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  • Doença como Metáfora de Susan Sontag

    Doença como Metáfora

    Susan Sontag

    7,50 

    Doença como Metáfora de Susan Sontag
    Quetzal Editores. Lisboa, 2010, 188 págs. B.

    Em 1978, quando convalescia de cancro, Susan Sontag escreveu A Doença como Metáfora, um notável ensaio sobre a utilização alegórica, e frequentemente culpabilizante, da doença na nossa cultura. Tornou-se num clássico que a revista Newsweek considerou “Um dos livros mais libertadores do seu tempo”. O objectivo da autora consiste em retirar ao cancro o estigma alegórico que sobre ele pesa e mostrar que é apenas uma doença. Neste livro, Susan Sontag defende que a maneira mais autêntica de enfrentar a doença – e a maneira mais saudável de estar doente – é resistir a esse pensamento metafórico.

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  • Crítica e Verdade de Roland Barthes

    Crítica e Verdade

    Roland Barthes

    6,00 

    Crítica e Verdade de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1997, 77 págs. B.
    Colecção: Signos | 14

    «Passar da leitura à crítica é mudar de desejo, é deixar de desejar a obra para desejar a própria linguagem. Mas, pelo mesmo acto, é também remeter a obra para o desejo da escrita, que a gerou. Assim gira a fala em torno do livro: ler, escrever, de um desejo para outro caminha toda a leitura. Quantos escritores não escreveram por terem lido? Quantos críticos não leram para escrever? Aproximaram os dois bordos do livro, as duas faces do signo, para que daí saísse uma só fala. A crítica é apenas um momento dessa história em que entramos e que nos conduz à unidade – a verdade da escrita.»

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  • A Arte de Argumentar de Anthony Weston

    Arte de Argumentar, A

    Anthony Weston

    6,00 

    A Arte de Argumentar de Anthony Weston.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1996, 145 págs. B.

    A necessidade de bons argumentos talvez seja hoje maior do que nunca. Mas não bastam bons argumentos para se argumentar bem. Por isso, com o sentido de oportunidade que caracteriza as suas escolhas, na quinta edição de a Arte de Argumentar Anthony Weston não podia ser mais certeiro: apresenta um novo capítulo sobre o debate público e torna límpido que argumentar bem requer igualmente uma ética.

    Trata-se, diríamos, de uma ética da cortesia, a qual se exprime numa prática decente e amável de argumentar. Observadas as regras dessa ética e, claro, as regras para a construção de bons argumentos, a inteligência de todos os que participam nos mais variados debates, sejam eles públicos ou não, será estimulada de modo firme e elegante.

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  • Vie Intellectuelle

    Vie Intellectuelle

    A. D. Sertillanges

    10,00 

    Vie Intellectuelle de A. D. Sertillanges.
    Editions de la Revue des Jeunes. Paris, 1921, 253 págs. E.

    Un livre de chevet pour tous ceux et celles qui cherchent à conduire un travail intellectuel éclairé et hors des sentiers battus. Le titre peut paraître rebutant mais il ne faut pas s’y arrêter. Il peut aider chacun et chacune à avancer d’une manière ou d’une autre, en ayant la prudence de remettre l’écriture de ce livre dans le contexte social de l’époque et de ne pas s’attacher donc à une lecture qui serait de fait anachronique.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • As Vozes do Silêncio de André Malraux

    Vozes do Silêncio, As

    André Malraux

    20,00 

    As Vozes do Silêncio de André Malraux.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 2 vols. B.

    Neste 1. 0 volume, publicam-se as duas primeiras partes da obra: O MUSEU IMAGINÁRIO E AS METAMORFOSES DE APOLO.

    O 2.0 volume, incluindo as duas restantes A CRIAÇÃO ARTÍSTICA E A MOEDA DO ABSOLUTO, completará a publicação do monumental estudo de André Malraux.

    📝 Assinatura de posse.

