• História da Arte Portuguesa no Mundo

    História da Arte Portuguesa no Mundo

    Pedro Dias

    30,00 

    História da Arte Portuguesa no Mundo de Pedro Dias.
    Círculo de Leitores. 2 vols.

    “O Espaço do Atlântico” e ” O Espaço do Índico”. Nesta obra são estudados os fenómenos artísticos resultantes da gesta dos descobrimentos marítimos e da nossa expansão territorial, na África, na Ásia e nas Américas. Estudam-se todas as disciplinas artísticas, o urbanismo, a arquitectura, a escultura, a pintura, a ourivesaria, etc., e até o fabrico de objectos do quotidiano, dos tecidos e do mobiliário.

    📘Plastificado de origem

  • História da Arte em Portugal

    História da Arte em Portugal

    Flórido de Vasconcelos

    2,50 

    Expressão individual, espelho de épocas e sociedades, a arte é manifestação essencial do Homem. Com especial referência à arquitectura, à escultura e à pintura dos diversos períodos que perfazem a arte em Portugal, Flórido de Vasconcelos, sem deixar de se referir às chamadas artes decorativas, dá-nos nesta obra uma visão de conjunto, a um tempo clara e pormenorizada.

  • Painéis de S. Vicente de Fora de Paula Freitas

    Painéis de S. Vicente de Fora

    Paula Freitas

    20,00 

    Painéis de S. Vicente de Fora de Paula Freitas.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1987, 151 págs. B.

    Estamos perante um estudo da historiografia que é, forçosamente, um estudo da mentalidade historiográfica nacional dos últimos 100 anos, análise afinal útil de uma questão a tantos nível inútil, quando não parcialmente ridícula. Este trabalho (…) vai mais além do que muitos outros pelo simples facto de não se pronunciar sobre os «Painéis», evitando assim o pecado maior de tantos escritos que apresenta, e contribuindo (…) para uma renovada limpeza do olhar na nossa relação de público com essa pintura”, segundo palavras de José Luís Porfírio recortadas do seu prefácio. Com uma estampa desdobrável, a cores, reproduzindo as quatro tábuas do polémico e belíssimo políptico, além de outras estampas a negro, também em separado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte nos Séculos de Victor Civita

    Arte nos Séculos

    Victor Civita

    25,00 

    Arte nos Séculos de Victor Civita.
    Victor Civita. 1969, 8 vols. E.

    A arte nasceu com o homem. E deu-lhe a consciência de sua capacidade criadora, da possibilidade de interpretar, de ima ginar. Graças à arte, o homem elevou-se, compreendeu-se. Criar arte e amá-la não foi privilégio de um povo, de uma época, de um meridiano, de uma cultura. Universal e eterna, nada contribuiu tanto, por cima de fronteiras, de cores de epi derme e de crenças, para demonstrar que o homem é um só, igual nos anseios e sonhos, na necessidade de criar, na procura do belo e do bom. O tempo e o talento compuseram um tesouro artístico de significado espiritual e de importância incalculá veis. Tôdas as épocas e raças contribuíram para tal acervo, agora disseminado pelo mundo inteiro. Mas, se o amor à arte, o impulso de criá-la e de procurá-la não conhecem limites, o acesso ao conhecimento e à apreciação das grandes obras sofre as limitações de distâncias, tempo, custos. <hr />

  • A Escultura Grega de Giovanni Beccati

    Escultura Grega

    Giovanni Beccati

    5,00 
  • Arte dos Maias de Cinzia Caiazzo

    Arte dos Maias

    Cinzia Caiazzo

    10,00 

    Arte dos Maias de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 335 págs. B.

    Este volume oferece-nos uma visão completa desta cultura remota e complexa, da sua evolução à chegada dos espanhóis, bem como do processo de redescoberta arqueológica que nos permite conhecer, não só o tesouro, mas as vidas deste povo singular.

  • Arte na China de Cinzia Caiazzo

    Arte na China

    Cinzia Caiazzo

    10,00 

    Arte na China de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs.  B.

    Desde tempos remotos que as riquezas da China fascinam o Ocidente. Das embaixadas romanas da época de Antonino Pio à fantástica (e talvez fantasiosa) viagem de Marco Polo, os relatos estão cheios de espanto, quer pela complexidade, quer pelo fausto daquela antiquissima civilização. Da Terra do Meio vem a seda, esse extraordinário tecido que Plínio acredita que cresce nas árvores, e cujo fascinio é tal que o Senado proíbe o seu uso. Vem, como escreve Florus, homens cuja pele demonstra que vivem sob um céu diferente. Vem lendas espantosas, costumes inéditos e incompreensiveis, como o dinheiro de papel, imagens do império mais poderoso jamais visto.

