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  • Sete Cartas a um Jovem Filosófo de Agostinho da Silva

    Sete Cartas a um Jovem Filosófo

    Agostinho da Silva

    7,50 

    Sete Cartas a um Jovem Filosófo de Agostinho da Silva
    Ulmeiro. Lisboa, 1990, 119 págs. B.

    Meu caro Amigo:

    Do que você precisa, acima de tudo, é de se não lembrar do que eu lhe disse; nunca pense por mim, pense sempre por você; fique certo de que mais valem todos os erros se forem cometidos segundo o que pensou e decidiu do que todos os acertos, se eles foram meus, não seus. Se o criador o tivesse querido juntar muito a mim não teríamos talvez dois corpos distintos ou duas cabeças também distintas. Os meus conselhos devem servir para que você se lhes oponha. É possível que depois da oposição venha a pensar o mesmo que eu; mas nessa altura já o pensamento lhe pertence. São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem.

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  • Racionalidade Argumentativa de Rui Alexandre Grácio

    Racionalidade Argumentativa

    Rui Alexandre Grácio

    7,50 

    Racionalidade Argumentativa de Rui Alexandre Grácio
    Edições ASA. Porto, 1993, 158 págs. E.
    Colecção: Argumentos e Pensamento Contemporâneo

    Ao tornar-se um modelo para o exercício da razão, a ciência levou a menosprezar o papel da argumentação na vida dos homens.
    Rui Alexandre Grácio mostra, ao traçar as suas grandes linhas e ao definir os seus principais problemas, como a “nova retórica” se insurgiu contra esta situação, propondo uma concepção mais ampla e plural da racionalidade.

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  • A Palavra de Georges Gusdorf

    Palavra, A

    Georges Gusdorf

    7,00 

    A Palavra de Georges Gusdorf
    Edições 70. Lisboa, 1995, 111 págs. B.
    Colecção: Arte & Comunicação | 59

    A Palavra, na sua múltipla função – fala, comunicação, expressão – e como limiar da humanidade, é aqui abordada como mensageira de valores pessoais carregada de intenções particulares com uma ética própria e uma dignidade profética, cuja eficácia intrínseca assegura a criação do universo humano.

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  • Linguagem e Solidão de Ernest Gellner

    Linguagem e Solidão

    Ernest Gellner

    8,00 

    Linguagem e Solidão: uma interpretação do pensamento de Wittgenstein e Malinowski de Ernest Gellner
    Edições 70. Lisboa, 2001, 215 págs. B.

    Ernest Gellner tem sido descrito como um dos últimos grandes intelectuais da Europa Central. Este livro lança uma nova luz sobre dois dos mais referenciados pensadores da sua época, Wittgenstein e Malinowski. Wittgenstein, provavelmente um dos filósofos mais citados e mais influentes do século XX, ficou famoso por ter exposto duas posições filosóficas radicalmente diferentes. Malinowski foi o fundador da moderna antropologia social britânica e geralmente é-lhe atribuído o título de inventor do trabalho de campo etnográfico, um método de investigação fundamental para todas as ciências sociais. Este livro demonstra, de uma forma bastante original, o modo como o pensamento de ambos, e as duas filosofias de Wittgenstein, se desenvolveram a partir de um conjunto de pressupostos comuns – amplamente partilhados no Império dos Habsburgo da sua juventude – sobre a natureza humana, sobre a sociedade e sobre a linguagem.

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  • Imaginação Simbólica

    Imaginação Simbólica

    Gilbert Durand

    6,00 

    Imaginação Simbólica de Gilbert Durand
    Arcádia. Lisboa, 1979, 137 págs. B.
    Colecção: Paralelo | 2

    A Imaginação Simbólica, de 1964, é uma apologia do símbolo, figura poética e onírica que nos conduz infinitamente além do sensível, por oposição à clara demarcação de sentido dos restantes signos.

    Trata-se de recuperar uma forma perdida de nos relacionarmos com as imagens e as palavras, uma que nos liberta da experiência do mundo empobrecida pelo positivismo e do pensamento domesticado pela lógica e o criticismo, cingido ao conceito e ao preceito, de laços cortados com o indizível.