  • Praxis: Seminário Ibérico de Filosofia

    Praxis: Seminário Ibérico de Filosofia

    Carlos João Correia

    7,00 

    Praxis: Seminário Ibérico de Filosofia de Carlos João Correia [Coord.]
    Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2000, 207 págs. B.

    As Actas do Seminário Ibérico de Filosofia: Praxis apresentam um conjunto de pensadores ibéricos, das mais variadas orientações filosóficas, procurando analisar os diferentes aspectos ontológicos, éticos, políticos e religiosos da praxis.

    Das “Ontologias da Práxis” a uma radicação ontológica da prática
    José Barata-Moura

    Acção, linguagem e significação
    Carlos João Correia

    El suelo de la praxis
    Juan Manuel Aragües

    Fundamentos ontológicos de la praxis
    Francisco José Martinez

    Acções e razões. Para uma fundamentação do agir ético
    Cristina Beckert

    Estado, mercado y sociedad civil
    Antonio García Santesmases

    Estabilidade e ruptura no pensamento de John Rawls
    Pedro Viegas dos Santos

    Someter la ocasión, domar la fortuna
    José M. González García

    Ontología de la diferencia y legitimación moral
    J.L. Rodriguez Garcia

    El tribunal de la conciencia y la conciencia del tribunal
    Javier Muguerza

    El mal: asi lo vive el cristianismo
    M. Fraijó

    Tensiones entre ética y religión
    Carlos Gómez Sánchez

    Ética ambiental e liberdade
    Viriato Soromenho-Marques

    Os filósofos e o ambiente: agir, pensar, fazer
    Joaquim Cerqueira Gonçalves

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  • Marcuse de André Nicolas

    Marcuse

    André Nicolas

    5,00 

    Marcuse de André Nicolas
    Estúdios Cor. Lisboa, 1971, 231 págs. B.
    Colecção: Filósofos de Todos os Tempos | 5

    A colecção “Fílósofos de Todos os Tempos” propõe ao estudante, ao professor, a todo o leitor interessado, um denso resumo de conhecimentos indispensáveis à compreensão de um grande filósofo. Esta colecção, que não se limita a uma época, a uma cultura, a uma escola de pensamento, apresenta o panorama das ideias, dos sistemas e das obras que constituem o tesouro da filosofia universal.

    ✒️ Sublinhados a tinta na primeira folha.

  • Livro da Lei de Aleister Crowley

    Livro da Lei, O

    Aleister Crowley

    7,00 

    Livro da Lei de Aleister Crowley
    Zéfiro. Lisboa, 2018, 201 págs. B.

    O Livro da Lei foi ditado a Aleister Crowley por uma inteligência praeter-humana chamada Aiwass nos dias 8, 9 e 10 de Abril de 1904 na cidade do Cairo, no Egipto.

    O resultado deste livro comunicado foi desencadeado por um conjunto de operações mágico-teúrgicas – numa tradição esotérica de intervenção supra-sensível de características daimónicas, cuja tradição operativa recua já aos filósofos Empédocles e Heráclito – que se iniciaram no interior da Grande Pirâmide de Gizé em 16 de Março desse ano.

    O invulgar destas operações é que se desenvolveram entre um homem e uma mulher, ao modelo gnóstico de Simão, o Mago, e Helena.

    Este Livro, uma reificação moderna do tipo das Escrituras Reveladas de caracter gnóstico e hermetista, traz uma nova fórmula de Iniciação para o Homem e Mulher nascidos na Aurora da Era de Aquário. Ela reformula um novo elo entre a força espiritual-solar e a Humanidade que havia sido perdido desde os tempos do Imperador Neo-Platónico Juliano (331/363 E.C.).

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  • Lição de Roland Barthes

    Lição

    Roland Barthes

    7,00 

    Lição de Roland Barthes
    Edições 70. Lisboa, 1988, 53 págs. B.
    Colecção: Signos | 21

    «Cheguei a uma altura em que, como que atacado por uma surdez progressiva, não ouço senão um som: o da língua e o do discurso misturados».
    R. B.