    Imagens sempre nebulosas e confusas: apesar de uma longa tradição de trocas, a China passa longos períodos de isolamento. O Império do Meio, o centro do Universo, fecha-se sobre si mesmo e é um mistério. Dos seus seis mil anos de história, o Ocidente pouco sabe.

    Ainda hoje, e no que toca à história da arte, a própria dimensão histórica e o seu carácter muitas vezes arqueológico tornam dificil ao leigo a apreensão e o conhecimento da evolução da arte chinesa, dificuldade acrescida pelo facto de, como na Índia e, aliás, fora do Ocidente em geral, não haver uma Arte chinesa da qual se possam enumerar os expoentes, mas sim artes, indistinguiveis em importância, da laca à arquitectura. À excepção do letrado, que se distingue na pintura e, sobretudo, na caligrafia, todas as outras manifestações artísticas da China, cerâmicas, jades, estátuas, templos e palácios, são obra de artesãos incógnitos.

    Neste volume, o vasto tesouro das artes chinesas é apresentado de forma clara e ordenada, permitindo apreender a sua evolução, dos objectos de barro e jades do Neolítico aos primeiros bronzes da dinastia Xia, ao exército de terracota do Primeiro Imperador Qin, às paisagens (shanshui, pinturas de montanha e água) das dinastias Tang, Sui, e posteriores, à famosa cerâmica Ming. Iluminam-se também as trocas com o Ocidente e com os vizinhos Orientais, da Rota da Seda aos Jesuítas, oferecendo assim uma visão global das fabulosas realizações daquela terra que foi “tudo sobre o céu”.<

  • Arte na Ìndia de Cinzia Caiazzo

    Arte na Ìndia

    Cinzia Caiazzo

    10,00 

    Arte na Ìndia de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs.  B.

    É a “jóia da coroa”, o lugar na terra que acolheu, segundo Romain Rolland, “todos os sonhos dos homens […] desde que os homens começaram a sonhar,” “o berço da raça humana, a pátria da linguagem humana, a mãe da história e a avó da tradição,” nas palavras de Mark Twain. E no entanto, nas grandes histórias da arte ocidentais, herdeiras da visão imperial do Raj, o subcontinente indiano tem estado conspicuamente ausente. Aos olhos do colonizador, a India surgia como um território cuja arte era imbuída em misticismo, escrava da religião, não de uma religião nobre e exaltada, mas de cultos bizarros e grotescos.

    Templos cobertos de dançarinas de ventre redondo, albergando monstros disformes com múltiplos braços, linguas bifurcadas, trombas de elefante, presas de javali, as cores garridas e os cheiros intensos que estão por toda a parte, dos camiões profusamente decorados que hoje atravessam Bombaim, aos mais antigos tecidos impressos, aos pós coloridos que se derramam em cerimónias intemporais, toda esta riqueza visual estonteava e chocava os súbditos de Vitória, e não se enquadrava na concepção de uma história da arte de alta cultura.

    A própria vivência da história no subcontinente, na qual os factos tendiam a não ser ordeiramente registados mas sim inscritos num tempo mítico e cíclico, em que o acontecimento convivia com a lenda, na mesma aparente facilidade que misturava cenas quotidianas com deuses e símbolos nos templos, vinha ajudar à confusão, tal como o facto de a Arte, com maiúscula, ser indistinguível daquilo que o Ocidente tende a ver como artes menores, ou a aparente ausência de representação individual. A imensa diversidade geográfica, linguística, cultural e religiosa, e a perecibilidade dos materiais como a madeira em terra de monções representam outros tantos obstáculos ao entendimento daquela arte remota.

    O presente volume traz-nos essa terra distante, numa visão despojada de preconceitos, esclarecendo a relação entre as várias correntes filosóficas e religiosas (Budismo, Jainismo, Hinduismo, Islão) e os desenvolvimentos artísticos, das pinturas murais mesolíticas de Bhimbetka e dos primeiros stupas budistas aos grandiosos templos dos reis Chola, contando a história das sucessivas invasões e influências que varrem o território, até à chegada dos europeus, em busca de “Cristãos e especiarias.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte Islâmica de Cinzia Caiazzo

    Arte Islâmica

    Cinzia Caiazzo

    10,00 

    Arte Islâmica de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 383 págs. B.

