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  • Condição Pós-Moderna de Jean-François Lyotard

    Condição Pós-Moderna

    Jean-François Lyotard

    7,00 

    Condição Pós-Moderna de Jean-François Lyotard.
    Gradiva Publicações. Lisboa, s.d., 129 págs. B.

    E em Portugal? Haverá um devir português para as propostas analíticas de Lyotard, que vão de A Condição Pós-Moderna ao Le Différend? É uma aposta que tem de ficar em aberto, mas que se afirma inevitável. Seja como for, a auspiciosa A Condição Pós-Moderna aqui está in corpore enter nós, interpelando o pensamento português, o qual só tornando-se outro poderá decifrar a irredutibilidade do seu idioma, que é a pátria de todos nós, como ensina a frase de Pessoa, frase que, muito repetida embora, só é banal para quem não consiga imaginar o risco de perder-se para se achar.
    José A. Bragança de Miranda

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  • Comentários à Ética do Discurso de Jurgen Habermas

    Comentários à Ética do Discurso

    Jurgen Habermas

    5,00 

    Comentários à Ética do Discurso de Jurgen Habermas.
    Instituto Piaget. Lisboa, 1999, 221 págs. B.
    Colecção: Pensamento e Filosofia | 52

    Com esta obra Habermas prossegue as suas investigações sobre Moral e Comunicação. Para o autor, o que leva a lançar de novo a discussão são, sobretudo, as objecções feitas aos conceitos universalistas de moral que remonta a Aristóteles, Hegel e o contextualismo contemporâneo. Trata-se de ultrapassar a oposição estéril entre um universalismo abstracto e um relativismo que se auto-contradiz. Habermas procura, assim, defender a proeminência do justo, compreendido num sentido deontológico, sobre o bem. Mas isto não significa que as questões éticas, no estrito sentido do termo, devam ser excluídas do questionamento racional. Nesta perspectiva, a questão moral central não é mais a questão essencial de saber como levar uma boa vida, mas a questão deontológica de saber em que condições uma norma pode ser dita válida. O problema desloca-se da questão do bem para a questão do justo – da felicidade para a da validade prescritiva das normas. As questões morais – sobre o justo e decisíveis em termos de um procedimento argumentativo – estão em distinguir questões éticas – que dizem respeito às questões axiológicas preferenciais de cada um, por natureza subjectivas – é mais até o fim original deste livro do que as demonstrar.

    ✒️ Sublinhados a tinta em duas páginas.

  • Aulas e Conversas de Ludwig Wittgenstein

    Aulas e Conversas

    Ludwig Wittgenstein

    7,00 

    Aulas e Conversas de Ludwig Wittgenstein.
    Edições Cotovia. Lisboa, 1993, 123 págs. B.

    Tomemos a pergunta: ” Como deve ler-se a poesia? Qual é a maneira correcta de a ler?” Se nos estamos a referir a versos brancos, o modo correcto de leitura pode ser o acentuá-los correctamente – discutimos até que ponto devemos acentuar o ritmo e até que ponto o devemos camuflar. Uma pessoa diz que devia ser lido deste modo e lê-nos. Dizemos: ” Ah, claro. Agora faz sentido.” Há casos de poesia que deve ser quase escandida – quando o metro é absolutamente claro – e outros casos em que o metro se encontra completamente num plano secundário. Tive uma experiência com Klopstock, poeta do séc. XVII. Descobri que a maneira de o ler era acentuar o seu metro anormalmente. Klopstock punha – (etc.) no princípio dos seus poemas. Ao ler os seus poemas deste novo modo, disse: “Ah, agora sei porque é que ele fez isto.” Que tinha acontecido? Tinha lido já esta espécie de coisas e tinha- me aborrecido sofrivelmente, mas quando li daquele modo especial, intensamente, sorri e disse: ” Isto é grandioso”, etc. Mas poderia não ter dito nada. O importante é que eu voltei a ler e a reler. Ao ler estes poemas fiz gestos e expressões faciais que seriam aquilo a que se chama gestos de aprovação. Mas o importante é que li os poemas de um modo inteiramente diferente, mais intensamente, e disse a outros: ” Vejam! Assim é que devem ser lidos.” Os adjectivos estéticos não tiveram quase nenhum papel.

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  • Anotações sobre as Cores de Ludwig Wittgenstein

    Anotações sobre as Cores

    Ludwig Wittgenstein

    7,00 

    Anotações sobre as Cores de Ludwig Wittgenstein.
    Edições 70. Lisboa, 1987, 141 págs. B.