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  • Iniciação Filosófica

    Iniciação Filosófica

    Karl Jaspers

    6,00 

    Iniciação Filosófica de Karl Jaspers.
    Guimarães Editores. Lisboa, 1978, 166 págs. B.

    Karl Theodor Jaspers (Oldemburgo, 23 de fevereiro de 1883 — Basileia, 26 de fevereiro de 1969) foi um filósofo e psiquiatra alemão. Estudou medicina e, depois de trabalhar no hospital psiquiátrico da Universidade de Heidelberg, tornou-se professor de psicologia da Faculdade de Letras dessa instituição. Desligado de seu cargo pelo regime nazista em 1937, foi readmitido em 1945 e, três anos depois, passou a lecionar filosofia na Universidade de Basileia. O pensamento de Jaspers foi influenciado pelo seu conhecimento em psicopatologia e, em parte, pelo pensamento de Kierkegaard, Nietzsche e Max Weber. Sempre teve interesse em integrar a ciência ao pensamento filosófico na medida em que, para Jaspers, as ciências são por si sós insuficientes e necessitam do exame crítico que só pode ser dado pela filosofia. Esta, por sua vez, deve basear-se numa elucidação, a mais completa possível, da existência do homem real, e não da humanidade abstrata. O resultado das reflexões de Jaspers sobre o tema foi a primeira formulação de sua filosofia existencial.

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  • Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento

    Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento

    Susan J. Hekman

    7,00 

    Hermenêutica e Sociologia do Conhecimento de Susan J. Hekman
    Edições 70. Lisboa, 1990, 285 págs. B.
    Colecção: O Saber da Filosofia | 28

    Susan J. Hekman propõe aqui uma reorientação da sociologia do conhecimento e da teoria social. Fundando-se em especial na hermenêutica de Hans Georg Gadamer, sublinha a sua relevância para o estudo do universo humano, ao mesmo tempo que com ela contrasta e critica as doutrinas de Karl Mannheim, Paul Ricoeur, Michel Foucault, Jacques Derrida e Ludwig Wittgenstein.

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  • Era da Suspeita, A

    Era da Suspeita, A

    Nathalie Sarraute

    7,50 

    A Era da Suspeita: Ensaio sobre o Romance  de Nathalie Sarraute
    Guimarães Editores. Lisboa, 1963, 138 págs. B.
    Colecção: Ideia Nova

    Nathalie Sarraute é autora de uma obra romanesca muito significativa. Procurando descobrir a verdade profunda dos movimentos, das palavras, das certezas e das dúvidas das personagens, preocupa-se sobretudo em descrever um mundo que obscuramente todos transportamos dentro de nós.

    Nestes ensaios, Nathalie Sarraute empenha-se em explicar a sua própria posição perante a criação romanesca, e em destrinçar o que é vivo e o que é morto no romance clássico.

    Descobrindo nas formas romanescas tradicionais uma habituação, uma subsistência de valores ultrapassados, Sarraute empenha-se em chamar a atenção para a necessidade de abrir novos caminhos ao romance.

    Dando como ponto de partida do romance moderno a obra de Dostoievsky, Nathalie Sarraute mostra a linha de evolução que, vinda do autor russo, passa por Kafka e por Joyce e termina nas correntes romanescas mais avançadas dos nossos dias.

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  • Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino

    Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino de Joaquim Cerqueira Gonçalves [Dir]
    Edições Colibri. Lisboa, 1993, 171 págs. B.
    Revistaa Philosophica, nº 6, 1995.

