Introdução ao Pensamento Futuro (Sôbre Marx e Heidegger) de Kosta Axelos Edições Tempo Brasileiro. Brasil, 1969, 111 págs. B.
O livro alemão de KOSTAS AXELOS que ora editamos, Introdução ao Pensamento Futuro, não se afasta dessa característica inquietação que identifica as obras acima. Dialogando criticamente com MARX e HEIDEGGER, KOSTAS AXELOS localiza a sua aguda teoria do “jôgo errante” numa situação-limite entre o ocaso da metafísica ocidental e a aurora da civilização planetária.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 🔢 Edição Numerada: 2196
A Imagem-Sensação: Deleuze e Pintura de Nuno Carvalho.
Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa. Lisboa, 2009, 99 págs. B. Colecção: Thesis | 2
Se o conceito de imagem é transversal na obra de Gilles Deleuze, dificilmente os seus avatares poderão ser encerrados sob a homogeneidade de um único conceito. Uma análise da sua obra faz sobressair três campos principais, embora interrelacionados, que recorrem à utilização de um conceito de imagem, mas que no mesmo movimento fazem surgir as suas diferentes e por vezes irredutíveis configurações: a imagem enquanto imagem do pensamento, as imagens picturais e as imagens cinematográficas. A que se deve acrescentar o que Deleuze diz sobre a imaginação, enquanto faculdade produtora de imagens, tanto em mote próprio quanto como comentador da história da filosofia; e sobre o imaginário, enquanto lugar onde se intersectam a faculdade de produzir imagens e o desejo. Por fim, deverão ainda ser tomadas em consideração a teoria da imagem como simulacro, a teoria da imagem fotográfica apresentada no livro sobre Kafka e as aproximações ao conceito de imagem contidas no estudo sobre Beckett.
Da Introdução
Iludidos pelo Acaso de Nassim Nicholas Taleb Temas e Debates. Lisboa, 2018, 351 págs. B.
O papel oculto do acaso na vida e nos mercados Este é o livro que muda a forma como encaramos o mundo dos negócios. Fala-nos da sorte ou, mais precisamente, do papel que atribuímos à sorte na nossa experiência pessoal e profissional. Tendo como cenário o fórum de maior visibilidade em que a sorte é confundida com perícia – os mercados – esta obra explica de maneira irreverente, iconoclasta, surpreendente e divertida uma das forças menos compreendidas da nossa vida.
Husserl de Arion L. Kelkel
Edições 70. Lisboa, 1982, 119 págs. B. Colecção: Biblioteca Básica de Filosofia | 18
Dar à filosofia uma nova e radical fundamentação como rigorosa ciência apriorística, mediante a superação do empirismo e do psicologismo, foi a tarefa e o empenho de Husserl, bem como o seu mais notável contributo: o método fenomenológico
A Humanidade Perdida: ensaio sobre o século XX de Alain Finkielkraut Edições ASA. Porto, 1997, 133 págs. E.
Este livro é, de uma ponta a outra, dominado pelos acontecimentos que fizeram do século XX o mais terrível período da história dos homens. Ele não se pretende um panorama, nem um balanço, mas antes uma meditação obstinada e uma narração inédita daquilo que, depois de 1914, aconteceu à Humanidade que os Tempos Modernos tão dificilmente conquistaram.
Ele procura compreender por que razão essa que foi a afirmação mais radical da unidade do género humano pôde, ironicamente, produzir um universo concentracionário – e tornar a história do não-humano a vertiginosa originalidade do nosso século.
Herança e Futuro da Europa de Hans-Georg Gadamer
Edições 70. Lisboa, 1998, 135 págs. B. Colecção: Nova Biblioteca 70 | 7
Hans-Georg Gadamer, considerado um dos grandes filósofos do século XX, parte do princípio de que só poderemos saber o que será a Europa no futuro desde que saibamos o que ela foi no passado. Daí ser importante conhecer a nossa herança – o que produzimos no campo da arte, das ciências, do espírito, e qual foi e deverá ser a tarefa da filosofia e de outras disciplinas na definição da diversidade europeia. Escrito no final da década de 8O, para um ciclo de conferências, a obra mantém toda a sua actualidade, quando assistimos à gradual inclusão de mais países no espaço da União Europeia e aos desafios colocados pelo multiculturalismo do continente europeu.
Fragmentos de um Discurso Amoroso de Roland Barthes Edições 70. Lisboa, 1987, 260 págs. B. Colecção: Signos | 17
A afirmação, aceitação e estudo aprofundado do Discurso Amoroso é o assunto deste livro, cuja necessidade, segundo o próprio autor: “está contida na seguinte consideração: o discurso amoroso é hoje em dia de uma extrema solidão. Este discurso é talvez falado por milhares de pessoas (quem o sabe?), mas não é defendido por ninguém. Está completamente banido das linguagens circundantes: ignorado, desacreditado ou ridicularizado por elas, cortado não somente do poder, mas também dos seus mecanicismos (ciências, conhecimentos, artes.” Para este estudo, Barthes serve-se de exemplos de vários textos, como o Werther, de Goethe, O Banquete, de Platão, e de autores como Nietzsche, entre outros.
