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  • Ensaios I de António Sérgio

    Ensaios I

    António Sérgio

    6,00 

    Ensaios I de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1976, 409 págs. B.

    Em ENSAIOS, onde se encontram alguns dos textos mais discutidos de Sérgio, escalpelizou ele com admirável lucidez muitos dos problemas fulcrais da história e da vida do seu País. Do presente volume fazem parte, entre outros, os ensaios Ciência e Educação: Educação e Filosofia; Espectros; Da opinião pública è da competência em Democracia; Interpretação não romântica do Sebastianismo; A conquista de Ceuta.

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  • Douta Ignorância de Nicolas de Cosa de Nicolau de Cusa

    Douta Ignorância

    Nicolas de Cosa

    10,00 

    Douta Ignorância de Nicolas de Cosa
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2003, 191 págs. B.

    A 12 de Fevereiro de 1440 o Cardeal alemão Nicolau Krebs concluía em Cusa, sua terra natal e que lhe daria o nome com que posteriormente viria a ser conhecido, a redação da obra que mais o notabilizaria nos séculos seguintes e cujo título, A douta ignorância, se tornaria emblemático como resposta tanto aos dogmatismos quanto aos ceticismos que frequentemente ameaçam a aventura humana do saber. […]

    A obra que agora se apresenta em tradução portuguesa constitui uma autêntica contração, para utilizar uma categoria central do discurso filosófico do autor, na qual se concentram os principais motivos do seu filosofar que, posteriormente, outros textos virão a “explicar” em diversas direções, ora devido a diferentes solicitações, ora motivado por novas leituras, ora impelido por outros e mais originais aprofundamentos. Divide-se em três livros, internamente articulados na sua unidade e na convergência dos conceitos em que se exprime a tripla realidade que abordam. O primeiro pretende aprofundar o estudo do Máximo absoluto, em si inominável, mas venerado como Deus na religião de todos os povos. O segundo volta o olhar para o universo, de que o Máximo absoluto é a causa e o princípio e que, existindo assim fora da unidade desse Máximo de que provém, não pode subsistir sem a pluralidade em que se apresenta, razão pela qual não recebe, como o primeiro, a designação de Máximo absoluto, mas sim de máximo contraído. Finalmente o terceiro livro procura encontrar o mediador entre o primeiro máximo e o segundo máximo, e que, para isso, tem de participar simultaneamente da natureza absoluta do primeiro e da natureza contraída do segundo: Jesus, sendo Deus, é, por isso, absoluto, e, sendo homem, é por isso contraído, estabelecendo-se, pois, como unidade e unificação de todas as coisas.

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  • Dissidência e Nova Filosofia

    Dissidência e Nova Filosofia

    André Glucksmann

    6,00 

    Dissidência e Nova Filosofia de André Glucksmann [et al]
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1979, 166 págs. B.
    Coleccção: Cadernos Peninsulares | Ensaios Especial 3
    𓂃🖊 Organização de Manuel Maria Carrilho

    «Com a organização deste volume procura-se, longe dos habituais panegíricos aos «novos gurus», mas também longe das puras recusas de opinião, pensar-se de facto a «nova filosofia». Assim, apresentam-se inicialmente as «posições» mais características da «nova filosofia» através de entrevistas com B.-H. Lévy e A. Glucksmann, que são acompanhadas por um texto de Denis Bourgeois que, além de apresentar uma perspectiva de conjunto sobre os novos filósofos, os situa no seu mundanismo parisiense; seguem-se-lhes significativos depoimentos dos novos filósofos ao Le Monde sobre as suas relações com a política. Procura-se depois, em «contra-posições», dar a conhecer ao leitor português alguns dos textos mais importantes que se definem claramente contra a «nova filosofia». Dos muitos que surgiram escolhemos (prescindindo de alguns importantes, nomeadamente os de C. Castoriadis, E. Morin e de J. F. Lyotard) os que nos pareceram mais significativos não só pelas questões que realmente põem à «nova filosofia» mas também, através dela, ao actual pensamento europeu de esquerda. É, em particular, o caso de textos tão diferentes mas singularmente certeiros e inteligentes como os de J. Ranciére e de G. Deleuze.» Manuel Maria Carrilho

    Inclui textos de André Glucksmann, António Marques, Bernard-Henri Lévy, David Cooper, Denis Bourgeois, Eduardo Prado Coelho, Eduardo Lourenço, François Aubral, Jacques Ranciére, Jean Pierre Faye, Gilles Deleuze, José Manuel Sobral, Manuel Maria Carrilho, Marine Zecca, Michel Foucault, Nicos Poulantzas e Xavier Delcourt

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  • Democracia

    Democracia

    António Sérgio

    7,50 

    Democracia de António Sérgio
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1974, 391 págs. B.