    Índice dos Artigos

    REFLEXÕES SOBRE O VALOR FORMATIVO DO ENSINO DA FILOSOFIA
    Manuel Ferreira Patricio

    A PROXIMIDADE DO ENSINO DA FILOSOFIA À PROPRIA ESSÊNCIA DO ENSINO
    Olga Pombo

    ENSINAR FILOSOFIA: EDUCAR PARA A LIBERDADE
    Mafalda Faria Blanc

    Os USOS DA FILOSOFIA
    Carlos João Nunes Correia

    OS SENTIDOS DO PRAZER E O PRAZER DOS SENTIDOS. ALGUMAS NOTAS RELATIVAS A PROBLEMATICA DO PRAZER NA PAIDEIA ARISTOTELICA
    Maria José Figueiredo

    FILOSOFIA E FILOSOFAR, HEGEL VERSUS KANT?
    José Barata-Moura

    FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PARA O PENSAMENTO CRITICO
    Alice Santos

    O SENTIDO DO ENSINO DA FILOSOFIA EM JOSE MARINHO
    Paulo Alexandre Esteves Borges

    INTRODUZIR À FILOSOFIA: A FILOSOFIA E O PROBLEMA DA SUA DEFINIÇÃO
    António Pedro Mesquita

    DEVERÁ FALAR-SE DE ÉTICA NO ENSINO SECUNDARIO? VIRTUDES E VÍCIOS DA EDUCAÇÃO PARA A JUSTIÇA NA ESCOLA SECUNDARIA EM PORTUGAL
    Maria Teresa Ximenez

    IMAGEM, PALAVRA E RESPONSABILIDADE
    Cristiana Veiga Simão

    O TEXTO LITERÁRIO COMO PROPEDÉUTICA DO TEXTO FILOSOFICO CONSIDERAÇÕES A PROPÓSITO DE UM PROJECTO DE TRABALHO
    Maria Luísa Ribeiro Ferreira

    PERSONALIZAÇÃO E DIVERGÊNCIA DIDÁCTICA
    José Trindade Santos

    VIRTUALIDADES DO NOVO PROGRAMA DE FILOSOFIA DO 12° ANO
    Adelino Cardoso

    PROBLEMAS E PERSPECTIVAS DA FORMAÇÃO CONTINUA DE PROFESSORUS
    José de Araújo Ribeiro

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  • Educação Estética e Utopia Política

    Educação Estética e Utopia Política

    Leonel Ribeiro dos Santos

    8,00 

    Educação Estética e Utopia Política de Leonel Ribeiro dos Santos (Coord.)
    Edições Colibri. Lisboa,

    O título do livro é também o do colóquio que aproveitou a comemoração do bicentenário da publicação de duas obras marcantes da Filosofia, para sobre elas desenvolver reflexão alargada, com vista, sobretudo, a equacionar as relações entre estética e política.
    Oferece-se, assim, um vasto leque de ensaios sobre temática tão pertinente.

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  • Dicionário Prático de Filosofia de Élisabeth Clément

    Dicionário Prático de Filosofia

    Élisabeth Clément

    7,50 

    Dicionário Prático de Filosofia de Élisabeth Clément
    Edições Terramar. Lisboa, 1997, 407 págs. B.

    Dicionário Prático de Filosofia é uma obra de referência com definições simples e claras de conceitos, correntes e filósofos importantes. Destina-se a estudantes, professores e curiosos, ajudando a compreender e aplicar ideias filosóficas no dia a dia. Usa uma linguagem acessível e tem um fim sobretudo educativo

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  • Diálogos Filosóficos e Alquímicos de Victor Mendanha

    Diálogos Filosóficos e Alquímicos

    Victor Mendanha

    7,00 

    Diálogos Filosóficos e Alquímicos: Conversas com Portugueses Notáveis de Victor Mendanha.
    Pergaminho. Lisboa, 1996, 215 págs. B.

    Conversas com pequenos notáveis. Percorrendo há anos “os caminhos insólitos de esoterismo”, no cumprimento da sua profissão de jornalista Victor Mendanha fez dezenas de entrevistas a “buscadores” no campo da filosofia e do pensamento esotérico. Esta obra é o resultado de uma árdua selecção das dez conversas mais ricas nestes conhecimentos. Todas unidas por um sólido fio condutor que, por fim, nos confia o melhor dos mais expressivos filósofos e esoteristas portugueses.

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