Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
PÁTRIA DE GUERRA JUNQUEIRO Livraria Chardon. Porto, 1915. 235 págs. E.
Um dos grandes poemas cívicos de Guerra Junqueiro, qualificado por Sampaio Bruno como “Os Lusíadas da Decadência”. A obra, que valeu ao autor ataques violentos e inimizades duradouras, foi ao mesmo tempo um êxito editorial sem precedentes, reunindo num único livro a veia satírica e a paixão política que distinguem a poesia de Junqueiro.
────────────────── Características do Exemplar
📝 Exemplar com assinatura de posse de anterior proprietário. Sem outras marcas.
Peso: 330g
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Nortada de Manuel da Fonseca
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 48 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
Lobo Branco de Branquinho da Fonseca
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 47 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
Livro Sexto de Sophia de Mello Breyner Andresen. Livraria Morais Editora. Lisboa, 1962, 77 págs. E.
Embora, cronologicamente, este seja o sétimo livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, a autora optou por lhe chamar «Livro Sexto» para vincar a opção que tinha anteriormente tomado relativamente ao livro O Cristo Cigano – de facto, o seu sexto livro – retirando-o da sua obra poética. Uma opção que só abandonou já neste novo século.
No seu prefácio a esta edição, Gustavo Rubim diz-nos que este livro «[…] tem assim essa particularidade de o seu título funcionar como uma data, uma data necessariamente poética. Sendo o sexto, ele distingue-se por não ser apenas mais um numa série de livros. Antes aquele que sai da série no momento em que a prolonga, como se o próprio livro logo no título definisse, como escreveu Carlos Mendes de Sousa, “um limiar, o anunciar de um momento de viragem no trajecto da poeta”.»
Barbeiro de Má-Morte de José Gomes Ferreira
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 48 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
«Reúnem-se neste livro diversas Relações, notícias e ficções que não tinham sido aproveitadas por todos os que pretenderam continuar o labor iniciado no século XVIII por Bernardo Gomes de Brito na compilação da nossa história trágico-marítima. O presente volume, porém, não se limita a uma simples compilação de inéditos ou de opúsculos raros relacionados com o tema do naufrágio. Pelo contrário, permite uma visão mais ampla da crónica marítima e da sua lenta transformação, no correr do tempo, até à feição que adquiriu no século XIX, com os escritores românticos oceanistas, passando pelo seu aproveitamento sebástico e pelo milagrosismo.»
Mahezu de M António. Serviço de Publicações Ultramarinas. Lisboa, 1966, 70 págs. B..
Tornar acessíveis, aproximando-as do leitor por intermédio de uma forma que se pretendeu actualizar esteticamente, algumas tradições angolanas, eis a intenção do presente livro.
A perspetiva de dinamismo cultural que, desse modo, se possa evidenciar é apenas ilustração de uma das facetas da realidade que lhe serviu de fundo.
O título exemplifica-o de forma ainda mais clara, na hipotética extensão aos contos do fecho das orações: Ámen, Jesus.
👨🏻🎨Ilustrações de José Antunes
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Lelé Lili Lulu de Augusto Costa.
Livraria Popular de Francisco Franco. Lisboa, 1942, 182 págs. B.
Jornalista, romancista e zeloso propagandista do sistema corporativo, cuja legislação compilou em diversas colectâneas. Dirigiu em 1918 A Monarquia órgão do Integralismo Lusitano. Publicou em 1933 um volume do estudos sociais a que chamou Crepúsculo dos Deuses e em 1941 um romance, As Inocentes que alcançou o Prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências. De um trecho incluído no feixe de diálogos que reuniu em 1935 sob o título Comédia Sentimental extraiu em 1940 uma peça em 3 actos, Fogo de Palha, que passou fugidiamente pelo palco do Teatro Nacional. Os seus romances, hoje esquecidos, lograram, na época, êxito comercial. Colaborador do Diário da Manhã, dos jornais afectos à situação, da revista Ocidente («Viagem à volta das Farpas», vols. XXIV e segs.), e também do «Suplemento Literário» do Diário de Lisboa dos anos 30. Foi amigo de Fernando Pessoa, que lhe deu colaboração para o volume, que organizou e seleccionou, Portugal, Vasto Império (1934), que lhe valeu o Prémio António Enes de Doutrina ou Polémica, do Secretariado de Propanganda Nacional.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Esta é a Minha História de Judith Navarro. Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 264 págs. B.
Em Esta é a Minha História, a autora combina ficção e realismo, criando um retrato da vivência feminina e do carácter da mulher portuguesa no século XX.
Em Vez de Asas Tenho Braços de Maria do Carmo Abecassis. Editorial Ática. Lisboa, 1973, 226 págs. B.
Maria do Carmo Abecassis é uma poetisa moçambicana, nascida em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique. É autora da coletânea de poemas “Em vez de asas tenho braços”, publicada em 1973. A sua escrita, em língua portuguesa, destaca-se pela sensibilidade e força imagética.
Perto da Terra de Y. K. Centeno. Editorial Presença. Lisboa, 1984, 74 págs. B.
Yvette K. Centeno, nascida em Lisboa em 1940, é escritora, investigadora e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa. Especialista em Goethe, fundou o Gabinete de Estudos de Simbologia. Publicou poesia, teatro, romances e literatura infantil, com obras traduzidas em vários países. Tradutora de autores como Shakespeare e Celan, a sua escrita reflete um olhar profundo sobre o imaginário, o amor e o simbolismo ao longo de várias décadas.
Homem da Noite de João Pina. Ed. Autor. Porto, 1988, 479 págs. B.
Um Homem da Noite!
É a história dum rapaz recém-chegado a Lisboa, vindo das Beiras com a cabeça cheia de ilusões e sonhos.
Inicia-se nos Tribunais como funcionário de justiça, e ao mesmo tempo que se embrenha nos processos cíveis, nos julgamentos e nas penhoras, toma os primeiros drinkyes e conluia-se com a outra Lisboa, a do Cais do Sodré e a vida notívaga.
A partir daí, tudo se mistura, funcionalismo público, a tropa em tempo de guerra colonial, a prostituição, a corrupção e as suas mazelas.
O 25 de Abril, atravessa-lhe a vida agitada e recheada de broncas incontáveis. Umas vezes sem dinheiro para comer e outras com os bolsos a abarrotar.
Os favores dum servidor do Estado, que há muito se deixou envolver pelo esquema, aleado às benesses que tira das outras vidas, do mundo da noite e do bass fond, fazem dele um homem adorado, invejado e por fim desesperado.
O leitor ao ler este livro, vai do princípio ao fim, sem despegar os olhos do enredo e situações hilariantes, tal o envolvimento por que é arrastado.
Escrito dum modo simples e acessível, com muitos diálogos, é por vezes um livro violento, apaixonante e…
Carlos de Oliveira, juntamente com José Gomes Ferreira, foi responsável pela recolha e edição dos “Contos Tradicionais Portugueses”, uma coleção de contos orais transmitidos de geração em geração. Estes contos foram escolhidos e comentados pelos autores e ilustrados por Maria Keil,
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