Viamorolência de Urbano Tavares Rodrigues.
Livraria Bertrand. Lisboa, 1976, 151 págs. B.
«Manuela explicou por que razão me fizera esperar duas horas. Ouvia-a, inquieto, supliciado. Tive ganas de a esbofetear, mas não cheguei a fazê-lo. Depois até lhe pedi desculpa por esse refreado assomo de violência. Ela chorou. Beijámo-nos, em pleno Terreiro do Paço, às duas da manhã, sob as arcadas. Um sujeito, que passava, de olhar turvo, gritou: Vão para um quarto! Não podem fazer isso noutro lado? Tenham vergonha!»
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Vestido Cor de Fogo de José Régio.
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 48 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
A peça de teatro “A Triste Viuvinha” do dramaturgo D. João da Câmara, desenrolasse em parte em Santa Luzia e rememora o período de 1820 a 1834, período do fim do Ancien Regime, de implantação do Liberalismo e de guerra civil, em que a população portuguesa vivenciou inúmeras repressões, violência e supressão das liberdades civis.
Aos noventa anos de vida, Camilla decide percorrer os seus diários e contar as suas memórias. A sua história é a de uma mulher que, ainda que às vezes de longe, viu o tempo e os actos mudarem o mundo.
É também a história dos seus três casamentos e do seu único amor. A vida de Camilla é feita de iguais medidas de alegria e desespero.
A sua memória é a de uma jornada de crescimento, desde a inocente casada demasiado cedo à mulher que amou e sofreu e viveu uma vida completa. E a voz de Camilla é fascinante, tal como o é o percurso da sua vida.
É a autobiografia de uma velha senhora que aos noventa anos decide contar a sua vida, incluindo o que ela possa ter de inconfessável. Desde os ambientes à narrativa (que atravessa quase um século de história ) estamos perante um livro adequadamente romântico.
Terra do Nosso Pão, um livro proibido de circular quando acabava de se esgotar a primeira edição e que Mário Sacramento considerou uma das melhores obras de Antunes da Silva, veio na sequência de Suão, o seu livro mais conhecido do público português. Sobre certos valores fundamentais da vida do homem alentejano. pensamos que este livro supera Suão na visão antecipada dos acontecimentos que estão a gerar-se no nosso meio rural, para além das admiráveis páginas de poesia que encerra, abordando problemas da reforma agrária flagrantemente actuais.
Que circunstância levam dois homens a revelarem o que de mais íntimo têm em si, que circunstâncias determinam que dois homens procurem ultrapassar os seus medos, procurarem libertar-se da solidão que os oprime…?
Advogado, governador civil de Aveiro, deputado em várias legislaturas, jornalista, pintor e músico amador, escreveu comédias de um suave lirismo, atento à poesia do quotidiano, em que ressoam os últimos ecos do romantismo e que beneficiaram da interpretação dos melhores comediantes do seu tempo, de Lucinda Simões e Rosa Damasceno a Brasão, Ferreiro da Silva, João e Augusto Rosa.
Rosária de Antunes da Silva.
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 52 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
PORTUGUESES DAS SETE PARTIDAS: VIAJANTES, AVENTUREIROS E TROCATINTAS DE AQUILINO RIBEIRO Livraria Bertrand. Lisboa, 1951 [?]. 362 págs. B.
Ensaio histórico-literário escrito por Aquilino Ribeiro, publicado originalmente em 1951. A obra narra as façanhas de portugueses que se destacaram pelo mundo, dividindo-se entre figuras históricas, viajantes, missionários, aventureiros e “troca-tintas”: João Bermudes, um príncipe português, Pyrrhus Lusitanus, Fernão Mendes Pinto, Andtónio de Andrade e Jeremelo.
🔖 Temática: Literatura Portuguesa
────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
🟤 Capa com picos de acidez
Peso: 300g
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PERALTAS E SÉCIAS DE MARCELLINO MESQUITA A. Rodrigues Editores. Lisboa, 1911. 175 págs. E.
Obra de Marcelino Mesquita, um dos mais importantes dramaturgos portugueses do final do século XIX e início do século XX, descrito por Fialho de Almeida como portador de “um dos mais raros e fogosos temperamentos dramáticos” da literatura nacional.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 235g
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Pensão Central de Miguel Torga.
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 44 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
PALMA DA MÃO DE URBANO TAVARES RODRIGUES Seara Nova. Lisboa, 1974. 255 págs. B.
Colectânea de crónicas de Urbano Tavares Rodrigues escritas e publicadas durante o Estado Novo, numa época de censura e repressão política. O próprio autor reconhece, no volume, que muitos desses textos são condicionados pelas circunstâncias, recorrendo a meias frases, discurso elíptico e metáforas carregadas, como forma de dizer sem dizer directamente, em defesa dos esbulhados e contra a violência da ditadura.
────────────────── Características do Exemplar ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 215g
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OBRAS COMPLETAS DE SOEIRO PEREIRA GOMES
Edições Avante. Lisboa, 1979. 409 págs. B. Il.
👨🏻🎨Ilustrações de Álvaro Cunhal e Rogério Ribeiro
Edição comemorativa do 70.º aniversário do nascimento e do 30.º da morte do escritor, reunindo num único volume Esteiros, Engrenagem, Contos Vermelhos, Outros Contos, Crónicas e Esparsos. Ilustrada com fotogravuras, desenhos de Rogério Ribeiro e um fac-simile de um manuscrito do autor; a capa recupera o desenho de Álvaro Cunhal para a primeira edição de Esteiros, de 1941. Um dos pioneiros do neo-realismo português, Soeiro Pereira Gomes (1909-1949) ficou sobretudo conhecido por Esteiros, obra de denúncia social dedicada «aos filhos dos homens que nunca foram meninos», escrita em plena ditadura salazarista.
────────────────── Características do Exemplar
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 890g
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Menina Cega de Domingos Monteiro.
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 48 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
Tomás da Fonseca (n. Mortágua) foi poeta, jornalista, ficcionista, historiador, deputado e professor. É sobretudo conhecido pelo seu anticlericalismo, embora tenha tido um papel central na luta pela instrução popular em Portugal. Iniciou formação eclesiástica mas abandonou o seminário, optando por se juntar às causas republicanas. Participou ativamente na queda da Monarquia, combateu o sidonismo e o Estado Novo. Defensor da alfabetização e do ensino laico, dinamizou as escolas móveis, propôs reformas e fundou a Universidade Livre de Coimbra. Colaborou em inúmeros jornais e revistas, deixando uma vasta obra dispersa.
Incendiário de Patrícia Joyce.
Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 54 págs. B.
Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.
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