    Surpreendentemente, para uma forma de arte complexa cujo percurso é longo, arte islâmica possui uma data nascimento certa. Ou antes, duas. Embora formação de linguagem artistica especificamente islámica tenha decorrido longo vários séculos. as suas raízes formaram-se ainda durante vida Profeta. Assim, poderiamos dizer que, como próprio Islão, caracteristica mais marcante daquela arte nasceu 610, o ano primeira revelação. Trata-se do embelezamento proeminência palavra e caligrafia árabe (fora em árabe que arcanjo Gabriel revelara palavra divina Maomé, e através escrita que ela transmitida). No entanto, podíamos também assinalar 622, ano Hégira (ou emigração). primeiro ano calendário muçulmano. Corresponde instituição da casa Maomé em Medina como protótipo da mesquita, bem como alguns dos seus elementos fundamentais datam desta época o minbar, e mihrab, ou seja, púlpito para oração de sexta-feira, e nicho na parede orientada para Meca.

    Quanto palavra divina, sobretudo escrita, e local culto: se verdade que estas são raízes fundamentais da arte islámica, não sendo apenas primeiras, mas também primeiras na nossa imaginação

    – superficies cobertas de intricados caracteres árabes, repetição do nome de Deus do profeta, os minaretes altaneiros recortados contra o céu, imponentes cúpulas das mesquitas desmedidas-, verdade também que arte islâmica não se esgota nestes dois aspectos. Acontece até que sua proeminência ajuda por esconder variedade, dinamismo e riqueza desta arte. Julgamos que representação figurativa prescrita pelo Alcorão (que, realidade, pouco diz sobre assunto), o que explicaria utilização de geométricos repetidos e sua complexidade, assim ignoramos precisão representativa das iluminuras dos imperadores mogoles. Julgamos que o Islão uma religião estrita, intolerante, ascética, imaginamos mesquitas pesadas e fechadas, e ignoramos assim o esplendor secular opulento das cortes, a leveza dos palácios de Granada ou dos pátios de Córdova.

    Com este volume, que cobre a vasta e diversa história da arte islâmica, religiosa e secular em toda a sua imensa extensão geográfica, iluminar-se-á esta arte que, como a fé que a inspira, é múltipla, variada, e muitas vezes incompreendida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário de Artistas II de Cinzia Caiazzo

    Dicionário de Artistas II

    Cinzia Caiazzo

    10,00 
  • Dicionário de Artistas I de Cinzia Caiazzo

    Dicionário de Artistas I

    Cinzia Caiazzo

    10,00 
  • Século XX: Das Vanguardas à Arte Global de Cinzia Caiazzo

    Século XX: Das Vanguardas à Arte Global

    Cinzia Caiazzo

    10,00 
  • Século XX: Cubismo, Expressionismo e Surrealismo de Cinzia Caiazzo

    Século XX: Cubismo, Expressionismo e Surrealismo

    Cinzia Caiazzo

    10,00 
  • Arte Romana de Cinzia Caiazzo

    Arte Romana

    Cinzia Caiazzo

    10,00 

    Arte Romana de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs.  B.

    “Não podemos ser tão elegantes: sejamos mais fortes. Eles ganham-nos no que toca ao refinamento; ganhemos nós em peso. O seu sentido de decoro é mais fiável; sejamos superiores na abundância.”

    É assim que Quintiliano defende a cultura romana por oposição à grega, num escrito seu do século d.C.. De facto, a arte romana, que no seu periodo arcaico se desenvolveu a partir da etrusca – com influências sobretudo orientais -, é, a partir de 146 a.C., com a conquista romana da Grécia, gradualmente modelada pela arte grega. A tal ponto que, para os comentadores modernos, como Vasari ou Johann Joachim Winckelmann, não havia realmente uma distinção entre a arte grega e a romana, até porque os artefactos gregos que estes conheciam tinham sido encontrados na Península Itálica, e o domínio otomano do Império Romano Ocidental impedia-os de admirar os originais.

    No entanto, a arte romana desenvolveu aspectos originais. Na arquitectura – mais secular, o desenvolvimento do arco e da abóbada, bem como a descoberta do betão, permitiram uma escala e grandiosidade inéditas. Na retratística, a importância da tradição itálica conduz, sobretudo, a um realismo exacerbado: devido ao culto dos antepassados, os imperadores, generais e nobres são representados com todas as verrugas e particularidades, dispensando a harmonia helénica, em favor da imitação exacta do retratado. Na era de Augusto, este realismo é combinado com a idealização grega, como no busto de Prima Porta, inaugurando um estilo de retrato em que os imperadores enfatizam as suas qualidades, a lealdade à dinastia imperial, e legitimam a sua autoridade através da ligação visual com os antepassados. Nas sebasteias, templos do culto do imperador, na estatuária pública ou nas moedas que circulavam por todo o império, Augusto, como fonte da Pax Augusta, dissemina a sua imagem através do retrato, anunciando e identificando a autoridade imperial através de protótipos enviados de Roma para oficinas locais, que os adaptam às suas tradições.