    Como mediação entre a sensibilidade e a transcendência, a tarefa da arte é superar a desvalorização operada pela profusão massificada de signos, o ornamentismo e o entretenimento.

    📝 Assinatura de posse.

  • Hannah Arendt: Luz e Sombra de Maria Luísa Ribeiro

    Hannah Arendt: Luz e Sombra

    Maria Luísa Ribeiro

    15,00 

    Hannah Arendt: Luz e Sombra de Maria Luísa Ribeiro Ferreira
    Centro da Filosofia da Universidade de Lisboa. Lisboa, 2007, 281 págs. B.

    O presente volume integra os textos apresentados no Colóquio Hannah Arendt Luz e Sombra, realizado nos dias 11 e 12 de Janeiro de 2007, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O evento foi da responsabilidade conjunta do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e da Sociedade de Ética Ambiental, tendo como objectivo homenagear esta filósofa por ocasião do centenário do seu nascimento. Na sequência de outras comemorações ocorridas ao longo de 2006 e 2007, convidaram-se especialistas, estudiosos e investigadores que se debruçaram sobre o pensamento arendtiano, procurando contemplar as vertentes fundamentais do mesmo. Assim, foram consideradas primeiramente quatro grandes áreas: a Política, o Ambiente, o Direito e a Moral. O interesse demonstrado em trabalhar outras temáticas levou à abertura de mais um domínio, no qual se integraram os textos relativos ao diálogo e confronto das teses de Arendt com outros pensadores e pensadoras seus contemporâneos. Para a presente publicação, estas áreas foram agrupadas em três: Ética, Politica, Direito, Ambiente e Condição Terrestre, Diálogos Cruzados.

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  • Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke.

    Ensaio sobre o Entendimento Humano

    John Locke

    25,00 

    Ensaio sobre o Entendimento Humano de John Locke
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005, 2 vols. E.

    John Locke nasceu em 1632 e faleceu em 1704. Não seguiu a carreira universitária, nem foi professor de Filosofia, o que geralmente também aconteceu com os grandes pensadores seus contemporâneos. Viveu durante um dos períodos mais turbulentos da história da Inglaterra, tendo participado activamente na vida pública, a partir de 1667.

    As preocupações críticas de Locke quanto ao conhecimento não incidiam, como foi comum na época, sobre questões fisicas e matemáticas, mas sobre problemas que se levantavam no âmbito da teologia, da política, da pedagogia e até da economia e das finanças. O projecto da elaboração do Ensaio … nasceu, como relata, numa tertúlia em que discutia, com alguns amigos, temas de natureza teológica, e no momento em que todos se deram conta de que era necessário ver a forma como o homem pensa, antes de iniciar um conhecimento seguro sobre qualquer assunto.

    A única obra propriamente filosófica que deu a lume foi o Ensaio …, que terminou em 1666 mas só publicou em 1690. Em vida do filósofo apareceram mais três edições, em que foi corrigindo, aperfeiçoando ou esclarecendo alguns pontos: em 1694, 1695 e, a última e definitiva, em 1700, que agora aqui se traduz. Em 1677 veio a público An Essay Concerning Toleration, seguido, em 1689, da Epístola De Tolerantia. Em 1690 foram publicados […] Two Treatises on Government. E em 1693 saíram os Some Thoughts Concerning Education.

    Da conjugação entre o mito da bondade natural do homem e a visão individualista nasceu a utopia de uma ideal sociedade anárquica em que a máxima valorização dos direitos naturais de cada um seria automaticamente atingida por se ter alcançado, no exercício da cidadania, a perfeição a que uma longa habituação democrática e a suspensão das sujeições económicas haveriam de levar. Até lá, e enquanto os homens permanecessem presos às violências do seu egoísmo, manter-se-ia o império do «Estado de Direito» que seria, progressivamente, mais consensual e interiorizado.

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  • O Problema de Sócrates de Vasco Magalhães-Vilhena

    Problema de Sócrates, O

    Vasco Magalhães-Vilhena

    10,00 

    O Problema de Sócrates: O Sócrates Histórico e o Sócrates de Platão de Vasco Magalhães-Vilhena
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1984, 596 págs. B.

