Romantismo e Realismo de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B.
Em 1843, Ruskin exortava os artistas a seguir a Natureza com simplicidade e confiança, apreendendo dela a verdade sem desdém ou preconceito. Os pré-rafaelitas, embora se chamassem realistas, agiam segundo princípios românticos: o reencontro do indivíduo com a natureza e o passado conduzia a uma verdade emocional e justa. Do dramatismo de Gericault às paisagens de Constable, da Idade Média idealizada pelos Nazarenos aos romances medievais, buscava-se recuperar a condição humana e uma pureza original. O romantismo rejeitava o cálculo clássico, mas preservava observação e individualidade herdadas do Renascimento, influenciando pré-rafaelitas, simbolistas, Arte Nova e até o Impressionismo, em busca de uma verdade subjetiva, inatingível mas desejada.
Arte Rococó de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 430 págs. B. Il. A Grande História da Arte | 8
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte Barroca de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 430 págs. B.
Em *Santa Maria della Vittoria*, Bernini encenou o êxtase de Santa Teresa de Ávila, criando não apenas uma escultura, mas um espetáculo total de luz, movimento e emoção. A capela Coronaro sintetiza o **Barroco**, época em que a arte se torna teatral e envolvente, feita para comover e recrutar os sentidos. Bernini, génio absoluto do seu tempo, unia arquitetura, pintura e escultura numa “arte total”. O Barroco, depois considerado excessivo e decadente, privilegiava o dramatismo, a luz e o impacto emocional sobre a simetria e a razão. Era a arte da emoção — espiritual e carnal — onde o corpo participa do divino e o espectador é parte da experiência mística.
Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B.
A Grande História da Arte | 6
Preço: 10€
Portes: 2,50€
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Arte do Próximo Oriente de Cinzia Caiazzo.
Público Comunicação Social. Porto, 2006, 359 págs. B.
Colecção | Nº: A Grande História da Arte | 4
Preço: 12,50€
Portes: 2,50€
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Alta Idade Média e Românico de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 430 págs. B.
O nome “Idade Média” já carrega o estereótipo de um tempo sombrio entre a Antiguidade e o Renascimento. A arte medieval foi muitas vezes vista como degenerada, sem proporção nem razão, dominada por gárgulas e formas bizarras. Herdando o olhar renascentista, julgamos-na irreal e primitiva. Mas o erro é nosso: esta arte não busca representar o mundo terreno, mas o divino. Era feita por artesãos ao serviço de Deus, para ensinar e exaltar o sagrado. Os fundos dourados, as proporções simbólicas e a repetição tinham função espiritual e pedagógica. As imagens eram “livros para os iletrados”, expressões visuais da Bíblia — centro e motor de toda a cultura medieval cristã.
Renascimento e Maneirismo de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 406 págs. B. A Grande História da Arte | 3
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
Os Alvores do Renascimento de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 431 págs. B.
Em 1426, Florença maravilhou-se com o fresco Santíssima Trindade, de Masaccio, na igreja de Santa Maria Novella. Pela primeira vez, uma parede plana transformava-se num espaço tridimensional e realista, onde o corpo de Cristo surgia com naturalismo e proporção. Este feito marcou o início do Renascimento, com a redescoberta da perspectiva, da anatomia e da medida humana como centro do universo. A arte deixava o simbólico e entrava no domínio do visível e mensurável. Florença tornava-se o berço do génio artístico, que culminaria com Leonardo da Vinci. Apesar das revisões históricas, este século afirmou o homem moderno. Ucello, obcecado pela perspectiva, simboliza o fascínio e os excessos dessa nova visão do real.
Arte Gótica de Cinzia Caiazzo. Público Comunicação Social. Porto, 2006, 431 págs. B. A Grande História da Arte | 1
Colecção de referência sobre a História da Arte, muito procurada por coleccionadores, estudantes e apreciadores da área. Edição de grande qualidade gráfica, característica dos projectos editoriais italianos, com excelente reprodução de imagens e conteúdos de divulgação artística. Os volumes distribuem-se por diferentes períodos históricos e por áreas geográficas ou civilizacionais específicas.
O Corpo: Imagens do Nú de Edward Lucie-Smith. Círculo de Leitores. Lisboa, 1982, 175 págs. E.
A forma humana a de mais fácil reconhecimento de todos os objectos visuais – não perdeu nenhum do seu fascínio, do seu mistério essencial ou dos seus múltiplos significados.
O CORPO é uma exploração visual do artista e provoca reacções dos observadores ao tema perene da figura despida na arte ocidental.
❗ Sobrecapa cansada, com pequenos rasgões e uso de fita-cola na parte interior
Estudos Sobre o Maneirismo de Jorge Henrique Pais da Silva. Editorial Estampa. Lisboa, 1983, 271 págs. B.
Estudos sobre o Maneirismo reúne todos os artigos publica dos e o conjunto de textos inéditos passíveis de publicação que J. H. Pais da Silva escreveu, entre 1955 e os anos próximos do seu falecimento, sobre o sector de estudos da história da arte em que se tornou reconhecida autoridade, dentro e fora do país. Mesmo antes de se ter afirmado como o maior especialista português do maneirismo artístico, principalmente da arquitectura maneirista portuguesa, J. H. Pais da Silva aparece como o pioneiro da revalorização do conceito do Maneirismo como categoria operatória nos estudos de arte em Portugal.
Pós-Impressionismo de Thomas Parson. Livraria Civilização Editora. Porto, 1993, 424 págs. E.
Edição de grande luxo e formato, em papel de alta qualidade, com mais de quatro centenas de excelentes reproduções a cores com as mais representativas obras de todos os grandes pintores pós-impressionistas. Com os seguintes capítulos: «O Baptismo de um Movimento»; «Ciência e Simbolismo»; «Três Solitários»; «As Feras»; «Novas Geometrias»; «A Situação na Alemanha»; «A Caminho da Abstracção»; «Luzes do Norte»; «O Mundo de Língua Inglesa»; «Carnificina Civilizada»; «Cronologia»; «Bibliografia».
Impressionismo de Bernard Denvir. Livraria Civilização Editora. Porto, 1992, 424 págs. E.
Monumental e muito luxuosa edição de uma das maiores obras até agora dedicadas à pintura impressionista em Portugal, impressa sobre papel da melhor qualidade, com 393 reproduções a cores, algumas das quais em folha dupla e os seguintes capítulos: «Nascimento de uma Revolução»; «Os primeiros tempos»; «Um novo Realismo»; «Debates e Discussões»; «A Guerra e as suas sequelas»; «Uma frente unida7»; «A Cidade contra o Campo»; «O Mundo do prazer»; «Dúvidas e dissenções»; «O fim de uma época»; «Cronologia»;Bibliografia».
Arte Su Arte de Franco Sottani. Istituto Per L’Arte e Il Restauro “Palazzo Spinelli”. 1996. B.
Durante séculos foram os pintores e escultores, logo os “artistas” a ocupar-se da restauração das obras de seus predecessores e se para alguns deles esta actividade tornou-se preponderante manteve-se, entretanto no âmbito de um acto interpretativo da obra antiga. Assim até o início do nosso século restaurar foi encarado, na sua maioria dos casos como uma atividade suspensa entre a dimensão da arte e aquela do artesanato sem que lhe fosse reconhecida uma dignidade e sobretudo uma bagagem específica de conhecimentos que apenas em parte conheciam com aqueles dos próprios dos artistas
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