé e ganharam a afeição de gerações sucessivas. Nada mais surpreendente, para quem lhes deu vida, esta longevidade que permite divertir jovens de hoje, tal como acontecera com seus pais e mesmo avós. Aqui se apresenta uma nova (e esmerada) edição de um livro que já galgou pelo cinema e pelo teatro e ameaça novos estrondosos cometimentos. Entretanto, o que o autor ambiciona é o mesmo de sempre: proporcionar prazer de leitura a quem se dispõe à descoberta das singulares aventuras destes bons malandros. Se eles vos divertirem, cumprem o seu destino.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 7ª Edição.

  • Canto e as Armas de Manuel Alegre

    Canto e as Armas, O

    Manuel Alegre

    7,00 

    Canto e as Armas de Manuel Alegre.
    Centelha Editora. Coimbra, 1974, 139 págs. B.

    “Não me levem a mal se, apoiado num livro que pode considerar-se de estrela, me afortunar a dizer que com Manuel Alegre nasceu o maior poeta do neo-realismo português.’ Assim escreveu Mário Sacramento a propósito da Praça da Canção publicada em 1965. Posteriormente, com O canto e as Armas, Manuel Alegre prosseguiu o caminho duma poesia de combate, cantada e lida pelos que resistiam, proscrita e proibida pelo poder. Aqui se apresenta a 4ª edição deste livro, agora finalmente livre, para chegar a todos aqueles para que foi escrito”.

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Príncipe e a Lavadeira, OPríncipe e a Lavadeira de Nuno Tovar de Lemos

    Príncipe e a Lavadeira, O

    Nuno Tovar de Lemos

    6,00 

    Príncipe e a Lavadeira de Nuno Tovar de Lemos.
    Edições Tenacitas. Coimbra, 2004, 180 págs. B.

    O Príncipe e a Lavadeira é uma colecção de histórias de amizade, de encontros e desencontros, hinos e cantos de saudade e desejo. Quando se ouvem por dentro, debaixo das estrelas, fazem eco e deixam ver Deus e o Homem… Este livro é como quem nos diz um segredo ao ouvido: encontrarás o sentido da tua vida se fores capaz de a contar como uma história de amor.
    Vasco Pinto de Magalhães

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    📕 3ª Edição.

  • Anjo no Trapézio, UmAnjo no Trapézio

    Anjo no Trapézio, Um

    Manuel da Fonseca

    10,00 

    Anjo no Trapézio de Manuel da Fonseca.
    Prelo Editora. Lisboa, 1968, 142 págs. B.

    Manuel da Fonseca, que há uma dezena de anos não publicava um original, fá-lo hoje, senhor duma autoridade incontestável revelando-nos ser um novo escritor através dum livro igualmente novo, e mudança de objectivo que agora é a capital. “Nesta mão cheia de contos (…) invade-nos um mundo de figuras carregadas de potencial literário, movendo-se por lugares suados de vivências, criando e desfazendo situações, que ora atingem um profundo dramatismo ora deixam um rasto de tristeza irremediável.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Doida de Amor

    Doida de Amor

    Antero de Figueiredo

    6,00 

    Doida de Amor de Antero de Figueiredo.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 191 págs. Mole.

    Trata-se de uma das primeiras e mais invulgares obras de Antero de Figueiredo (1866-1953), escrito em forma epistolar.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Outra Vida de João Amaral Júnior

    Outra Vida

    João Amaral Júnior

    7,50 

    OUTRA VIDA DE JOÃO AMARAL JÚNIOR
    Fomento de Publicações. Lisboa, s.d. 46 págs. B.
    🗂️ Colecção: Novela, dir. Manuel do Nascimento

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem  às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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  • Obras

    Obras

    Fernando Pessoa

    30,00 

    Obras de Fernando Pessoa.
    Multilar. Lisboa, 1990, 10 vols. Dura.

    A obra de Fernando Pessoa é marcada por uma extraordinária diversidade estilística e intelectual, expressa sobretudo através da criação de múltiplos heterónimos — como Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares —, cada um com uma voz, visão de mundo e estilo literário próprios. Explorando temas como a identidade, a fragmentação do eu, o misticismo, a modernidade e o desencanto, Pessoa produziu poesia lírica e filosófica, ensaios, textos políticos e reflexões metafísicas, tanto em português como em inglês e francês. A sua escrita oscila entre o simbolismo, o futurismo, o classicismo e uma sensibilidade profundamente introspectiva, fazendo dele uma das figuras mais complexas e inovadoras da literatura mundial.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Obras Completas de Luís de Camões.

    Obras Completas

    Luís de Camões

    40,00 

    Obras Completas de Luís de Camões.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1980, 4 vols.

    Belíssima edição das Obras Completas de Camões, executada sobre papel de excelente qualidade. Perfeitíssimas reproduções a negro e a cores, nas páginas de texto e em folhas à parte, de trabalhos de Columbano, Condeixa, Malhoa, Carlos Reis, João Vaz, Júlio Gil, Lima de Freitas e Paulo Ferreira. Capas e arranjo gráfico da abertura dos volumes de Sebastião Rodrigues.

    👨🏻‍🎨 Guaches de Paulo Ferreira, Desenhos de Júlio Gil.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hora Secreta

    Hora Secreta

    João Pedro de Andrade

    7,50 

    Hora Secreta de João Pedro de Andrade
    Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 51 págs. Mole.

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem  às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.