    Para nós, o essencial era examinar as possibilidades de saber que existência histórica convém reconhecer a Sócrates. Na verdade, tratava-se, em suma, de determinar exactamente as questões que pontuam a história do problema socrático e de empreender o exame dos processos susceptíveis de conduzir a uma solução. Tudo isso tinha por fim recolher e agrupar, segundo determinadas rubricas, os materiais indispensáveis para a análise das duas questões seguintes: qual é a autenticidade dos testemunhos que foram transmitidos sobre Sócrates? É possível o conhecimento do Sócrates histórico, do Sócrates “tal como foi”?

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  • Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica de Karl Popper

    Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica

    Karl Popper

    30,00 

    Pós-Escrito à Lógica da Descoberta Científica de Karl Popper
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 3 vols. B.

    Obra dividida em três volumes : O Relismo e o Objectivo da Ciência; O Universo Aberto; A Teoria dos Quanta e o Cisma na Física.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pascal, Filósofo Cristão

    Pascal, Filósofo Cristão

    Eduardo Abranches de Soveral

    8,00 

    Pascal, Filósofo Cristão de Eduardo Abranches de Soveral
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1968, 290 págs. B.
    Colecção: Meridiano Universitário | 4

    Em «Pascal Filósofo Cristão» é feita uma exposição crítica da filosofia pascaliana, considerando quer a sua gnosiologia, quer os elementos mais importantes que ele oferece para uma antropologia e uma ontologia culturais.

    Para o efeito o Autor seguiu o método mais adequado à natureza do tema: utilizou o conhecimento objetivo e seguro, que era possível ter sobre a vida e a personalidade de Pascal, como um meio auxiliar, mas de muito interesse, para a interpretação da sua obra.

    Ao mesmo tempo procedeu à inventariação e crítica de todos os textos com carácter filosófico nela contidos.

    Isto permitiu chegar a algumas conclusões novas, designadamente no que se refere à dialética pascaliana; ao seu bi-substancialismo mecanicista; ao valor cognitivo e apologético do argumento da ´Aposta` ; e ao plano e significado dos ´Pensamentos` .

    No respeitante à biografia de Blaise Pascal, tiveram-se em conta os resultados das mais recentes investigações que lançaram uma nova luz sobre o teor das relações do filósofo com ´Port-Royal` e sobre os últimos tempos da sua vida breve mas intensa.

    Também neste campo se propõe algo de novo: uma diversa interpretação do ´Memorial` e do testemunho do Padre Beurrier.

    Deverá anotar-se ainda a forma como as ´Cartas Provinciais` são interpretadas e criticadas, designadamente quanto às críticas que nelas se fazem à ´Companhia de Jesus`.

    📖 Exemplar por abrir

  • OBRAS COMPLETAS I DA FILOSOFIA DE DELFIM SANTOS

    Obras Completas I: Da Filosofia

    Delfim Santos

    15,00 

    OBRAS COMPLETAS I: DA FILOSOFIA DE DELFIM SANTOS
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1982. 507 págs. E. 2.ª ed. revista e aumentada.

    📃 Com prefácio biográfico de Jacinto do Prado Coelho

    Primeiro volume das Obras Completas de Delfim Santos (1907-1966), filósofo e pedagogo portuense, fundador do Centro de Estudos Pedagógicos da Gulbenkian. Reúne os escritos filosóficos da sua maturidade, incluindo os textos que definem o seu pensamento existencial e fenomenológico, marcado pela influência de Heidegger, Hartmann e Kierkegaard, e pela reflexão sobre as regiões da realidade e a condição do homem como ser espiritual e livre.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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  • A Evidência da Possibilidade de Husserl de Nuno Nabais

    Evidência da Possibilidade, A

    Nuno Nabais

    8,00 

    A Evidência da Possibilidade: a questão modal na fenomologia de Husserl de Nuno Nabais
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 1998, 336 págs. B.