    DEMOCRACIA é o primeiro volume das Obras Completas de António Sérgio dedicado aos escritos políticos do Autor. O título, sugerido por uma das obras agora reunidas, é aliás indicativo de um dos temas chaves do pensamento sergista.

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  • Como Proust Pode Mudar a sua Vida de Alain de Botton

    Como Proust Pode Mudar a sua Vida

    Alain de Botton

    7,00 

    Como Proust Pode Mudar a sua Vida de Alain de Botton.
    Publicações D. Quixote. Lisboa, 2001, 235 págs. B.

    Como Proust Pode Mudar a Sua Vida é um livro prático destinado a ajudar as pessoas a serem mais felizes: como amar a vida hoje? Como exprimir as emoções? Como ser um bom amigo? Estes são alguns dos temas tratados no livro. Botton parte do livro de Proust Em Busca do Tempo Perdido para falar sobre estes temas.

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  • Antologia Sociológica

    Antologia Sociológica

    António Quadros

    7,50 

    Antologia Sociológica de António Quadros
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1978, 368 págs. B.

    ANTOLOGIA SOCIOLÓGICA e PATIO DAS COMÉDIAS, DAS PALESTRAS E DAS PRÈGAÇÕES constituem nas Obras Completas de António Sérgio o segundo volume dedicado aos escritos políticos do Autor.

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  • Anti-Édipo de Gilles Deleuze

    Anti-Édipo

    Gilles Deleuze

    10,00 

    O Anti-Édipo: Capitalismo e Esquizofrenia 1 de Gilles Deleuze.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 2004, 430 págs. B.

    Gilles Deleuze foi, com o livro Sade / Masoch, um autor inaugural da editora Assírio & Alvim. Em 1972 saía em França O Anti-Édipo, imediatamente transformado em livro de referência. Pouco depois seria apresentado em português com a tradução de Joana Varela e Manuel Maria Carrilho. Anos volvidos, depois da morte trágica de Deleuze e do triunfo do liberalismo capitalista, O Anti-Édipo readquire uma renovada importância com reedições em vários países.

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  • Acerca do Infinito do Universo e dos Mundos de Giordano Bruno

    Acerca do Infinito do Universo e dos Mundos

    Giordano Bruno

    10,00 

    Acerca do Infinito do Universo e dos Mundos de Giordano Bruno
    Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1978, 203 págs. E.

    Qualificar, pela sua polivalência, o génio de Bruno pouco nos diz […] do modo como essa polivalência foi assumida. Com efeito, será preciso referi-la ao seu poder de conjugar, na vida, o homem de pensamento e o homem de ação e, na doutrina, as dimensões do artista e do filósofo – e ter em conta a intensidade e a versatilidade com que o fez – para se compreender como não foi tarefa fácil, nem para os contemporâneos nem para os vindouros, o discernimento (e muito menos a Visão unitária – de intenção ou de perspetiva) das múltiplas facetas por que esse poder se exprimiu: ora no frade impaciente e rebelde perante os imperativos externos da disciplina ou dos estudos e os limites internos da sua vocação de regular; ora no político atento às oportunidades da ação e ávido de unidade temporal, entre as divisões dos poderes; ora no ousado comediógrafo, desmascarador e satirizador de superstições e hipocrisias (religiosas e mundanas); ora no filósofo inspirado e polémico, sensível ao conflito das heranças e das vigências culturais e todo entregue, com heroico furor, à vertigem de uma convergência doutrinária nos abismos abertos à razão discursiva e às intuições do espírito.

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  • Utopias de Michael Lowy

    Utopias

    Michael Lowy

    7,50 

    Utopias: Ensaios sobre Política, História e Religão de Michael Lowy.
    Ler Devagar. Lisboa, 2016, 200 págs. B.

    Neste livro encontram-se três tradições intelectuais: o judaísmo libertário de cultura alemã, o Romantismo de inspiração socialista de um grupo de historiadores e cientistas sociais britânicos e, last but not least,um marxismo especificadamente latino -americano ,forjado nas dinâmicas histórico-sociológicas da região que se estende de Buenos Aires a Havana.

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  • Tipos de Mentes de Daniel C. Dennett

    Tipos de Mentes

    Daniel C. Dennett

    7,00 

    Tipos de Mentes de Daniel C. Dennett.
    Temas e Debates. Lisboa, 2001, 202 págs. B.

    Há poucos autores tão aptos para formularem questões que causem perplexidade à razão humana do que o filósofo e cientista cognitivo Daniel Dennett. Em Tipos de Mentes, o autor combina ideias da filosofia, da inteligência artificial e da neurobiologia, introduzindo o leitor numa viagem metafísica intrigante. O que é uma mente e quem mais (além do ser humano) a possui? Que distingue a mente humana da dos outros animais? Os robots dotados de sistemas sensoriais exibirão, alguma vez, as características da mente humana? Dennett mostra como, passo a passo, a vida animal passou da simples capacidade de responder às questões ambientais à aptidão excepcional de superar as adversidades, usando experiências passadas para prever situações nunca antes enfrentadas.

