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  • Klee de Paulo Tunhas

    Klee

    Paulo Tunhas

    6,00 

    Klee de Paulo Tunhas.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 62 págs. Mole.

    Paulo Jorge Delgado Pereira Tunhas (1960-2023) foi professor e investigador de Filosofia na Universidade do Porto, onde também se licenciou. Doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, desenvolveu uma abordagem original à filosofia como ideia e sistema, explorando o pensamento, a existência e a ação. Publicou obras de filosofia, organizou volumes coletivos e colaborou em projetos de Fernando Gil. Estudou autores clássicos e contemporâneos, publicou ensaios políticos e culturais, poesia, ficção e um libreto de ópera. Deixou inacabado um projeto sobre a “poética da filosofia”.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Walt

    Walt

    Fernando Assis Pacheco

    15,00 

    Walt de Fernando Assis Pacheco.
    Editorial. Bertrand. Lisboa, 1978, 120 págs. B.

    Este livro é uma prosa acerca dos malefícios da guerra entendidos no tempo do inefável Marcial Caneta, quando se falava do Vietnam «por coisas da causa». «Causa? que ninguém desposava; «coisas que ficaram, alarves, para a gente conhecer enfim como puderam ser, e porquê. Não tenho por isso nenhum remorso de estilo. Eu queria apenas dizer «Gare Matíma de Alcãntara», «Lisboa», num ano qualquer entre 1961 e 1974.

    Meto na prosa soldados, civis, incivis, chulos e putas, eu próprio estou lá, disfarçado de narrador-alferes, choro à bruta, gozo como um cabinda, narro, munto, finto o leitor, apetecia-me mandar o país Portugal ao tota, mas em segunda leitura sou um tipo basto moral e paro a meio palmo do traço proibido – ternuras! Quem grita no salto para o desconhecido é o meu preclaro comandado Frank Camiões.

    📕 2ª Edição.
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • 100 Pingos de Tinta

    100 Pingos de Tinta

    Ernesto Tomé

    5,00 

    100 Pingos de Tinta de Ernesto Tomé.
    Parceria A. M. Pereira. Figueira da Foz, 1946.  B..

    Colectânea de cem textos breves de Ernesto Tomé, publicada com um prólogo de tom irónico e autodepreciativo, em que o autor antecipa e desarma de antemão as críticas à sua obra, defendendo com humor que a frivolidade pode ser tão difícil de alcançar quanto a profundidade. O título sugere a natureza fragmentária e ligeira dos textos reunidos.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
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  • Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes

    Para Viver Um Grande Amor

    Vinicius de Moraes

    7,50 

    Para Viver Um Grande Amor de Vinicius de Moraes.
    Livraria José Olympio Editora. Rio de Janeiro, 1973, 197 págs. B.

    Este livro é metade em prosa, metade em versos – mas sempre de poesia. Vinicius de Moraes explica na “Advertência”, falando de suas crônicas, que “há, para o leitor que se der ao trabalho de percorrê-las em sua integridade, uma unidade evidente que as enfeixa: a de um grande amor”.
    Explica ainda que “os poemas visam a amenizar um pouco a prosa: dar-lhe, quem sabe, um “balanço” novo”. O poeta conseguiu exatamente isto, e daí a graça especial destas páginas cheias de carinho e de lirismo sensual.
    Um livro para os que amam, escrito com o sentimento humano de quem sabe fazer da vida uma grande aventura de amor.

    📕 8ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lágrimas de Aquiles de José Manuel Saraiva

    Lágrimas de Aquiles

    José Manuel Saraiva

    7,50 

    Lágrimas de Aquiles de José Manuel Saraiva.
    Clube do Autor. Lisboa, 2017, 290 págs. B.

    Baseada nas experiências do autor na Guerra do Ultramar, As Lágrimas de Aquiles é uma história de ficção sobre o amor, a saudade, a guerra e as escolhas que se tornam a nossa vida. Ou que acabam com ela.

    A Guerra Colonial tinha acabado há mais de 20 anos quando o ex-alferes Nuno Sarmento decide voltar à Guiné, numa busca do seu passado perdido. Nas matas onde viu morrer e foi morrendo, onde se faziam emboscadas e ataques, encontra apenas o desgosto e as lembranças mais dolorosas de uma guerra sem causa clara, em que parece que se perdeu mais do que se ganhou.
    Apenas um jovem estudante da Universidade de Coimbra quando tinha sido chamado às fileiras, deixara em Portugal a esperança de um futuro melhor e um amor à espera. Ao voltar do Ultramar, o amor já não esperava e ele próprio já não era o mesmo. Só tinha encontrado esquecimento, desilusão e a insistente dúvida sobre se tudo teria valido a pena.
    A guerra tinha acabado, era certo; mas, dentro dele, não existiam tréguas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    A Guerra Colonial tinha acabado há mais de 20 anos quando o ex-alferes Nuno Sarmento decide voltar à Guiné, numa busca do seu passado perdido. Nas matas onde viu morrer e foi morrendo, onde se faziam emboscadas e ataques, encontra apenas o desgosto e as lembranças mais dolorosas de uma guerra sem causa clara, em que parece que se perdeu mais do que se ganhou.
    Apenas um jovem estudante da Universidade de Coimbra quando tinha sido chamado às fileiras, deixara em Portugal a esperança de um futuro melhor e um amor à espera. Ao voltar do Ultramar, o amor já não esperava e ele próprio já não era o mesmo. Só tinha encontrado esquecimento, desilusão e a insistente dúvida sobre se tudo teria valido a pena.
    A guerra tinha acabado, era certo; mas, dentro dele, não existiam tréguas.