    Nesta arte ao serviço do estado, exemplificada também no arco do triunfo – outra invenção romana que glorifica o império e os seus feitos -, Roma utiliza a arte helenística para os seus próprios fins, simbolizando o orgulho da nação romana.

    Neste volume traça-se a evolução desta arte “abundante”, e as influências e tensões de que foi objecto, entre o verismo e o classicismo, entre o helenismo e o orientalismo, de Londinium à Galileia, e explica-se o seu papel cívico e religioso, decorativo e privado, público e ritual.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte Grega de Cinzia Caiazzo

    Arte Grega

    Cinzia Caiazzo

    10,00 

    Arte Grega de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 382 págs. B.

    No kouros do Metropolitan Museum – uma das mais antigas estátuas gregas conhecidas-, a clara influência egipcia, na pose frontal e rigida do jovem e na modelação em bloco, é já contrariada pela novidade do espaço aberto entre os braços e o torso. E a invenção grega prossegue, passando pelo kouros “de Aristodikos”, que abandona a pose hierática para dar um passo adiante, com as proporções construidas tendo por base o próprio corpo humano – a partir de um profundo conhecimento anatómico, para culminar no período clássico no jovem adolescente de Critios, no qual o corpo é já claramente entendido como um sistema de partes cujas acções e peso se relacionam. O desenvolvimento da arte grega, da rigidez orientalizante do período arcaico até à época clássica, é frequentemente exemplificado com estas imagens, como uma caminhada em direcção ao naturalismo.

    Não se trata, no entanto, de realismo, tanto quanto de verosimilhança. As proporções áureas da escultura clássica são, na realidade, demasiado perfeitas: os bronzes de Riace, parecem de um realismo espantoso, leves apesar do metal de que são feitos: adivinhamos-lhes as velas pulsantes nos braços. No entanto, os músculos ilíacos são exagerados, aparecendo improvavelmente nas costas, de modo a marcar a divisão horizontal do corpo. Também o centro do peito é dividido por um sulco exagerado, e as pernas são alongadas de modo a igualar a altura do torso. Regularidade geométrica, simetria, equilíbrio, eis o que o escultor almejava. Como nos edifícios do período clássico, em que a ordem arquitectónica das colunas governa as relações entre todos os componentes da estrutura – a ponto de se poder utilizar um fragmento de um capitel para reconstruir todo um edificio o que se procura é a perfeição. Uma perfeição ao alcance dos humanos, atingida pelas virtudes da moderação e do equilibrio e resumida na inscrição de Sólon em Delfos: “Nada em Excesso.”

    Mas também esta imagem, que faz eco das imagens de estátuas solenes e brancas que temos da Grécia antiga, é insuficiente. A arte grega – se é que se pode usar o termo para descrever tão grande extensão de tempo e espaço, e abarcar tão grande variedade de estilos- é também feita de cruzamentos e ecos de influências de todo o mediterráneo, de tensões entre harmonia e emoção; é a arte de Atenas democrática, mas também a do Império helenístico; as estátuas que hoje vemos brancas eram muitas vezes coloridas. Este volume mostra a arte grega, muito para além do período clássico; e parte da evolução, no tempo, dos dinâmicos e coloridos frescos minóicos para alcançar a estatuária “barroca” de Pérgamo: e mostra-a no espaço, dos muros das povoações micénicas, à imensidão do império de Alexandre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Arte Fenícia de Cinzia Caiazzo

    Arte Fenícia

    Cinzia Caiazzo

    10,00 

    Arte Fenícia de Cinzia Caiazzo.
    Público Comunicação Social. Porto, 2006, 383 págs. B.

    A memória dos fenícios dissolve-se no tempo. Este povo de navegadores uniu o mundo antigo, chegando até à Península Ibérica. Conhecemo-los por fragmentos: os ritos de Cartago narrados por romanos, a púrpura que lhes deu nome e o alfabeto que terão criado. A sua arte, porém, é difícil de definir — um mosaico de influências egípcias, assírias e gregas, onde motivos antigos ganham novos sentidos. Os fenícios não imitavam: reinventavam. Nos marfins e metais que deixaram, heróis gregos surgem com símbolos faraónicos para exaltar figuras locais. Ecléticos e conservadores, mantiveram fórmulas durante séculos. A sua arte e arquitetura espalharam-se do Egipto ao Algarve, semeando culturas e pontes entre civilizações.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.