    A teoria fenomenológica da evidência depende da explicação recíproca da possibilidade do fenómeno e do fenómeno da possibilidade. Segundo Husserl, descrever aquilo que aparece à consciência como um fenómeno evidente, isto é, um aparecer completo não apenas daquilo que aparece mas do critério de verdade do aparecer, implica também descrever a condição de possibilidade do aparecer. Só há evidência, só há uma verdade sem resto, se na actualidade do fenómeno se manifestar a própria possibilidade da sua manifestação. Esta tese é profundamente paradoxal. Ela faz da possibilidade do fenómeno algo que também é fenómeno, algo que aparece enquanto possibilidade do aparecer. Mas, apesar de paradoxal, esse é o mais importante corolário da condição descritiva da fenomenologia. A verdade só se deixa pensar no esclarecimento do vínculo entre os conceitos de evidência e de possibilidade.

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  • A Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo de Max Weber

    Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo, A

    Max Weber

    7,00 

    A Ética Protestante e o Espírito e o Capitalismo de Max Weber
    Editora Universidade de Brasília. Brasil, 1981, 233 págs. B.  

    A obra mais conhecida de Max Weber, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, cuja publicação original remonta a 1904 causando grande polémica, é ainda hoje uma leitura poderosa, fascinante e indispensável que estabelece os parâmetros para o debate sobre as origens do capitalismo moderno. O estilo acessível de Max Weber é justamente uma das muitas razões para a notoriedade deste livro, um clássico incontornável que examina a profunda influência da ética protestante no surgimento de uma nova mentalidade económica-uma nova forma de economia que tornou possível e encorajou o desenvolvimento do capitalismo no Ocidente. É apontada por uma vasta maioria como a obra mais eloquente até agora escrita sobre os efeitos sociais do capitalismo e um dos livros mais importantes do século XX.

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  • A Escultura do Eu: a moral estética de Michel Onfray

    Escultura do Eu: a moral estética, A

    Michel Onfray

    7,50 

    A Escultura do Eu: a moral estética de Michel Onfray
    Quarteto Editora. Coimbra, 2003, 201 págs. B.

    As virtudes da renúncia conheceram já o seu tempo: a estas devemos a melancolia intratável à custa da qual a nossa época subsiste. Aspiro a uma menor complacência para com o reino das trevas e da mortificação. Uma moral estética impele-nos a transfigurar a nossa vida através do esculpir de si próprio: ela supõe a vitalidade capaz de transbordar, a restauração da virtù em vias de renascimento por oposição à virtude cristă, o talento para o heroísmo que permite o aparecimento da individualidade forte, o consentimento com a abundância, a capacidade da magnificência. Numa perspectiva hedonista, tal ética confere todo o seu potencial à delicadeza, à elegância, à palavra dada, à amizade e às afinidades electivas. É este o preço a pagar para que uma moral de júbilo e totalmente contemporânea possa surgir. (Μ.Ο.)

     

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ensaio do Homem de Ernst Cassirer

    Ensaio do Homem

    Ernst Cassirer

    7,00 

    Ensaio do Homem de Ernst Cassirer
    Guimarães Editores. Lisboa, 1960, 380 págs. B.

    I PARTE – QUE É O HOMEM?

    1. A Crise do Auto conhecimento do Homem
    2. Uma chave para a Natureza do Homem:
    o Símbolo
    3. Das reações Animais às Respostas Humanas
    4. O Mundo Humano do Espaço e do Tempo
    5. Factos e Ideais

    II PARTE – O HOMEM E A CULTURA

    6. A Definição do homem em Termos de Cul-
    tura Humana
    7. O Mito e a Religião
    8. A Linguagem
    9. A Arte
    10. A História
    11. A Ciência
    12. Resumo e Conclusão

    📝 Assinatura de posse.

  • Dicionário das Grandes Filosofias de Lucien Jerphagnon

    Dicionário das Grandes Filosofias

    Lucien Jerphagnon

    6,00 

    Dicionário das Grandes Filosofias de Lucien Jerphagnon
    Edições 70. Lisboa, 1982, 386 págs. B.

    Excelente instrumento pedagógico e cultural, este livro oferece ao leitor os meios para que possa descobrir, não o passado da filosofia, mas a sua actualidade através da história. Para os estudantes de filosofia será um complemento preciso e prático dos seus manuais e uma preciosa obra de referência para a história da filosofia e das idéias.

    ✒️ Apontamento a tinta no Índice.
    🟡 Livro com sinais de manuseamento