  • Batalha nas Sombras de Manuel Ribeiro.

    Batalha nas Sombras

    Manuel Ribeiro

    10,00 

    Batalha nas Sombras de Manuel Ribeiro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 290 págs. B.

    Este interessante romance de costumes decorre em Beja, no Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição.

    📝 Assinatura de posse.
    📕 3ª Milhar.

  • Peregrinação de Fernão Mendes Pinto

    Peregrinação

    Fernão Mendes Pinto

    30,00 

    Peregrinação de Fernão Mendes Pinto.
    Edições Afrodite. Lisboa, 1980, 2 vols. B.

    Versão para português actual de Maria Alberta Menéres; maqueta da colecção de Paulo-Guilherme; arranjo gráfico do volume de José Marques de Abreu.

    Volume II com comentários de Almeida Faria, Armando Castro, Armando M. Janeira, Eduardo Lourenço, Eduardo P. Coelho e Vítor Silva Tavares.

    «Quando às vezes ponho diante dos olhos os muitos e grandes trabalhos e infortunios que por mim passaram, começados no principio da minha primeira idade, e continuados pela maior parte e melhor tempo da minha vida….»

    Assim começa Fernão Mendes Pinto o relato espantoso de sua peregrinação ao longo de tantas e tão longinquas partes do mundo, de «tais estranhas coisas que viu e ouviu no reino da China, no da Tartária, no do Sornau, que vulgarmente se chama Sião, no do Calaminhan, no de Pegu, no de Martavão, e em outros muitos reinos e senhorios das partes orientais, de que nestas nossas do ocidente há muito pouca ou nenhuma notícia» – o relato espantoso de sua peregrinação ao longo não só dos Lugares a que ocasionalmente pertenceu ou de que teve conhecimento, como também do tempo que foi seu, dos homens e costumes que andou encontrando no trajecto daquela inteira linha quebrada que foi a sua vida, de vez em quando de euforia ou miséria, de sorte ou desventura, mas sempre de admiração e expectativa, que outra não foi a sua própria vida de homem vivo, de português aventureiro de Quinhentos-o espantoso relato de sua peregrinação ao longo de si mesmo, ou seja da capacidade enorme que um homem tem de saber ver, ouvir, tocar, cheirar e provar, de usar atenta e intensamente todos os seus sentidos, de inventar, de intervir, de dizer.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Meninos de Ouro de Agustina Bessa-Luís

    Meninos de Ouro, Os

    Agustina Bessa-Luís

    7,50 

    Meninos de Ouro de Agustina Bessa-Luís.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1984, 315 págs. B.

    «Esse homem fatal, José Matildes, é, a dado passo, definido como um Orfeu, dividido entre o resgate e a dissolução. Mas aonde regressará, e o que é que o desfaz? O caso amoroso com Marina certamente não o define no domínio moral, mas apenas no campo político. É por causa de Marina que José faz política, anda com ela ao lado como nas campanhas eleitorais, como se a conjugalidade fosse um comício. José é perspicaz, mesmo quando não se apercebe disso. Entendeu que os portugueses se desiludiram com a Revolução, que não foi apenas a libertação de um jugo mas uma promessa infundada de felicidade. Como escreve Agustina, o simbolismo afectivo da Revolução fracassou, e isso activou o velho fundo messiânico. Quem encarna esse Sebastião de gravata é José Matildes, príncipe de cortesia algo tensa, democrata sofista, jogador sem vícios. Ousado sem ser original, José detesta compromissos, cedências, afasta os aliados, seduz os adversários. Não é essencialmente um governante, nem um tribuno, é alguém que carrega uma angústia, que se sente culpado sem ter feito nada de mal, que vê os obstáculos como castigos.»

    📕 5ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Chapéus de Chuva

    Chapéus de Chuva

    Fiama Hasse de Pais Brandão

    7,50 

    Urbano Tavares Rodrigues afirma no seu dilatado e importante prefácio: “Esta peça, acusando uma trajectória impressionante do individualismo exasperado das anteriores para a comunhão social, é uma admirável afirmação – a de um provável grande dramaturgo de amanhã.”

  • Arcas Encoiradas de Aquilino RibeiroArcas Encoiradas de Aquilino Ribeiro

    Arcas Encoiradas

    Aquilino Ribeiro

    20,00 

    Arcas Encoiradas: Estudos, Opiniões, Fantasias de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 290 págs. Mole.