    Ao discorrer sobre as mudanças desencadeadas no homem a partir do surgimento da fala, sobre os robots cujos «olhos» de câmara de vídeo nos dão a forte ilusão de presença ou sobre a possibilidade de as aranhas serem apenas robots diminutos tecendo irreflectidamente teias do mais refinado padrão, Dennett demonstra ser um mestre em formular questões estimulantes e perturbadoras.

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  • Sócrates, Platão, Aristóteles

    Sócrates, Platão, Aristóteles

    Jean Brun

    7,50 

    Sócrates, Platão, Aristóteles de Jean Brun.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1994, 297 págs. B.
    Nova Enciclopédia | 49

    A conceituada trilogia de Jean Brun sobre os mais importantes filósofos da Antiguidade.

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  • Schoppenhauer de Wolfgag Leo Maar

    Schoppenhauer

    Wolfgag Leo Maar

    6,00 

    Schoppenhauer de Wolfgag Leo Maar [Trad.]
    Nova Cultura. Brasil, 1991, 235 págs. B.
    Pensadores

    Nesta série estão as idéias fundamentais que, nos últimos 25 séculos, ajudaram a construir a civilização. A escolha de autores procura refletir a pluralidade de temas e de interpretações que compõem o pensamento filosófico. A seleção de textos busca, nas fontes originais, uma visão abrangente e equilibrada da Filosofia e de sua contribuição ao conhecimento do homem e do universo.

    Neste volume:
    O Mundo como Vontade e Representação é a obra fundamental de Schopenhauer. Nela o filósofo afirma a Vontade como a instância básica responsável por toda e qualquer atividade humana, que não é senão expressão do querer em diferentes graus e modalidades.

    Crítica da Filosofia Kantiana, apêndice à obra anterior, é um tex-to em que Schopenhauer procura apresentar seus pontos de discor-dância em relação a Kant, embora reconhecendo a influência da filosofia crítica na sua doutrina.

    Parerga e Paralipomena são pequenos escritos que abordam os te-mas que, a partir da doutrina schopenhauriana, podem configurar algo como uma “sabedoria”.

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  • Racionalidade e Comunicação de Jurgen Habermas

    Racionalidade e Comunicação

    Jurgen Habermas

    7,00 

    Racionalidade e Comunicação de Jurgen Habermas.
    Edições 70. Lisboa, 2002, 221 págs. B.
    Colecção: Biblioteca de Filosofia Contemporânea | 32

    Os quatro textos aqui reunidos (¹) representam uma síntese dos últimos desenvolvimentos do pensamento de Jürben Habermas sobre pragmática formal, desde o seu ensaio inicial e programático (“O que é a Pragmática Universal?”), aos seus escritos mais recentes sobre a teoria da racionalidade comunicativa (“Alguns Esclarecimentos sobre o Conceito de Racionalidade Comunicativa”).

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  • Portugal Hoje de José Gil

    Portugal Hoje

    José Gil

    7,50 

    Portugal Hoje de José Gil.
    Relógio d’ Água Editores. Lisboa, 2012, 201 págs. B.

    Esta nova edição acrescenta ao texto de Portugal, Hoje — O Medo de Existir um comentário em que José Gil analisa a evolução recente do país e as críticas que o seu livro recebeu. Seguem-se algumas das principais entrevistas que o autor deu a propósito de Portugal, Hoje.

    «Pensador difícil e denso, altamente criativo, capaz de inventar conceitos próprios, José Gil, com Portugal, Hoje adquire uma notoriedade assinalável.»
    Eduardo Prado Coelho, Público,
    Fevereiro de 2005

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  • Personalismo de Emmanuel Mounler

    Personalismo

    Emmanuel Mounler

    5,00 

    Personalismo de Emmanuel Mounler.
    Moraes Editores. Lisboa, 1970, 210 págs. B.

    “A publicação de O Personalismo em França, no final da década de 1940, foi de enorme importância pela influência que teve na evolução do pensamento político universal em toda a segunda metade do século XX; a sua afirmação central, “a existência de pessoas livres e criadoras”, faz dele mais uma orientação do que uma doutrina.

    📝 Assinatura de posse.

  • Pensamento Pós-Metafísico

    Pensamento Pós-Metafísico

    Jurgen Habermas

    7,50 

    Pensamento Pós-Metafísico de Jurgen Habermas.
    Almedina. Coimbra, 2004, 275 págs. B.

    Os estudos de Habermas, que o leitor tem em mãos e que giram em torno do conceito”razão comunicativa”, justificada através de uma teoria pragmática do significado, contêm informações e argumentos capazes de enriquecer e estimular a reflexão sobre o pensamento pós-metafísico.

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