Foucault como o Imagino de Maurice Blanchot.
Relógio d’ Água Editores. Lisboa, s.d., 72 págs. B. 𓂃🖊 Prefácio Eduardo Lourenço
«O leitor que avançar desprevenidamente nas primeiras linhas deste curto texto de Maurice Blanchot poderá muito depressa aperceber-se do essencial. E o essencial é: que há um mistério (não diria tanto: uma prega, uma dobra, uma ruga, um estremecimento, uma convulsão) nesta escrita. (…) Ο mistério vem do modo como se desenrola – demasiado claro, quase inocente, para ser verdade. Tão claro, tão dócil, tão neutro, tão distraído de si mesmo, que por vezes nos assusta. Não há drama nesta escrita. Ela é serena, de uma estranha serenidade, porque parece dizer que atravesou a morte.»
Filosofia de Paul Ricouer de Lewis Edwin Hahn
Instituto Piaget. Lisboa, 1999, 250 págs. B. Colecção: Pensamento e Filosofia | 46
Paul Ricoeur é considerado, mundialmente, como um dos maiores fenomenologistas contemporâneos. Com o seu precioso trabalho, Paul Ricoeur ajudou a fazer do termo hermenêutica um dos mais acessíveis ao pensamento. A sua obra cobre um vasto leque de temas: história da filosofia, crítica literária, estética e metafísica, ética, religião, semiótica, estruturalismo linguístico, ciências humanísticas, psicanálise, culpa e mal, conflitos de interpretação, etc. Em A Filosofia de Paul Ricoeur, obra de diálogo entre os seus vários críticos e o próprio autor, todo o trabalho de Paul Ricoeur é abordado por forma a mostrar aos leitores, com leves frescos, o desenvolvimento e o clima intelectual do nosso tempo.
Estilo e as Suas Técnicas de Marcel Cressot
Edições 70. Lisboa, 1980, 329 págs. B. Colecção: Signos 27
A interpretação e o estudo de qualquer mensagem oral ou escrita remete-nos para a relação existente entre um pensamento e a sua expressão.
Aí intervém a estilística como instrumento privilegiado de análise, em cuja metodologia convergem não só os factores linguísticos mas também os psicológicos e os sociais.
A Era do Vazio: ensaio sobre o individualismo contemporâneo de Gilles Lipovetsky Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1989, 204 págs. B. Colecção: Antropos
Em A Era do Vazio. Ensaios sobre o Individualismo Contemporâneo, obra publicada inicialmente em 1983 e que ganhou contornos de clássico, Gilles Lipovetsky analisa a sociedade dita pós-moderna e disserta sobre as novas atitudes do indivíduo que se manifestam no mundo ocidental, atitudes essas que, segundo ele, traduzem uma perda de importância da esfera pública, bem como das suas instituições colectivas (sociais e políticas), que vai cedendo perante a emergência do individualismo de tipo narcísico e hedonista, naquilo que seria uma «segunda revolução individualista». Este texto seria o ponto de partida para um corpus, fecundo, que se tem vindo a debruçar sobre temas como a hipermodernidade, o individualismo, o consumo, a globalização e o indivíduo, a estética capitalista. Esta nova edição integra o Posfácio escrito pelo autor para a edição francesa, em 1993, bem como um Prefácio de Manuel Maria Carrilho, que há três décadas estuda e acompanha a obra de Lipovetsky.
Ensaios VIII de António Sérgio.
Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1974, 249 págs. B.
Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.
Do presente volume fazem parte, entre outros, os ensaios: Em torno da História Trágico-Marítima, Sobre o socialismo de Oliveira Martins,
Nótula preambular à «Teoria do Socialismo de Oliveira Martins.
Ensaios V de António Sérgio. Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1973, 278 págs. B.
Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.
Do presente volume fazem parte, entre outros, um ensaio sobre o significado político da obra de Oliveira Martins; e Salada de conjecturas a propósito de dois jesuítas, Em torno da «ilusão revolucionária» de Antero, Nótula sobre Nicolau Tolentino.
Ensaios IV de António Sérgio. Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1973, 278 págs. B.
Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.
Do presente volume fazem parte os ensaios O Reino Cadaveroso, As duas políticas nacionais, Divagações pedagógicas.
Ensaios III de António Sérgio
Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1972, 315 págs. B.
Do presente volume consta, além de Notas de literatura portuguesa e Notas de Política (“Democracia e ditadura”; “O espírito dos partidos políticos”; “Sobre a aplicação política da Ideia de Igualdade”, etc.), a famosa conferência: Considerações sobre o problema da Cultura.
Ensaios II de António Sérgio. Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1977, 295 págs. B.
Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País.
Do presente volume fazem parte os ensaios O Reino Cadaveroso, As duas políticas nacionais, Divagações pedagógicas.
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