    No âmbito dos estudos etnográficos de Aquilino Ribeiro sobre o Interior português, republica-se agora Arcas Encoiradas.

    «Ainda no quintalejo da planície, mormente na casa há mocinha louçã, ver-se-á luzir a de Alexandria, a dália, o crisântemo bastardo, o nome de despedidas do verão; na horta ser além da couve galega, do cebolinho, dos colondros quando muito medram a alosna, o aipo, a arruda, o alecrim, a alfazema, que entram no condimento das mezinhas com que é vezo seu ou era da sua medicar-se. Mas se a árvore de fruto está na do meio da leira porque a sombra prejudica ao cultivo, com razão dobrada não entra ali planta viva apenas para mimo dos olhos. Ama a terra amor entranhadamente egoísta e a ferocidade lobo insatisfeito. Não lhe toquem no talhadoiro águas; cuidado, a charrua do vizinho não desvie o marco um centímetro para a banda; que a cabra pobre não lhe roa as duas fêveras que se inclinam para o baldio; sem licença não pisem o que é e paga boa décima ao “cães da Fazenda”!»

    📕 1ª Edição.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Piolho Viajante Divididas As Viagens em Mil e uma Carapuças de António Manuel Policarpo da Silva

    Piolho Viajante Divididas As Viagens em Mil e uma Carapuças

    António Manuel Policarpo da Silva

    25,00 

    Obra satírica, importante para o conhecimento da sociedade portuguesa dos primeiros anos do século XIX,
    ilustrada nas páginas do texto e em folhas à parte representando costumes da época.
    Encadernação do editor em percalina com gravações na lombada e pastas.

  • Desaparecido e Outros Poemas

    Desaparecido e Outros Poemas

    Carlos Queiroz

    15,00 

    Desaparecido e Outros Poemas de Carlos Queiroz.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1950, 142 págs. B.

    Sobre esta obra de Carlos Queiroz, escreve Fernando Pessoa:

    “A beleza do livro começa pelo livro. A edição é lindíssima. A beleza do livro continua pelo livro fora: os poemas são admiráveis.

    Não se pode dizer deste livro o que é vulgar dizer-se, elogiosamente, de um primeiro livro, sobretudo de um jovem: — que é uma bela promessa. O livro de Carlos Queiroz não é uma promessa, porque é uma realização. Cumpriu, sem ter prometido, sem ter tido que prometer.

    Assim se deveria fazer sempre, ou quase sempre. Pertence ao mais íntimo da probidade literária e artística o não se apresentar ao público sem ter plena consciência de que na obra apresentada está tudo quanto em nós haja de forte. Não escrevia Milton um soneto sem que o fizesse como se desse soneto dependesse toda a sua fama futura.

    E que prazer o de se poder escrever isto sem que a amizade que tenho pelo poeta, que é muita, uma só palavra me dite; sem o que o gosto de incitar quem é jovem, e tenho esse gosto, me faça sublinhar uma só frase; de poder escrever isto sem mais entendimentos que com a justiça, sem mais combinações que com a verdade.” — em Textos de Crítica e de Intervenção, Fernando Pessoa.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Terra com SedeTerra com Sede de Papiniano Carlos

    Terra com Sede

    Papiniano Carlos

    7,50 

    Terra com Sede de Papiniano Carlos.
    Editoria Inova. Porto, 1969, 207 págs. Mole.

    “Algumas das suas personagens, brutais, toscas, que nos surgem, de tão vivas, arrancadas, ao sangue da terra e da vida, como o Velho Engenho ficam connosco para sempre.Não sei de melhor elogio para caracterizar os contos de Papiniano Carlos na hora em que os amigos muito justamente lhe querem dizer o seu afecto e agradecer-lhe o verdadeiro hino ao camponês, já tão longe do nosso tempo, que a sua obra foi.”
    Urbano Tavares Rodrigues

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Poesia

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    40,00 

    Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Edições Ática. Lisboa, 1959, 87 págs. E.

    «Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: Poesia. Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: agon, combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é apesar das ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue.» (Pedro Eiras)

    📕 2ª Edição.
    ✍🏻
    Exemplar rubricado pela autora.
    Encadernado. Não conserva a capa de brochra

  • Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Dia do Mar

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    25,00 

    Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen
    Edições Ática. Lisboa, 1961, 95 págs. E.

    Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreveu Gastão Cruz, sobre esta obra: «Uma tensão dialéctica percorre “Dia do Mar”: o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses.»

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónicas Algarvias de Manuel da Fonseca

    Crónicas Algarvias

    Manuel da Fonseca

    10,00 

    Crónicas Algarvias de Manuel da Fonseca.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1985, 262 págs. B.

    Crónicas algarvias é uma colectânea de crónicas da autoria do escritor português Manuel da Fonseca, publicadas em 1986.

    Estas crónicas foram originalmente escritas para o jornal vespertino A Capital e tiveram como título original «O Desafio do Algarve».

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.