    Nesta obra, Wittgenstein utiliza os jogos de linguagem para discorrer sobre as cores e a perceção que delas temos. No cerne da sua reflexão surge-nos a tese central do seu pensamento: a análise descritiva da linguagem que transformou a filosofia analítica num instrumento cada vez mais dúctil e aberto para melhor compreender e elucidar os problemas humanos.

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  • Origem da Tragédia de Nietzche

    Origem da Tragédia

    Nietzche

    6,00 

    Origem da Tragédia de Nietzche.
    Guimarães Editora. Lisboa, 2002, 188 págs. B.

    Dedicada a Richard Wagner, A Origem da Tragédia, de Friedrich Nietzche, fez furor logo na altura da primeira edição. Corria o ano de 1871. Desde então, tornou-se uma das obras seminais da cultura europeia.

    A primeira obra de Nietzche exemplifica magnificamente o entusiasmo do autor pela literatura grega, especialmente a tragédia, por Schponhauer e pela ópera de Wagner Tristão e Isolda.

    A ideia central é a de que “a existência e o mundo só são justificáveis como um fenómeno estético”. Elaborando a sua célebre distinção entre o espírito apolínio e o dionisíaco, o autor interroga-se porque razão fazemos derivar o prazer da arte trágica, e qual é relação entre as nossas experiências de sofrimento na vida e na arte.

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  • Além Bem e do Mal de Friedrich Nietzsche

    Além Bem e do Mal 

    Friedrich Nietzsche

    5,00 

    Além Bem e do Mal de Friedrich Nietzsche.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1990, 207 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 531

    «Supondo ser a verdade uma mulher…»

    Do prefácio às últimas páginas, «Além do Bem e do Mal é Incendiado por uma palxão que se exprime numa linguagem de metáfora poética.

    E, no entanto, é filosofia. E, como tal, é uma das obras mais bem sucedidas de Nietzsche. Cobre praticamente toda a gama dos seus interesses filosóficos e desmente a sua estrutura aforística com um sistema brilhantemente Idiossincrático de lógica e ligações linguísticas.

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  • Iniciação Filosófica de Karl Jaspers

    Iniciação Filosófica

    Karl Jaspers

    6,00 

    Iniciação Filosófica de Karl Jaspers.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1972, 203 págs. B.

    Uma introdução aos conceitos fundamentais da filosofia, explorando as ideias e pensadores que moldaram o pensamento ocidental. É uma obra que busca incentivar a reflexão filosófica e fornecer as bases para uma compreensão mais profunda da filosofia.

     

    📝 Assinatura de posse.

  • Teeteto

    Teeteto

    Platão

    6,00 

    Teeteto de Platão.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 185 págs. B.

    Nesta obra de Platão, a estrutura do diálogo parece comparativamente simples. Após uma dupla introdução dramática, a segunda das quais gradualmente vai assumindo uma função metodológica, Sócrates lança a pergunta – “O que é o saber?” -, que comandará todo o diálogo. É a ela que Teeteto apresenta as três respostas que constituem o diálogo, cada uma das quais, pela sua autonomia, serve de baliza à argumentação.

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  • Pensamento de Platão de António Freire

    Pensamento de Platão, O

    António Freire

    10,00 

    Pensamento de Platão de António Freire
    Livraria Cruz. Braga, 1967, 334 págs. B.

    “Dizer que Platão foi grande filósofo, porventura o maior filósofo da antiguidade, é formular apenas meia verdade, correndo o risco de proferir deplorável mentira. Platão foi um dos maiores filósofos de todos os tempos e, sem contestação, o maior criador e impulsionador de sistemas filosóficos. Sem possuir ele próprio uma bem sitematizada e definitivamente elaborada síntese de problemas filosóficos, o Mestre da Academia teve o condão invejável e raro de formar discípulos independentes, originais, abrindo-lhes perspectivas amplas e aguçando-lhe com suas profundas intuições longividentes e com a forma atraente dos seus Diálogos, a subtileza do engenho e a elegância do estilo. (…)” In Prólogo

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  • Filósofos Gregos: de Tales a Aristóteles

    Filósofos Gregos: de Tales a Aristóteles

    W. K. C. Guthre.

    7,00 

    Filósofos Gregos: de Tales a Aristóteles de W. K. C. Guthre.
    Editorial Presença. Lisboa, 1987, 125 págs. B.

    O Professor W. K. C. Guthrie, da Universidade de Cambridge, faz nesta obra um apanhado da idade de ouro da filosofia grega de Tales a Aristóteles que se distingue pelo seu carácter simultaneamente compreensivo e sintético Sem pressupor um conhecimento da língua grega ou dos clássicos, o autor co meça por expor as ideias de Platão e Aristóteles, à luz dos seus antecessores mais do que dos que vieram depois deles, e por descrever as características do pensamento dos Gregos e da sua visão do mundo Os Filósofos Gregos constitui assim um texto básico seguro para o leitor não iniciado, mas também um solido ponto de partida para estudiosos e especialistas

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Filosofia de Aristóteles, A

    Filosofia de Aristóteles, A

    D. J. Allan

    7,00 

    Filosofia de Aristóteles de D. J. Allan.
    Editorial Presença. Lisboa, 1983, 199 págs. B.

    D. J. Allan, da Universidade de Glasgow, propõe-se nesta obra delinear as principais doutrinas aristotélicas, fazendo referência às circunstâncias em que foram concedidas, ao desenvolvimento do seu pensamento a partir do Platonismo, à sua influência filosófica na Europa ocidental e à sua enorme contribuição no campo da ciência, nomeadamente na zoologia e na biologia.

     

    O autor faz ainda um breve resumo sobre a vida de Aristóteles, dos seus escritos e do desenvolvimento da sua doutrina. Trata-se de una introdução ao pensamento do filósofo, feita de modo claro, lúcido e ao alcance de todos, mesmo que não possuam conhecimentos profundos no campo da filosofia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Exposição e Interpretação da Filosofia Teórica de Kant

    Exposição e Interpretação da Filosofia Teórica de Kant

    Felix Grayeff

    6,00 

    Exposição e Interpretação da Filosofia Teórica de Kant e Felix Grayeff.
    Edições 70. Lisboa, 1987, 228 págs.

    Exposição sintética e medular das linhas fundamentais da Crítica da Razão Pura, o trabalho de F. Grayeff ajuda o leitor a ingressar nas dimensões essenciais do problema do conhecimento à luz de Kant.

    ✒️ Sublinhados a tinta em duas páginas.

  • Essência do Fundamento, A

    Essência do Fundamento, A

    Martin Heidegger

    7,00 

    A Essência do Fundamento de Martin Heidegger.
    Edições 70. Lisboa, 1988, 109 págs. B.

    O presente ensaio parte da análise do princípio da razão suficiente (já formulado por Leibniz); é uma ocasião para Heidegger realçar o tema do mundo enquanto projecto e sistema de significações, dentro do horizonte da compreensão do ser.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Problemas da Filosofia, Os

    Problemas da Filosofia, Os

    Bertrand Russel

    6,00 

    Problemas da Filosofia de Bertrand Russel.
    Arménio Amado Editor. Coimbra, s.d., 247 págs. B.

    Na obra Os Problemas de Filosofia encontram-se as temáticas da lógica e da argumentação, da ontologia e do conhecimento, da verdade e do papel da filosofia no esclarecimento do significado da existência humana.
    Alfredo Dinis, Professor da Universidade Católica de Braga, percorre esta obra naquilo que ela tem de mais fundamental.

    📌 Carimbo
    ✏️ Sublinhados a lápis

  • Introdução ao Estudo da Filosofia de J. E. McTaggart

    Introdução ao Estudo da Filosofia

    J. E. McTaggart

    4,00 

    Introdução ao Estudo da Filosofia de J. E. McTaggart.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 77 págs. B.

    McTaggart foi dos filósofos mais notáveis do fim do século XIX e primeiro quartel do sé- culo XX. Nasceu em 1866; ensinou filosofia e história da filosofia na Universidade de Câmbri- dge, na qual se formou; e escreveu as seguintes obras: Estudos de dialéctica hegeliana (1896); Estudos de cosmologia hegeliana (1901); Alguns dogmas de religião (1906); Comentário sobre a Lógica de Hegel (1910); A Natureza da Existência, 1.° volume (1921). Depois do seu falecimento em 1925 apareceram o segundo volume de A Natu- reza da Existência (1927) e os Estudos filosó- ficos (1934). Fazem parte deste último livro as páginas que traduzimos para o presente Caderno.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Hegel de Jacques d' Honndt

    Hegel

    Jacques d' Honndt

    5,00 

    Hegel de Jacques d’ Honndt.
    Edições 70. Lisboa, 1984, 117 págs. B.
    Biblioteca Básica de Filosofia, 12

    Testemunha de acontecimentos decisivos – Revolução francesa, império, guerras europeias e transformações das instituições – Hegel é simultaneamente um filósofo do concreto e da acção do espírito, que ele vê realizando-se livremente na cultura. A sua filosofia centra-se, pois, numa dialéctica» da história, englobando a religião e a evolução política, social, económica e artística – lugar de encarnação e da racionalidade do Espírito

    📌 Carimbo.